Notas iniciais
Então... esse capitulo tratou o lado sexual da Katy. Não vou levar todos os créditos por esse capitulo, minha irmã me ajudou um pouco a desenvolver melhor a narração e deixar mais divertida. Espero que gostem.
*OBS*: O que está em itálico e centralizado são as mensagens trocadas pelo Jason e pela Katy! tive essa ideia hoje.. e ai, ficou boa? >
O capitulo ficou grande... mas garanto que está ÓTIMO O/

–-- Rio De Janeiro. 21/12/2012 13:00hrs


Jason Lauren:

“Pode me encontrar na fábrica agora? Temos que terminar nossas aulas ;P”.

Catharina Rose:

“Não!”

Jason Lauren:

“Por quê? Tá com o teu gato ai? haha”.

Catharina Rose:

“Lucas! E não. Só não quero te encontrar hoje”.

Jason Lauren:

“DDDDD: poxa, depois do que tivemos? Você não fala comigo há dois dias... O que custa? çç”.

Catharina Rose:

“Jason, eu tenho uma vida sabia? Tenho q fingir ser normal... não moro em uma fábrica”.

–---

Cinco minutos depois da minha ultima mensagem de texto, meu celular toca com o numero dele.

- O que foi?

- Grossa! – Ele gargalhava do outro lado da linha. – Acha mesmo que eu moro em uma fábrica e não tenho vida? Se arruma, vou passar na sua casa em 30 minutos.

Ele desligou. Entrei em desespero. Ele não sabia, mas o Lucas estava na sala conversando com a minha mãe.

Não sabia o que fazer. Eu queria ir com o Jason, mas ir para onde? Não sabia o que iria acontecer.

- Merda, o que eu vou fazer? – Alisei o cabelo e fui me arrumar.

Meu celular toca e é o numero do Jason novamente.

- Oi. – Fui mais simpática.

- É... Bem... Qual o seu endereço mesmo? – Ele estava sem graça.

Eu segurei o riso. Me concentrei e dei meu endereço para ele. Eu estava apreensiva, mas séria legal conhecer, realmente, o Jason.

Eu esperava que fosse.

Me preparei, passei maquiagem, coloquei a lente de contato, fiz escova e fui para a sala.

- Mas a teoria de Lamarck foi totalmente refutada pelo... – Lucas parou de falar sobre o Lamarquismo e ficou me olhando com cara de idiota. Não me entendam mal. O Lucas é lindo, tem o corpo atlético, é inteligente (apenas para algumas matérias) e é educado. Meus pais o adoram, mas ele tem uma cara de idiota que às vezes me irrita. – Katy, você tá linda, amor!

Eu sorri e fui para a cozinha. Minha mãe me seguiu.

- Catharina, achei que ia ficar em casa hoje. Pretende ir aonde com o Lucas? – Minha mãe era a única pessoa que não me chamava de Katy.

- Não vou sair com o Lucas mãe.

Bebi o copo de água e depois olhei para a minha mãe. Ela estava com cara de espanto.

- Vai sair com quem? Catharina, está traindo o Lucas? Por Deus, ele está na nossa casa. Por favor...

- Mãe! Não! É um amigo meu, você sabe o quanto eu amo o Lucas. – “E o quanto eu te amo por ter me colocado nas aulas de teatro”.

Minha mãe fez cara de desaprovação, mas ela acreditaria em tudo o que eu dissesse.

Voltamos para a sala e eu sentei ao lado do Lucas, dei um selinho e sorri para ele.

- Vamos sair? – Ele estava com aquela cara de idiota.

- Desculpa amor, vou sair com um amigo, já tinha prometido para ele...

- Que amigo?

- Você não conhece. – Merda, o Lucas conhecia TODOS os meus amigos.

Ele levantou uma das sobrancelhas e fez a cara de idiota amis uma vez.

Ele estava pronto para fazer outra pergunta, mas a campainha tocou. Graças a Deus.

E quando digo Deus, quero dizer um deus grego, tipo o Jason.

Minha mãe abriu a porta e ficou sem palavras. Sério, ela ficou gaguejando sem ter nada a dizer.

- Pois não? – Ela finalmente conseguiu falar, com a voz meio falhada.

Da sala não se ouvia muito bem, mas acho que o Jason falou meu nome porque minha mãe ficou toda animada e o convidou para entrar.

Tente entender minha mãe, quando mais nova traia todos os namorados com caras mais gatos, ela não se orgulha, mas sempre diz que se eu fizer ela vai entender e acho que ao ver o rosto do Jason ela não importaria que eu desse um beijo nele na frente do Lucas.

– Catharina, seu amigo chegou. – Minha mãe tinha um sorriso idiota no rosto.

Ela entrou na sala seguida pelo Jason. Tentei conter meu sorriso e tentei disfarçar para onde olhava.

O Jason estava com uma blusa de manga comprida cinza bem colada ao corpo, que dava um relevo nos seus músculos. A calça jeans ficava perfeita nele junto com o all-star preto e com a jaqueta que ele carregava nos braços.

A cara do Lucas foi de total desaprovação. Ele se levantou e se apresentou.
— Oi, prazer, Lucas, o namorado da Katy!

Jason me encarou, sorriu e depois se dirigiu ao Lucas.

- Eu sei, ela me contou! Você é mais bonito do que ela tinha dito. – Jason sorriu para o Lucas.

EU NÃO ESTAVA ACREDITANDO NISSO! O Jason estava “dando mole” para o Lucas? Tudo bem, eu imaginava que era só atuação, para enganar o Lucas, mas ele fazia de um jeito tão natural que eu não conseguia saber se era verdade ou mentira. Nem minha mãe. Pela cara dela.

Minha mãe começou a gaguejar de novo, e dessa vez eu sabia que se ela conseguisse falar algo iria ser uma grande besteira.

- Então gente, eu prometi ao Jason que o ajudaria com o ex-namorado dele. Promessa é divida! – Sorri sem graça, só o fato de pensar em fingir que o Jason era gay me deixava triste.

Lucas soltou um “uffa” de alivio.

- Tudo bem amor, concordo com você. Então é... Qual seu nome mesmo?

- Ah! Que falta de educação a minha. Meu nome é Jason!

Antes que o Lucas pudesse falar algo minha mãe levantou do sofá e encarou o Jason.

- Jason... É estrangeiro?

Ele sorriu. Eu estava louca para perguntar isso para ele, mas não tinha a oportunidade.

- Na verdade não. Sou brasileiro. Sou gaúcho. Mas minha mãe é inglesa, por isso o nome estrangeiro.

Minha mãe sorriu e tentou empurrar para ele algumas torradas e chá, mas consegui faze-lo recusar e sair comigo.

- Boa sorte com o seu namorado! – O Lucas parecia muito feliz.

- Que desperdício. – Ouvi minha mãe falando baixo, mas alto o suficiente para eu e Jason escutarmos.

Saímos de casa e fiquei chocada ao ver o AUDI A4 2013 preto, parado em frente ao meu portão.

Além de psicopata, serial-killer, lindo, ele também era rico...

Ele apertou um botão e o carro piscou o alarme. Entramos no carro e ele deu partida. Fiquei quieta alguns minutos. Mas não resisti.

- Não queria que soubesse que ele estava lá.

Ele não mudou a expressão, continuou olhando para a estrada.

-Por que não?

Eu não sabia ao certo o porquê, mas acho que fiquei com medo do Jason querer matar o Lucas.

- Não importa. Agora eu já conheci sua mãe, ela me adorou, mas acha que eu sou gay. – Ele sorriu.

- Pois é... Que desperdício! – Repeti as palavras da minha mãe. O que fez ele rir.

- E também conheci o seu futuro ex-namorado. – Ele me lançou um sorriso de derreter corações.

Fiquei sem graça, mas não contestei. Eu não ligaria se o Lucas fosse o meu ex-namorado. Desde que o Jason fosse o meu futuro namorado.

- Então, o que vai me ensinar hoje?

Ele sorriu.

- Aula de hoje... – Ele entrou com o carro em um condômino de luxo. – Ver o mundo como o Jason vê.

Ele sorriu mais uma vez e eu fiquei igual a uma idiota sorrindo de volta.

Ele parou com o carro na garagem do condomínio e pegou o elevador. O prédio tinha 15 andares. Jason apertou o botão de numero 15.

Ao sair do elevador dávamos de cara para uma porta marfim com três trincos.

- Jason, seu apartamento é o andar inteiro?

Ele riu.

- Claro que não! – Ele abriu a porta e eu me vi olhando para um imenso hall de visitas. – A minha cobertura é o andar inteiro.

Ele me levou para conhecer o apartamento inteiro. Era um ótimo, quer dizer, um perfeito apartamento.

3 quartos, todos os três suítes. Uma sala de jantar e uma de estar, dois banheiros e um continha uma jacuzzi. A varanda tinha uma vista perfeita, para o mar. O outro lado do apartamento era feito completamente de vidro, abrindo para uma área de lazer, com churrasqueira e uma piscina de chão alto.

A cobertura era perfeita. Eu adoraria morar ali.

Eu resolvi dar uma ultima olhada na jacuzzi, porque era enorme!

Fiquei olhando para ela como se fosse feita de ouro. Jason me abraçou por trás e beijou meu pescoço. Senti um arrepio percorrendo o meu corpo.

- Katy, quer experimentar? A jacuzzi!

Apenas sorri.

Ele me virou e me beijou. Me levou até a jacuzzi e a ligou.

Enquanto tirava a minha blusa ele beijava meu pescoço, eu alisava o seu rosto. Ele tirou sua blusa e colou seu corpo no meu.

Tirou meu sutiã com uma só mão e me beijou intensamente. Ele me sentou na borda da jacuzzi e tirou a calça e a cueca.

Ele sorriu para mim e me beijou novamente. Inconscientemente eu tirei minha calcinha e minha calça.

Entramos na jacuzzi e nossos beijos ficaram mais quentes e nossas caricias também.

De baixo da água tudo parecia mais leve e mais fácil. Segurei na borda da banheira enquanto Jason me penetrava com força. O esforço físico mais o vapor que saia da jacuzzi me fizeram suar mais que o normal.

Segurei nos músculos de meu amante enquanto ele aumentava a velocidade, arranhei suas costas e meus braços enquanto atingia o meu orgasmo.


–-- Apartamento Do Jason — Rio De Janeiro. 21/12/2012 15:00hrs

Durante as duas horas em que fiquei no apartamento do Jason, ele me tratou como uma princesa. Não que o Lucas nunca tenha feito isso, mas o Jason fazia de um jeito diferente.

Depois que colocamos nossas roupas ele resolveu me levar para conhecer outro lado de sua vida normal.

- Vamos para a academia! Já tá na hora. – Ele me deu um selinho.

“Academia? Está explicado porque você é tão gostoso assim!”

A academia não ficava muito longe do prédio, então fomos andando.

- Eu malho três horas por dia. – Ele sorriu.

“Não vou ficar três horas em uma academia vendo você malhar... quer dizer, eu acho!”

- Mas hoje vou ficar só por trinta minutos. – Ele me abraçou. E me deu um beijo na testa.

Entramos na academia e ele me apresentou para o recepcionista como “minha Katy”.

E por incrível que pareça. Jason tinha amigos! MUITOS amigos... Muitas meninas davam em cima dele, muitas mesmo. E alguns meninos estavam me cantando. Mas todos eles pararam quando o Jason pediu para eu segurar sua camisa e me deu um beijo de língua, na frente de todos.

Eu podia me acostumar com isso.

Jason fez algumas abdominais e ficou uns minutos no trapézio.

Saímos de lá trazendo todos os olhares para nós.

Voltamos para o prédio e fomos direto para a garagem, entramos em seu Audi.

- Agora para completar o seu dia. Um presente. – Ele sorria enquanto dirigia.

- O que é? – Me animei.

- Uma coisa que vai completar o dia.

Eu esperava que fosse uma coisa, mas ao mesmo tempo em que queria, eu não queria. Tive um dia perfeito de um filme hollywoodiano. Matar mais um cachorro iria estragar tudo.

E era exatamente isso que eu iria fazer.

Jason levou seu carro até um shopping e parou no estacionamento. Mas eu conhecia aquele shopping, ficava apenas a uns 2 minutos de distancia da fábrica.

Sem dizer nada o segui até a fábrica.

Enquanto entravamos fiquei imaginando como ele conseguia fazer tudo isso. Quer dizer, ficar completo. Ele era o cara perfeito de dia e a noite o assassino perfeito.

Ele me levou até o porão da fábrica, estava prestes a abri a porta.

- Jason, não quero matar outro cachorro!

Ele me olhou e sorriu.

- Não se preocupe, não vai matar um cachorro... Quer dizer, não literalmente um cachorro!

Jason abriu a porta e eu estava olhando para um quarto completamente escuro e frio. Ele acendeu a luz e eu estava olhando para um quarto frio com uma mesa cirúrgica dividindo-o.

Não conseguia ver direito, estava me acostumando com a claridade.

Quando meus olhos se acostumaram eu consegui ver claramente. Tinha um corpo coberto por um pano branco, em cima da mesa.

- Vem, entra! – Jason me puxou para dentro do quarto e trancou a porta atrás de si. – Katy, seu presente! Você foi tão bem com o cachorro que acho que já podemos sair dos animais e matar uma pessoa de verdade!

Eu estava estática. Eu disse que o dia foi perfeito até antes da fábrica. Mas só a sensação de ter a vida de alguém em suas mãos me fez pensar que o dia ainda ficaria melhor.

- Melhor colocar aquilo ali! – Ele apontou para um avental e duas luvas. – Katy, esse é o Sargento Oliveira. Ele é um bom homem, pai de família e adora crianças. De todos os jeitos que pode se imaginar. – Ele me olhou com cara de desprezo e depois dirigiu seus olhos para o sargento Oliveira.

Fiquei com raiva, nojo e ódio do Sargento Oliveira. Pedófilo nojento.

Jason puxou o pano de cima do corpo e pude ver que o sargento estava vivo e completamente nu. Sua boca estava tampada por uma mordaça improvisada e suas mãos e pés estavam amarrados com correntes apertadas.

Coloquei o avental, as luvas e prendi meu cabelo.

- Como eu faço?

Jason sorriu, pegou uma faca e me deu.

- Faça como quiser. Mas como serial-killer, deve deixar sua marca.

Pensei bem no que eu faria, poderia cortar o pinto de todas as minhas vitimas, mas nem sabia ao certo o meu padrão.

- Jason, qual o meu padrão?

Ele sorriu diabolicamente.

- Katy, vamos ser como anjos, vamos acabar com os impuros. Seremos maiores que a própria lei. Seremos anjos da morte.

Sorri. Eu tinha entendido perfeitamente o que ele pretendia fazer.

Então minhas vitimas poderiam ser mulheres também. Mas todos teriam algum problema com a lei. Precisava mata-los de um jeito que a lei ficasse clara para todos.

A minha mente veio à balança, mas uma balança não me ajudaria em nada.

Sorri diabolicamente mais uma vez.

- O que foi? Qual a sua marca? – Jason me entendia.

– Vou fazê-los ficar com a cara da justiça. – Me aproximei do sargento.

Tirei a mordaça da sua boca.

- SEUS FILHOS DA PUTA, VOU ACABAR COM VOCÊS, SABEM QUEM EU SOU? – Ele gritava gastando todo o ar que tinha em seus pulmões.

Sorri para ele.

- Sim sargento, nós sabemos.

Alisei o corpo do sargento, queria saber exatamente onde causar mais dor.

- Como vão as crianças sargento?

A expressão do meu prisioneiro mudou. Seu rosto não era mais de ódio, mas sim de medo.

- Vai se foder sua piranha. E seu amiguinho viado também. Quando eu sair daqui, vou fazer você engolir o pano que colocou na minha cara, seu filho da puta.

Jason começou a gargalhar, não contive e ri junto com ele.

- Sair daqui sargento? Acho que o senhor não entendeu o que a faca significa. – Jason deu dois tapinhas no rosto do sargento. – Achei que fosse mais inteligente. Sabe, enquanto a minha amiga cuidar de você, quero que pense em todas as crianças que molestou, todas as crianças que colocou esse seu pinto nojento.

O sargento começou a gritar algumas coisas e a chorar ao mesmo tempo. Jason colocou a mordaça novamente.

- Katy, a primeira vez a gente nunca esquece. – Ele sorriu.

Passei a faca pela barriga do sargento, e quando cheguei as suas bochechas, ele fez xixi.

Eu senti mais nojo dele.

- Que patético! Katy, acaba logo com isso. O inferno já está cansado de esperar pelo sargento.

Jason sorriu e eu furei os olhos do sargento com a faca, fazendo um risco horizontal, de um olho ou outro.

Ele gritava, mas o som era abafado pela mordaça.

Olhei para Jason e ele fez sinal de sim com a cabeça.

Enfiei a faca no peito do sargento e percorri até suas genitálias. Ele ainda estava agonizando. Não tinha pena dele. Ele não teve pena das crianças.

Enfiei a faca em seu coração. O ultimo golpe. O sargento estava morto.

- A cara da justiça, vamos colocar um toga nele ou só tampar os olhos? – Jason ria enquanto analisava o corpo inerte do sargento Oliveira.

– Só tampar os olhos.

Joguei a faca na pia que havia a alguns metros da mesa e me apoiei na mesma. Meu avental estava sujo de sangue, mas eu me sentia limpa, me sentia bem, eu tinha feito um bem para a humanidade. Não tinha mais Sargento Oliveira.

Sargento...

Eu me liguei.

- Jason, ele é um sargento, exercito, estamos fodidos, vão nos encontrar!

Jason apenas sorriu e me abraçou.

- Vou dar um jeito. Vai pra casa, eu cuido de tudo, quando terminar te envio uma mensagem, tá bom?

Fiz que sim com a cabeça e fui direto para casa, não sei o que o Jason faria com o corpo, mas eu esperava que não deixasse pistas.

Cheguei em casa e tomei um banho demorado. Não me sentia suja, me sentia bem. Mas eu estava com cheiro metálico, cheiro de sangue.

Fui até o quarto da minha mãe só para avisar que cheguei.

Ela levantou da cama e veio em minha direção.

- Ajudou o seu amigo com o namorado dele?

Ela me seguiu até o meu quarto. Eu não lembrava onde tinha deixado o meu celular.

Fiz que sim com a cabeça.

- Hum, mandei o Lucas para casa assim que vocês saíram.

- Tá bom! – Ainda revirava o meu quarto atrás do celular.

- Catharina, o Jason é realmente gay?

“NÃO!”

- Sim!

- Sei... e é seu amigo?

Fiz que sim com a cabeça. Onde estava o meu maldito celular?

- Sabe filha, eu apoio totalmente você namorar com ele, até porque ele é lindo, muito lindo mesmo. E parece ter o corpo perfeito.

- Mãe!

- Tá bom, mas eu aprovo... mas só assuma algo sério com ele quando terminar com o Lucas, e espere algumas semanas, tudo bem?

Me virei irritada para minha mãe.

- Mãe, o Jason é gay, fui ajuda-lo com o namorad...

Me ferrei. Minha mãe estava segurando o meu celular. Aberto na mensagem do Jason.

Felizmente tinha apagado todas as mensagens dele ates de sair, hoje.


Jason Lauren:

“Ei gatinha, o dia com você foi muito bom (:

Fiz tudo o que tinha que fazer!

Você esqueceu seu sutiã aqui em casa :s Quando formos repetir nosso tour pela minha casa você pega. E pode dizer, sou bem melhor que o Lucas! ;P”


Fiquei sem graça.

- Mãe!

Minha mãe ria. Eu queria rir. As mensagens do Jason sempre me faziam rir.

Ela me entregou meu celular. Me olhou, sorriu e disse:

- Parabéns filha, ele é um gato! Tudo o que você merece!

Saiu do meu quarto fechando a porta atrás de si.

Sorri sem graça, comigo mesma.

Olhei a mensagem mais uma vez e refleti sobre como foi meu dia hoje.

– É mãe, você não sabe o quanto está certa.


Notas finais
O que acharam? Comentem o//
E se quiserem avaliar os personagens... eu saberia o que fazer para melhora-los!
**OBS**: Sim! os nomes dos capítulos são nomes de musicas u.u Eu me inspiro em musicas para escrever os capítulos.. mesmo que a musica não tenha nada a ver com o que eu procuro k