Bastidores

28 Saying hello.


Notas iniciais
Oi meus leitores lindos que eu amo etc (:
ESTOU CANSADINHA POR ISSO SEREI BREVE.
Esse é o penultimo capítulo. E é fofo ele. Porque nele vocês conhecem o Ted (EU SEI, o ted dos livros só nasce lá pra quando o harry tem 17 anos e etc e aqui ele ser + velho que o harry mas porém todavia contudo nada nessa fic está certo, assim como a cabeça dessa autora) e o Mike, nosso mini Sirius que vocês tem que amar pq ele será lindo na segunda temporada e o Fc dele será o Logan Lerman (~le procura no gugol pra ve se ta certo~) e esse é o momento q tds (eu acho) q amam/curtem percy jackson piram.
falando nisso acho que vou comprar
vou vender meu corpo pra comprar a biografia do keith, do slash, os livros do percy jackson e umap izza de frango c/ catupiry (eu amo tá)
LOL pobre é assim mesmo
enfim, vamos ao capítulo!

Alguns dias depois Tonks e sua agora barriga totalmente visível saíram do hospital. Ela havia feito uma ultra-som no hospital e descobrira que Ted Lupin estava a cinco meses de nascer – Remus ficara desapontado, afinal, não teria uma garotinha pra tocar bateria como Sandy West –. Ele também jurou que nunca mais usaria nenhum tipo de droga. Ok, uns cigarros e umas cervejas são aceitáveis. Marlene e Sirius brigavam mais do que nunca, e principalmente por coisas banais e que envolviam a gravidez dela. Marlene queria uma garota e Sirius, um garoto. A briga para um nome, então, incessante.

James e Lily estavam melhores do que nunca. Agora que eles estavam juntos, a imprensa atacava-os mais do que nunca. James se mudara para o apartamento de Lily, onde a ajudara a reformar o lugar – porque, vamos ser sinceros, aquilo não parecia o lar de uma estrela do rock. Ou talvez parecesse, com as garrafas de bebidas espalhadas pelos cômodos – que agora parecia um lugar melhor. O piano de calda branco ocupava grande parte da sala, onde James tentava ensinar a ruiva a tocar, mas ela parecia mais ocupada em apreciá-lo tocar Queen e Guns N’ Roses do que realmente aprender. Seu negócio era cantar e vez ou outra tocar guitarra. Piano era algo complicado demais para uma ruiva já bastante complicada.

– Prefiro tentar o solo de Sweet Child ou Stairway, obrigada. – disse ela, sentando-se sobre o piano fechado.

– Isso foi idéia sua.

– É verdade. Vamos tocar Beatles! – gritou, empolgada, voltando a sentar ao lado de James do banco.

– Aqui. – ele disse, guiando os dedos da ruiva sobre as teclas, enquanto Let It Be se iniciava.

Com – é claro – a ajuda de James, Lily conseguiu tocar quase toda a música. Parou antes do final, quando James tocou uma nota errada de propósito.

– Bobão.

– Bobão, Lily? Bobão?

– Sim, bobão. – mostrou a língua para James.

– Criança. – ele provocou.

– Tem certeza disso? – a ruiva disse maliciosa, puxando James pela camisa.

James não respondeu. Puxou Lily para si, selando seus lábios nos dela.

Ela parou o beijo bruscamente, se levantando e saindo em direção ao quarto. James a seguiu. Puxou-a para si pela cintura alguns passos depois, distribuindo beijos por seu pescoço. Lily fechou os olhos, deixando sua cabeça tombar para trás. Soltou um suspiro fraco, ao sentir todo seu corpo se arrepiar ao toque dos lábios dele.

Era mais que a simples atração física. Muito mais. Era um sentimento totalmente novo e forte demais.

Algo que alguns chamavam de amor.

***

Seis meses depois

Tonks estava mais feliz do que nunca com se barrigão. Era grande a agitação quando, no meio de uma conversa, ela gritava “Ted chutou!”; Lily ficava histérica (“Ele não chutou quando eu pedi. Essa criança não gosta de mim. Remus brigue com seu filho”). Remus estava mais ansioso talvez do que a grávida, ainda mais com o inicio da produção do segundo álbum da banda – mesmo com os grandes acontecimentos, eles não poderiam parar de compor e trabalhar. Tiraram “férias” dos palcos para se dedicarem totalmente as futuras mamães e o novo disco.

Estavam todos – Lily, James, Sirius, Remus, Marlene e Tonks (e seus respectivos bebês) – no estúdio de Frank, compondo e testando acordes quando Tonks gritou para meio mundo ouvir:

– Minha bolsa estourou – enquanto se levantava e um líquido não identificado escorria suas pernas abaixo e uma contração forte a atingiu.

Remus largou suas baquetas em qualquer canto e foi logo pegando a namorada no colo, sem emitir uma palavra. Colocou-a no banco do carona de seu carro e rapidamente partiram para o hospital.

– Remus Lupin dirija devagar, porque nós não queremos morrer. – Tonks disse séria, no intervalo entre uma contração e outra.

– Não vamos bater, fica tranqüila. – o loiro tentou fazer alguma piada.

– Olha quem fala. Fica tranqüilo, Rem.

– Eu estou tranqüilo, não está vendo? – ironizou. Respirou fundo, tentando acalmar-se.

Tonks teve outra contração, dessa vez mais forte que as anteriores. Já estavam bem próximos ao hospital.

Logo que chegaram ao hospital Tonks foi colocada numa maca e levada para algum lugar que Remus não pode acompanhar. Ele sentou-se numa poltrona na sala de espera, apoiou os cotovelos nos joelhos e enterrou a cabeça nas mãos. Alguns minutos depois, Sirius, James, Marlene e Lily chegaram. Uma enfermeira com uma prancheta em mãos apareceu logo depois que eles chegaram. A mulher os olhou espantada.

– Quem está acompanhando... Ninphadora Tonks? – perguntou depois de se enrolar com o nome. Todos os cinco ergueram as mãos. – Ok. Quem é o pai da criança? – perguntou novamente. Remus se pronunciou.

– Bem melhor. Preciso de seus documentos. – a enfermeira pediu e Remus a entregou sua carteira de identidade. Ela anotou algo na prancheta e o devolveu o documento. – Se quiserem me acompanhar. – dizendo isso, saiu hospital adentro seguida pelos cinco.

Entraram num corredor vazio, e depois, num amplo quarto branco. Tonks estava deitada em uma cama e uma enfermeira segurava sua mão.

– Não podemos fazer o parto. Não há dilatação o suficiente e uma cesariana é perigosa demais. – a enfermeira avisou.

Remus observava tudo calado, imóvel. Sentia-se tão inútil por ver sua garota ali sofrendo e não poder fazer nada. As duas enfermeiras discutiam o que fariam dali em diante. Tonks tinha contrações cada vez mais freqüentes, Lily e Marlene tentavam animá-la, enquanto Sirius e James tentavam deixar o momento mais agradável, fazendo piadinhas.

De repente, Tonks gritou tão alto de dor que as enfermeiras tiveram um segundo para chamar o médico responsável e carregar Tonks para a sala de parto. Ninguém pode acompanhá-la. Estava na hora.

Horas se passaram sem uma notícia sequer. Marlene estava mais ansiosa até que Remus, andando de um lado para o outro, saindo e entrando daquele quarto.

Quando a enfermeira entrou no quarto com um embrulho de pano branco nos braços. Remus se levantou rapidamente.

– Parabéns. – a mulher disse, entregando Ted a um Remus desajeitado e temendo.

Era uma copia perfeita do pai: Os cabelos loiros, o queixo, a covinha na bochecha direita. Dormia serenamente, encolhido.

Lily riu do jeito bobo que ele encarava o bebê.

Remus, como um bom pai coruja, fez as devidas apresentações. Ted passou pelos braços de todos os presentes. Acordou no colo de Marlene.

– Oi Ted. – disse, sorrindo para ele, que continuou a encará-la, como se entendesse cada palavra.

Remus Lupin nunca estivera tão feliz em toda sua vida.

Dois meses depois

Marlene estava arrumando sua mala para o hospital. Sentia que estava na hora. Sirius estava a ajudando a levar as coisas até o carro.

– Eu estou grávida, Sirius, não aleijada. – disse, passando a alça da bolsa pelo ombro e caminhando até o carro.

Sirius revirou os olhos, pegando mesmo assim a bolsa das mãos de Marlene. Estavam quase prontos para sair quando o choro muito conhecido de um bebê os fez parar. Olhando para a frente da casa, puderam ver Tonks e Ted caminhando em sua direção com Remus logo atrás. O pequeno Ted – agora com dois meses de vida – usava as muitas roupas ganhas dos padrinhos – Lily e James – com caveirinhas e diferentes logos do The Snakes.

– Awn, oi Teddy! – Marlene falou com sua voz de bebê (ultimamente ela fazia demais aquilo) e tirando Ted dos braços da mãe.

– Indo pro hospital? – Remus perguntou para Sirius, enquanto as mulheres conversavam com o bebê.

– É. Alguém – apontou com a cabeça para a esposa – não agüenta mais esperar.

Conversaram por mais algum tempo, antes de Marlene resolver que estava na hora deles partirem para o hospital.

Enquanto Marlene era guiada até seu quarto, Sirius assinava os papéis de entrada. Foi guiado até onde Marlene estava logo depois, acomodou-se em uma cadeira ao lado da cama e segurou firmemente a mão da esposa – estranho pensar que logo Sirius Black seria o primeiro a se casar e logo com Marlene McKinnon! – enquanto uma enfermeira injetava soro em sua veia.

Dezenove horas sem pregar os olhos de trabalho de parto forçado – e muito sofrimento da parte de Marlene –, finalmente os médicos declararam que ela estava pronta. Sirius – vestido com um jaleco azul e uma touca da mesma cor – acompanhou todo o parto. Desde o momento em que Marlene gritou de dor – tão alto que ele teve certeza que todos num raio de no mínimo três quilômetros puderam ouvir – até o choro alto de seu filho.

Sentiu algo que jamais sentira antes. Uma felicidade tão grande que ele sentia vontade de gritar até sua garganta implorar por uma trégua. Seu sorriso naquele momento era tão grande que seu rosto chegava a doer. Nunca se sentira assim antes. Era a melhor sensação do mundo, inexplicável. Como se o mundo parasse, nada mais importava.

***

Alguns meses depois

Estavam todos na casa dos Black – divertido pensar assim... “Casa dos Black” – acompanhando um programa de notícias da MTV – e, claro, os bebês.

Ted tentava morder Mike, que por sua vez tentava arranhar o outro. Lily se divertia com a cena.

– Só eu não tenho um! – a ruiva brincou, se referindo aos bebês.

– Vamos lá fazer um então. – James disse, e o cômodo se encheu de risadas.

– Xiu, todo mundo! Olha quem tá na TV. – Tonks disse, aumentando o volume da TV. Um vídeo mal feito da banda no ultimo show deles, em Cambridge, num bar a duas semanas atrás era exibido.

“Os Snakes anunciaram o começo da produção de seu novo álbum ontem, num passeio ‘em família’ pelo centro de Londres. Os membros da banda não falaram muito, apenas deram essa declaração, completando: ‘Estamos melhor que pensávamos. Permaneceremos firmes e fortes. Ainda mais agora. ’. Eles não tem mais shows marcados para esse ano.” – o narrador do programa disse, mudando de assunto logo depois.

– Fiquei linda. – Lily disse, quebrando o silencio. Todos riram.

Eles não costumavam se divertir tanto assim, nem passar um tempo reunidos, apenas brincando e se entupindo de pizzas, sem tratar da banda ou sem bebidas, cigarros ou drogas. Eram apenas aqueles jovens precoces demais, se divertindo como jovens.


Notas finais
meu braço tá todo riscado: "Cocota ama o Ovário" "Eu amo a Tica" "Sardinha ♥" é tipo isso no meu braço sério a coisa tá feia
enfim
amodoro vcs, até o prox capítulo (que é o ultimo AI SANTO DAS COLONAS MOLÓIDES COMO VOU LIDAR?)
beijo ♥
deixem reviews ♥