Notas iniciais
Bora para mais um? Boa leitura!

Chegando no Estaleiro ele tinha duas missões. A primeira e mais importante era verificar se não tinha nenhum caso para a equipe resolver. Se essa resposta fosse negativa, ele partiria para a segunda. Perguntar para as garotas de seu time, onde raios ele comprava um vestido de baile para uma garota de sete anos.

— Ah, oi Chefe! – DiNozzo foi o primeiro que o viu quando ele entrou. – Tem alguma coisa pra gente hoje?

— Só papelada.

Ele ouviu os suspiros dos quatro agentes, incluindo a novata Bishop. Se ele dissesse que teriam que ir para um porta-aviões que estava no meio do caminho entre os EUA e a Europa, todos eles estariam prontos em um piscar de olhos, mas era só falar em papelada que as caretas, muxoxos e suspiros de frustação começavam.

— Eu odeio papelada! – Ziva tomou o lugar de Tony e começou a reclamar.

— É claro que odeia, Ziva. Você não pode bater em ninguém enquanto escreve! – Tony a provocou.

— Mas eu posso te matar usando somente esse lápis! – A morena respondeu segurando o lápis de maneira ameaçadora.

Bishop que ainda não se acostumara com as respostas ácidas de Tony e as reações assassinas de Ziva estava olhando para a cena com olhos arregalados.

— Tão John Wick! Você vai me dizer qual era a raça do cachorrinho? Ou qual é o modelo do carro?

— Quem é John Wick? Uma vítima de algum caso?

— Não, Ziva! É um personagem de um filme – McGee interveio.

— Por que não pensei nisso? Ele só sabe falar sobre filmes.

— Na verdade, Ziva, a ideia é boa. Vocês tem algo de semelhante. – Bishop achou que poderia se atrever a entrar na conversa.

— É mesmo? E o que seria? A capacidade de matar o Tony com uma mão?

— Não com um lápis!

— Eu gostei desse John Wick! Poderia ser a nossa próxima sessão de cinema. – A israelense tinha os olhos brilhando.

— Você quer transformar a Pimentinha em uma assassina fria e calculista, Zee..vah?

— Um dia ela vai ter que aprender! E não é muito diferente do que nós fazemos

— Ela só tem SETE anos. E não vai ver esse filme!

— Eu com sete anos...

— Calados todos os quatro. De olho nos relatórios. Quero todos na minha mesa até as 15:00.

— Certo Chefe.

— Gibbs, se você for pegar café, pode me trazer um salgadinho, é que tô com fome...

— Tá aí alguém que não teme a morte.,, Foi bom ter te conhecido, Eleanor Bishop. – Tony zombou.

Não respondi à esfomeada Bishop. Céus, como ela come! Ao invés rumei para o elevador, eu tinha um pedido para fazer. E precisava do incentivo certo.

—----------

— Gibbs! O que você está fazendo aqui? Eu não tenho nada para você! Não me chegou nenhuma evidência! Eu vou ligar para o McGee ou para o Tony para saber o porque que eles não me entregaram nada...

— Calma, Abbs. Não tem nenhum caso hoje. Eu só preciso da sua ajuda. – e aproveitei a oportunidade para entregar o CAF-POW!

— Pode me dizer – ela olhava concentrada para o computador com os dedos prontos para voarem pelos teclados. – eu descubro o que você quiser em segundos! Vamos lá!

— Onde eu posso conseguir um vestido?

— Gibbs! Um vestido? Eu, bem... é.... – ela tinha um olhar estranho.

— Não é para mim, Abby! Para a Liz!

— Ah! Sim! Claro, claro! Para a Liz! Mas por um momento eu achei... deixa pra lá. Na loja, oras!

Ela é mais esperta que isso! Por isso só a olhei com a sobrancelha levantada.

— Ok, que tipo de vestido?

— Para um baile!

— Você vai levar a Lizzy naquele baile presidencial que todos estão falando?

Eu nem lembrava que tinha esse baile, também.

— Não, Abbs. O baile de pai e filha da escola dela.

A minha primeira filha adotiva parou, me olhou e depois começou a pular na minha frente. E a cada pulo uma palavra diferente.

— Isso. É. Tão. FOFO!!!! – o grito dela deve ter sido ouvido no Capitólio. – Gibbs! Temos que achar o vestido mais lindo!

Como eu pensava, o grito de Abbs chamou a atenção de muita gente, e não demorou para que os quatro aparecessem na porta do laboratório.

— Gibbs! É que ouvimos a Abby gritar e viemos ver se está tudo bem... – Ellie disse. – Esses salgadinhos são de quem?

Eu entreguei o pacote para ela, e recebi um olhar espantado dos outros. Era simples. Eu não tinha ideia do que teria que comprar, então precisaria da ajuda das meninas, e nada mais fácil para pedir ajuda do que amolecendo as três.

— Quem vai precisar de um vestido? – Tony perguntou cheio de segundas intenções.

— Lizzy.

— Mas ela já não tem? – Ziva disse.- Na última vez que jantamos na casa do Ducky ela estava com um vestido bem bonitinho, com flores e um laço....

— Um vestido para um baile! – Abby intercedeu.

— O BAILE PRESIDENCIAL? – Os três intrometidos perguntaram.

Eu já estava começando a desistir de tudo isso. Talvez jogar videogame seria melhor no final das contas.

— Não. O baile de pai e filha, da Escola da Lizzy. –Abby continuou. — Não é fofo?

— Eu não faço a menor ideia de onde vende esse tipo de vestido. Não mesmo. – Tony foi o primeiro a cair fora.

— Em Israel não tem essas coisas. Mas eu posso ajudar a achar um vestido bonitinho para ela.

— Eu também! – Ellie com a boca cheia de Doritos respondeu. – Eu gosto de fazer compras.

— Bom, Gibbs, Você tem três ajudantes agora. Quando é o baile?

— Próximo sábado!

— O QUE? – As três gritaram ao mesmo tempo.

— Próximo sábado!

— E por que você só está falando disso hoje com a gente? – Abby reclamou – Não dá pra organizar tudo tão rápido. Hoje é quarta-feira! Falta muito pouco tempo!

— Muito pouco tempo, mesmo. – Ellie continuou.

— Dá tempo. – Ziva foi prática.

— Não dá. – Abby bateu o pé.

— Não é um casamento! É um baile para uma criança.

-Ziva... Ziva ... Ziva... você falou a palavra com “C”. – Tony cantarolou.

A israelense apenas fez uma careta.

— Mas mesmo assim, dá tempo!

— Só se você for ninja!

— Abby, esqueceu que é assim que nós a chamamos? – McGee respondeu

— Epa...

Eu começava a pensar que isso tudo tinha sido uma péssima ideia, enquanto eu assistia às meninas brigando sobre quer cor teria que ser o vestido e os sapatos e o cabelo, e a maquiagem?

— Maquiagem?! Liz só tem sete anos! Nada de maquiagem! Isso não.

— Mas Gibbs, a gente pode passar uma sombra para destacar o olho dela, — eu lancei um olhar enfurecido para a loira, quem ela pensa que minha filha era? — Ou não. Nada de maquiagem. – Bishop continuou.

Dinozzo tinha aparecido com um balde de pipoca e ele e McGee estavam sentados no chão observando a discussão. E eu estava tentando ignorar as ideias absurdas. Eu pedi o nome de uma loja e elas queriam decidir tudo. Foi quando meu telefone tocou. Chegou um caso. Salvo pelo gongo, porque o assunto agora era a minha roupa.

— Mas, Gibbs, sério! O que você vai vestir?

— Roupa!

— Sim. Qual roupa?

— Terno?

Ziva não estava satisfeita, nem Bishop.

— Não pode ser qualquer terno, Gibbs. Afinal é o primeiro baile da Lizzy. E tem que ser especial.

— Eu tenho um terno.

— Não tem não... – Ziva bateu o pé.

— Meninas – DiNozzo chamou.

— Que foi Tony?

— O caso.

—---------------------

O caso não foi tão complicado assim de se resolver. Mas pelo menos deu um tempo no falatório das garotas. Eu começava a pensar que Lizzy tinha razão, melhor ficar em casa.

Já era tarde, tinha deixado o convite do baile em cima da estação de trabalho de meu porão e começava trabalhar nos últimos detalhes do meu último barco. Faltava muito pouco para esse aqui ir para a água.

Lizzy, que tinha ficado aqui em baixo me fazendo companhia silenciosa, tinha pegado no sono e ressonava no sofá que agora eu colocara aqui. Ela não gostava de ficar sozinha, então, quando eu descia para trabalhar no barco, me acompanhava; às vezes me ajudava, outras, fazia seu dever de casa, ou apenas pegava um livro e ficava por aqui, esticada no sofá, usando o cachorro como travesseiro, lendo. Hoje era uma dessas noites, assim, rapidamente, ela pegou no sono. Como estava frio, resolvi leva-la para seu quarto o mais rápido possível.

Subi as escadas com ela no colo, sendo acompanhado por seus fieis escudeiros. Coloquei-a na cama e fiquei observando se não iria acordar e se assustar. Devo ter ficado uns dez minutos ali, vendo-a dormir, e quando notei que ela só acordaria ao amanhecer, voltei para o porão. Essa era aquela hora da qual eu não gostava. Quando eu ficava sozinho com meus demônios particulares. Então, para tentar acalmá-los, voltei para o meu barco.

Podia jurar que tinha deixado a luz apagada, mas quando abri a porta que dava acesso da lavanderia para o porão, a luz estava acessa. Foi somente quando tinha descido dois degraus que uma voz ecoou, vinda da parede mais afastada.

— Pagaria muito dinheiro para ver você nesse baile, Jethro!

Então, depois de quase dois anos, ela finalmente apareceu. Não apressei o passo para descer. Só havia uma saída dali e, se ela quisesse sair, teria que passar por mim.

— Bom saber que é você e não outra pessoa que vem tomando o meu Bourbon, Jen.

— Vai me dizer que esse porão virou um bar clandestino agora? – E lá estava ela. O tempo tinha sido mais generoso com ela do que comigo. – Diga logo! Eu sei que estou velha. Quanto mais rápido disser, menos irá doer.

Fiquei encarando-a por um tempo. Foram seis anos entre Paris e ela aparecer como a minha chefe, e a agora mais sete, da sua falsa morte até o dia de hoje, e, por céus, ela parecia realmente a mesma.

— O gato comeu sua língua? – Ela sorriu sarcástica. – Ou melhor, a gata. Deve ter sido nos últimos minutos, porque até meia hora atrás você e Lizzy estavam conversando ocasionalmente. Nem acredito. Dois anos com você e ela virou uma muda funcional!

Eu poderia ter respondido, mas fazia tanto tempo que não escutava o som de sua voz ou o seu tom de sarcasmo e acidez que a deixei falando.

— Eu não vou preencher todas as lacunas dessa conversa, Jethro. Por favor, diga alguma coisa!

— Você parece bem, Jen. Tempo foi generoso com você.

— Querendo me agradar ou com medo de que te dê uma martelada na cabeça? – Ela pegou o martelo e brincava com ele em suas mãos.

— Nah. É verdade.

— Sei... não posso dizer o mesmo. Tenho te visto com mais frequência que possa imaginar.

— Sei. Escuto você por aqui.

— Sobre isso. – ela disse mordendo o lábio. – Ainda vou precisar da sua hospitalidade, mas não posso contar para a Lizzy, ainda.

— O que você está fazendo?

— Sigiloso.

— O caramba que é. Você não consegue mentir para mim!

— CIA.

— Justo eles?

— Pagamento pela morte de Rene Benoit.

— Foi você, então.

— Já sabia disso. Franks te deixou uma caixa bem recheada de segredos.

— E você deixou uma cápsula para trás.

— Eu sei... – ela suspirou. – E então, quais são as novidades?

Apontei para o papel em sua mão.

— Isso? – Ela levantou as duas sobrancelhas, o mesmo gesto que a sobrinha tinha feito mais cedo. – Você realmente vai levar a Lizzy? Aliás, de onde você tirou Liz? Apelido do apelido?

— Sim. O baile.

— Sei que você adora crianças e sou grata por tudo o que vem fazendo pela Elizabeth. Mas Jethro. Realmente, não precisa disso. Você não gosta disso.

— Não tive a chance de levar Kelly.

Ela compreendeu. E me lançou um sorriso que era um misto de sinto muito com faça o que você quiser.

— E então?

— O que?

— Sempre desentendido... O apelido do apelido.

— Simples. Você é Jennifer, sempre se apresentou como Jenny e eu te chamo de Jen – ela fez uma careta para o apelido. O mesmo com a Liz.

— Claro! Vamos encurtar os nomes das garotas Shepards! – ela sorriu brincando. – Só você mesmo! Sabia que só você e a Lizzy que me chamam de Jen?

— Então somos dois preguiçosos.

-Você?! Deixe-me ver... sim. Ela não.

— Começou você. Ela tem privilégios?

— Mas é claro! É minha sobrinha e afilhada!

— É minha filha agora.

— E isso nos torna parentes, Jethro. Você vira Shepard agora?

— Você vira Gibbs!

Ela gargalhou com vontade dessa vez. Talvez um pouco mais alto do que deveria.

— Vai acordar a Liz.

Nós dois paramos para escutar se algum barulho vinha das escadas, mas Lizzy não me desapontou e continuava dormindo.

— Ela dorme que nem você.

— Como assim?1 – Jen me olhou confusa.

— Praticamente desmaia a noite inteira e é um custo para ser acordada de manhã.

— Bem vindo à família Shepard! Falando em boas vindas, cadê o Bourbon?

— Acabou.

— Você tá brincando comigo! Passei o dia inteiro em uma reunião chata, ouvido um bando de marmanjo chauvinista falar besteira, só pensando na hora em que eu iria desfrutar de um minuto de silêncio no seu porão tomando o seu Bourbon. E agora você me vem com essa? Decepcionante. – ela fez uma falsa cara de tristeza enquanto me olhava.

— Não tem.

— Você já foi melhor que isso, Jethro. Muito melhor. – ela levantou e foi em direção ao barco. – À proposito. Qual é o nome desse aqui? – apontou.

— Jenny.

Ela arregalou ou olhos e sua boca formou um perfeito “O”. Ela foi pega de surpresa e isso era difícil. E pela primeira em muito tempo, ela não tinha palavras.

— E então?

— Eu...Jethro... acho que devo dizer obrigada, não é?

— É você a educada aqui.

— Obrigada. – Ela veio em minha direção e me deu um beijo no rosto. – Falta muito para ficar pronto? – Ela aproveitou a pouca distância e enlaçou nossos braços enquanto parava com o rosto virado para o barco.

— Alguma coisa. Você acha que poderá ir com a gente na viagem inaugural?

— Esse “alguma coisa” significa quanto tempo?

— Dois, três meses.

— Então na primavera? Próximo do aniversário da Lizzy?

— Sim. O aniversário dela é uma boa data.

— Sim. Estou quase saindo, Jethro. De verdade. Já deu. Tenho que parar.

— Então você vai ficar?

— Sim e não. Vou passar mais tempo em Washington, com certeza. Por isso precisarei de sua hospitalidade mais vezes. Mas ainda tenho duas viagens marcadas. Por isso não quero contar para a Lizzy. Não sei o que pode me acontecer. Não quero que ela me veja amanhã e depois, quando eu for viajar, se algo me acontecer, ela tenha que passar por todo luto de novo.

— E eu?

— Você. – ela se virou na minha direção. – Minha culpa.

E ela não disse mais nada. E eu só a encarei.

— Saudades. Queria te ver de perto. Queria isso. – ela apontou para nossos braços. – Sentia e sinto sua falta. – Ela deu de ombros.

— Teve outras chances, por que hoje?

— O baile. – ela sorriu de novo.

— Não pode ser?

— Queria ver a sua reação quando eu pegasse no seu pé!

— Você fez isso por bilhetes nos últimos dezenove meses.

— Mas nunca vi a sua reação. Mas é sério. Como vão os preparativos?

— Pedi ajuda para as meninas.

— Ziva e Abby? Gostos completamente opostos. Acho que é melhor levar a Lizzy com você, as três juntas vão trabalhar melhor.

— E Bishop.

— Quem é Bishop?

— Uma nova agente da equipe. Come o tempo todo, senta no chão e só se concentra ouvindo música com o fone de ouvido.

— Sei... três gostos completamente distintos... Jethro, — ela se virou para me encarar e colocou as mãos em meus ombros — você vai ter trabalho!

— Se você for será mais fácil.

— Sabe que te ver sofrer enquanto está dentro de um shopping lotado, fazendo compras com quatro garotas é uma cena que eu realmente gostaria de ver?

— Mais do que me ver dançando em um baile?

-Sim – E o sorriso diabólico de quem tinha um plano estava ali.

— Você vai dar um jeito de ver isso, não vai?

— Hum hum... – ela balançou a cabeça. – Considere a punição pela falta do Bourbon de hoje.

— Você costumava ter punições diferentes...

— E você costumava ser mais cavalheiro nas preliminares, Jethro! Falando nisso, posso ocupar sua cama hoje?

Dessa vez fui eu o pego de surpresa.

— Você disse que Liz desmaia dormindo. Se eu dormir a alguns passos dela e sair antes que ela levante vai ficar tudo bem.

— Você? Na minha cama?

— Qual é, Jethro. Como se nós dois não tivéssemos feito isso antes! Eu só quero dormir!

— Você estava dormindo no sofá!

— E não sei como você dormiu lá tantos anos! Céus! Suas costas não te mataram não?

Apesar de ter feito a oferta do sofá, eu não soltei o seu braço.

— Eu tô bem vivo, não é?

— Não foi engraçado.

— Vamos subir. Você parece mais velha olhando de perto. Tem alguma mala?

— Velha!? Por que não falou mais cedo?

— Abaixe o tom. Liz pode desmaiar, mas Ice escuta muito bem. Falando em animais. Onde você achou aquela gata? Em um hospício para felinos?

-Ela é linda não é? Achei que Lizzy fosse gostar.

— Ela é maluca! Jen, aquela coisa falta pouco arrancar a cabeça de alguém tem dia. Sabe, o Leon esteve aqui e a coisa quase o matou! Sem contar que de vez em quando ela sai brigando com o cachorro que é umas boas quatro vezes maior que ela.

— Vai me dizer que você não entendeu a referência?

— Referência!? Tá falando que nem o DiNozzo agora?

— Entre o Ice e a Ginger!!

— Você é mais louca que a gata!!

— Eu sou a gata, Jethro. E você o Ice. Se vire com isso!

E não falamos mais nada, pois chegamos no meu quarto, e bem, a Lizzy estava do outro lado, mas mesmo assim, quando achei que teria uma vantagem pela volta dela, ela estava, morta para o mundo. Deveria ter comprado Bourbon.

Notas finais
Será que Gibbs teve uma boa ideia ao chamar Ellie, Abby e Ziva para ajudar? Será que isso vai dar certo? E se vocês acharam que eu iria deixar a Tia fora da festa, estavam enganados. E, logicamente, ela chegaria do jeito dela, e Jibbs já se bicaria do início!! Muito obrigada por lerem e até o próximo!