Be Afraid

29 Capítulo 29 - Como poderia saber?


Notas iniciais
OLHA EU AQUI!!! Eu disse que voltava amanhã, mas não aguentei!!! VAMOS AOS MATERIAIS BÁSICOS PARA O CAPÍTULO!! * Um desfibrilador * Um balão de oxigênio. * E um ventilador, porque ta quente!!! Espero que gostem. Quem diria que chegamos ao penúltimo capítulo hein? E pensar que um dia pensei em abandonar essa fic!! COMENTEM E RECOMENDEM QUE AINDA DA TEMPO!!!

— Você está viva – Declarou, ainda olhando para o bebê nos braços dela.

— Pensei que nunca viesse.

— Não sabia que estava me esperando. – Rebateu, quando ela se levantou, caminhando em direção a cabana. – Onde você vai? – Questionou.

— Vamos conversar, mas não aqui. Vamos até minha cabana. Está frio demais para Lizzie. – Rebateu, já lhe dando as costas e ele a seguiu.

— Quando descobriu sobre a gravidez? – Questionou pensativo.

— Quer saber se descobri antes de desaparecer? Não, eu não sabia. Descobri somente depois que parti, mas era tarde. – Declarou erguendo seu queixo e o olhando nos olhos. – Além disso, não acho que seria capaz de lançar meu corpo contra o de Carlisle se soubesse da gravidez. – Acrescentou, voltando seu olhar para a menina, que dormia tranqüila.

— Mas quando descobriu, já havia partido. Nunca pensou em me procurar? Ou Eleazar? – Questionou, controlando seu tom de voz. Não queria acordar sua filha. Sua filha. Gostava como isso soava.

— Eu deixei uma mensagem! – Explicou, dando um passo a frente. — Disse a ele que estava viva e bem e que se não me perdoasse não precisava vir atrás de mim. Que eu entenderia!

— Sim, você deixou uma mensagem, Isabella. Uma maldita mensagem codificada. Sabe por quanto tempo fiquei apenas encarando aquela carta? Podia ter ligado! – Vociferou, fazendo Elizabeth choramingar, mas voltar a dormir logo em seguida.

— E se eu fizesse isso? E se a pessoa errada atendesse? Então viriam atrás de mim e Elizabeth ficaria sozinha!

— Esse é o nome dela? — perguntou docemente, já controlado. Não fazia sentido brigar agora. Estava irritado pela mentira, mas tão imensamente feliz que ela estava viva.

— Sim. – Respondeu desviando os olhos dele e olhando sua pequena, que dormia tranquilamente. — Eu queria que você soubesse, Edward. Que estivesse aqui. Mas você demorou tanto tempo! – Lamentou, esfregando os olhos. — Sei que você é inteligente e pensei que descobriria logo. O que queria que eu pensasse? Pensei que não quisesse mais me ver depois de tudo.

— Eleazar ainda pensa que você morreu. – Declarou e ela se sentou no sofá, colocando a cabeça entre as pernas.

— Não! Não era para ter acontecido assim! Preciso dizer a ele que estou viva e bem. Que ele não precisa sentir culpa de nada.

— Acha que ele se culpa? – Perguntou, se aproximando do berço.

— Eu o conheço. Sei que sim. – Murmurou.

— Ela é tão linda. – Edward declarou, acariciando as bochechas da menina.

— Eu a carreguei por nove meses e ela é a sua cara. – Retrucou sorrindo, desacreditada. – Quando soube que estava grávida, parte de mim pensou que se você nunca aparecesse, ao menos eu teria um pedaço seu comigo.

— Bella? – A chamou e ela o olhou. – Eu estou disposto a esquecer tudo, mas preciso da verdade. – Declarou e ela o olhou. – Então eu vou lhe perguntar uma vez e apenas uma vez, está bem?

— O que quer saber?

— O que Carlisle disse era verdade? – Perguntou, temendo pela resposta.

— Ele disse muitas coisas, Edward. Sobre o que se refere.

— Sobre você me usar. Apenas para se aproximar dele. E que quando tivesse sua vingança, me mataria. É a verdade?

— Edward, eu não... Bem, talvez.. – Dizia, mas ele a interrompeu.

— Então é verdade. Ele não mentiu sobre isso. – Supôs, balançadno a cabeça.

— Edward, olha, isso é complicado, está bem? – Indagou, se aproximando e pegando suas mãos, mas ele se afastou, andando de um lado para o outro.

— Na verdade, Bella, é bastante simples. Porque ou o que você me disse, quando confessou que sentia algo por mim era verdade. Isso talvez signifique que no fundo, lá no fundo, você me ame, assim como eu amo você. Ou então, Carlisle estava certo e eu fui apenas uma maldita isca para sua vingança. A porra de um fantoche! – Vociferou, fazendo com que Elizabeth acordasse.

Bella correu até ela, a pegando nos braços, e a acalmando. Com o balançar e com a música que Bella cantarolava, a pequena logo adormeceu.

— Desculpe. Não queria acorda-la.

— Não tem problema. Talvez não seja a melhor hora para conversarmos. – Disse, a colocando no berço.

— Não. Eu preciso da resposta. – Declarou, suspirando e tocando seu braço, delicadamente, a fazendo estremecer com o toque. – Então, Bella? Qual é a verdade?

— Você quer a verdade? – Perguntou com os olhos ardendo. – Eu planejei minha vingança contra Carlisle assim que pus meus pés na casa de Eleazar. Tomei essa decisão quando os policiais riram de mim, e me disseram que era tudo fruto da minha imaginação! Eu estava consumida pela dor. Possuída pelo ódio e desejo de vingança.

— Bella. – A chamou, mas ela ergueu a mão, para que ele se calasse.

— Não! Você queria a verdade, Edward? Pois a terá! Eu fiquei em êxtase quando descobri que aquele cretino tinha um filho! Que tinha uma família. Uma família, como a que ele mandou matar!

— Então você...

— Eu ainda não terminei! – Rosnou e ele se calou. – Eu me aproximei de você sim. Aquela noite no baile, eu não havia bebido uma única gota de bebida. Eleazar sabia disse e tentou me impedir, mas eu fui mais rápida e te tirei de lá. Sabe como teria sido fácil acabar com você aquela noite? Eu estava no meu apartamento e você em completa desvantagem. Mas percebi que queria mais!

— O que você queria, Isabella? – Perguntou e ela o ignorou.

— Percebi que só matar Carlisle ou a família dele, era pouco. Percebi que queria que ele fosse odiado antes. Então me envolvi com você. Mas você não era nada do que eu esperava.

— Um psicopata sádico? – Ironizou e ela continuou.

— Percebi que havia algo bom em você. Que você não era como ele, mas já era tarde. Então tentei me afastar.

— Por que mudou de ideia? Por que se afastou? – Questionou a encurralando contra a parede.

— Porque eu me apaixonei porra! – Grunhiu. – Porque você despertou em mim algo que eu nunca havia sentido e isso me assustou como o inferno!

— Você entende, o quão difícil para mim, é acreditar nisso? – Perguntou, espalmando suas mãos contra a parede, a prendendo.

— Eu entendo. Eu mesma não acreditaria. Quer dizer, que tipo de leoa se apaixona pelo cordeiro? – Questionou e ele continuou a olhando. – Mas é a verdade. E a constatação disso, acabou comigo. Acabou com qualquer plano que eu pudesse ter para você.

— O que quer dizer? – Perguntou.

— Quando descobri o que sentia, tentei me afastar. Tentei seguir outro caminho e fazer o certo.

— Você não desistiu da vingança.

— É isso que nem você, nem Eleazar entendem. Eu amo os dois, mas nada me faria mudar de ideia sobre a morte de Carlisle. Nem mesmo você.

— E então? – Indagou e ela negou com a cabeça.

— Eu fiz o certo! Eu me afastei de você, está bem? O que mais poderia ter feito? Eu mataria Carlisle e iria embora. Mas então...

— Então Esme pegou Eleazar. – Completou.

— Eu não fazia ideia de que ela estava envolvida. Sempre pensei que não soubessem quem Carlisle realmente era. Parece que me enganei e aqueles dois eram perfeitos um para o outro afinal. – Declarou, e olhou para o berço, onde Elizabeth choramingou. Bella foi em sua direção, quando Edward se manifestou.

— Eu posso segura-la? – Perguntou hesitante.

— Claro. – Respondeu e ele a pegou com cuidado.

— Ei. Olá, pequena. – A cumprimentou, quando seus dedinhos agarraram a mão de Edward, o fazendo sorrir bobamente. – Como ela se chama?

— Eu disse a você. Elisabeth. – Respondeu e ele negou.

— Todo o nome. – Pediu e ela corou, o deixando encantado com aquele seu lado frágil. Parecia real demais para ser mais uma mentira.

— Elisabeth Swan Denali Masen – Respondeu, acariciando os cabelos acobreados da filha.

— Colocou meu nome nela? – Edward perguntou desacreditado, mas com um sorriso enorme nos lábios.

— Não espero que a assuma. Nunca te obrigaria a isso. Mas quando cheguei aqui, precisava de um nome. Não poderia usar os da minha família, então...

— Então aqui você...

— Ainda me chamam de Bella. Apenas os que deixei que se aproximassem. Anne, a senhora que me ajudou com o parto e sua família. O restante ouve apenas boatos. Para eles, me chamo Anabella Masen.

— Mais mentiras? É assim que vai recomeçar?

— O que queria? Escute, Edward, não precisa ficar, está bem? Nunca o obrigaria a assumi-la como sua filha. O fato de termos uma filha, não será uma prisão para você!

— Uma prisão? Depois de todo esse tempo, pensa que é assim que me sinto, Bella? – Questionou, colocando Lizzie no berço e se aproximando.

— Eu não... – Começou, mas ele a interrompeu.

— Sabe como me senti quando vi seu corpo despencar? Quando vi que Carlisle havia a puxado e eu não poderia fazer nada além de assistir? Ou quando deram as buscas por encerradas? Eu fui ao inferno e voltei!

— Edward...

— Não! Então Mia entregou sua carta e eu soube que nem tudo havia sido mentira, mas não fazia mais diferença, porque você estava morta! Então eu vi aquele pedaço de endereço. Me agarrei a ele, como uma criança se agarra a um maldito bicho de pelúcia! Porque ali eu soube, que talvez não tivesse acabado. – Confessou e ela se aproximou, tocando seu rosto, fazendo com que seus olhos se fechassem.

— Seu eu pudesse, teria ligado. Dito onde estava, mas ainda estavam atrás de mim. Não podia.

— Eu vi quando ele te puxou. Vi o corpo dele entre os rochedos, Bella! Como você sobreviveu a isso? – Perguntou, segurando sua mão.

— Eu vou contar tudo.

Flashback On

— Não! Ele é meu! — Bella gritou correndo até ele. Estava desarmada e Carlisle também. O mataria com as próprias mãos se necessário.

— Você esperou muito por esse momento, não esperou? — pergunto calmamente, sabendo qual seria seu fim.

— Você não tem ideia. — Rosnou, lançando seu corpo contra o dele. Mas antes de se desequilibrar e cair, ele a puxou pelo pulso, a levando junto, rumo a vingança que sempre sonhou.

— Bella não! — Edward gritou, largando a arma, enquanto o pai e a namorada, caiam do penhasco, bem diante de seus olhos.

— Achou que seria tão fácil, menina estúpida!- Carlisle gritou. Bella se mantinha agarrada a uma pedra que despontava do penhasco, mas Carlisle se agarrava a sua perna.

— Me solta! – Gritou, balançando suas pernas, mas ele se agarrou com ainda mais força. Bella o empurrou com o pé e ele gritou.

— O que acha que vai acontecer se me soltar? Se eu morrer, vão atrás de você, sua vadia. E você irá para cadeia!

— Não me importa, com tanto que você apodreça no inferno! – Grunhiu, voltando a empurra-lo com mais força.

— Vingança! Passou a vida toda atrás de vingança e agora irá para a cadeia. – Respondeu com um sorriso sádico. – Valeu a pena, viver sua vida toda como uma cadela atrás do próprio rabo? Como uma vida amargurada? Como minha sombra? – Vociferou sorrindo, seus olhos brilhavam, completamente extasiados. Os de Bella também brilhavam, mas era de raiva.

— Eu não sou, a porra da sua sombra! – Gritou, chutando sua mandíbula, a descolando e o fazendo se soltar e cair, de encontro ao seu destino. Sua vingança estava completa. Ela havia o matado. Como sempre desejou.

Agora precisava pensar. Sabia que Carlisle era esperto e provavelmente falava a verdade sobre irem atrás dela. Não existia a menor chance de se deixar ser pega.

Já havia deixado as cartas. Uma com Mia, para Edward e outra dentro da gaveta de Eleazar. Ambas com pistas de onde ela estaria.

Com uma de suas mãos, Bella se manteve agarrada na rocha e com a outra, soltou o lenço que envolvia seu pescoço. Havia uma fenda entre os rochedos. Poderia se manter escondi ali, até que fosse seguro descer. Então partiria. Quando chegou até a fenda, olhou para cima e pôde ouvir a voz do tio. Soltou seu cachecol, que voou livro pelo ar.

Flashback Off

— Foi assim que sobrevivi. Já havia um barco esperando por mim. Só precisei esperar. Então vim para cá. E agora você sabe. – Declarou, colocando as mãos nos ombros de Edward. – Eu nunca pensei que me apaixonaria, Edward. Não até conhecer você. E eu vou entender se disser que você não pode mais ficar comigo. Que quer alguem mais normal. – Acrescentou e ele negou, a erguendo.

— Eu não quero algo normal. Eu quero você.- Sussurrou, a fazendo estremecer, logo depois tomou seus lábios.

As mãos dela foram até seus cabelos, os puxando. As pernas de Bella o apertavam, com ambos desejando mais e mais atrito.

— Quarto? – Edward perguntou e ela apontou para a porta que havia atrás deles. Ele caminhou até lá, com ela ainda em seus braços, e sua boca ainda tomando a dela.

Depois de mais alguns passou, Bella sentiu o colchão macio contra suas costas. Ela havia tirado as roupas mais pesadas e vestia apenas uma calça e uma blusa de mangas finas. Edward se livrou de suas próprias roupas, mas quando ela foi fazer o mesmo, ele a impediu.

— Não. Deixa que eu faço isso. – Pediu e ela assentiu erguendo os braços. Ele beijou sua testa e desceu por todo seu rosto. Edward ergueu as mãos dela sobre sua cabeça, a prendendo com seu corpo.

— Edward. – Suspirou.

— Tão linda. – Respondeu, a virando de repente.

Ele foi para trás dela e a colocou deitada de bruços. Edward estava em cima dela, distribuindo beijos e acariciando cada parte de seu corpo, enquanto ela suspirava.

Sua mão circundou a cintura de Bella e ele a ergue. Ela segurou na cabeceira e ele tomou seu seio, o apertando. Seus beijos em seu pescoço a deixavam cada vez mais excitada.

— Edward, por favor! – Gemu alto e ele sorriu.

— Vai acordar a Lizzie. – Respondeu e ela mordeu o lábio, tentando se conter.

Seus joelhos estavam apoiados no colchão, e suas mãos também. Então Edward finalmente se encaixou nela, como se fossem feitos um para o outro. Como se não houvesse nenhum outro lugar melhor no mundo.

Seu peito procurando ar, a cada arremetida dela. A mão de Edward deu um tava de leve em sua bunda a massageando logo em seguida. Percebendo que seus gemidos ficaram ainda mais altos, ele tornou a estapeá-la.

Sua mão voltou a acariciar a pele quente pelos tapas e ela sentiu que os dedos dele, se encaminhava para um caminho nunca antes percorrido. Ele começou com um dedo e ela estava sendo duplamente preenchida, se perguntando se existia sensação melhor que aquela. Era como estar em casa outra vez. Segura, outra vez.

Ele tirou seu membro dela e usou sua excitação para lubrificar sua outra entrada. Bella quase caindo, quando sentou que ele tocava em seu clitóris. A perna direita de Edward ficou entre as pernas dela e ele forçou a entrada em sua bunda. O gemido sofrido dele foi o que lhe provocou ainda mais, a fazendo revirar os olhos de prazer quando o sentiu por completo dentro de si.

Bella arfou com a sensação. Ele voltou a beijar suas costas, enquanto sussurrava em seu ouvido.

Tão linda... Tão minha. – Gemeu, a fazendo sorrir. Gostava da ideia de pertencer a ele. Por varias noites, havia sonhado com a noite que se reencontraria. E ali estavam eles, unidos outra vez. E dessa vez, se dependesse dela, nada nem ninguem os afastaria outra vez.

Notas finais
QUEM TA VIVO DA UM OI!! Eu sei que destruí vários psicológios e emocionais por aí!! hahahaaç. Agora só falta um reencontro. COMO VAI SER??? COMENTEM!!