Você desaparece com todas as suas boas intenções

E tudo o que sou é tudo que eu não podia falar

Quem me trará flores quando acabar?

E quem vai me dar conforto quando está frio?

– Flowers for a Ghost — Thriving Theory.

X

Desde aquela noite, mesmo ela negando do fundo de seu coração, os barulhos que a cabana fazia aumentavam de intensidade. Parecia que toda vez em que ela tomava banho, alguém a espionava pelo buraco da parede. Sabia que não poderia ser Malfoy, já que ele provavelmente não tinha nenhum interesse em seu corpo. Mas, naquela situação, ela se sentiria melhor se soubesse que era dele o olho observador.

Hermione também conseguia perceber que o loiro passava um enorme tempo na biblioteca. Se perguntou se naqueles dois anos já havia lido todos os livros. Era estranho ficar tão perto de alguém e ao mesmo tempo tão longe. As vezes, ela tentava puxar uma conversa, mas ele simplesmente lhe dava um olhar de nojo e raiva e se afastava. Mesmo assim, ontem, Malfoy parecia divagar por conta de um livro. Quando ele se afastou, deixando-o por cima da mesa, Hermione viu que ele estava lendo "Minha Luta". Um sorriso passou pelo rosto dela. Sabia que iria conseguir o mudar, tinha esse sentimento dentro de si. Seria a sua missão, para não ficar louca em tão pouco tempo. Tinha que por a mente em algo.

– Eu vou buscar água — ouviu a voz de Malfoy se aproximando. Ela se virou para trás e o viu com alguns baldes — Pode vir junto, se quiser.

– Você quer a minha companhia? — perguntou, animadamente. Ele a olhou com um sorriso arrogante.

– Não — respondeu calmamente — Mas, da última vez, você fez um escândalo e eu não pretendo ouvir essa sua voz irritante gritando mais do que o necessário. E saiba que se você for dessa vez você vai ter que carregar um dos baldes também.

– Existe maneiras mais sutis de se pedir ajuda — Hermione retrucou, indo até ele e pegando dois dos baldes. Andou na sua frente, não querendo se incomodar com as expressões do loiro que pareciam mudar a cada segundo — E também maneiras mais agradáveis de pedir que eu o acompanhe, sabia Malfoy? Achei que tivesse mais educação.

– Sinto muito em quebrar sua fantasia Granger, mas não vou pedir "por favor" para você — começou a andar ao seu lado, mas não olhou em seu rosto. Abrindo a porta com um chute, nem ao menos deixou ela ir por primeiro — Ou realizar qualquer outra fantasia que tenha sobre mim.

– Não tenho nenhuma fantasia sobre você.

– Todas tem — ele deu em ombros — Sou dono de uma beleza excepcional.

– E de um ego excepcional também — Hermione resmungou, revirando os olhos.

A floresta estava extremamente calma naquela manhã. Não deveria ter passado das seis horas, mas não impedia dos pássaros cantarem. Se aquele lugar não fosse tão assustador, Hermione poderia se lembrar das princesas que iam até a floresta colher flores. Mas ela não era uma princesa — nem de longe — e provavelmente as flores que estavam ali eram murchas e sem vida. Ah, e com certeza Malfoy não era o príncipe. Talvez o caçador. Mas não o príncipe.

Não estava usando um vestido longo como o da ultima vez, graças a deus. Havia achado uma tesoura e assim, cortou a maioria deles até os joelhos, embora todos ainda cheirassem armário antigo. Enquanto andava, notou que Draco olhava para trás, como se certificasse que ela estava logo atrás de si. Escutaram o som do rio e logo estavam no maldito barranco de terra. Novamente, ele não ofereceu ajuda, então ela desceu com bastante dificuldade.

Sentou nas pedras, assim como ele e depois de encher os baldes, ficou olhando em volta. A barreira estava logo ali, na outra margem do rio. Provavelmente, o próprio rio significava o fim das terras. Estava tão perdida em pensamentos, que não percebeu Draco a olhando com uma curiosidade ainda mais aguçada.

– Granger — a chamou — Por que olha tanto em volta?

– Cale a boca, Malfoy — retrucou e balançou a cabeça, para sair dos pensamentos em que havia se afogado — Estava apenas pensando.

– Você sempre está pensando.

– Novamente, cale a boca — sua voz, embora quisesse, não tinha nenhum rastro de raiva. A morena tirou o sapato e colocou-o na margem do rio, mergulhando os pés na água — Sabe do diário? Aquele que eu encontrei? — perguntou e pelo canto do olho o viu assentir com a cabeça — Anne Marie cita uma cabana onde costumava se encontrar com Will, um homem casado por quem havia se apaixonado. E se essa cabana fosse... esta mesma cabana?

– Impossível. Não estaria em perfeito estado, aqueles móveis mesmo sendo antigos e sujos ainda estão como se fossem novos. O lampião ainda tem óleo... desde que eu cheguei ele tem o mesmo óleo, na verdade — Draco lhe explicou e ela deu um suspiro de derrota — Sinto muito, sangue-ruim.

– Pare de me chamar assim. Eu sou a única pessoa que pode conversar com você — falou como se explicasse para uma criança. Viu confusão e surpresa passar pelos olhos cinzentos — Eu te escuto falar sozinho durante a noite, sabia Malfoy? Você poderia sempre falar comigo.

Draco ficou tenso e se levantou bruscamente, fazendo ela se assustar e quase cair da pedra a qual estava sentada.

– Não — sua voz era rígida, como se não exigisse afrontas.

– Por que não?! Eu sei que você me odeia e sabe, eu odeio você também se você não está lembrado — Hermione quase gritou, parecendo desesperada para que ele visse algo que estava na frente de seus olhos. Se levantando da pedra, a morena começou a caminhar por entre as rochas pequenas e as plantinhas que ficavam ao redor do rio, para chegar até ele — E eu sei que você odeia o fato de eu estar aqui com você, alguém impuro... deuses, isso soa ridículo, mas sei o que odeia o fato de eu respirar o mesmo ar que você. Mas pelo menos você não está mais sozinho! E eu também estou cansada de ficar sozinha e.. AUCH!

Ele se virou de frente para ela, confuso que ela tivesse interrompido seu discurso "Grangeriano". Não sabia quantas vezes ele ouviu ela falar assim com Potter e Weasley. Seus olhos aumentaram quando olhou para o braço dela, onde uma grande camada de sangue estava saindo de um corte causado por um galho, o qual ela havia raspado em sua "jornada". Draco ficou olhando para o sangue vermelho de maneira confusa.

– Pode me dar... um curativo, por favor? — Hermione perguntou quase timidamente. Havia sido ridícula em falar aquelas coisas, mas não custava tentar.

Ele revirou os olhos e se aproximou, pegando na bainha do vestido dela e rasgando com força. Os olhos castanhos escuros o olharam com raiva.

– O que? Não pensou que eu fosse rasgar a minha camiseta achou? — ele perguntou, enquanto atava o pedaço de tecido em seu braço ensanguentado — É melhor lavar quando chegarmos na cabana, tem uma garrafa de álcool lá.

Hermione assentiu lentamente o viu pegar os baldes, todos os quatro. Ouviu ele resmungar um "é claro que ela não iria carregar". Começaram a andar novamente, dessa vez com mais calma. Ela conseguia sentir o braço latejar, assim como uma ardência. Não iria reclamar, não queria ouvir mais resmungos do loiro. Não depois da vergonha que passou.

A cada passo que davam para perto da clareira a qual levaria à cabana, parecia que as árvores se viraram para os acompanhar com olhos invisíveis. Hermione soltou um grito quando por trás de um pinheiro saiu um corvo barulhento, quase a fazendo cair para trás se o corpo de Malfoy não estivesse logo atrás do seu. Ele tentou a equilibrar com o braço, já que suas mãos estavam ocupadas. Revirando os olhos cinzentos, voltou a andar, como se nada tivesse acontecido.

Mas a morena percebeu algo: os pássaros haviam parado de cantar. O único som agora eram os de seus passos e o do corvo que voava para longe, aterrorizado. Hermione olhou par a clareira a sua frente, os raios de sol por entre as folhas. Foi quando viu um rosto pálido ao longe, feminino, sorrindo. A morena berrou e sentiu Malfoy ao seu lado novamente, a pegando pelo braço ainda sujo do sangue do corte anterior. Quando ele seguiu seu olhar e viu o que ela viu, o rosto feminino desapareceu no simples piscar.

E os passarinhos voltaram a cantar.

– Malfoy — ela o chamou suavemente, como uma criança assustada — Eu acho que não estamos mais sozinhos.

X

Os dias que se passaram no Lago Grimmald foram turbulentos. Ron não tolerava Daphne lhe jogando provocações e o chamando para um duelo, já que assim ele poderia "devolver o soco que ela havia lhe dado". Astória não criava tantos problemas e tentava ao máximo ser educada com todos, mesmo que muitas vezes dava um olhar de nojo para alguns membros da Ordem. Theo era um caso perdido, sempre lançando olhares de raiva para todos e com comentários sarcásticos. Até mesmo Narcisa havia desistido, dizendo que agora ele era um problema de todos, não apenas dela.

– Precisamos fazer algo para encontrar Hermione, vocês não podem ter esquecido dela, esqueceram? — Ron perguntou irritado, enquanto comia o jantar. Apenas o jovens e Narcisa estavam ali, cansados depois de um longo dia de treino — Vocês por acaso imaginam o que ela está sofrendo?

Gina se irritou.

– Temos uma ideia, Ron, obrigada. Será que eu poderia falar com você por um segundo? — perguntou para o irmão, tentando ao máximo não parecer tão brava quanto estava. Ele não percebeu e por isso, quando a ruiva teve a chance, o levou para o corredor e o prensou na parede — Nós todos estamos sofrendo pelo desaparecimento da Hermione, mas será que tem que lembrar isso a cada segundo?

– Bom, as vezes parece que eu preciso fazer isso já que até agora não fizeram nada para traze ela de volta! — ele exclamou, as orelhas vermelhas — Eu só não quero imaginar o que está acontecendo com ela.

– Ninguém quer, Ron, ninguém quer — Gina suspirou, um pouco mais calma. Entendia o que o irmão estava passando — Por isso eu peço para que pare de falar disso, principalmente quando Harry está por perto, ele está passando por muito ultimamente.

– Vá falar com ele, Gina — foi o que o irmão disse, tentando dar um sorriso confortante — Acho que só você pode entender ele em uma hora dessas. Eu... ahn, vou voltar para o jantar.

E então ele entrou novamente na cozinha. A ruiva ouviu ele retrucar algo com Parkinson e então olhou para cima das escadas. A porta do quarto de Harry era visível. Suspirando, começou a subir em passos silenciosos. Fazia dias desde que ele estava a ignorando e isso a deixava louca. Não percebia que ele precisava de ajuda? Ou que ela estava ali para ele, durante todo esse tempo?

– Harry? — bateu em sua porta hesitante. Não ouviu resposta e por isso a abriu, levando o silêncio como um "sim". O encontrou sentado na cama, olhando para o medalhão da Horcrux — Harry! Não é bom ficar com isso na mão!

Jogou o medalhão do outro lado da sala. Ele a olhou com os olhos verdes cansados e o coração da ruiva palpitou em dor. Se sentou ao seu lado na cama e procurou por sua mão, mas ele a afastou, se levantando e caminhando pelo quarto. Os olhos de Gina se enxeram de lágrimas.

– Eu... — ele tentou explicar.

– Não posso falar com você agora — ela completou, dando em ombros — Você sempre me fala isso, Harry. E eu sei disso, é só que, mesmo depois de todo esse tempo eu ainda me encontro procurando por você.

– Hermione está desaparecida, você sabe o que ela deve estar passando por ser minha amiga? Já imaginou o que aconteceria se fosse você? — Harry perguntou, e passou a mão pelos cabelos bagunçados, frustrado — Eu não posso ficar com você sabendo que há o risco de algo acontecer.

– Harry Potter, estamos em guerra! Algo pode acontecer comigo de jeito ou de outro, nem tudo gira ao seu redor! — Gina gritou, ficando vermelha. Se levantou e ficou de frente para ele — No momento em que você me beijou, no nosso sexto ano, depois daquele jogo, e que eu lhe beijei de volta, eu acertei o seu fardo como meu também.

– Gina...

– E quando eu te levei no meu quarto no seu aniversario e o idiota do Ron nos interrompeu... eu aceitei esse fardo de novo. Eu te amo, Harry, você sabe disso — a ruiva limpou uma lágrima com a manga da blusa — Mas pelo visto você não está pronto para mim. Então... eu vou parar de procurar por você. Vou parar de tentar. Na próxima vez, quando estiver pronto, você é quem vai ter que vir até mim, ok?

E então ela o beijou suavemente nos lábios, como havia feito em seu quarto dois anos atrás. Passou a mão sardenta em seu rosto e beijou sua bochecha por uma última vez, antes de sair do quarto apressada. Desceu as escadas e entrou na cozinha como um furacão. Todos haviam saído, menos Theo e Blaise, que estavam jogando baralho, entretidos. Era a primeira vez que Gina via Theodore Nott sorrir. Zabini a olhou quando entrou, curiosidade estampada por todo o seu rosto. E então ele sorriu de lado, fazendo a ruiva o olhar confusa.

– Você tem tinta no cabelo — foi tudo o que ele disse.

Ela levou a mão ao cabelo liso e puxou uma tinta azul e revirou os olhos. Fred e George, é claro. Provavelmente viram toda sua conversa com Harry.

– Essa cerveja amanteigada é do Harry — a ruiva falou para Theo, que estava bebendo um copo.

– "Cerveja amanteigada do Harry", por acaso Santo Potter batizou essa bebida? — Theo zombou e bebeu ainda mais — Preciso afogar minhas magoas, Weaslette.

– Quer jogar com a gente? — Blaise perguntou e tanto ela quanto Theo o olharam confusos — O que foi? Seria interessante ter mais um jogador.

– Não seria melhor chamar sua noiva para jogar? — Gina perguntou, mas mesmo assim andou até a mesa e se sentou. Precisava se distrair depois do que aconteceu.

Theo rosnou e lhe entregou algumas cartas.

– Por favor, não chame aquela vadia aqui — ele falou com raiva e se encolheu no olhar que Blaise lhe deu — Desculpe, mas você sabe muito bem minha opinião sobre sua noiva.

– Prefiro que não fale em voz alta, obrigado — Blaise resmungou e afundou no banco. Até mesmo Gina não pode impedir uma risada. Eles até que não eram tão ruins — Aposto três galeões que você tem uma Rowena, acertei?

– Acertou — Theo bufou e largou as cartas na mesa — Isso seria muito mais legal se fosse strip poker, alguém ta afim?

Gina ergueu uma sobrancelha e riu. Jogaram por um bom tempo — sem ninguém tirar as roupas é claro — e ela finalmente pode tirar os pensamentos do desaparecimento da melhor amiga ou do término do namoro que nem mesmo havia começado. Era nesses momentos que ela se esquecia da guerra que estava acontecendo lá fora, e não poderia se sentir mais grata.

X

Granger?

Ele estava a chamando fazia alguns minutos. Horas depois do acontecimento na floresta, Hermione se trancou em seu quarto e ficou lendo. Leu até seus olhos não aguentarem e então, dormiu. Agora, estava acordando com outra batida em sua porta. Só queria tirar o rosto da mulher de cabelos negros de sua mente. Resmungando, caminhou até a porta e a abriu, vendo Malfoy com algo nos braços.

– O que é isso? — perguntou calmamente. Seus pensamentos não caminhavam em linha reta pelo fato de ter acordado a muito pouco tempo.

– Você quer tirar aquilo da mente, não é? Eu também — Draco falou, sua voz mais sem emoção do que ela havia ouvido antes — E eu lhe trouxe isto — e então ele mostrou o que havia em seu colo. Era um filhote de cachorro. Hermione levantou uma sobrancelha — Não me olhe assim, sangue-ruim, você disse que eu falo durante a noite. Bem, aqui está.

– Você fala com um cachorro? — a morena perguntou estupefata — Você veio até aqui para me entregar um filhote de cachorro? Depois de tudo o que aconteceu naquela maldita floresta e é por isso que está batendo na minha porta?

Malfoy revirou os olhos e sem pedir permissão entrou em seu quarto, sentando na sua cama. Ele largou o filhote no chão que começou a caminhar e a fungar a madeira antiga. Hermione se sentou ao lado de uma mesa e estendeu a mão para o animal. Não conseguia conter sua surpresa, e sabia que Draco estava estudando sua face com os olhos, sabendo exatamente o que ela estava sentindo.

– Eu o encontrei sozinho... e pensei que ninguém deveria ficar sozinho — ele deu em ombros — Nem ele, nem você. Por mais suja que você é.

Ela decidiu ignorar essa última parte.

– Então, além do violino, Draco Malfoy gosta de cachorros — ela não pode deixar uma risadinha sair da sua garganta — O que mais eu não sei? O que mais você não me conta?

– Não precisa saber de tudo, Granger. Não vou lhe contar nada — respondeu, a olhando friamente. Então deu um sorriso de lado — Na floresta, eu peguei no seu corte. Só percebi que minha mão estava cheia de sangue quando voltei para cá. Eu quase vomitei, Granger, essa é a verdade. Mas então eu lavei, e quando o sangue seco se misturou com a água eu percebi... que o meu sangue seco era da mesma cor que o seu.

– Todo sangue tem a mesma cor — Hermione falou com ar de sabe-tudo e revirou os olhos.

– Não foi isso que me ensinaram. E então eu lembrei de você falando que estava cansada de ficar sozinha — ele deu em ombros — Eu também estou, Granger. Eu não quero mais ficar sozinho. Fiquei não só durante esses dois anos, mas também por grande parte da minha vida. Enquanto estivermos aqui, vou ignorar de onde você veio... vou falar com você, mas não prometo ser gentil.

Hermione sorriu.

– Eu não esperaria outra coisa, Malfoy — respondeu — Eu não esperaria nada diferente.

Notas finais
E aqui estou eu! Dessa vez eu não atrasei, graças a Merlim, porque meu PC decidiu não brincar com o meu humor. Eu tenho muita coisa a agradecer, principalmente os comentários maravilhosos de vocês que me fizeram sorrir a semana inteira. Mais de 70 em quatro capítulos, e então a Ice aqui tem um AVC, porque gente do céu. E Barton Hollow ganha sua primeira recomendação! Eu fiquei tãããão feliz! Por isso eu espero que especialmente a: Jussara Mikaelson Cullen tenha gostado desse capítulo. Mas não somente ela, espero que vocês também tenham gostado, embora alguns fãs Hinny queiram me matar agora. Meus capítulos tão ficando bem grandes e eu não sei se vocês gostam, então, podem me dizer "bah Ice esse capítulo ficou muito cansativo". Sem problemas, eu posso rever essas coisas. Esse capítulo começou muitas coisas, principalmente entre os nossos protagonistas, mas quem já me acompanhou antes sabe como eu construo o romance deles. Não se enganem, esse capítulo não é exatamente um começo de amizade. E então eu lanço uma pergunta para vocês: - O que vocês fariam se estivessem presos em um lugar com a pessoa que você mais odeia depois de passar dois anos completamente sozinho? Respondam! Eu estou louca para ouvir a resposta dessa pergunta. Antes de eu ir: estou escrevendo uma história original com a maravilhosa Sincere Tears. O nome é "Brave" e conta uma história que se passa na época da renascença! Então, se vocês gostam de ação e romance em tempos antigos, com certeza vão amar essa história. Apenas divulgando. Muuuiiito obrigada pelo apoio, cupcakes. Espero ver vocês no próximo capítulo! Beeeeijos sabor Icey :*