Notas iniciais
Yeeey~ aqui estou! Mais rápido que antes, não? huhuhu enfim, esse capítulo nos traz mais uma parte do passado de Kanda, mas aind anão acabou, hein! Eu já iria colocar mais uma parte, mas quando percebi estava ficando longo e pensei e deixar pra outro capítulo... Nesses últimos, tenho deixado o romance de lado, mas é que não vi como encaixar, mas logo voltaremos ao jeito romântico de ser U-U haahahaha estou ansiosa para escrever os dois juntos de novo hehehe Obrigada por acompanharem! E àqueles que comentaram, tá legal que fiquei um pouco chateada pois muitas pessoas deixaram de deixar reviews e tals... Mas agradeço do fundo de meu coração àqueles que usam de seu tempo para ler e comentar! Amo vocês (se declarando aqui kkkk). Boa leitura! (qualquer erro me avisem hahaha, estou um pouco distraída esses dias...)

Sim, naquele dia eu tive vontade de gritar como nunca para os céus. Soltar tudo que havia escondido e tudo que queria esconder, queria liberar tudo aquilo pensando que talvez finalmente sairiam e dentro de mim e nunca mais voltariam para me atormentar.

Eu acho que gritei, não me lembro...

Me esforcei o quanto pude e tudo que vi foi o mundo ruir ao meu redor...

Para sempre.

Eu me esforcei até o limite para que isso não acontecesse.

OoOoOoO

”-Yuu onii-chan...?

Aquela voz...Kanda mal podia acreditar que estava ouvindo de novo.

–Cho...?- perguntou, mas tão baixo que não parecia estar perguntando para a irmã do outro lado da linha, mas sim para o nada.

–Sim... Sou eu- a garota riu, mas Kanda estava estático segurando o celular colado ao ouvido- há quanto tempo, né?

Tempo? Faziam anos que não se viam...Desde que ele tinha oito, nove anos...

–Sim- Kanda respondeu em uma voz robótica- muito tempo.

–Aaah- a garota suspirou, o ar que havia soltado pela boca no telefone provocou um barulho estranho vindo do celular do rapaz- você não faz ideia do quanto eu queria falar com você! Eu sinto muita saudade do meu irmão.

–Sim, eu também, Cho.

E não era mentira. Queria estar do lado dela, pelo menos, se isso não fosse quase impossível, era a pessoa da família com quem mais se dava bem. Apesar de não se verem há tanto tempo, a relação não parecia amarga quanto imaginou que estaria.

–Eu gostaria muito de perguntar várias e váááárias coisas sobre você!! Mas infelizmente agora o tempo está bem apressado para poder conversar direito...

Ah, ele já imaginava onde essa conversa iria parar. E não gostava nada dessa ideia.

–Isso mesmo, Yuu- Cho bufou, já que não queria falar sobre isso com ele, queria conversar sobre algo trivial, como irmãos e não sobre essas coisas- a mamãe me pediu para ligar... Ela quer conversar com você.

–Mas...Por quê? Ela não havia dito e repetido várias vezes que nunca mais iria me ver. E agora...

–Eu sei, né?! Primeiro fala besteiras e depois...- bufou- de qualquer modo, Yuu, acho que você não tem escolha. Fale com ela. Ah, quem sabe eu possa falar junto? Ficar do lado ouvindo, só pra que você sinta o apoio moral?

–Não, não se envolva nessas coisas.

Viva a vida o quanto pode. Era o que queria dizer.

–Hunf... Bem, agora eu realmente tenho que ir. Desculpa, Yuu, até mais! Vou te ligar mais vezes, tá? Quando a mamãe não estiver por perto... Tchau, Yuu.

–Tchau...

E a conversa cessou. Kanda mal podia acreditar que havia acabado de acontecer, olhou fixamente para a tela menu do celular como se pudesse verificar a realidade naquela tela.

Cho acabara de ligar. Ouvira sua voz. Parecia bem, saudável, feliz como esperava que estivesse. Parecia continuar com a mesma personalidade que tanto relembrava seu pai.

Como ela estava vivendo com “ela”, chegou a imaginar muitas vezes a infelicidade da garota.

Pelo menos ela estava rindo.

Mas, e ele mesmo?

E agora, do nada, precisava falar com a pessoa que menos o queria no mundo? Embora fosse justo aquela que o colocou no mundo... Mesmo que tivesse deixado claro que se arrependeu disso.

Se iria encontrá-la? Mas nem fodendo...

O moreno guardou o celular, mas não sem antes conferir as chamadas para ter certeza da existência daquela ligação em particular. Ajeitou o sobretudo negro que vestia e seguiu rumo ao bar, procurando qualquer tipo de vida humana que pudesse encontrar.

Iria fugir desse encontro nem que precisasse ficar fora de casa para sempre.

OoOoOoOoOoOoO

Tudo começou a despedaçar a partir daquele momento. Os cabelos platinados tingidos de sangue. O pequeno corpo se remexendo nas mãos dos homens. A mulher de cabelos loiros. Os gritos de desespero. Os olhos cinzas claríssimos se encontraram com o fundo negro dos olhos de Kanda. Foi apenas um momento, mas ele sentiu em si mesmo o medo que o albino sentia. As pupilas tremiam como se gritassem por socorro.

E os olhos se fecharam. Kanda não viu o que aconteceu, estava focado demais nas íris amedrontadas que agora se fechavam lentamente, sincronizadas com o bater do corpo desacordado no chão.

Quando percebeu, o grupo se voltava para ele. Os canos sendo arrastados pelo chão, fazendo um barulho metálico assustador, os corpos gigantes de movendo em um gingado terrível, os olhos fundos e escuros, os corpos sujos, os sorrisos maléficos. O pentagrama estampado no corpo de cada um deles.

Estava paralisado.

–...garoto- um deles disse, não importava qual deles era, pois todos eram igualmente assustadores- você viu, não viu?

O moreno não sabia o que fazer. Dizer sim e ser morto? Dizer não, talvez? Mas seu corpo tremia e seus olhos não saíam do corpo caído do garoto albino a metros de si. Não tinha como enganar. Não com todos aqueles sinais inevitáveis que seu corpo dava.

–Ah, você viu- ele riu- você não quer acabar como ele, quer?

Kanda olhou de novo para o garoto, como se quisesse confirmar o estado de “como ele”.

–Bem, você que nos desculpe, pirralho. Mas nós não podemos deixar alguém escapar e espalhar por aí o que acontece por aqui.

–Olha, só- outro disse- olha as roupas dele. Aposto que é uns daqueles riquinhos que vem aqui de vez em quando!

–Filhinho de papai, o que faz aqui no escuro? Vai brincar com sua família milionária. Esse lugar não é seu parquinho.

–Ele me lembra aquele outro que matamos semana passada- riu.

Não estava frio. Estava calor demais. O suor escorria da testa de Kanda e molhava todo seu pescoço, mas mesmo assim o corpo teimava em tremer como se estivesse na neve. E cada frase que saía da boca deles soava como uma ameaça.

Os canos e objetos que seguravam tinham manchas vermelhas. As roupas também.

Não queria que seu próprio sangue tivesse que manchá-los. Não queria ser deixado para morrer como o garoto e a mulher.

Não queria gritar em desespero, encurralado naquele lugar sujo.

Um homem se cansou, Kanda apenas ficava encarando o vazio. Tudo o que eles queriam era se livrar do garoto. Avançou sobre ele enquanto devaneava seu pior futuro possível.

O cano bateu em sua cabeça, a força o jogou e o fez bater as costas na parede de tijolos. Kanda gemeu de dor, os olhos se ergueram e viram o próximo golpe vindo de outro homem aleatório. Mas dessa vez conseguiu se desviar, o punho cortou o ar e o homem cambaleou até bater na parede. Seu corpo acabara de acordar, e agora corria, tanto quanto podia, como um reflexo involuntário. Deixando as vozes enfurecidas do grupo para trás, não ligava que talvez o estivessem seguindo.

Precisava chegar até seu pai.

Precisava sair dali.

Precisava mais ainda esquecer dor gritos. E sair de perto dele.

O mais rápido possível.

OoOoOoOoO

–Me desculpe, Allen- Tiedoll disse ao albino- Kanda não está aqui...

–Ah, sim- o garoto respondeu.

Já era o quarto lugar em que o procurava. Fazia dias que não o via, o garoto faltava na escola e não parecia voltar para casa, afinal, seu tio tinha uma expressão de quem esperava que o próprio albino soubesse onde Kanda estava. O problema era que nem mesmo Alma sabia.

Allen bufou em desagrado. Onde mais ele estaria, estava perdendo sua força de vontade.

Se era para desaparecer, que o avisasse antes de tudo!

Agora o garoto encarava o jardim frontal da casa de Kanda, onde as rosas de diversas cores brincavam com a sua vista e a fonte de água chuviscava em seu rosto. Pelo menos o barulho da queda da água amenizava o silêncio.

–Eu sinceramente não sei onde ele está- o tio achou que fosse necessário completar alguma coisa para acalmar o garoto- tomara que ele apareça logo...

–Como assim? Ele simplesmente some? Não volta pra casa? Onde ele está dormindo, comendo?

Tiedoll abriu a boca, insinuando uma explicação bem dada, mas a voz foi convertida em ar, ele bufou por não ter uma resposta.

–Isso já acontecia antes.

–Antes? E como é que ele fica?

–Olha, confie mim, é muito pior encontrá-lo. Pelo menos naquela época era pior. Nós mandávamos policiais, Kevin ia junto, mas quando ele voltava, se rebelava por inteiro, quebrava as coisas, gritava, não comia... Nós decidimos deixá-lo sozinho quando ele quisesse, ter tempo para pensar, sabe? Acho que para ele, ficar sozinho é o melhor tratamento... Tempos depois ele voltava mais calmo para casa. Confie em mim, logo, logo ele volta. Hm... deve ser estresse por causa da rotina nova, escola, amigos novos...

–Hm... sei.

Allen sabia. Sabia no fundo de sua mente que havia uma mínima chance.

Uma mínima chance de que ele nunca mais volte. De que ele nunca vá a vê-lo novamente. Pois ele não entendia como alguém gosta de ficar sozinho quando sofre. Ele mesmo não gosta, apesar de já ter tentado, sem amigos nunca teria conseguido sair da pior.

O garoto acenou para Tiedoll sem dizer uma palavra. O tio sorriu desconcertado, como se procurasse mais algo para falar, mas logo Allen estava longe dele, no portão da casa, buscando em sua própria mente lugares em que Kanda pudesse estar.

E quando poderia estar ao seu lado de novo?

Seria isso? Agora que finalmente tinham firmado a relação. Os planos que ele havia feito... tudo acabava?

Allen ergueu a cabeça para frente. Logo recomeçaria a busca, só necessitava comer para conseguir energia. Mas uma cabeleira ruiva surgiu virando a esquina preocupadamente.

–Lavi?

–Allen...tá com fome?

OoOoOoOoO

Foi uma série de acontecimentos imperdoáveis. Miseráveis. Lastimáveis.

Kanda contou para seu pai exatamente o que viu naquela rua. Todos os detalhes, desde os gritos, até o olhar que garoto de cabelos brancos colocou sobre seus olhos.

E Jun ouviu com a maior atenção, acariciando a cabeça do filho até que a respiração acalma-se. Exatamente como fazia quando o moreno se assustava.

E tudo ficou melhor. Seguiram com a vida normalmente, como mais um acontecimento banal.Terrível, mas banal.

O problema era que não era.

Deixe-me contar-lhe uma história. A história de como ruiu a família Kanda. E tudo começou com as carícias de um pai que tenta acalmar seu filho depois de um trauma. Tudo começa com o encontro dos olhos negros com os prateados brilhantes.

Tudo começa naquele dia, naquela noite. Naquele beco e naquele quarto.

Pois eles não faziam ideia. Naquele momento eles nem pensavam nessa hipótese. Não sabiam como, nem quando exatamente, mas eles encontraram Kanda. O povo daquele beco, quero dizer.

Atraídos pela ganância, pelo luxo do dinheiro de uma família renomada, assim como a vingança e a garantia de que não seriam detidos pela polícia. Dois meses após o acontecido, eles já batiam na porta da casa da família, gritando nomes, destruindo o jardim, rindo em desgraça. “Acha que pode nos enganar?”, gritavam enquanto o garoto e a família fingiam não estar em casa, abraçando os corpos que tremiam.

“Não há como escapar”.

Mudaram-se várias vezes, mas de nada adiantou. Eles sempre encontravam. De um modo tão esperto, que a polícia mal conseguia prever. O desespero tomava conta dos sentimentos, a agonia predominava em qualquer ambiente novo, mas a família continuava unida.

“Nunca vamos nos separar, logo isso vai acabar”.

Já estavam daquele jeito há meses, mais de um ano fugindo.

Dormir? Kanda mal conseguia. Todas as vezes que fechava os olhos, só podia ver as lágrimas escorrendo dos olhos prateados. E ,então, a dor.

Quantas vezes não se reuniam para jantar em família, comendo comida congelada, ou entregue por delivery, sem dizer ao menos uma palavra. Apenas quando alguém soltava, entre lamentos, palavras de falsas esperanças que mal enganavam a si próprias.

Quantas vezes não estavam calmamente voltando ao normal, quando o caos lhe batia na porta novamente. Gritando desaforos e ameaças, destruindo suas coisas.

Até mesmo Kanda sabia que era impossível fugir para sempre.

Aconteceu, enfim.

Naquele dia, haviam se mudado para uma casa havia duas semanas. Cho saiu com Mayumi para buscar comida em uma loja por perto, deixando Jun e Kanda a cuidar do casa.

O pai resolveu cozinhar. Kanda se lembra muito bem de todos os detalhes. Jun havia acariciado sua cabeça bem forte, tanto que o garoto apertou o rosto e o corpo curvou um pouco para frente. Ele havia rido e dito com toda a animação possível que iria preparar a melhor panqueca do mundo, ergueu os braços para o alto e deu um grito de guerra sem noção. Kanda negou, disse que nunca conseguiria. Então ele riu. Apertou os olhos como sempre fazia, pedindo para que Kanda subisse para seu quarto e pegasse o livro de receitas de sua mãe.

Ah, se ele soubesse que seria a última risada... Teria rido junto com ele. Teria dito que, sim, ele era capaz de fazer a melhor panqueca do mundo.

Teria pedido desculpas.

Subiu cada degrau em um pulo. Seus pés faziam um barulho abafado quando usava aquelas meias fofas. Correu até o quarto de sua mãe, pulou a cama de casal até uma caixa ainda não desfeita de mudança, e tirou de lá um livro de capa verde. Sorriu ao ver a letra da sua mãe estampada na folha.

Mas ouviu um barulho estranho vindo de algum lugar. Quase como um reflexo, jogou o livro no chão e o sorriso se desfez, transformando-se em preocupação. Saltou na janela para observar lá fora.

Estavam entrando. Estavam entrando. Conseguia ver o portão arrombado. Aqueles homens, carregando seus objetos violentos, andavam daquele mesmo jeito assustador até a porta da casa.

Seu pai estava na cozinha.

Kanda desceu os degraus tão rápido quanto pôde. Segurou seu corpo no corrimão.

O que faria?Onde estavam?

Ele torcia para que fosse mais uma ilusão. Um sonho como todas as outras vezes. Fechou os olhos, piscou várias vezes, mas todas as vezes que tornava a abri-los continuava segurando-se no corrimão da escada.

Ouviu algo se quebrando na cozinha. Pulou no chão e correu até a porta. Seu pai estava lá, com aquele mesmo avental que usava para fazer o café da manhã todos os dias e tentava esboçar um sorriso que pudesse ser capaz de tranquilizar o rosto assustado de seu filho.

Mesmo que estivesse caído no chão, sujando o piso com o sangue que escorria sem parar de seu ferimento.

Mesmo que estivesse morrendo, se engasgando com o próprio sangue em meio as falas daqueles homens que ainda iriam continuar a lhe machucar, Kanda viu seu pai esboçar nos lábios um sorriso terno como sempre, os olhos apertados como sempre fazia. Mesmo que ele tenha dito claramente à Kanda “fuja e me deixe”.

Ele quebraram mais coisas da cozinha.

“Onde está o cofre?”

“Onde está o dinheiro?”

Como seu pai falaria? Engasgado em seu próprio sangue?

“Onde está o maldito garoto?”

O moreno desviou o olhar de Jun. Escondido atrás da parede, só ouvia aqueles homens perguntarem por sua pessoa.

Quase podia sentir o cheiro de sangue.

Era só imaginação? Sentir o cheiro do sangue invadir seu corpo? Ou seria por causa dos lamentos de seu pai, que imaginava estar em seus últimos suspiros mesmo quando ainda ouvia a gangue quebrar-lhe ossos, bater em seu corpo, que estava sangrando até a morte quase ao seu lado?

Ou seria o medo de terminar como aquele garoto? Com o corpo tingido do escuro vermelho?

“Fuja e me deixe”.

Como um filme de ação, ele sentiu que deveria ficar com seu pai, suportar até o fim e não desistir. Mas o cheiro o fazia enjoado, o medo agora controlava seu corpo.

O impulso de fugir e seu lado covarde soaram mais alto que as emoções puras e seus valores de família.

E ele correu. Subiu as escadas para fugir daqueles que ainda estavam na porta de entrada. Pulou a cama de casal, trombou naquela caixa não desfeita e acabou amassando o livro de sua mãe. Só sabe que seu corpo e o desespero em fugir dali o fizeram pular da janela, a parte que parecia ser a única rota de fuga possível.

Seu corpo cortou o ar por um instante e então sentiu bater na grama verde. Não sabe se realmente doeu, estava em um pânico tremendo que nem sentia ser capaz de sentir algo. Levantou por poucos segundos até cambalear e as pernas falharem. Caiu no meio daquela moita, escondido dos homens, o sangue que escorreu de sua cabeça cobriu sua visão. Tudo ficou escuro.

Tudo acabou naquele dia.

A polícia chegou alguns minutos depois, por causa do alarme da casa.

Dos dois membros da família Kanda presentes na casa naquele dia, o pequeno foi o sobrevivente.

ooOoOoOoOoOoO

Allen devorou o sanduíche em uma bocada. Quando encontrou Lavi na rua, mal esperava que fossem almoçar juntos. Ainda mais que todos estariam aqui.

Em um mesa gigante como aquela, a gangue inteira se espalhava. Lavi, Alma, Krory, Daisya, Marie... cada um sentado em sua cadeira e esperando que os pedidos logo viessem para acalmar os estômagos.

–Então- Allen disse, se sentindo alheio àquele grupo distinto- qual o motivo disso aqui?

–O que você acha?- Alma perguntou.

–Hm... Tenho a leve impressão que...é sobre um certo moreno alto, de rabo de cavalo, ranzinza e narcisista.

–Narcisi...?...É pode ser. É isso mesmo.

–Alguma notícia dele?- Allen perguntou, já pegando outro sanduíche no monte à sua frente.

Estranhamente, todos se entreolharam em preocupação. Os olhares desconcertados rolaram por toda a mesa e fizeram Allen largar o sanduíche no prato para dar toda a atenção à mensagem.

–Ah- Alma disse com uma certa irritação- pode apostar que TODOS temos uma notícia dele em mãos.

Notas finais
E aí? E aí? Mereço reviews e biscoito? kkkk só reviews já está ótimo! haha obrigada por ler, até mais!