Be Afraid

24 Capítulo 24 - Tal pai, tal filho


Notas iniciais
EU PERDI TOTALMENTE O CONTROLE. Não, Rayane e eu não estamos competindo para ver quem posta mais. Apenas perdemos o pouco controle que tinhamos. Vocês estão muito empolgados e gostamos assim!! POR ISSO!! PEGUEM O CARRINHO DE OXIGENIO, PORQUE VÃO PRECISAR

Filha dá puta! Eu vou arrancar na cabeça dessa garota! — Carlisle gritou do escritório, se levantando.

— Carlisle? O que aconteceu? – Esme perguntou ao ouvir os gritos de Carlisle, vindo do escritório.

— O que aconteceu? Aquele infeliz do seu amante teve uma cria! Estava debaixo no meu nariz esse tempo todo! E é ela que está tentando me arruinar!- Rugiu pegando a arma no criado na gaveta.

— O quê? Quem? Do que você está falando? – Perguntou atordoada.

— Isabella Denali, na verdade é Isabella Swan. Você se lembra que eu lhe disse sobre o assassino das rosas? Bem, é ela. É ela que está matando e deixando as rosas por aí!

— Isso não é possível. Foram muito corpos, Carlisle. Ela é apenas uma menina. – Explicou passando as mãos, em seus cabelos perfeitamente alinhados.

— Uma menina! Uma fodida menina morta! Porque eu vou acabar com ela! Assim como acabei com aquele miserável! Eu devia ter feito sofrer mais! Aqueles inúteis terminaram o serviço muito rápido.

— Sabe que não gosto quando fala assim! – Retrucou?

— Por que? – Perguntou dando um passo a frente. – Porque você trepava com ele? Porque ele te deixou grávida? Ou porque você o amava? Escolha, Esme! – Gritou a deixando nervosa.

— Eu não sou o inimigo aqui! – Retrucou, fazendo – o se afastar. – Só quero dizer, que mata-la não vai resolver nada. Ela não é uma indigente, Carlisle. Não seja estúpido! O tio a procuraria até o inferno.

— Não vai resolver o que Esme? O que quer que eu faça? Que fique sentado esperando que ela venha até mim? Não percebeu o motivo de tudo isso? Ela quer vingança. E advinha quem usou para se aproximar. – Comentou com um sorriso debochado.

—Eu não gosto quando insinua coisas, Carlisle. Do que está falando? — Perguntou impaciente.

— Ela foi esperta. Muito esperta. Envolveu aquele garoto estúpido! E mesmo com a preparação que lhe dei, ele caiu no jogo dela.

— Você não sabe disso. Ela pode ser apenas um namorico para ele. Que terminará rápido.

— Bem, vai acabar mesmo. De um jeito ou de outro. Eu vi o que ela tem feito nesses últimos anos! Acredite, ela está usando ele e advinha o que fará quando ele não servir mais? – Perguntou, fazendo a esposa arregalar os olhos.

— Ela não vai! Eu a mato antes que ela toque no meu filho!- Gritou histérica.

— É exatamente isso que farei. Lentamente. Assim que a pegar.

— Carlisle, espere um pouco. Pense um pouco. Se ela tem feito tudo isso, não vai se deixar ser pega.

— E o que sugere que eu faça?- Rugiu se aproximando, mas dessa vez ela não recuou.

— Seja esperto! Faça com que ela venha até você. Escute, Carlisle. Acredite, eu me arrependo de ter deixado isso ir tão longe. Devia ter me afastado de Charlie quando tive a chance. Mas nunca irei me desculpar por levar a gravidez adiante. Não importa o que fizemos no passado, está bem. Edward é nosso filho! E não podemos deixar que ela o machuque.

— Eu sei, eu sei. Apenas não consigo pensar! O que sugere que eu faça? — perguntou esfregando os olhos.

— Faça com que ela venha até nós. Charlie não era sua única família. Ainda temos o tio. Faça com que se lembre quem você é e do que você é capaz.

Carlisle ouviu aquilo e sorriu maliciosamente.

— Eu adoro esse seu lado. — Declarou a puxando para seus braços.

— Ela vai se arrepender por ter mexido com o meu bebê. — Esme respondeu, beijando o marido.

Enquanto isso, do outro lado da porta, Edward ouvia atentamente cada palavra, sem conseguir acreditar.

*~*~*~*~*~*~*~*~

— Ela tinha razão. Todo esse tempo! – Gritou esmurrando o volante de seu carro. Ele dirigiu até o apartamento dela, precisando encontra-la. Precisava avisa-la. Pegou seu celular ligando para ela, mas Bella não atendia.

— Aqui é a Bella, deixe seu recado.

— Maldição, Isabella! Atenda esse telefone! Eles vão atrás de Eleazar! Você tinha razão porra! – Gritou acelerando o carro. – Eleazar! – Gritou, ligando para ele, mas também não atendeu o telefone. – Maldição!

~*~*~*~*~*~*~

Eleazar analisava cada parte do quarto de Bella. Esperando encontrar algo que pudesse ajuda-lo. Aproveitou que ela havia saído para que pudesse olhar livremente. Ele vasculhou cuidadosamente cada gaveta, até que encontrou uma pasta, com as inicias J.J VS Cullen. Com sua curiosidade estalando, a pegou.

Nela haviam vários documentos. Documentos que ligavam Carlisle com coisas de todos os tipos. Desde transações ilegais de dinheiro a tráfico de drogas e prostituição.

— Filho da puta! Na pasta também havia uma foto. Era de Charlie, mas ele carregava um menino nos braços. E atrás da foto, estava escrito o nome de Edward.

— Que merda é essa? – Se perguntou, enquanto olhava o resto dos documentos. – Edward é filho do Charlie! Aquele corno filho da puta mandou que os matassem! – Murmurou, saltando com o toque de seu celular. O número era desconhecido, mas ele atendeu mesmo assim.

— Denali? – Declarou.

— Eleazar? Olá! Aqui é a Esme, mãe do Edward.

— Olá senhora Cullen. – A cumprimentou, imaginando se ela sabia ao lado de quem dormia todas as noites.

— Sim, muito bem, querido. Gostaria de conversar com você apenas. Como você sabe, Edward e Bella estão namorando. Estou tão feliz, ela é uma ótima garota!

— Sim, ela realmente é. – Respondeu.

— Mas as coisas parecem bem sérias. – Disse preocupada. – Gostaria de conversar com você sobre isso. Será que pode vir até minha casa?

— Ir até aí? – Perguntou.

— Sim, bem, eu não me orgulho disso, mas sou bastante antiquada, sabe? Odeio essa coisa de celulares. E ainda por cima sou britânica. Que tal um chá? – Perguntou docemente.

— Claro. Estou indo para aí. – Respondeu calmamente. Que mal havia? Aparentemente, Carlisle não sabia da existência de Bella. Caso contrário, ele já teria ido atrás dela. Seria bom ir até lá e sondar o ambiente.

~*~*~*~*~*~*~**~

Edward continuava tentando falar com Bella, mas ela não atendia. Como um estalo em sua cabeça, ele soube exatamente onde ela estava. Dirigiu em direção ao cemitério, chegando rapidamente.

— Te encontrei! – Gritou.

— Edward? O que faz aqui? Ouça, não quero te machucar, está bem! – Respondeu o olhando. – Mas se me obrigar a isso, eu vou.

— Me escute você! Carlisle sabe sobre você! – Declarou e ela avançou sobre ele, sacando sua faca.

— Seu desgraçado! Você me entregou!

— Se eu tivesse aberto minha boca, não estaria aqui agora! – Retrucou, mantendo as mãos paradas.

— Então como ele descobriu? – Questionou.

— Ele não é burro! Estava desconfiado e investigou.

— Merda. – Rugiu o soltando e caminhando até sua moto.

— Mas não é por isso que estou aqui.

— Não importa porque está aqui! Eu preciso agir antes que ele venha até mim.

— Me escute, porra! Ele não virá atrás de você! Eles vão atrás de Eleazar! – Gritou, fazendo Bella parar. Ela sentiu seu coração falhar.

Ela gritou. Mas o som não escapou de seus lábios. ; ele se voltou cada vez mais para dentro; sentiu seu coração perder uma batida. Ela deu um passo desajeitado para traz, cambaleando.

Bella se virou lentamente, olhando com olhos vazios para a expressão pálida de Edward.

— O que foi que você disse? – Perguntou sem emoção.

— Ele quer se vingar pelas mortes que você causou. Pelos negócios que arruinou. Ele sabe que você nunca iria até ele. Então Esme disse que você iria, se Eleazar estivesse lá.

— Ele não vai! – Gritou se virando, mas ele a segurou. Em um ataque e fúria, Bella torceu o braço de Edward e colocou sua faca contra a garganta dele.

— Eu acho bom que você não se atreva a tentar me impedir! Vocês dois são a porra da farinha do mesmo saco. Se ele tocar em um fio de cabelo de Eleazar, eu vou arrancar o coração de todos que ele ama na frente dele e dar aos cães! Não pensei nem por um maldito segundo que eu não seria capaz! – Grunhiu.

— Podemos entrega-lo a polícia.

— A mesma polícia que me interrogou naquela noite? Que disse que eu havia imaginado coisas? Eu não quero ele preso, eu o quero morto! – Gritou apertando a faca contra a garganta de Edward. Em um movimento rápido, ela puxou seu cachecol e voltou a enrolar em volta do pescoço de Edward.

— Bella, pense! Não! – Gritou, enquanto ela apertava o cachecol. Ele estava caído e não tinha apoio para se levantar. Estava sufocando lentamente, agarrando o cachecol e se debatendo pela falta de oxigênio.

— Eu vou mata-lo e nem você, nem ninguém irá me impedir!- Rosnou, quando ele finalmente apagou. – Nem que eu tenha que matar todos que se colocarem em meu caminho.

Ela se levantou, deixando Edward inconsciente. Subiu em sua moto, enquanto mandava uma mensagem para Garrett, pedindo que rastreasse Eleazar.

~*~*~*~*~*~**~~*

— Eu o chamei aqui, porque como você já sabe, sua sobrinha e meu filho estão namorando. E eu não estou gostando nada disso. – Declarou, alisando sua saia perfeitamente alinhada.

— Isabella já é crescida e creio que seu filho também. O que eu não entendo, é porque estou aqui.

— Precisamos conversar sobre algumas coisas. Esclarecer alguns pontos. – Disse sorrindo. – Você nem tocou no chá, querido. – Eleazar sorriu, bebendo o chá, mas alguns instantes depois, algo parecia estranho.

— O que você dizia?

— Que precisamos conversar, mas não disse que seria aqui. – Ouviu Esme dizer, segundos antes de apagar. ~

~*~*~*~*~*~*~*~*

Sua cabeça estava pesada e sua boca seca. Ao tentar se mover, Eleazar sentiu suas mãos amarradas.

— O que?

— Veja quem acordou! – Esme comemorou batendo palmas. – Agora podemos conversar.

— Por que estou amarrado, senhora Cullen? Se é algum tipo de brincadeira, eu...

— Brincadeira? Pareço o tipo de mulher que brinca, senhor Denali? Eu não gosto de jogos. Sou mais do que direta e é por isso que quero saber. Quando pretendiam nos dizer que Isabella Denali, é na verdade Isabella Swan? – Questionou, o fazendo engolir seco.

— Não sei do que está falando. Agora queira me soltar. – Exigiu e ela riu.

— Eu não irei solta-lo enquanto não tiver minhas respostas. Quando Carlisle mandou que os matassem, ele me fez isso para garantir nenhum deles se aproximasse de nós novamente. Não era para ter sobreviventes. E com certeza, uma das sobreviventes aparecer, e roubar o nosso menino! – Gritou, sacando a arma.

— Então ela estava certa? Foi realmente ele o mandante? Deus! Você sabia de tudo? Como pude ser tão cego?

— Ninguém suspeitaria. Era uma tarefa fácil. Entrar, limpar a casa e sair. Mas aqueles incompetentes não sabiam da criança. Nem eu sabia!

— Já chega. Me solte! – Exigiu, puxando as cordas, mas ela sorriu.

— Eu o amei tanto! – Rugiu. – Mas não podíamos ficar juntos. Então ele se casou, mas continuamos nos encontrando. Até que eu engravidei. – Comentou caminhando pela galpão. – Eu disse a Carlisle que estava grávida, e apesar de tudo, ele ficou feliz.

— Apesar de tudo? – Eleazar perguntou.

— Carlisle não pode ter filhos. É claro que eu não sabia disso. Apesar da traição, ele quis ter o filho. Mas exigiu que eu me afastasse de Charlie.

— Mas você não o fez, não foi? Foi por isso que ele os matou! Por sua causa! – Rugiu fora de si, tentando se libertar. Estava possesso.

— Eu não consegui. Pensei que quando soubesse do bebê, Charlie largaria a mulher e poderíamos ficar juntos. Mas ele não a abandonou. Eu soube que eles estavam tentando ter um filho, mas não conseguiam. Ele ficou obcecado.

— Charlie?

— Sim. Trocávamos cartas, mas eu parei de responder. Foi quando ele começou a aparecer no cassino. Fazer as dividas. Queria ter contato com o bebê, mas Carlisle nunca permitira isso. Eu tive medo que ele tentasse levar meu filho. Que o levasse para criar junto com aquele mulher! – Gritou, descontrolada.

— O que foi que você fez? – Rosnou, mas ela não respondeu. – Esme? O que foi que você fez?

— Carlisle havia pensado que eu tinha terminado tudo. Mas a verdade é que Charlie conheceu Edward.

— Como é?

— Eu o apresentei como avô dele. Edward era pequeno para saber a diferença e Charlie sempre teve alguns cabelos brancos.

— Você mentiu.

— Eu tive que mentir. Mas as visitas anônimas não eram o bastante para Charlie. Ele queria que Edward o chamasse de pai. Eu tive que acabar com aquilo.

— Então contou para Carlisle.

— Foi o certo! Edward era pequeno. Mas era inteligente e logo começaria a fazer perguntas.

— Então você mandou que os matassem.

— Não! Era só um susto. Eu disse a Carlisle que queria apenas afasta-lo. Mas então ele se lembrou da traição. E que eu havia mantido contato com Charlie. E ele podia ver o quanto Edward o amava o Charlie, mas era completamente indiferente a ele.

— Ele sentiu inveja. – Eleazar constatou. – A mulher que ele amava, desejava outro e o filho que não era dele, amava mais um desconhecido do que a ele mesmo. Ele se vingou.

— Não queria que tivesse acabado assim.

— Mesmo? Tinha algo pior em mente? Matar o pai do seu filho, minha irmã e ainda deixar uma criança sem os pais! – Rugiu puxando as cordas, enfurecido. Eleazar estava cego de raiva e dor.

— Desista, não conseguirá se soltar. Já chega disso! Não estou aqui para falar do passado. Por Deus, como pôde permitir isso? Eles são meio irmãos!

— Não quer falar do passado? Devia ter pensado nisso, antes de planejar tudo isso, sua sádica.

— Edward é filho do Charlie! Não posso permitir que meu filho fique com essa...

— Já chega! Não vai mais insultar minha família. Eles não são irmãos, porque Isabella não é filha da minha irmã. Ela é minha! – Gritou tentando se soltar, no mesmo instante em que a porta veio a baixo.

— Olha quem apareceu. Sabíamos que você apareceria. Entre, querida. Carlisle não vai demorar. Então poderemos acabar com isso.

— Eu terei grande prazer nisso. Mas não estou sozinha. – Comentou, caminhando lentamente. – Acha que eu seria burra para vir aqui sozinha? – Questionou sorrindo.

— Edward está com você? Acredite, ele não fará nada contra a própria família.

— Eu não disse isso. Diga, Esme. Você sabia que existe uma linha de trem por aqui? – Questionou, deixando a mulher confusa.

— Bella- Eleazar a chamou, mas ela ergueu a mão.

— Isso já vai acabar tio. Confie em mim. – Respondeu sorrindo. – Bem, você e Carlisle saíram. Carter foi a uma festa, você sabia.

— Como você...

— Deixaram a pobre Mia com uma babá! Como puderam? – Perguntou fingindo indignação. – Uma babá que fugiu, quando viu minha linda arma. Eis o que vaia acontecer. Eu te dou a chave do carro se você soltar o meu tio.

— Sua vadia.

— Ou então, eu posso te matar, o trem vai passar e depois eu vou atrás de Carlisle. E aí Carter ficará sem família, já que já me livrei de um Cullen. –Acrescentou sorrindo maliciosamente.

— Você... Você o matou. – Perguntou com a voz falhando.

— E você será a próxima! – Respondeu atirando contra a mão de Esme. Ela deixou a arma cair e segurou a mão, urrando de dor.

— Sua...

— Vocês tiraram tudo de mim! – Bella gritou, indo em direção a ela e a chutando. – E Carlisle vai saber exatamente como é isso. – Acrescentou a socando...

— Bella! – Eleazar a chamou, mas ela o ignorou.

— Eu vou fazer ele sentir tudo que eu senti! Todos esses anos, imaginando como seria ter o coração dele em minhas mãos! Imagine como será divertido quando ele souber que eu acabei com todos! – Rugiu.

— Bella não.

— Você quer que eu implore, não é? – Perguntou, sentindo o sangue jorrar de seu nariz e sua mão, onde a bala havia lhe acertado. – Mas eu não vou.

— Eu não quero que você implore, porque não me importo com suas suplicas, senhora Cullen. E sabe por que? Porque vocês não se importaram com as dos meus pais! – Rosnou, mirando contra a cabeça de Esme. – Mas pelo menos, vai morrer com sua maldita flor favorita.

— Me matar, — disse gargalhando histérica, completamente fora de si. – Não vai resolver nada. Não os trará de volta.

— Não, não vai. Mas já é um começo. — Acrescentou jogando a flor em direção a ela e disparando contra a cabeça.

— Bella, atrás de você! – Eleazar gritou, tentando se livrar, mas falhando, quando Bella sentiu uma pancada contra sua nuca, fazendo com que ela apagasse.

— Seu desgraçado, tire as mãos dela! –Eleazar gritou, enquanto Carlisle pegava Bella nos braços.

— Eu não vou mata-la. Não agora. Quero que ela esteja acordada quando o fizer e não será aqui. Vou me divertir um pouco. – Comentou com um sorriso largo. – Eu poderia matar você, mas tortura-lo na frente dela, será mais divertido. – Acrescentou, saindo do prédio, com uma Bella desacordada em seus braços.

Notas finais
EU AVISEI!! QUE IAM PRECISAR DE OXIGENIO!! ESME MORREU, CARLISLE PEGOU A BELLA. Será que nosso Edward morreu ou ela estava blefando ? E sobre o trem e a Mia? Esperem o próximo capítulo!! Ele sai quando a fic bater 300 comentários ENtão;;;.... SOBREVIVAM PARA COMENTAR!!!