Because Our Love Is Written With Blood
4 Blood Dinner
Faz um mês que conheci Stefan. Um mês que as aulas começaram novamente. Um mês. São alguns dias, poucas semanas. Mas já parece que conheço Stefan há anos... Eu me sinto segura ao lado dele. De alguma forma sei que ele sempre estará por perto, mesmo que eu não o veja. Eu posso ser quem eu realmente sou com ele, eu sinto que ele não irá me julgar por isso. Eu posso ir embora um dia, e sei que Stefan iria junto. Mesmo que eu não saiba toda a sua vida, ele me passa toda essa segurança, esse amor, esse carinho.
- Amor, você quer uma mãozinha ai? – eu disse em um tom alto me levantando do sofá de couro branco macio que ficava próximo á cozinha da mansão dos Wasilewskis.
- Não se preocupe, sabe que sou bom nisso... E uma dama como você merece ficar descansando. – ele deu uma pausa e me olhou nos olhos, maliciosamente. – Para mais tarde.
O meu relacionamento com Stefan está ficando cada vez melhor conforme os dias se passam. Stefan sempre me surpreende com suas atitudes e palavras. Ele era brincalhão, malicioso, seguro, inteligente, romântico e como todos sabem, misterioso. Acredito que, em grande parte, é isso que me prende á ele.
- Stefan! – e joguei o guardanapo de pano que estava próximo a mim no rosto dele.
- Hey... – Em um passe ele chegou a mim, me envolveu em seus braços e me beijou em seguida, com a sua testa e o seu nariz encostados nos meus ele abriu os olhos e sorriu. Ainda nessa posição eu falei sedutoramente:
- Você sabe me surpreender como ninguém. – E nos beijamos novamente, porém um beijo mais breve. E eu ainda estava envolvida em seus braços, meu corpo colado no dele. Eu podia sentir o abdômen esculpido de Stefan. Estávamos nos olhando, e Stefan brincava com o meu cabelo. — Stefan, eu não consigo me mexer. – Ele sorriu, debochando de mim. Deu um beijo na minha testa e me soltou. — Sabe que eu me sinto segura só pela condição de estarmos no mesmo ambiente?
- Isso é bom. – Ele disse voltando á mexer o molho que estava no fogo e voltou a olhar para mim. – Vem aqui amor, vou te ensinar uns truques.
Eu fiquei ao lado de Stefan segurando o braço dele, uma pele macia e cheirosa. Minha cabeça estava encostada em seu braço. Eu fiquei olhando passo a passo, com atenção, o que Stefan fazia enquanto preparava o jantar.
- Acho bom você tomar cuidado!
- Porque? – ele disse virando o seu rosto para mim.
- Simplesmente porque posso usar todo o seu conhecimento culinário para ir á Itália e abrir um ‘ristorante’ por lá. Ficando muito, muito, muito longe de você. – eu disse dando risada. Colocando a mão em meus pescoço, acariciando, Stefan terminou dizendo:
- Na verdade, você não ficaria longe de mim, senhorita Mikaelson. Eu te seguirei, aonde quer que você vá. – E depois de uma pequena pausa ele completou — Até no inferno. – Stefan deu um selinho próximo a minha boca e antes que ele continuasse eu o afastei.
- Você faria isso por mim? – E eu olhava em seus olhos, e em sua boca.
- Não pensaria duas vezes! – Sem hesitar ele falou e tornou a me beijar.
O romântico clima foi interrompido por um trovão.
- Ah! – eu dei um gritinho. Desde criança tinha medo de trovão. Eu e Rebekah sempre dormíamos na mesma cama quando estava chovendo.
- É apenas um trovão. – Ele acariciou o meu queixo com um de seus dedos, e com outro, os meus lábios espremidos pelo susto. – Vou procurar uma lanterna caso haja uma queda de energia... Espera! Seria bom ficarmos no escurinho, não?
- Com certeza! –eu disse mordendo o lábio inferior. – Mas... Temos que comer antes, estou com fome. – em seguida encostei meu nariz no de Stefan, dando-lhe um ‘’beijo de foca’’.
...
Lydia Said: ‘’Bekah, quer vir aqui em casa? Uma noite só nossa. Sei que está precisando de diversão :) xoxo, Lyd.’’
‘’Você é a melhor amiga que existe... Eu nem precisei me convidar haha Isso, quero me distrair. Vamos assistir uma comedia? Mas nada romântico, please. Que horas posso ir ai? Xoxo’’
Lydia Said: ‘’Vem a hora que quiser, Bekah. Pode deixar, tenho muitos planos para esta noite, amiga. Xoxo, até.’’
Em uma hora Rebekah estava pronta para ir á casa de sua melhor amiga. Ela sabia que na companhia da Lydia, seus pensamentos voariam para longe da realidade em que ela estava vivendo. Por mais que isso doesse, Rebekah tinha consciência de que talvez não teria volta. De que entre tantas brigas essa era a deixa de que o namoro entre ela e Jeremy acabaria por aqui.
- Obrigada por me trazer mamãe. – Meredith, minha mãe, deu um beijo e fez o sinal da cruz na testa de Bekah.
- Boa noite, querida! Espero que se divirta.
- Pode deixar. – Rebekah saiu do carro e tocou a campainha da casa. Ninguém atendeu e ela entrou, afinal já conhecia Bonnie, prima de Lyd, na qual moravam juntas, há um bom tempo.
...
Enquanto Stefan procurava pela lanterna, resolvi cortar o queijo que daria um sabor especial ao Capeletti. Eu sou uma ótima cozinheira, mas sempre fui desastrada em cortar coisas principalmente. Qualquer tipo de coisa. Estava tentando cortar simetricamente o pedaço de queijo. De repente, um enorme trovão fez com que eu me assustasse e a energia caísse.
- Ouch! – Eu soltei a faca imediatamente. O meu dedo estava cortado, e por incrível que pareça estava saindo muito sangue. Eu sempre tive facilidade em enxergar no escuro. Sim, eu não era normal. Pelo menos era o que meus amigos diziam. Como eu não enxergava tão mal no escuro, eu encontrei o guardanapo em cima da pia e o enrolei no meu dedo. Logo que me virei para ir procurar Stefan ou simplesmente sentar no sofá, trombei com alguém. Era Stefan... Mas parecia não ter ninguém dentro dele. Ele estava imóvel, olhando para mim. Seu olhar estava petrificado, sombrio e ele respirava fundo. Eu não enxergava direito... mas pude ver o quão enrijecido ele estava.
- Stefan. – eu disse baixinho, ele não se moveu... Nem piscou. –Stefan!
- E-Eu. Han... – Stefan deu as costas á mim e saiu andando rapidamente. Eu estava em choque. Era mesmo o Stefan. Não havia outra pessoa nessa casa hoje a não ser nós dois. Como ele agiu daquela forma? Eu não sei explicar que ‘’forma’’ era tal.
As luzes se acenderam. Assim eu pude olhar o estrago que eu tinha feito. Minha blusa estava manchada, porém não aparentava tanto, minha blusa era vermelho sangue. Tinham poucos pingos de sangue no chão. O guardanapo estava pouco ensopado e o meu dedo realmente tinha sido cortado profundamente. Eu limpei o chão com guardanapos de papel, lavei minhas mãos e passei um pouco de água na minha blusa. Eu conseguia sentir o forte cheiro de sangue. Eu peguei uma faca e sai atrás de Stefan. Eu estava com medo de que não encontrasse Stefan, afinal, a pessoa que vi no escuro não agia como ele. Não mesmo. Eu subi as escadas da mansão, e abri a porta do primeiro cômodo, Stefan estava mexendo nas gavetas.
- Oh, Stefan... Que susto. – Eu disse aterrorizada.
- Katherine, vá fazer um curativo nesse dedo. – Ele disse olhando para mim e para a faca que estava em minha mão. Não sei como ele viu o meu machucado, estávamos distantes.
- Foi você quem desceu na cozinha enquanto estávamos sem luz? – Talvez eu não quisesse saber a resposta.
- Sim. – Stefan falou lentamente, e pensando duas vezes. – No banheiro, segunda porta á esquerda, tem tudo o que você precisa para fazer um curativo. – falou friamente.
Sem responder nada, eu apenas abaixei a cabeça e fui ao banheiro. Eu não estava reconhecendo Stefan Wasilewski. Como Stefan podia ser assim? Em menos de um minuto mudar o seu humor tão rápido. Eu sempre soube que Stefan era diferente. Em algum ponto no qual eu ainda irei descobrir. Eu apenas esperava que a noite acabasse bem.
...
*bring bring bring*
Era o telefone da casa dos Mikaelsons.
- Alô? Ah, oi querido! Quanto tempo. – Meredith falava ao telefone. – Claro, estamos á sua espera. Hum... Okay. Não, infelizmente as meninas não estão em casa. A pequena Katherine foi na casa do namorado jantar e bom, Rebekah não esta muito bem e foi na casa de uma amiga... A Lydia, você se lembra? Estamos te esperando com um jantar magnífico, querido sobrinho. – desligou o telefone.
- Quem era? – Niklaus falou se aproximando da esposa e colocando suas mãos na cintura dela.
- Damon. Vai passar uma temporada aqui em casa, lembra que comentei com você?
- Claro. Isso é bom. Damon é um ótimo caçador, apesar de ser jovem, e pode nos ajudar com nossas filhas. – Falou entusiasmado. Meredith assentiu.
- A hora de Katherine está chegando, Niklaus. Será muito difícil.
- Sim, será.
...
Ao pisar no hall da pequena casa, Rebekah escutou alguém conversando. Eram vozes familiares. Ela entrou na sala e viu Jeremy segurando a mão de Lydia, com um olhar que ele só olhava para Rebekah. No qual há muito tempo não olhava mais, um olhar apaixonado e piedoso.
- Por favor, Lydia, nós pod... – Ele parou de falar quando viu Rebekah entrar na sala.
Imediatamente Jeremy se afastou de Lydia e ela se levantou em direção á amiga. Os três com olhares perdidos e frustrantes. Antes que Lydia tocasse em Bekah, ela se distanciou.
- Como você pode? – disse indignada e entre os dentes. Rebekah respirava ofegantemente e seus olhos estavam se enchendo de lágrimas.
- Bekah...
- Bekah? Não me chame mais assim, Jeremy. – disse se aproximando dele. – Há um bom tempo você perdeu esse direito... E muitos outros. – Rebekah estava cuspindo fogo.
- Olhe aqui, as coisas não podem ficar assim. Você tem que me entender!
- Entender o que? Que você estava cansado de mim? Eu realmente deveria ter esperado mais para começar a transar com você, afinal você é uma criança, Jeremy.
- Agora, você precisa entender que eu estou apaixonado por outra pessoa. – disse Jeremy segurando o braço de Rebekah com muito força, machucando-a e olhando para Lydia ao terminar de falar. Se soltando de Jeremy, Rebekah ficou imóvel, chorando.
- Não pode ser... – disse entre as lagrimas. – Vocês não sabem como é ser apunhalada por duas pessoas no qual colocou confiança nelas em grande parte da vida. – desabafou. E depois se sentou no sofá, exausta.
- Você pode ficar aqui, conversaremos e você verá que não é o que está pensando. Nada aconteceu entre mim e o Jeremy. Ou pode sair por essa porta... – Disse Lydia colocando as mãos no ombro da amiga e depois sinalizando a porta de entrada. Antes de tomar qualquer decisão, Rebekah olhou para Jeremy e Lydia. Sua amiga estava chorando e Jeremy, cabisbaixo. Bekah não queria escutar nada. Queria ir para qualquer lugar longe dali. Ela se levantou do sofá rapidamente e saiu pela porta, escutando Jeremy gritar:
- Rebekah!
Não olhou para trás, nem pensou em olhar. A chuva forte que caia sobre o seu rosto se misturavam ás lágrimas. Rebekah corria. Não para casa. Para qualquer lugar. Talvez sua casa não fosse um refugio adequado. Ela queria ficar sozinha. E depois, me ver. A rua estava deserta, exceto por um carro que se aproximava. O carro parou, e de lá desceu um homem, magro, com braços não tão fortes. Olhos azuis, como o mar do Caribe, e cabelo preto bagunçado como uma noite sem estrelas, e agora molhado pela chuva. Rebekah simplesmente parou e ele a envolveu em seus braços, a conduzindo para o carro.
- Você precisar entrar no carro, Rebekah.
Antes que ele começasse a dirigir ela perguntou:
- Meu nome... Como você sabe?
- Não está me reconhecendo? – ele disse, começando a dirigir, mas olhando muito para Rebekah, analisando-a.
- Damon!? – disse surpresa. Ele deu um sorrisinho de lado de matar. – Nossa, não acredito... Você está... – ela disse sem ar e o olhando indiscretamente.
- Diferente? É as pessoas mudam e muito. Você está muito bonita, Rebekah. – Os olhares deles se encontraram e se encaixavam perfeitamente. Ela enrubesceu e ele sorriu.
Rebekah sempre teve uma quedinha por Damon. Mas ele é mais velho e nosso primo, então ela nunca imaginou que realmente pudessem dar certo as coisas entre eles. Mas, pela primeira vez ela sentiu que ainda existia algo entre eles. Algo que nunca existiu concretamente, apenas na cabeça dela. Por alguns minutos ela se esqueceu do que havia acontecido na casa de Lydia.
- Eu liguei para sua mãe, e ela disse que você não estava bem. Por isso estava correndo na chuva? – ele disse preocupado olhando para ela. De alguma forma, isso soou engraçado para Rebekah e ela soltou um pequeno sorriso.
- Correr na chuva foi consequência do que aconteceu. E quer saber? Sempre que estiver irritada ou triste vou repetir essa dose de corrida na chuva. Pelo menos você descarga sua raiva em algo e não em alguém. – Bekah falou olhando para Damon e depois para baixo. No espelho do carro ela via seu rosto vermelho e o rímel um pouco borrado. Imediatamente ela ficou constrangida por pensar que seu primo a vira tão feia assim. Ela fez um coque no alto da cabeça e tentou limpar o rosto com as mãos, inutilmente.
- Tenho lenços secos no porta luvas, se quiser.
- Obrigada. – Ela abriu o porta luvas e encontrou, sem esforço algum, os lenços. Tentando limpar o rosto derretido pela chuva e pelas lágrimas de tristeza.
Depois de limpar o rosto e se sentir um pouco mais digna, Rebekah sentou-se de lado. E ficou olhando para Damon.
- Por que veio pra cá? – Damon olhou rapidamente para Rebekah, com ternura.
- Vim visita-la, Bekah – disse analisando a reação dela. Rebekah enrubesceu. – E claro, logo Katherine fará 18 anos. E tenho noticias para dar ao seus pais.
- Ah, claro. – ela falou timidamente. Rebekah sempre é muito espontânea e não tem vergonha e nem dificuldade em se relacionar com homens... Mas com Damon era diferente. Ela ficava vermelha só de pensar na hipótese dele estar a fitando. Em alguns minutos o carro parou na frente da casa dos Mikaelsons, era difícil visualizar a casa por causa da forte chuva.
- Bekah, já chegamos. — Damon falou calmamente enquanto tirava o seu cinto de segurança. Rebekah o olhava, distraída. — Hm... não vai tirar o cinto? – Ela piscou os olhos rapidamente, surpresa por estar tão perdida em seus pensamentos.
- Ah... – falou sem graça.
E enquanto Bekah tirava o cinto, Damon se aproximou e tocou no rosto dela, com sua mão quente e seus dedos longos. Os dois se olharam rapidamente, ambos sem saber o que fazer, ficaram se olhando, um penetrando o olhar do outro. Tentando decifrar os significados de um olhar intenso que traziam.
- Tinha um cílios na sua bochecha. – justificou envergonhado.
- Tudo bem, obrigada Damon. – ela sorriu, sem mostrar os dentes.
Ele saiu do carro em um pulo e a puxou delicadamente para fora, protegendo-a da forte chuva que caia sobre a cidade. Juntando a cintura de Rebekah com a dele, eles se encaminharam á casa dos Mikaelsons.
...
Eu tinha resolvido tomar uma ducha e Stefan havia deixado na porta do banheiro uma camiseta branca dele para eu por. Ele não queria me ver com uma blusa manchada de sangue, por mais que não desse para ver. Eu sabia que ele não gostava de sangue. Ele tinha repulsa, era o que dizia. Algo bem diferente de mim. Claro, eu não almejava sangue. Segundo lendas e historias, quem deseja sangue é vampiro. E eu definitivamente não faço parte de um time que nem existe. Eu desci escada abaixo, e fui para a cozinha. Stefan estava terminando de por os copos na mesa. Ele havia acendido velas e tinha um vaso de flor no meio da mesa com rosas brancas e vermelhas. Vermelhas. Ele puxou a cadeira para eu me sentar.
- Me desculpe. – Sussurrou ao se sentar. – Por mais que eu tente me controlar, ás vezes eu ajo dessa maneira. Diferente, se é que em entende. – Não, eu não entendia tal comportamento. Ele ergueu seus lindos olhos verdes acinzentados com cílios grandes para mim. Eu não pude deixar de suspirar.
- Tudo bem. – falei, espremendo os lábios. – Definitivamente essa não é a roupa que eu desejaria estar usando em um jantar romântico com você. Não estou nada sexy. – Eu sorri. A camiseta de Stefan era cheirosa, tinha o cheiro dele. Mas ela era grande para mim e eu não ficava nem um pouco sexy vestida nela. A blusa vermelha que eu estava usando tinha um pequeno decote que deixava qualquer homem a desejar mais e era de alcinha, mostrando bem os meus ombros.
- Eu discordo Senhorita Mikaelson. – Ele falou sorrindo para mim e me olhando intensamente. – Você sempre esta muito sexy. – Ele estava bem humorado agora, incrível como ele mudava tão rapidamente. Eu não compreendia. E então o fitei, erguendo as sombrancelhas.
- O que está pensando?
- Nada importante Senhor Wasilewski.
- É importante para mim.
Eu estava faminta e não podia começar tal assunto, ficaríamos conversando por horas. Precisava comer antes de qualquer coisa e meus instintos foram mais fortes.
- Mais tarde irei te contar. – Ele fez uma cara de reprovação. – Confia em mim?
- Claro, Kath. – Ele falou soltando um pequeno sorriso em seus doces lábios.
Terminamos de comer. Eu estava meio tonta por ter tomado muito vinho, mas como eu estava de sapatilha não teria o perigo de cair ao subir as escadas ou algo tipo. Stefan pegou as minhas mãos e as beijou, soltei um sorriso e me levantei para acompanhá-lo.
- Quero te mostrar um lugar. – Ele sorriu sedutoramente e docemente. Eu imaginei que ele fosse mostrar o jardim ou sei lá, mas ele me levou para o segundo andar da mansão. E então eu pensei que ele estaria então, me levando para o seu quarto. Me deu um arrepio só de pensar nisso. Eu estaria no quarto do Stefan Wasilewski, só eu e ele. Não tinha certeza se eu estava preparada para ter algum tipo de relação sexual com ele, mesmo assim deixei-me ser guiada por Stefan, eu confiava nele. Nada poderia ser perigoso ao lado dele.
...
*Ding Dong*
Mais que depressa Meredith foi correndo ao hall para abrir a porta.
- Niklaus, deve ser Damon! – ela gritou entusiasmada. Ao abrir a porta deparou-se com Rebekah ensopada e encolhida nos braços de Damon, com seus olhos vermelhos por chorar, acreditava.
- Oh meu Deus, minha filha, o que aconteceu? Damon! Oi... – Meredith não sabia o que fazer. Se recebia a filha ou se dava as boas vindas á Damon.
Eles dois entraram na casa. Damon comprimentou a tia que não via há muito tempo e depois deixou Rebekah e Meredith á sós. Chegando na cozinha ele bateu o pé, para chamar a atenção do tio. Niklaus se virou e ficou surpreso ao ver o sobrinho.
- Damon! Quanto tempo... – se abraçaram. – Está mais forte, isso é bom.
- E você está... mais velho! – ele falou caçoando o tio. Os dois soltaram algumas gargalhadas.
- Que tal dose dupla de whisky, cara?
- É pra já titio!
Conversas fiadas rolaram soltas por cerca de uma hora, afinal, a um bom tempo eles não se viam.
- Ambos sabemos que você não está aqui só para matar a saudade da família e para o aniversario de Katherine... Temos muito a conversar, meu sobrinho.
- Claro. Vamos direto ao ponto.
Notas finais
1. Lego House - Ed Sheeran.
2. Beauty Of The Dark - Mads Langer.
3. Only One - Alex Band.
4. Gravity - Sara Bareilles.
Obrigada á todos que estão lendo! Xoxo ♥
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