Be Afraid
30 Capítulo 30 - De volta ao lar
Notas iniciais
— Está pronta? – Ele perguntou, segurando a mochila dela. Bella carregava Elisabeth. Seus cabelos estavam mais curtos e ela usava um óculos de sol. Ela já possuía novos documentos, então entrar no país não havia sido um problema.
Isabella Swan estava oficialmente morta e ninguém procuraria por ela. Era hora de voltar para casa.
— E se ele encontrou a carta? – Indagou nervosa.
— Não encontrou. Não é possível.
— Claro que é. Ele pode ter encontrado e decidido que não me queria mais em sua vida.
— Bella, ele é seu pai! Como pode pensar nisso? – Questionou, apertando os botões do elevador, o chamando. Bella se mexia nervosamente, enquanto subiam os andares.- O que foi?
— Não gosto de elevadores. – Murmurou, acariciando os cabelos de Lizzie.
— Eu me lembro, mas não sabia se era verdade. – Respondeu sem pensar. – Desculpe, não quis soar desse jeito.
— Tudo bem. Algumas mentiras tem conseqüências. – Retrucou. – Mas como eu disse a você na carta, nem sempre foi mentira.
— Eu sei. Desculpe. – Lamentou, tocando os cabelos da filha.
— Acha que é uma boa ideia?
— O que? – Perguntou, ainda brincando com a menina.
— Isso! Aparecer aqui, com Lizzie a tira colo. – Explicou.
— Com quem mais poderíamos deixa-la? – Perguntou e Bella deu ombros. Quando o elevador parou, ela suspirou, olhando para a porta do apartamento.
Edward foi até lá, tocando a campainha. Bella e Lizzie se mantiveram atrás dele, fora da linha de visão.
A porta se abriu, Eleazar aparecendo. Seus cabelos estavam perfeitamente alinhados.
— Edward, o que... – Começou a falar, mas parou, ao ouvir um riso de criança e olhar o que havia atrás de Edward. – O que...
— Eleazar. – Edward começou, mas ele o ignorou, dando um passo a frente. Bella havia tirado os óculos. Eleazar esfregou os olhos e ela deu um passo a frente.
Edward rapidamente pegou Elisabeth nos braços. Eleazar se aproximou, sem acreditar no que via.
— Bella? – A chamou, temendo que aquilo fosse um sonho e que ele logo acordaria.
— Oi, pai. – Respondeu sorrindo e dando um passo a frente.
— Viva. – Sussurrou, quando a puxou para seus braços. – Você está viva! Você voltou para casa! Minha menina. – Soluçou, a apertando mais e mais.
— Eu voltei. – Ela sussurrou, o abraçando de volta.
— Eleazar, quem está... – Tânia dizia, mas paralisou, quando viu quem o noivo abraçava. – Bella? — A chamou e ela olhou sobre os ombros do pai.
— Oi, Tany! – A cumprimentou, se soltando de Eleazar, que relutante, a soltou.
— Não acredito nisso! – Tânia correu a puxando para um abraço sufocante, enquanto Eleazar ainda a olhava, como se tudo fosse um grade sonho.
— Eu estou aqui. Não vai se livrar de mim tão fácil.
— Eu estou tão feliz que esteja viva! Porque eu vou te matar! – Declarou, entre os soluços, enquanto a apertava em seu abraço. – Como pôde sumir desse jeito?
— Também senti sua falta Tany. Queria ter ligado, mas não era segura. Nem para mim e nem para... – Respondeu a abraçando. Nesse momento, Lizzie se fez presente. – Elisabeth. Bem, eu tenho mais uma coisa para contar. – Declarou, estendendo os braços e pegando a filha no colo.
— Ela é sua? – Eleazar perguntou, olhando para a menina nos braços da filha. – Espere, você me chamou de pai? – Questionou emocionado.
— É o que você é. De todas as formas que alguem pode ser, você é meu pai. – Respondeu sorrindo e se aproximando dele com Lizzie nos braços. – Essa é nossa filha, Elisabeth.
— Eu sou avô? – Perguntou estendendo os braços. A menina foi em seu colo, enquanto ria. – Ei, pequena. Você é tão linda. – Sussurrou olhando para os olhos verdes, iguais os de Bella. – Ela tem seus olhos.
— Sim ela tem.
— Mas os cabelos...
— Sim, eu sei. São iguais ao do pai dela. – Respondeu sorrindo, olhando para Edward.
— Edward? – O chamou e ele assentiu. – Era isso que você foi investigar? Por isso pediu que eu esperasse? – Perguntou, brincando com a neta.
— Sim. Bella me deixou uma carta e um endereço escondido. Eu precisava investigar.
— Deixei uma carta para você também. Dizendo que se não tivesse me perdoado por tudo, não precisava me procurar.
— Você deixou? Eu nunca a encontrei.
— Eu a deixei na gaveta de seu escritório. Você nunca saia de lá. Pensei que fosse encontrar facilmente.
— Eu não vou lá já tem muito tempo, Bella. Não via graça em mais nada já faz muito tempo. Não acredito que deixou uma carta.
— Eu tinha que deixar. Você tinha que saber que eu estava viva. Que não tinha que sentir culpa por nada. Que foi minha escolha.
— Culpa? – Perguntou. – Não sentia culpa, Bella. Eu estava destruído. Havia perdido não só minha filha, mas minha única família.
— Não importa. Estou aqui agora. – Respondeu olhando em volta. – Mas acho que você não, não é? – Perguntou e ele deu ombros. — Você ia embora? – Ela perguntou.
— Sim. Tânia e eu conversamos. Não havia mais nada para nós aqui. Vendemos o apartamento e compramos uma casa em uma cidade de Washington. Se chama Forks.
— Bem, eu não vou mais atrapalhar tio. Consegui o que queria. Eu só queria que soubesse que eu estava viva e bem. – Declarou dando um passo para trás.
— O que? – Ralhou. – O que está dizendo? Que vai embora? – Questionou.
— O que mais eu poderia fazer? – Perguntou confusa.
— Isabella Swan está morta. Arquivaram o caso, Bella. Venho conosco. Não se afaste outra vez. Por favor. – Suplicou.
— Quer que eu vá com vocês? – Perguntou e ele assentiu.
— É claro que queremos Bella. Não seja absurda. Não pode ir embora outra vez. – Tânia explicou, agora pegando Lizze nos braços. – Ela é adorável! Não consigo nem pensar que estava sozinha quando ela nasceu. – Lamentou e Edward estremeceu com o pensamento.
— Tudo bem, Tany. Eu sou bastante durona, lembra? – Perguntou e ela sorriu. Edward deu um passo para frente, colocando as mãos na cintura de Bella.
— Eu estou vendo isso, garoto.
— Tio! – Ralhou, não se importando com o toque de Edward.
— O que? Quer dizer que vocês estão juntos outra vez? Quero dizer, não é porque tem uma filha que...
— Tio! – Ralhou mais alto, sem acreditar no que ouvia. – Não estamos juntos só pela Lizzie. Eu amo ele e por algum milagre, ele me ama da mesma maneira.
— Por favor, diga outra vez. – Eleazar pediu com um sorriso bobo nos lábios.
— O que? Que eu o amo? Pois amo. – Respondeu erguendo o queixo.
— Não pensei que viveria para ouvir isso algum dia, Bella. Estou feliz que tenha encontrado seu caminho. E ainda mais feliz que esteja viva. – Respondeu sorrindo.
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Já passavam das quatro. Bella havia deixado Elisabeth com Eleazar, dizendo que queria visitar os pais. Se despedir antes de ir para a cidade nova.
Edward havia ido ver seus irmão, a deixando sozinha. Ela dirigiu até um cemitério, mas não era o que seus pais estavam. Havia uma floricultura do outro lado da rua. Ela atravessou e comprou um buque de rosas brancas. Precisava fazer aquilo. Depois poderia seguir com sua vida.
Ela se aproximou do tumulo. Para quem visse de fora, parecia que ela estava apenas visitando algum familiar, mas era muito mais do que isso.
— Eu consegui. Você disse que eu desperdicei minha vida com essa vingança, Carlisle. Mas eu acabei com você. E valeu cada dia de espera. Porque agora, eu posso fazer o que sonhei todos esses anos. – Declarou, jogando as flores sobre o túmulo. – Porque agora, você está exatamente onde deveria estar. E eu tive minha vingança. – Acrescentou, lhe dando as costas e indo embora.
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— Eu sei que já faz um tempo desde que venho aqui. Mas eu consegui, pai. Eu vinguei vocês. Aquele desgraçado pagou por tudo que fez. Eu consegui o que queria. Eu o matei, mas fiz com que sentisse medo antes. E agora acabou. Posso finalmente seguir com a minha vida. – Declarava, olhando para a lápide dos Swans.
— Vocês são avós. Edward é maravilho. Sei que vocês o amariam. Vejo muito de você nele, pai. Ele é realmente seu filho. Bom, apesar de tudo. E temos uma filha. Elisabeth. Ela tem só alguns meses, mas é tão linda. Ela desperta o melhor em mim. Faz com que eu queria ser boa. E eu não poderia pedir mais nada. Tenho tudo que preciso e é bem mais do que mereço.
Ela se levantou, se despedindo e partiu.
Havia realizado sua vingança. Nem mesmo o amor que sentia por Edward foi capaz de faze-la mudar de ideia. E agora estava acabado. E ela finalmente poderia seguir com sua vida e ser feliz.
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18 anos depois.
— Eu já tenho dezoito anos! Não entendo, por que não podem fazer isso?
— Porque já dissemos não, Elisabeth! – Bella respondeu pela quinta vez naquela semana.
— Meu pai é um dos melhores agentes da agencia. Por que não posso seguir os passos dele? – Perguntou irritada, se jogando contra o sofá. – Você me trata como uma criança mimada.
— Se não quer ser tratada como uma criança mimada, então para de agir como uma! Nós já dissemos que você merece ter escolhas.
— Essa é a minha escolha, porra! – Ralhou.
— Um dólar no pote! – Bella respondeu e a menina revirou os olhos. Era tão teimosa quanto ela e isso estava a enlouquecendo. Não queria que a filha seguisse aquele caminho. Queria algo diferente para ela. Algo bom e principalmente, algo seguro. – Agora já chega. Você tem que buscar seu irmão no colégio. Além disso, sua tia Mia está para chegar e você sabe como ela fica quando falamos da agencia.
— É, eu sei. Tio Carter também vem? – Perguntou.
— Sim, ele vai trazer a noiva dele.
— Já era hora. Estou indo, mas essa conversa ainda não acabou! – Respondeu saindo, fazendo Bella bufar. Ela nunca desistiria?
Bella se sentou na cama, esfregando os olhos, quando ouvir a porta se abrir. Ela ergueu o rosto e sorriu, ao ver o marido parado, a olhando.
— Dia ruim? – Perguntou e ela negou.
— Dia cansativo. Lizzie está com aquela ideia outra vez. Não muda de ideia;
— Ela tem a quem puxar. Sabe, a teimosia. – Respondeu e ela revirou os olhos. Edward se aproximou, se colocando atrás dela.
— Isso é bom. – Declarou, ao sentir as mãos dele, massageando seu pescoço.
— Ela vai desistir. E eu acho que você está muito tensa. – Acrescentou, beijando sua nuca e passando para seu pescoço. – Acho que posso ajudar você.
— É mesmo? E como faria isso? – Perguntou maliciosamente.
— Eu tenho algumas idéias. – Mordiscou o lóbulo de sua orelha e ela se virou o empurrando e montando em seu colo.
— Eu quero você. – Sussurrou e ele sorriu.
— Sou todo seu. – Respondeu e logo se livraram de suas roupas.
Ela estava sentada em suas pernas, enquanto as mãos dele passeavam por seu corpo.
— Você é tão linda. – Declarou a olhando profundamente.
— Você também não é nada mal. – Retrucou, fazendo com que ele risse.
Edward se sentou, com ela ainda montada sobre ele. As mãos dele acariciavam suas costas nuas. Ele começou a distribuir beijos molhados em seu pescoço. Sugando e mordiscando no processo.
Em um movimento rápido, Edward os girou na cama, a deixando por baixo de seu corpo. As mãos dele passeando em sua cintura, apertando a carne macia e voltando a beijar seu pescoço.
As mãos de Bella se agarrando ao seu cabelo, o puxando para mais perto. Edward desceu mais uma das mãos, erguendo uma de suas coxas, fazendo com que ela rodeasse sua cintura. Sua mão voltou a subir, agarrando um dos seios dela, fazendo com que Bella arqueasse o corpo, em busca de mais atrito.
Bella deixou que suas mãos explorassem o corpo do marido. Afinal, ela também queria se divertir. Ela acariciou as costas dele, subindo de volta aos ombros, descendo pelo peito e abdômen, até chegar onde mais queria. Onde mais precisava.
Edward pegou as uma de suas mãos e entrelaçou com a dela, enquanto com a outra, ambos o guiavam para dentro dela. Quando o sentiu entrando, Bella arfou de contentamento. Nunca se cansaria daquela sensação.
Edward enterrou o rosto no vão do pescoço de Bella, diminuindo os movimentos. A provocando como adorava, fazendo com que ela gemesse alto.
— Por que esta me torturando. – Ela perguntou o prendendo com as pernas e se esfregando nele, querendo mais velocidade.
— Eu estou? – Retrucou, fingindo inocência.
— Sabe malditamente que sim! – Rosnou, tentando soltar sua mão para tocar onde seus corpos de uniam, mas ele a impediu.
— Então não está gostando? – Perguntou movendo seu quadril, a fazendo arfar.
— Oh não! Eu estou adorando. Deus, assim, bem assim! – Gemeu, quando ele moveu seu quadril para o lado. – Mas por mais que eu esteja apreciando isso, as visitas vão chegar logo, então preciso de você! – Grunhiu, o prendendo com as pernas e os girando na cama. – Preciso de você agora!
Ela tombou a cabeça para trás, espalmando as mãos no peito dele, se apoiando e começando a se movimentar.
— Tão bom. – Ele gemeu, apertando a cintura de Bella.
Seus movimentos estavam mais urgentes e no quarto só se ouvia os gemidos e o som de seus corpos se movimentando. Edward levou uma de suas mãos até os seios dela, o apertando, enquanto Bella cavalgava sobre ele, gemendo cada vez mais alto. Incapaz de se controlar.
Edward a olhou, e ela nunca lhe pareceu tão perfeita como naquele momento. Seus cabelos estavam maiores, e batiam em sua cintura. Havia alguns fios grudados em sua testa pelo suor. Ela mordia os lábios e mantinha seus olhos fechados, e suas bochechas estavam adoravelmente coradas.
Quando sentiu seus orgasmo se contruindo, sua boca se abriu e ela aumentou ainda mais seus movimentos, rebolando, querendo sua libertação.
— Tão perto. – Gemeu. – Edward, por favor! – Gritou, voltando a morder os lábios.
— Sim, amor. Bem assim. – Ele gemeu, a ajudando a subir e descer.
— Edward, por favor me toque! – Suplicou e ele sorriu com o pedido, levando sua mão até o clitóris inchado dela, a fazendo vir, enquanto tombava a cabeça para trás. Ao sentir sua entrada o apertando, Edward também veio, gemendo alto. Ambos estavam ofegantes e ela se deitou contra seu peito.
— Eu amo você, Bella. – Declarou, acariciando seus cabelos. E quando ela não respondeu, pensou que havia adormecido, mas seus olhos se mantinham abertos. – Bella?
— Eu ouvi. Só que as vez, não consigo entender como consegue.
— Como consigo o que? – Questionou.
— Me amar. Eu fiz coisas horríveis no passado. Não me arrependo e tenho certeza que faria outra vez, mas ainda sim, não consigo entender.
— Eu não sei o que dizer. Eu apenas amo você. Sei de tudo que você fez. Conheço seu passado, mas isso não importa. O que me importa é o agora. E agora, você está aqui e não vai a lugar algum. – Declarou, quando ouviram a campainha.
— Bem, eu acho que eu vou. – Respondeu sorrindo e olhando para ele. – Eu amo você. Você foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida, Edward. Nunca, jamais duvide disso.
— Nunca duvidei. – Respondeu a beijando, quando a campainha voltou a tocar.
Rapidamente eles se vestiram e foram até a porta. Eram Eleazar e Tânia.
— Aposto que os coelhos estavam na cama. – Declarou com um sorriso.
— Tânia! – Eleazar a censurou. – Eu não quero saber desses detalhes da vida da minha filha, está bem? – Resmungou.
Por todos esses anos, Eleazar passou a chamar Bella de filha e ela retribuía o chamando de pai. O que o deixava muito feliz.
— Estou certa? – Tânia perguntou e Bella deu de ombros, sorrindo. – Eu sabia!
— Cheguei! – Elisabeth anunciou, quando seu irmão passou correndo pela sala.
— Vovô! – Charlie gritou, correndo em direção aos braços de Eleazar.
— Como vai, meu garoto?
— Bem! Hoje é aniversário da Lizzie. Eu fiz um presente para ela, mas é surpresa. – Sussurrou, o fazendo sorrir. Charlie tinha apenas cinco anos. Era um encanto de menino. Havia puxado os cabelos escuros de Eleazar e os olhos castanhos de Charlie.
— Por falar nisso vô. Você se lembra que me perguntou o que eu queria de aniversário?
— Sim. Você disse que pensaria.
— Pois eu já pensei. – Respondeu, olhando para os pais e respirando fundo. – Quero ser igual aos meus pais.
— Como é? – Eleazar perguntou confuso.
— Meu pai é o melhor dos agentes e eu sei que o senhor treinou minha mãe. Mas eles não querem me treinar e...
— Elisabeth! – Bella a censurou.
— O que? Ele perguntou. É o meu aniversário. Eu posso escolher o que eu quiser. E eu quero que você me treine, vovô.
Bella e Edward olhavam para Lizzie sem saber o que dizer.
— Lizzie querida. Eu adoraria, mas seus pais já deixaram bem claro o que pensam sobre isso. Além disso, eu já estou velho, querida.
— Não vai me ajudar? – Perguntou o olhando.
— Eu não acho uma boa ideia, Lizzie. – Eleazar respondeu.
— Ótimo! Eu faço sozinha, então! – Resmungou, fazendo com que as lembranças de Eleazar voltassem, para mais de vinte anos atrás, na frase que sua menina havia usado.
— Você disse que não ia ajudar eu a me defender, mas não disse que eu não podia treinar sozinha.
— É isso mesmo que você quer Lizzie? – Bella perguntou e a menina assentiu. Bella olhou para Edward que assentiu em concordância.
Eleazar olhou para ambos com apenas uma coisa se passando por sua cabeça.
E lá vamos nós, outra vez....
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