Bastidores
25 I hope that the world is ready...
Notas iniciais
*tiros*
*facadas*
*bazucas*
*metralhadoras*
*canivetes*
*AVADAS*
NÃO. ME. MATEM.
Começou as minhas aulas, e é o dia todo, até as 6 da tarde. Aí né, eu só posso escrever a noite, e como minha criatividade é uma baita duma amiga (SENTE A IRONIA... SENTIU?) eu demorei uma eternidade pra postar.
Maaaaaaaas vocês não podem me matar porque se não VÃO FICAR SEM SEGUNDA TEMPORADA, SEM EPÍLOGO, SEM MAIS UM HENTAI E... opa.
É isso, espero (QUE O MUNDO ESTEJA PREPARADO HAHAHA nope) que vocês gostem desse capítulo merda.
Próximo capítulo: Resumo da turnê + NY + LUV LUV LUV LUV
OLHA EU SOU UMA PESSOA MUITO LEGAL NÉ SOLTANDO SPOILER ASSIM DE GRAÇA
quero recomendações KKKKKKKK brincs
VAMOS AO CAPÍTULO!!!!!!!!!!!!!
– Não. – era o milésimo “não” que Lily repetia apenas nas últimas duas horas.
– Desisto! Você não gosta de nada, Lily! – Frank se levantou, passou a mão pelos cabelos e bufou.
– Porque é tudo ruim! – ela falou simplesmente.
– Ok chega. Não fazemos porra nenhuma na capa do disco e deixamos assim mesmo.
– Ok. – a ruiva cruzou os braços e pôs os pés em cima da mesa de metal.
– Tira os pés daí. – Frank pediu calmo.
– Me obrigue. – ela sorriu desafiadora.
Frank bufou mais uma vez. Contou até dez, encarou o céu nublado de Londres pela janela... Mas Lily realmente tirara o dia para irritar. Não apenas a ele, mas a todos daquele estúdio. A moça da recepção pedira demissão porque Lily era impossível de se agradar e ela já estava de saco cheio. Um dos estagiários estava prestes a enlouquecer pelo mesmo motivo – e também porque Lily pedia coisas impossíveis de se achar, como uma semente de caju. Onde diabos ele encontraria uma semente de caju?
– Eu achava que era o melhor em irritar, mas parece que alguém me superou. A moça da recepção tá chorando lá! – Sirius entrou na sala, rindo e abraçado a Marlene.
– Viu o que você fez com a moça, Lily? – Frank ralhou, se descontrolando – novamente.
– Foi você?! – Sirius berrou totalmente surpreso.
Lily estava se revelando.
– Ruiva, que orgulho de você! – Sirius abraçou Lily pelos ombros, parecendo um pai que tinha visto o filho fazer o primeiro gol.
– Ok, para. – Lily murmurou, totalmente sufocada. – PARA! – precisou gritar para ele a soltar.
– Ok, parou? Obrigado. Me ajude aqui, Sirius. – Frank interrompeu. Sirius olhou para a mesa, onde estavam duas telas. Em uma delas, a com o fundo preto, haviam os dizeres “The Snakes” e uma cobra no canto inferior direito. A outra tinha o fundo branco, e o nome da banda em preto ocupava toda a parte superior, e na parte inferior havia um desenho de uma mulher com uma cobra enrolada no pescoço.
Sirius encarou as duas por belos e longos dois minutos. Lily enrolava o cabelo ruivo nos dedos e Marlene bufava e batia o pé.
– É pra hoje, tá? – Frank brincou. Sirius mostrou o dedo do meio.
Apontou a capa preta.
– Aleluia, senhoras e senhores. Obrigado, mil vezes. Eu estava a ponto de estrangular a ruiva aqui.
– Você conseguiria lidar com as multidões enlouquecidas e as ameaças de morte caso isso acontecesse? – a ruiva ergueu uma sobrancelha.
– Pode ir pra casa, ruiva.
– Legal como você me ama, Frankzinho.
– Espero que suas malas estejam arrumadas! É amanhã, hein!
– Pode deixar, capitão. – e batendo continência, Lily saiu do prédio.
Começava a nevar. O natal estava próximo, e Lily, que antes amava essa data, tentava de todo jeito ignorá-la. Mas nada colaborava. As vitrines, as pessoas, todos pareciam insistir jogar em sua cara que o natal estava próximo.
Ela correu para casa.
James tava lá, apenas de calças, quando ela chegou. Ele a abraçou pela cintura, a puxando para um beijo.
– Não está frio demais pra você ficar assim? – ela perguntou, quando finalmente se separaram em busca de um pouco de oxigênio.
– Nem. – ele respondeu, sorrindo convencido.
Lily deu um delo beliscão no braço de James. Ele gemeu de dor.
– Você é má. – falou, com a mão sobre o local que já ficava vermelho.
– Boas garotas não fazem rock n’ roll. – ela gargalhou, abrindo a geladeira. Tirou de lá uma garrafa pela metade de uísque, e dando um grande gole.
– Além de má você é egoísta. Nossa. – James brincou.
– Só não dou com essa garrafa na sua cabeça porque ela quebraria.
Ele riu ironicamente e ela deu um forte e barulhento tapa nele.
– Auch. Assim você me mata, amor.
A ruiva, risonha, mostrou o dedo do meio, se dirigindo a sua varanda. A grande porta de metal que separa os ambientes estava fechada. Isso explicava a temperatura lá dentro. Ela abriu a porta, deixando o vento gelado e um pouco de neve entrar. James estremeceu e correu pegar um casaco ou qualquer coisa quente. Quando voltou, já devidamente agasalhado e armado com a empoeirada câmera fotográfica de Lily, a ruiva estava sentada com as pernas cruzadas no chão da varanda. Havia acendido outro cigarro e observava a rua.
Ele sorriu. Ela ficava linda assim... Pensando.
O flash da câmera assustou Lily, que se virou rapidamente. James sorriu maroto. Ela fez cara feia e, novamente, mostrou o dedo do meio.
– They say I worship the devil. They must be stupid or blind. – Lily cantou, como se uma enorme platéia a assistisse. Alto o bastante para os que passavam, lá em baixo, a encararem curiosos. Não era sempre que dois integrantes da atual banda mais famosa da Inglaterra resolviam aparecer e cantar assim, do nada.
– I’m just a rock n’ roll rebel! – James gritou. A ruiva gargalhou, deitando no chão. Suas pernas estavam penduradas por entre a grade.
– Tá frio. – James murmurou, também deitando no chão coberto de neve.
– Tá nevando, idiota! O que você queria? – Lily respondeu, rindo.
James bufou, mas a risada da ruiva era tão alta – ele (nem ela, na verdade) sabia o porque de tanto riso – que, quando deu por si, estava a acompanhando nas risadas.
***
– Rápido! – James gritou, entrando no aeroporto. Todos os olhares se dirigiram a eles.
– Você acha mesmo que é fácil? – Lily reclamou, apontando para seus sapatos de salto e depois para sua bolsa.
– AHHHHHHHHHHH!!!!!!!! – uma multidão enlouquecida, fanática e louca gritou, e todos os jovens malucos correram em direção aos dois, que ainda discutiam sobre os sapatos de Lily.
-Desvia. – James falou, puxando Lily pelo pulso até o check-in. A multidão os seguiu até certo ponto, onde os seguranças do aeroporto os barraram.
No avião...
– Com licença... Poderiam tirar os pés dos acentos? – a aeromoça loira pediu educadamente para Lily e James, que conversavam (discutiam, na verdade) sobre guitarras com os pés nos acentos da frente. Eles tiraram os pés de má vontade. – Muito obrigado e bom vôo. – e saiu.
– Vadia! – Lily sibilou, estrangulando a mulher em pensamento. James riu.
A ruiva olhou para trás, mas não consegui ver nada. Virou totalmente o corpo e ficou de joelhos, virada para trás, encarando Sirius e Marlene.
– Oi, casal. – sorriu, daquele jeito bem “Lily”. Aquele sorriso de “eu vou te infernizar até algo melhor aparecer pra eu fazer”.
– Oi coisa. – Marlene respondeu, sorrindo de igual maneira.
Minutos se passaram. Lily continuava ali, encarando ora Sirius, ora Marlene. Estava conseguindo irritá-los.
– Daqui dá pra ver o papai do pedaço todo bobo. – comentou, esticando mais um pouco o pescoço para ver Remus e Tonks.
Remus era a pessoa mais boba da face da terra agora que Tonks carregava um mini-Lupin. Mas ela não parecia tão feliz com idéia. Não que ela não quisesse um filho, apenas que ela tinha medo. O mesmo medo dele. Uma criança com o pai e a mãe... Drogados não seria a melhor família. A qualquer momento um dos dois poderia ter uma recaída e voilá, adeus criança. Era um risco muito grande.
O vôo para a Itália durou exatas duas horas e sete minutos, contados. Lily importunou os casais (e James) todo o tempo em que eles estavam no ar. Ela parecia uma criança ao chegar no aeroporto e encarou todos os italianos dali. Tentou comunicação com alguns fãs sortudos, mas nada feito. O nervosismo faz isso com as pessoas.
– Eu gostei daqui. – Lily comentou sorrindo sem mostrar os dentes para a agente deles na turnê. Frank estava em casa, com Alice e seu bebê. Ela também estava grávida.
– A Itália é legal. A França é chata. – a mulher loira falou e sorriu. – Ok, — parou em frente a eles – meu nome é Heather, e eu vou ser a agente de vocês nessa turnê. Se comportem. – brincou e depois gargalhou. – É brincadeira. Só não se atrasem pro show. E se mantenham sóbrios. Principalmente o papai e a mamãe do pedaço!
– Eu preciso dormir! – Marlene reclamou olhando o céu, o chão, tudo a sua volta, totalmente mole e cansada.
– Eu quero ir ao Coliseu! – Lily gritou, abrindo os braços, e vários olhares italianos se voltaram a ela.
– Eu também! – James a acompanhou e os dois gritaram de empolgação. Sirius, Marlene, Tonks e Remus também logo depois.
– Coitado do mundo – Sirius comentou baixo.
– Por quê?
– Se eles forem assim em todos os lugares – apontou com a cabeça para as duas crianças que comentavam onde iriam depois – o mundo está totalmente fodido.
Notas finais
BEIJO DA MAGRELA!!!!!!!!!
PS: DEIXEM REVIEWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWSSSSSSSSSSSS SUAS LINDAS FOFAS GATAS GOSTOSAS ETC KKKKKKK (SE TIVER ALGUM SER DO SEXO MASCULINO LENDO ESSA PORRA, SE REVELE)
agora sério, bj.
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