Beautiful Dangerous
2 1x02 Rock me
Notas iniciais
http://www.cinemahour.com/gallery/actresses/hollywood/Ashley%20Greene/
Ashley%20Greene%20at%20DKNY%20Fashion%20Show/67366795Ashley_
Greene_(6).jpg
Jason: http://2.bp.blogspot.com/-M18NrwIbVgg/T2dZnery3UI/AAAAAAAAOUE/
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–-- Rio De Janeiro. 19/12/2012 9:00hrs
Minha festinha de aniversario foi boa, todo mundo se divertiu. Menos eu, fiquei pensando nas palavras e na língua do Jason.
No dia seguinte eu acordei com dor de cabeça. E sem meus óculos.
Minha mãe tinha entrado no meu quarto antes deu acordar e colocado um potinho com novas lentes de contato em cima da pia do banheiro.
Tomei um banho para despertar, arrumei meu cabelo, e coloquei as lentes de contato. Meus olhos ficavam mais azuis do que verdes com as lentes, mas eu enxergava.
Mas meus óculos tinham um valor sentimental... eu precisava deles.
Agora eu enxergava. Fui até a cadeira do pc que estava com minha calça e minha blusa encharcadas.
Peguei meu celular, que estava rachado graças ao Jason, e peguei o papel no bolso da minha calça.
Disquei o numero e fiquei esperando.
Esperando.
Esperando.
– Alô? – A voz era rouca e sexy. Jason devia ter acabado de acordar.
– Você está com os meus óculos.
Ouvi uma risada vinda do outro lado da linha.
– Por isso ligou?
– Foi!
– Não posso ver seus olhos, vou ter que confiar nas suas palavras, não é?
– Onde posso te pegar? Quer dizer, pegar os óculos! – Me embolei nas palavras. Erro comum... Ainda mais quando se está falando com um cara como o Jason. Lindo e mortífero.
– Sabe a fabrica de sabão?
Em toda cidade só havia uma fabrica de sabão, e ela me assustava. Estava abandonada a 30 anos.
– Que horas?
– A hora que você quiser. Pode ser até mesmo agora!
Olhei para o relógio e ainda eram 9:00hrs.
– As 14:00hrs te encontro lá!
– Ok! Beijo Katy!
“Beijos?”
Desliguei o celular.
Estava nervosa, ia encontrar com ele novamente. Mas ainda tinha muita coisa para fazer.
Tomei café, arrumei meu quarto, atendi a ligação de algumas amigas e do Lucas, meu namorado. Eles estavam querendo saber sobre a viagem que faríamos na semana que vem. Disse que resolveria amanhã à tarde. Na verdade nem queria mais viajar.
Sai de casa, disse para minha mãe que ia resolver as coisas da identidade.
Peguei minha bolsa e fui para o ponto de táxi. Fui até a abandonada fábrica de sabão!
Desci do táxi e fiquei olhando para a fábrica como uma retardada.
Só depois reparei que estava caindo uma chuva fina e o quanto estava frio aqui fora. Resolvi entrar na fábrica.
Estava mais frio dentro da fábrica do que fora. As paredes mofadas e os metais enferrujados me amedrontavam.
Jason não estava aqui. Resolvi ligar para ele.
Chamou.
– Cadê ele? – Falando sozinha mais uma vez
Chamou.
De repente sinto uma mão nas minhas costas, Pulo com o susto.
Jason começou a rir.
– Não tem graça, seu idiota!
– Tem mania de falar sozinha?
– Meus óculos!
Ele tirou meus óculos do bolso do casaco e me entregou.
– Você tem coragem. Veio ver um serial-killer só para pegar os óculos de volta?
– É.. É – Gaguejei.
Ele se aproximou.
– Tem certeza? Seus olhos me dizem outra coisa.
O afastei de mim.
– Pronto, até mais.
Ele segurou meu braço.
– Vem comigo, quero te mostrar uma coisa.
Sem hesitar o segui pela fabrica até um quartinho. Parecia reformado, tinha tudo o que se pode imaginar por lá. Computador, televisão, cama, sofá, uma parte parecia ser a cozinha e tinha uma porta que eu imaginei ser o banheiro.
Jason se sentou no sofá e ficou me encarando.
– Vamos, sente-se!
Me sentei e fiquei olhando para os olhos dele.
Eram de um azul convidativo.
– Então Katy, você está linda assim, muito linda mesmo. Por que quis os óculos?
Eu já tinha aprendido a minha lição, mentira para ele não era fácil. Na verdade era impossível.
– Porque queria te ver. – Não acreditei quando disse essas palavras.
Ele sorriu. Mostrando os dentes perfeitos.
– E por que queria me ver? – Ele se inclinou na minha direção.
Eu tinha duas respostas.
– Quero que me ajude a ficar completa, perder esse vazio.
Ele entendia sobre o que eu falava. Ficou com um enorme sorriso no rosto.
– Vou ajudar!
Ele se levantou, tirou o casaco e tirou a blusa. Pude ver todo o físico dele. Ele era fascinante. Quase babei por ele.
Mas eu não entendia por que ele tinha tirado a blusa nesse momento.
– Hum, Katy, você é virgem. – Ele me olhou.
ELE NÃO ENTENDIA O QUE EU ESTAVA QUERENDO.
Me levantei rapidamente.
– Ei, calma ai cowboy, não é desse jeito que quero ser preenchida! – Fiquei olhando para as calças dele. Não porque estava imaginando o que tinha debaixo delas, mas porque não queria que ele as tirasse.
Ele me olhou confuso, depois seguiu meu olhar. Uma gargalhada foi o que tirou meu desespero.
Ele riu muito alto e por muito tempo.
– Não é disso que eu to falando. Você quer se preencher. Você quer aprender a fazer o que eu faço. Você quer aprender como matar.
Fiquei em silêncio.
– Perguntei se era virgem por um motivo: Sensualidade. Ser for sexy vai conseguir mais vitimas.
“Uffa”
– Hum, não tenho que descobrir um padrão primeiro?
Ele sorriu maliciosamente.
– Eu já escolhi um padrão para você. Depois te mostro. Primeiro vou te treinar.
Sorri.
– Tudo bem Obi-Wan!
Ele sorriu.
–Katy, é virgem ou não?
Fiquei sem graça, mas eu ia aprender a matar pessoas.
– Não!
– Não?
– Sim!
– Sim?
Eu fiquei confusa. Eu não era virgem, transei uma vez com o Lucas.
– Para de me confundir! Não sou virgem!
– Era só ter falado isso! – Ele sorriu. – Mas está sem graça de me ver sem camisa. Certo?
Fiz que sim com a cabeça.
– Por quê?
Não tinha uma resposta. Tá legal! Tinha sim, mas não quis usá-la.
– Vai me ensinar ou não?
Ele sorriu, colocou uma nova blusa e me encarou.
– Claro! Mas primeiro deve jurar que vai fazer tudo o que eu mandar sem contestar!
– Juro! – Falei sem nem ao menos pensar!
Ele me deu aulas completamente loucas. Mas não contestei em nada. Aulas de dança. Aulas de tiro, mas disse que quase nunca usamos armas. Aulas de luta corporal.
Pense em todas essas aulas do jeito mais sexy que conseguir!
A hora passava e eu ainda não havia matado ninguém.
– Próxima aula: Como matar! – Ele leu minha mente.
Fiquei encarando-o.
– Um cachorro! – Ele sorriu
Fiquei indignada.
– Um cachorro? Por que um cachorro? Achei que ia me ensinar a ser uma serial-killer.
– Todo serial-killer começou com algo pequeno. Um animal!
– Que tal você! – Provoquei.
– Só se for na cama. – Ele sorriu.
Ele tirou um cachorro do banheiro e levou-nos, tanto eu quanto o cachorro. Até o pátio da fábrica.
– Mate-o aqui, ninguém vai escutar.
Me aproximei do cachorro com a faca que Jason havia me dado.
– Katy. – Jason segurou meu ombro, o que me fez parar. – Faça-o sofrer.
Ele disse que ninguém escutaria o cachorro. Mas discordo. Acho que toda a cidade do Rio De Janeiro ouviu os choros do cachorro.
Minha roupa estava completamente suja de sangue e o Jason me levou até o banheiro. Tomei um banho e lavei a calça e a blusa. Sim! Fiquei só de calcinha e sutiã.
Sai do banheiro e Jason estava sentado no sofá.
– Wow! Você é linda e... – ele hesitou. – muito gostosa. – Ele tinha um sorriso no rosto.
Dei um sorriso amarelo para ele.
Não sabia oq eu fazer, fiquei parada como uma idiota na porta do banheiro, enquanto ele me analisava de cima a baixo.
– Katy é diminutivo de quê?
– Catharina!
Ele sorriu.
– Bonito nome!
Agradeci. Ele se levantou e me olhou. Com a cara mais sexy do mundo.
– E agora, a ultima aula: como beijar!
Fiquei espantada!
– Beijar? Já sei beijar. – Não pude negar que gostaria de beijá-lo.
– De um jeito especial. – Ele se aproximou. – Posso?
– Não!
Ele riu.
– Sem contestar! Lembra?
Ele me beijou.
Senti suas mãos passando pelo meu corpo, mas não liguei. Por que fiz a mesma coisa.
Nosso beijo estava quente. Estava se transformando em outra cosia. Ele alisou meu corpo por de baixo da blusa e eu tirei a blusa dele.
Fomos até a cama enquanto nos beijávamos. Estava quente aqui. Tiramos nossas roupas.
As caricias evoluíram para outra coisa.
Agora eu posso dizer: Me sentia preenchida.
Notas finais
O que acharam das personagens? Comentem o/
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