Notas iniciais
PESSOAS LIINDAS DO MEU CORAÇÃO! ME PERDOEM A DEMORA T_____T Eu imploro o perdão de vocês e espero que ninguém tenha me abandonado! Eu juro que não foi por querer que eu demorei tanto a postar, foi porque primeiro eu tava sem tempo e segundo que minha criatividade simplesmente SUMIU! O que foi desesperador! Sério mesmo, odeio deixar os leitores esperando, mas se é pra postar porcaria, prefiro nem postar, então espero que gostem desse capítulo e realmente espero que esteja bom. E MEU DEUS, QUANDO EU VI QUE TINHA UMA RECOMENDAÇÃO, EU PIREEEEEEEEEEEEEI DEMAIS! MUUUUUUUUUUUUUUITO OBRIGADA SSSG! FIQUEI EXTREMAMENTE EMOCIONADA QUANDO LI *-* Mas como eu to mt insegura com esse capítulo, eu nem vou dedicá-lo a você, mas o proximo eu juro caprichar MUUUUUUUUUUUITO só pra você, viu linda? Obrigada mesmo! Então a todos, espero do fundo do meu coração que gostem =D

Tom's POV

-100 FLEXÕES! NO CHÃO, AGORA, TRÜMPER!

-Mas...

-SEM “MAS”! SE EU OUVIR VOCÊ DAR MAIS UM “PIU”, EU JURO QUE TE ARREBENTO DE TAL FORMA QUE NUNCA MAIS VOCÊ VAI CONSEGUIR USAR SEUS BRAÇOS!

-Sim, senhor... – murmurei, começando a fazer as flexões. Assim que terminei, voltei a fazer a série de exercícios que estava fazendo antes do surto mega psicótico de Bill. Meu, esse cara é BIPOLAR OU O QUÊ? Sábado ele estava todo meloso com aquele papo de amigos, confiança e blá-blá-blá e hoje, em plena segunda-feira, já começa gritando comigo. Me pergunto se ele não está de TPM ou algo assim, é preocupante até.

Quando deu lá pelas sete, eu já estava quase morrendo de tanto cansaço, mas mesmo assim tomei meu banho e fui todo cheirosinho a um certo chalé de número 69. Bati duas vezes na porta, que rapidamente se abriu, revelando um Bill todo descabelado com a cintura enrolada em uma toalha branca e um belo sorriso no rosto.

-Vim em má hora?

-Claro, que não! Entra, Tom. – Bill me deu passagem e eu entrei, sentando-me em sua cama. – Então, tudo bem?

-Er... sim e você?

-Também – respondeu, enquanto secava os cabelos com uma outra toalha, penteando-os para trás logo em seguida. – Mas me diz, a que devo a honra de tê-lo aqui no meu canto?

-Eu...bem... queria conversar com você.

-Sobre? – perguntou-me distraidamente enquanto abria seu guarda-roupa e fuçava em algo lá dentro.

-Ah, bom... eu só queria... O QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO? – senti meus olhos se arregalarem quando Bill simplesmente deixava sua toalha cair no chão, deixando a mostra sua bunda – que por sinal era relativamente grande, bem redonda e chamativa, e bem branca – para depois colocar uma cueca justa vermelha.

-Estou me trocando, oras. Ah qualé, Tom. Até parece que o fato de um homem se trocar na sua frente te afete, certo? – o sorriso que ele dirigiu a mim foi um misto de sarcasmo, malícia e um toquezinho de desejo. Ou será que foi coisa da minha cabeça? Só se for da sua cabeça lá de baixo, que falando nisso, já ficou toda desperta. Ignore, Tom, ignore essa voz irritante na sua cabeça que só fala merda.

-S-sim... mas, era meio desnecessário – senti minhas bochechas esquentarem. Merda! Do jeito que eu gaguejei até pareço um gay quando vê um cara exageradamente gostoso num filme pornô. Mas foi exatamente isso que aconteceu! Cala a boca, voz irritante do cacete!

-Desnecessário por quê? Afinal, estou em casa e até onde eu sei, você não é gay, é? – disse Bill num tom totalmente diferente do habitual, provocante, até, vindo em minha direção, rebolando aquela cintura magra, mas incrivelmente definida.

-N-não... – respondi, gaguejando de novo. Mas que caralho! Até semana passada, eu que o zoava, chamando-o de “General bicha” e aqui estou eu, apoiado nos cotovelos devido à sua aproximação, gaguejando como se fosse um veado que acaba de ser descoberto. ¬¬

-Então por que está gaguejando tanto? – perguntou-me, apoiando suas mãos grandes em meus joelhos, enquanto me olhava com intensidade, deixando totalmente exposto seu tórax definido, atraindo para essa região meu olhar.

-Não sei por que, só sei que isso está ficando estranho demais para o meu gosto – retruquei sem gaguejar, reunindo em mim toda a... macheza? Que me restara.

-Ah é? Me responda outra coisa : por que você está mais vermelho que um pimentão? – questionou-me com ar desafiador.

-Porque eu não estou acostumado a ver caras só de cueca e muito menos apoiados nos meus joelhos como você está fazendo agora.

Subitamente, Bill parou de se apoiar em mim e começou a rir descontroladamente, chegando até a sentar no chão e me deixando com uma super cara de ‘poker face’.

-Hã, desculpe interromper sua crise de riso, mas posso saber exatamente o motivo de toda essa risada?

-HAHA É que... HAHA... Eu só... HAHA... estava zoando com a sua cara... HAHA... e você caiu que nem um pato! HAHAHAHA – Bill ainda se contorcia de tanto rir no chão e eu fiquei possesso. Como aquele veado tem a cara de pau de me constranger desse jeito só pra dizer que estava zoando?

-SEU FILHO DA MÃE, NÃO ACREDITO QUE ME DEIXOU NESSA SITUAÇÃO SÓ PRA TIRAR UMA COM A MINHA CARA!

-ÔÔ DÓ! E O BEBEZINHO VAI FAZER O QUÊ? DEITAR NA CAMA, BOTAR A CHUPETA NA BOCA E COMEÇAR A CHORAR?? HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAH

-ORA SEU... – não sei o que deu na minha cabeça, mas eu simplesmente pulei da cama e voei em cima dele — o qual até chorava, tamanha era sua crise de risadas — segurando seus ombros e que, devido ao impacto, eu caí em cima dele e rolamos de um lado para o outro com o maldito rindo com a mesma intensidade de antes.

-UIAA QUE MEDO DELE, GENTE! HAHAHAHAHAHHAHAHAHA E O QUE VAI FAZER AGORA, MACHÃO? ME JOGAR NA CAMA E ME TORTURAR? HAHAHAHAHAHAHAHAHA

-Na verdade, é uma boa idéia. – e foi exatamente o que fiz, permanecendo por cima e segurando suas mãos em cima de sua cabeça, enquanto minhas pernas estavam uma de cada lado de sua cintura. Quem entrasse no quarto agora pensaria algo totalmente pervertido e mesmo que pensasse, eu não estaria nem aí, afinal, Bill mexeu com fogo, agora agüente!

-O que pensa que está fazendo, Trümper? – perguntou ele, agora sério, olhando diretamente em meus olhos.

-Mostrando a você que ninguém se mata de rir dessa forma às minhas custas. – respondi no mesmo tom, não me importando com a proximidade relativamente grande entre nossos rostos.

-E por acaso o senhor pensa que com força bruta vai resolver alguma coisa?

-Quem sabe...

-Acho que você ficou muito estressado por nada. Afinal, disse-me alguns minutos antes que não era gay.

-E não sou.

-Então por que ficou irritado com a brincadeira? Pensei que fossemos amigos, tanto que conversamos muito em nosso aniversário e ainda trocamos presentes.

-Porque ninguém nunca me zoou dessa forma.

-Mas você ainda não me convenceu...

-Não convenci de quê?

-Não me convenceu de que é hetero.

-COMO PODE DIZER UM ABSURDO DESSES?

-Simplesmente porque você está prendendo meus pulsos acima da minha cabeça, com suas pernas ao lado da minha cintura, está a centímetros da minha boca e ainda está com uma tremenda ereção roçando na minha coxa. Preciso de mais algum outro motivo? – sussurrou ele no meu ouvido.

E a verdade caiu como um balde de água fria em cima de mim. Eu realmente estava naquela situação extremamente constrangedora. E por quê? Por uma simples BRINCADEIRA. Brincadeira o cacete, ele estava me PROVOCANDO! Ele é GAY, NÃO EU! Admita, Tom, o único excitado aqui é você... CALA A BOCA, CONSCIÊNCIA DOS INFERNOS! POR QUE VOCÊ NUNCA FALA NADA QUE PRESTE??

Bom, durante esse pequeno conflito interno, Bill foi mais esperto e inverteu nossas posições. Agora eu é que estava imobilizado com seu aperto de ferro e totalmente vulnerável.

-Não brinque com o fogo, Tom, pois você pode se queimar. – sussurrou mais uma vez em meu ouvido. Seu hálito frio e de hortelã invadiram meus sentidos, me confundindo ainda mais. – Você disse que queria falar comigo, o que era, afinal?

Demorei uns dois minutos até conseguir raciocinar com clareza e me lembrar do motivo que me trouxe até aqui.

-Ah, era sobre hoje à tarde.

-O que teve hoje à tarde? – perguntou meio confuso, enquanto vestia uma calça de moletom preta, permanecendo sem camisa.

-O jeito que você me tratou. Pensei que fossemos amigos, como você mesmo disse.

-Desculpe se fui rude demais, porém eu não posso te tratar diferente dos outros, Tom. Sinto muito. – respondeu enquanto se sentava ao meu lado novamente.

-Por que não? Somos amigos, cara. Amigos não fazem ameaças e te torturam.

-Sério mesmo, Tom. Eu, como general, não posso te tratar diferente dos outros durante as atividades, aliás eu não posso te dar privilégio algum. E mais do que isso, eu nem devia deixar você entrar aqui.

-Mas por quê? Eu continuo não entendendo. Você não pode fazer o que bem entender, Bill? – ele suspirou alto e me encarou.

-Não, Tom. Eu tenho que seguir rigorosamente as regras daqui. Não posso simplesmente ignorá-las, por mais que eu queira. Além do mais, se alguém descobrir que você está aqui a essa hora e isso chegar aos superiores, nós dois teremos grandes problemas.

-Tipo o quê?

-Imagine as piores punições possíveis, só que ainda pior. Sem contar que eles iam colar no seu e no meu pé, e eu garanto isso não é nada bom. Se acha que eu torturo, você não tem noção do que eles são capazes de fazer.

-Credo. Mas ta, já que eu estou aqui e já passou do horário de recolher, como eu faço pra voltar pra minha cabana?

-Não vai voltar.

-Como não?????

-Simples, Trümper, tem mais de 60 guardas espalhados no batalhão e se um deles te pegar... Moleque, você está morto. Então você vai ficar aqui.

-EU NÃO VOU DORMIR AQUI!

-E por que não, ô frescura?

-Porque só tem uma cama de casal.

-Ué, se for esse o problema, durma no chão.

-EU NÃO!

-Fala baixo, Trümper. Para de fazer escândalo por tão pouca coisa. Não foi você que disse que nos últimos meses tinha mudado e não era mais o filhinho de papai mimado?

-Sim, mas...

-Então aja como um homem, cara.

-Só que não tem como fazer isso depois do que aconteceu agora pouco.

-Ah, para de reclamar. Eu só estava te zoando um pouco e você já apelou. Agora se você vai se sentir menos homem passando a noite aqui comigo, então fique à vontade a tentar sair por aí nesse horário e provavelmente ser pego por um vigia e acabar ficando paraplégico ou algo assim.

Fechei a cara.

-Tá bom, você me convenceu. Mas ainda acho que isso é armação sua.

-ARMAÇÃO MINHA??? FICOU LOUCO, MULEQUE????

-É, é a única explicação. – ahh, como eu adoro provocá-lo. Acho bom ele agüentar o troco, agora. No entanto se não agüentar, melhor ainda. HAHAHAHAHA

-CÊ PIROU DE VEZ. EU NÃO TE CHAMEI AQUI, VOCÊ VEIO PORQUE QUIS.

Uiii, a biba começou a estressar. Essa vai ser impagável.

-Mas quem estava insistindo para eu ficar é você. Tem certeza de que não vai tentar me estuprar a noite? – perguntei o mais sério que consegui, porém segurando o máximo a risada. E acho que essa foi a gota d’água, contando o escândalo que a pessoa fez:

-O QUÊ? ERA SÓ O QUE ME FALTAVA. TER UM ADOLESCENTE QUE PENSA QUE JÁ É ADULTO! VOCÊ QUE QUASE TENTOU ME ESTUPRAR! FICANDO EM CIMA DE MIM QUE NEM UM GAY MANÍACO TARADO E QUE AINDA ESTAVA EXCITADO!

Obviamente, eu caí na risada. Como é doce o sabor da vingança (por mais que esta tenha sido bem de leve).

-NÃO RIA SEU VAGABUNDO, FILHO DA MÃE! NÃO ACREDITO QUE EU DEIXO VOCÊ ENTRAR AQUI NA MAIOR BOA VONTADE, PRA ACONTECER ISSO!

-Mas você que me quis aqui. E tenho certeza que você está adorando tudo isso. – nisso ele já estava de pé, quase arrancando os cabelos.

-O QUÊ??? E AINDA ESTÁ ME CHAMANDO DE GAY??????????

-Se a carapuça serviu...

-AAAAAH, MORREEEEEE SEU VEADO DO CAPEEEEEEETA! – Bill, como num verdadeiro surto psicótico voou em cima de mim, apertando meu pescoço, deixando-me quase sem ar.

-SOCORROOOOO! TEM UM TARADO MANÍACO TENTANDO ME MATAR, SOCOOOOORROOOOOO! – tentei gritar com o fôlego que me restara. Eu quase não estava conseguindo respirar e isso me desesperou de tal forma que pensei que fosse morrer ali, nas mãos de Bill.

Então tudo foi escurecendo lentamente.

Notas finais
E aí gente, gostaram?? Mereço reviews? Sei que não ficou tão bom ou grande como deveria, mas nesse momento foi só o que deu pra fazer. Prometo que o próximo capítulo vai ser hot, como mais poderia ser uma noite com esses dois? AHSUHAUSHASUHASU Prometo que vão gostar, mas eu peço encarecidamente os reviews de vocês! Beijoooos