Back in Black

16 This is the Proof


Notas iniciais
Eu não vou enrolar muito, mas esse capítulo deu bastante trabalho. Pelo fato, de eu estar tentando vivenciar as emoções dos próprios personagens principalmente em alguns que estão praticamente destinados como Allice e Sam. Eu fiz o meu melhor e essa cena não vai ficar nada romântica já aviso, mais ou menos... Boa leitura Hunters!

POV'S Allice;

– E como você quer que eu te prove Sammy? — sorri.

Eu sabia bem como, derrotamos Lynn, impedimos que o primeiro selo do apocalipse fosse violado, e depois eu iria embora... Sam nunca mais iria me ver, então... por que não?
Talvez eu estivesse sendo precipitada, todo esse tempo repelindo qualquer sentimento de Sam por mim, e afastando qualquer atração que eu sentisse por ele, mas agora... eu o queria, e não sabia muito bem o por que...

– Não me chame assim. — ele disse friamente.

Dei um suspiro frustrado, eu tinha de olhar para cima se eu quisesse falar com Sam. Eu odiava ter de fazer isso.

– Você quer se fazer de difícil? — perguntei, e não obtive nenhuma resposta, como imaginado. — Tudo bem.

Ele estava sendo uma criança mimada, eu sei o que fiz e tenho plena consciência de que estava errada, mas Sam não sabia os meus motivos. Se alguém tinha o direito de ficar irritada por alguma coisa. Esse alguém era eu.

A raiva subiu pela minha cabeça, e eu empurrei Sam com força na parede.

Ele me encarou surpreso.

– Mas o que...

Quando me dei conta eu estava puxando seu corpo contra o meu colando nossos lábios. Sam pareceu atrapalhado, tentando lidar com o que estava acontecendo. Por isso o beijo foi confuso, mas foi o suficiente para transmitir a urgência, e tudo o que eu estava sentindo naquele momento.

Porém, Sam separou nossos lábios antes de mais nada.

– Allice? — ele me encarou ofegante, com os cabelos meio bagunçados — Nós... você... — ele parecia tentar falar alguma coisa, sua expressão demonstrava confusão.

– E- Eu não sei... eu agi por impulso... — de repente eu mal conseguia olhar em direção a ele. O que estava acontecendo, afinal?

Ele me encarou desacreditado.

– Você agiu por impulso? — ele estava se recuperando aos poucos da surpresa, seu rosto estava ficando vermelho, mas dessa vez... eu presumi que fosse de raiva — Droga, Allice! Todo esse tempo você me afastou, e do nada me beija?! Sem mais nem menos?

Ele fez uma expressão perplexa.

– Você acha que eu sou algum tipo de brinquedo? — ele vociferou furioso.

Eu o havia deixado irritado realmente, eu estava torcendo para que Dean tivesse levado os anjos para bem longe dali, pois o volume da voz de Sam , não era nada baixa.

Eu não pude deixar de me retrair desajeitadamente, envergonhada.

Sam, que estava do outro lado do quarto, agora veio em minha direção em passos largos.

– Sam... o que? — ele não respondeu.

Então da mesma forma, ele me empurrou na parede, mas com muito mais força do que eu havia feito anteriormente, de modo que eu senti todos os ossos do meu corpo chacoalhando com o impacto.

Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, Sam puxou meus braços para cima prendendo-os com uma das mãos, me deixando completamente incapaz de me defender. Ele me beijou rapidamente, como se ele dependesse daquilo e eu retribuí quase de imediato. Sua língua invadiu minha boca de maneira desesperada me deixando quase sem fôlego.

Eu sentia a raiva se esvair de mim, aos poucos. Quando me dei conta, eu já estava totalmente entregue ao braços de Sam.

Com uma das mãos livre, ele vasculhava cada parte do meu corpo rapidamente. Enquanto a outra impedia os meus braços de puxarem ele mais para mim. Sam não tinha muito espaço para continuar sua busca, pois nossos corpos estavam colados demais, era como se estivéssemos tentando nos fundir ali mesmo.

Estava ficando desconfortável para nós dois, Sam tinha de se inclinar sobre o meu corpo, para que assim, conseguisse alcançar a minha boca.
Ele pareceu ler meus pensamentos, e sua mão livre que segundos antes vasculhava o meu corpo, descobrindo os meus pontos fracos, agora deslizou sobre minhas costas e agarrou o meu traseiro. Com um puxão firme para cima minhas pernas o envolveram imediatamente, o movimento fez com que eu arfasse por entre os lábios de Sam.

Eu estava sentindo uma leve pressão contra o meu ventre anteriormente, agora, era como se fossem apenas os tecidos da calça que nos separassem. E eram.

Eu tentei beijar Sam novamente, mas ele se esquivou e caiu de boca em meu pescoço. O contato de sua língua contra a minha pele quente fez com que um choque térmico percorresse-me da cabeça aos pés.

Eu gemi. Fazendo ele rir contra a minha pele.

Sam distribuiu chupões por todo o meu colo, ainda me incapacitando de tocar nele. Eu me contorcia e gemia baixo.

Ele parecia se divertir. Então eu comecei a jogar o meu corpo contra a sua virilha, provocando-o. O volume aumentou, e Sam gemeu baixo. Sorri satisfeita. Ele empurrou meu corpo com mais força e puxou minha blusa pra cima, soltando as minhas mãos.

Sam atravessou o quarto desesperado, me jogando contra uma cômoda fazendo com que eu me sentasse ali mesmo. No mesmo momento Sam começou a massagear os meus seios por cima do bojo. Eu estava perdendo meu controle, quando Sam arrancou meu sutiã fazendo os meus seios saltarem, e começou a sugar com voracidade. Droga! Ele era muito bom!

Eu finquei minhas unhas em suas costas, ele arfou de dor. Quando uma de suas mãos puxou o meu cabelo para trás. Não amigavelmente, muito menos carinhosamente. Foi uma forma brusca e sexy.

No momento em que ele puxou os meus cabelos, minhas mãos puxaram a camiseta dele, rasgando o pedaço de pano em dois. Deixando seu peitoral exposto, completamente tentador.

Estávamos completamente dominados pelo prazer que cada um proporcionava um ao outro, minha cabeça já não permanecia mais sã e Sam parecia bem longe disso.

Ele não pareceu ligar muito pela camisa rasgada, em poucos segundos se livrou dos trapos e voltou a se ocupar com meus seios. Eu o puxei pelos cabelos fazendo ele me encarar. Seus olhos verdes azulados estavam cheios de luxúria, sua face estava vermelha e seus cabelos completamente em desordem. Seu corpo pegava fogo, assim como o meu. Quando a textura de meus seios molhados -devido aos beijos e chupões de Sam,- se encontravam com o peitoral de Sam causavam arrepios.

Estávamos em uma situação arriscada, mas eu não me permitia pensar em mais nada, a não ser em Sam.

Era diferente, aquele não era o Sam. Não o que eu conhecia, eu o havia transformado daquela forma e eu gostava disso.

Eu sorri perversamente observando seus lábios rosados, antes de puxar ele para mais um beijo demorado. Agora era a minha vez de me divertir. Durante o beijo distribuí mordidas e beijos molhados pelo rosto de Sam. Comecei a arranhar o seu peitoral e dar diversos chupões na região de seu tórax assim como ele havia feito comigo. Sam gemia baixo, enquanto suas mãos ainda massageavam os meus seios.

Minha mão deslizou por entre a sua calça, e se fechou envolta de seu membro rígido, Sam sussurrou algo quase inaudível. Então eu comecei a estimulá-lo devagar, fazendo movimentos e ao mesmo tempo acariciando seu rosto com a outra mão.
Quando eu percebi que Sam estava ficando mais "animado" eu parei.

Ele me olhou de cara feia.

Eu olhei dentro de seus olhos e exclamei.

Sammy... eu quero você.

Ele me encarou sério e me beijou, puxando minha calça para baixo de uma só vez, me deixando com a última peça de roupa minúscula, ele sussurrou no meu ouvido me causando arrepios.

– Está pronta, anjinha?

Eu sorri perversamente como resposta, mas não pude deixar de ficar ansiosa. Sam, arrancou sua calça e estava apenas de cueca boxer preta. Céus, ele era gostoso demais!

Ele pegou um pacotinho e se aproximou de mim, abriu ele em dois segundos e puxou sua cueca para baixo, revelando seu membro completamente rígido. Eu desviei o olhar nervosa, mas enquanto ele colocava a camisinha não pude evitar olhares curiosos em sua direção.

Meu corpo estava praticamente implorando por Sam, ele apenas continuava a beijar o meu pescoço, me lançando um olhar provocante de vez em quando.

Então suas mãos começaram a deslizar novamente pelo meu corpo, primeiramente pelo meu colo, depois até o meu ventre e por fim, invadiram a minha intimidade por dentro da calcinha vermelha. Eu sentia ele fazendo movimentos lentos apenas para me enlouquecer cada vez mais. Ele encontrou o ponto mais sensível e passou a estimulá-lo, eu fechei meus olhos sentindo seus dedos ágeis me explorando cada vez mais.

Sam parou com os movimentos estimulantes, eu abri meus olhos senti seus dedos afastarem a minha calcinha para o lado, enquanto ele se encaixava entre as minhas pernas. Eu ainda estava nervosa, pois Sam era muito grande. Nos dois aspectos.

Ele me lançou um olhar rápido e empurrou seu quadril contra o meu, me penetrando de uma só vez. Eu não pude evitar gemer alto, doeu de início, mas o prazer que aquilo me causou foi maior. Suas mãos agora rodeavam meu corpo e ele começou a se movimentar lentamente, seus olhos estudavam cada parte do meu rosto. Eu estava ofegante, tentando conter o prazer inigualável que aquilo me proporcionava. Minhas pernas involuntariamente rodearam sua cintura, ajudando com os movimentos.

Conforme ele foi aumentando a velocidade, eu o puxei ainda mais para mim, grudando nossos corpos. Meus dedos se enroscaram em seus cabelos medianos, puxando seu rosto em direção a minha. Meus lábios envolveram os seus com tamanha volúpia, ele gemia por entre os beijos e sussurrava palavras doces sobre o meu corpo.

Sam separou os lábios do meu e começou empurrar com força seu quadril em direção a minha virilha, de forma brusca fazendo meus ossos se agitarem novamente. Os movimentos ficaram mais intensos, e o suor escorria pelos nossos corpos. Sam agarrou as minhas coxas e eu o abracei mais forte, sua língua deslizava pelas dobras do meu pescoço, e dava mordidinhas leves de vez em quando.

Sam me virou repentinamente, de costas para ele me fazendo ficar apoiada na cômoda, ele me penetrou fortemente. Agarrando os meus cabelos com uma das mãos e a outra rodeou a minha cintura, para que eu não batesse ela contra a cômoda.
Nos movimentávamos com uma rapidez e força sobrenatural, eu sentia cada parte do meu corpo implorar pelo de Sam, o meu coração batia fortemente contra o meu peito. Eu achava que a qualquer hora ele iria rasgar o meu peito e pular para fora.

Uma sensação boa aos poucos fez o meu corpo esquentar ainda mais, eu senti Sam me apertando contra ele com mais força e ele aumentou ainda mais a velocidade dos movimentos. A sensação foi ficando ainda mais forte e em um solavanco, uma onda de prazer percorreu pelo meu corpo inteiro, ela havia me atingido tão forte que se não fosse pelas mãos de Sam me segurando pela cintura, eu teria caído.

A minha mente foi tomada por um clarão e o prazer me cegou por alguns instantes. Arqueei minhas costas e gritei juntamente com Sam, que parecia ter sentido o mesmo prazer que eu.

Os movimentos continuaram, diminuindo o ritmo aos poucos até cessarem. A minha visão foi voltando ao normal aos poucos e eu senti Sam me abraçar, ainda dentro de mim. Ele apoiou a cabeça na curvatura de meus pescoço, observei seu rosto pelo espelho que havia em nossa frente, Sam estava com uma expressão de tranquilidade e permaneceu de olhos fechados, me abraçando com ternura.

Seu coração pulsava forte, assim como o meu, e ele continuou assim, por poucos, porém longos minutos.

Ele saiu de dentro de mim, e me virou novamente, encarando os meus olhos. Ele sorria suavemente, e eu acariciava seu rosto, retirando algumas mechas, molhadas de suor.

Você é realmente especial. – ele sussurrou e quase não percebeu o que havia dito, por fim ele me beijou, calmamente. Eu mal conseguia retribuir, o cansaço havia tomado conta de meu corpo.

Sam percebeu e me pegou no colo, era impressionante o fato de ele ainda conseguir permanecer em pé. Ele me colocou em sua cama, e foi em direção ao banheiro. Quando voltou, percebi que ele havia jogado fora a camisinha. Sam vestiu sua boxer, e juntou nossas roupas que estavam espalhadas por todo o quarto.

Depois ele se aconchegou do meu lado na cama, e me puxou, me aninhando contra o seu peito.

– Boa noite, Allie. — ele disse depositando um selinho em meus lábios.

Ainda havia o bom e velho Sam, ali.

– Boa noite, Sammy. — sussurrei.

Eu queria ir dormir na minha cama, mas ali estava ótimo. Dessa vez... eu iria permanecer ali. Ao lado de Sam.

Logo após, eu adormeci.

Notas finais
Gente chama o xamu. Juliana está des-ma-ia-da! kkkkk, eu espero que vocês tenham gostado desse capítulo. Comentem, digam se gostaram, odiaram ou sei lá... comentem o que vão querer nos próximos hentais ( que por acaso vão ser muitos). Beijackles e Padakisses *3*