Bastidores
26 The Poison Tour
Notas iniciais
TO AQUI
LINDA E GLAMUROSA e com trabalhos até o ultimo fio de cabelo
enfim
podem me esfaquear - assim como a beta quase fez - pq eu não fiz 1 capitulo pra cada país
tempo de menos e preguiça demais
é...
ENFIIIIIIIIIM
ENJOY IT!
O mundo todo parou para aplaudir Lily, James, Sirius e Remus. Pessoas de diferentes nacionalidades, com diferentes culturas, diferentes línguas, diferentes etnias... Todos pararam para ver o The Snakes subir no palco.
A Itália fora incrível. As pessoas, as cidades, os lugares... Tudo. Lily e James visitaram o Coliseu como queriam, e depois foram comer pizza acompanhados de Sirius, Marlene, Remus, Tonks, o bebê e a agente. A imprensa italiana os assediou como urubus.
Mas a França fora inspiradora. Todo o clima romântico e natalino pareceu ter encorajado James, que gritou em alto e bom som sua declaração a Lily, ameaçando se jogar da Torre Eiffel se ela recusasse namorar com ele, seguido de um beijo digno de um Oscar na frente de todos os conservadores franceses – e Sirius, que fez questão de irritar os “pombinhos” o resto da passagem por Paris.
Os bares de Dublin renderam boas risadas e um Sirius dançante sobre o balcão. O frio de Moscou aproximou os agora três casais e foi o motivo do quase cancelamento do show.
Eles fizeram questão de visitar os centros budistas da China e tirar sarro dos olhinhos puxados dos nativos. Brincaram como crianças com as tecnologias do Japão e meditaram e andaram de elefante na Índia – Lily recebeu um pelo pulso machucado ao cair do elefante, e James um quase infarto do coração. Brincaram com os cangurus e coalas – Marlene queria contrabandear um e levar para casa – e foram a praia no Brasil – Lily de biquíni parecendo um camarão depois de meia hora no sol de Copacabana rendeu bons risos e dores. James, Sirius e Remus tentaram uma versão – frustrada – de “Garota de Ipanema”, com seu português horrível.
Irritaram as lhamas no Chile e ganharam ponchos quentinhos feitos por nativos. Remus e Sirius tentaram achar algum traficante na Bolívia, mas a comunicação foi impossível. Beberam tequila no México e viram alces no Canadá.
Estavam se praparando para subir no palco em Nova York. Uma espiada na platéia foi o suficiente para Lily tremer dos pés aos cabelos ruivos. Seu rosto ainda estava vermelho do sol do Brasil – eles ficaram fascinados com a notícia que lá o sol é quase constante o ano inteiro – e seu cabelo ainda cheirava a alce.
– Cinco minutos. – alguém a avisou. Logo eles todos estavam em seus lugares, atrás da cortina vermelha.
O placo era enorme. No fundo havia uma grande “bandeira” com os dizeres “The Snakes” pichados por eles próprios.
A cortina se levantou, mas ainda não era possível ver nada. As luzes ainda estavam apagadas.
Goin’ Down (The Pretty Reckless)
A introdução começou, mas foi apenas possível ouvir os gritos do público.
Hey there, Father
I don't wanna bother you
But I've got a sin to confess
I'm just 16 if you know what I mean
Do you mind if I take off my dress?
As luzes se acenderam quando ela começou a cantar, no centro do palco, com um holofote sobre si. Levantou o vestido branco de rendas ao cantar a ultima estrofe. A multidão delirou.
Don't know where to start
Let me get to the good parts
Might wanna cross up your legs
I've got envy, I've got greed, anything that you need
And I'm not above having to beg
There was this boy who tore my heart in two
I had to lay him eight feet underground
Mexendo os quadris de um lado para o outro, ela foi até o chão, e mais uma vez sua voz foi abafada pelos gritos. As câmeras (Idéia de Frank, fazer o vídeo clipe de Goin’ Down num show, ao vivo) focavam ora nela e ora na platéia.
All I need is someone to save me
Cause I am goin' down
And what I need is someone to save me
Cause I am goin' down, all the way down
Ela caminhou até James, escorou-se nele e escorregou até o chão e depois voltando a subir.
Algumas pessoas teriam uma baita dor de garganta no dia seguinte.
Well, hey there, Father
There is just one other thing
I have a simple request
I hear you know God could you give him a nod in my direction
I would be in your debt
Caminhou para trás até a parte mais elevada do palco, onde a bateria e Remus ficavam, e se sentou ali, apoiando o braço livre nos joelhos. Sua testa enrugava e voltava, ela olhava o céu e depois a platéia.
Perhaps there is something that we could work out
I noticed your breathing is starting to change
We could go in the back behind all these stacks of bibles
And get out of this cage
Ela se levantara, andara até a beirada do placo e projetara seu corpo para frente. Seu cabelo estava sobre algumas pessoas e elas tentavam puxá-lo.
There was this boy who tore my heart in two
I had to lay him eight feet underground
Ela novamente foi até o chão, só que de costas para a platéia,e depois subiu primeiro os quadris, depois o tronco.
All I need is someone to save me
Cause I am goin' down
And what I need is someone to save me
Cause God, I'm goin' down, all the way down
Jogou a cabeça para frente, e todo seu cabelo grudou em seu rosto. Ela os bagunçou um pouco e continuou a cantar.
I didn't wanna do it, Father
But I caught him with another woman in the bed I made him
So I put him in a grave
And now there's no one left around to get me off
When I want it to drag
The next day on the television they identified him
By the circumsicion that I made and now I'm on the run
But wait, why did I have to go and kill him
When he was the best I'd ever had
Agora ela cantava rápidamente, e andava para trás como se fugisse de algo.
A música parou e todas as luzes foram apagadas.
All I need is someone to save me
Cause I am goin' down
And what I need is something to save me
Cause God, I'm goin' down, all the way down
Alguns segundos depois e luzes vermelhas e brancas se acenderam cegando todos momentaneamente. A plateia cantou as ´lutimas estrofes com todo o pulmão.
I'm goin' down
All the way down
Lily respirava ofegante. Pegou a garrafa d’água no degrau e deu grandes goles enquanto a platéia gritava e aplaudia.
Seven Nation Army (White Stripes) (http://youtu.be/YyTC6mnPFng)
I'm going to fight them off
A seven nation army couldn't hold me back
They're gonna rip it off
Taking their time right behind my back
And I'm talking to myself at night
Because I can't forget
Back and forth through my mind
Behind a cigarrette.
Cantou jogando a cabeça lentamente para trás, segurando forte o microfone e o pedestal.
And the message coming from my eyes
Says leave it alone.
Jogou a cabeça para o lado e dançou, mexendo os ombros e os quadris.
Don't want to hear about it
Every single one's got a story to tell
Everyone knows about it
From the Queen of England to the hounds of hell
And if I catch it coming back my way
I'm gonna serve it to you
And that ain't what you want to hear,
But that's what I'll do.
And the feeling coming from my bones
Says find a home.
I'm going to Wichita
Far from this opera for evermore
I'm gonna work the straw
Make the sweat drip out of every pore
And I'm bleeding, and I'm bleeding, and I'm bleeding
Right before the Lord
All the words are gonna bleed from me and I will think
No more.
And the stains coming from my blood
Tell me go back home.
Jogou a cabeça para trás quanto terminou a música, as luzes se apagaram num “fade out” e ela fechou os olhos, dando dois passos para trás.
Gritos, aplausos, assovios.
– E aí, Nova York? – falou ao microfone. As luzes novamente se acenderam – Espero que vocês estejam se divertindo essa noite! – a platéia gritou – Estamos realmente muito felizes de estar aqui, de verdade. Esse é o último show da turnê, e eu realmente estou muito feliz de ver tanta gente. – sorriu abertamente – E meus amigos, nós somos o The Snakes, e essa é a The Poison Tour, porra! – o público gritou. – Essa se chama “Cold Blooded”. – anunciou quando a introdução da música começou.
Cold Blooded (The Pretty Reckless)
You can’t trust a cold blooded man
Girl, don’t believe in his lies
Can’t trust a cold blooded man
He’ll love you and leave you alive
There’s one thing you must understand
You can’t trust a cold blooded man
Ela cantou com a voz rouca. A luz do palco estava baixa.
Can’t trust a cold blooded woman
Boy, don’t you lie in her bed
You can’t trust a cold blooded woman
She’ll love you and leave you for dead
There’s one thing you must understand
You can’t trust a cold blooded woman
James cantou, levanto a parcela feminina da multidão gritar.
And all the times I stayed and wonder why
Are to blame
And all the times that I’m reminded by
I’m ashamed
Lily voltou a cantar e a luz do palco ficou mais forte, para depois abaixar novamente. Seus olhos estavam fechados e ela mexia o corpo junto com a música, lentamente.
You can’t trust a cold blooded lover
You can’t trust a cold blooded slave
You can’t trust a cold blooded other
In the end they’ll just drive you insane
There’s one thing you must understand
You can’t trust a cold blooded
Can’t trust a cold blooded
Can’t trust a cold blooded
Man/Woman
James e ela cantaram juntos, levando a multidão a loucura. A animação dos americanos as vezes era invejável. O solo se seguiu, e Lily continuou a dançar, agora na parte menos clara do palco, deixando o fraco holofote sobre um James concentrado. Palmas, gritos – e pedidos de casamento, acredite se quiser – se seguiram quando a música terminou.
Seguiram com “Where did Jesus Go?”. Tocaram “Make me Wanna Die”, “Just Tonight”, “Ignorance”, “Far From Never” e “My Medicine” – Lily inaugurou sua nova Fender comprada em solo americano com orgulho. Ao final dessa, eles já estavam suados e cansados, mas com a animação intacta. Depois, todas as músicas inéditas do disco, “Poison”.
No final da última, quando as luzes se apagaram e Lily entregou sua guitarra ao assistente de palco, James trocou a Les Paul preta pelo violão, o palco pareceu diminuir e tudo se acalmou. A ruiva tirou os sapatos de stripper e os largou por ali, ficando descalça no chão de linóleo.
– Eu queria – falou ao microfone, sentando-se na beirada do palco, entre James e Sirius – encerrar com essa música, por que... Bem, não tem um por que. – sorriu, suspirou e anunciou: – Essa se chama “under the water”.
Unter The Water (The Pretty Reckless)
Lay my head, under the water
Lay my head, under the sea
Excuse me sir, am I your daughter?
Won't you take me back, take me back and see?
There's not a time, for being younger
And all my friends, are enemies
And if I cried unto my mother
No she wasn't there, she wasn't there for me
Cantou calma, encarando a multidão a sua frente. Estava tudo mais calmo, aparentemente. As pessoas silenciaram-se, como se tivessem parado para ouvir as lamentações e tristezas de uma garota de dezoito anos.
Don't let the water drag you down
(Don't let the water drag you down)
Don't let the water drag you down
Broken lines, across my mirror
Show my face, all red and bruised
And though I screamed and I screamed, well no one came running
No I wasn't saved, I wasn't safe from you
Don't let the water drag you down
(Don't let the water drag you down)
Don't let the water drag you down
Don't let me drown, don't let me drown in the waves, oh
I could be found, I could be what you had saved
Algumas pessoas acenderam isqueiros, e agora quase toda a antes escuridão havia ganhado pontinhos de luz que se movimentavam de um lado para o outro, em sincronia com a música.
Saved, saved, saved
Lay my head, under the water
Aloud I pray, for calamities
And when I wake from this dream, with chains all around me
No, I've never been, I've never been free
No, I've never been, I've never been free
No, I've never been, I've never been free
Fechou os olhos até os aplausos tomarem seus ouvidos.
Não, eles não precisavam de mais nada. Não importava o dinheiro, a fama, nada. Estar ali já era tudo que eles precisavam.
Notas finais
FAREI ESPECIAIS
apenas isso
bexos
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