Notas iniciais
Acalmem-se dessa vez, eu tenho uma desculpa válida, qual? Ficar sem computador e modem, computador ficou um mês para formatar e limpar, isso mesmo, um mês... um raio, RAIO, caiu no meu modem da internet e espatifou ele, esse tipo de coisa só acontece comigo! O resto foi por que tive de ir pra casa do meu pai, e lá não tem internet, fiquei mais de 15 dias e o restante foi por que eu queria aproveitar o resto das minhas férias, esses foram os motivos, mas tenho de admitir fiquei sentindo falta de escrever para vocês. Sinto realmente muuuuuito por não ter desejado um feliz natal e um feliz ano novo para vocês! Prometo que nesse ano vou postar o máximo que puder, mesmo que fique um pouco apertado. Chega de enrolação, agora vocês podem prosseguir com o capítulo, se der o outro ainda sai hoje! o/ Esse capítulo não aconteceu poar nenhuma e.e mas pra não deixar vocês sem capítulo nenhum, resolvi trazer esse :D Boa leitura pra vocês :3

"Look mom, i’m burning” –Alessa – Terror em Silent Hill

Após a conversa longa e preocupante que haviam tido com Crowley, voltaram novamente para casa, sem palavras, sem barulhos. Um silêncio contante impregnou o carro pois eles ainda não sabiam o que fazer, cada um seguia um caminho diferente em sua própria mente.

Para Allice, o motivo de ela ainda estar ali era por Sam, ela ainda devia muita coisa pra ele, depois que eles procurassem Lynn e encontrassem Dean e Anna, ela partiria.

Ela não podia mais permanecer ali, sua cabeça não permanecia sã todo o tempo, ela talvez merecesse um pouco mais de descanso, sair, mudar pela centésima vez o seu nome, mudar de cidade e caçar sozinha. Se afastar de todos era a maior das prioridades, ela já havia permanecido tempo demais ao lado dos Winchester e de seu irmão, ela temia o que poderia acontecer caso se envolvesse ou tivesse um afeto ainda maior com algum deles. Essa era a forma que ela demonstrara proteção a eles, se afastando.
Castiel já estava acostumado com as atitudes que Allice tomara, apesar de ser totalmente contra, em alguns aspectos ele tinha que concordar com ela.

O anjo zelava pela segurança dos irmãos, por isso, constantemente sumia de perto dos Winchesters, mas continuava observando eles, vendo tudo o que faziam, para assim não deixar que nada de ruim acontesse com ambos.

Esse era o trabalho dele, ele tinha de cuidar dos irmãos para que nada desse errado, ele cuidava e sabia o que acontecia, mesmo estando ocupado com outros assuntos. Quando Allice sumia, Castiel sabia que ela não fazia para prejudicar, mas ele gostaria que ela permanecesse com ele, para ajudá-lo em outros assuntos. Castiel amava a irmã, mas tinha coisas nela, que ele não se atrevia a perguntar, como por exemplo, ele não sabia nada do que havia acontecido com ela quando ela passou a fase mais obscura de sua vida. Se dependesse de Allice, Castiel nunca iria saber a verdade.

O Winchester mais novo não tinha muita preocupação em outros assuntos desde que seu irmão sumiu, o principal era que ele o encontrasse, nada mais. Agora que Allice voltou, estava tudo mais tranquilo, seus assuntos inacabados com a anja, não passavam disso, apenas assuntos...

Agora tinha mais uma coisa para se preocuparem, uma das formas de causar o fim do mundo estava solta por aí e eles precisavam detê-la.

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Após algumas horas em um silêncio mortal, os três tinham finalmente chegado em casa. Entraram em casa e se sentaram na mesa, haviam tantos pensamentos passando pela mente de cada um, que ninguém sabia realmente o que dizer, Allice encarava as mãos entrelaçadas sobre a mesa. Esse não era o planejado, nada disso era para estar realmente acontecendo.

Havia alguém que estava alterando o destino. Poderia ser Metatron? Abbadon? Anjos? As opções eram infinitas, mas eles também sabiam que esse mesmo ser estava ressuscitando os seres que haviam sido mortos durante a jornada dos irmãos Winchester. Allice se deu conta de que havia muito mais coisa a ser feita ali, e que ela ainda não poderia partir, se não resolvesse isso logo.

Então ela se levantou e colocou as mãos em cima da mesa com certa violência, se apoiando na mesma, assustando os dois rapazes fazendo com que dirigissem seus olhares surpresos para Allice, que os encarava com um sorriso de orelha a orelha.

– Qual é rapazes! Vamos reagir, pode ser um apocalipse, mas nós ainda podemos interromper ele, temos tempo o bastante. — ela falava com certa convicção que deixou ambos os dois com uma pontinha de esperança.

– Mas... e quanto a Dean? — Sam ainda estava apreensivo em relação ao seu irmão.

Allice olhou de relance para Castiel que ainda a encarava.

– Nós vamos encontrar ele Sammy, não se preocupe, mas primeiro... — a expressão de Allice tomou um ar mais sério, enquanto a voz ficou mais grave. — temos de deter Lynn, tenho alguns assuntos pendentes com ela...

Voltando a mesma expressão animada, Allice se virou para os dois.

– Mas agora, vocês vão ter que me ajudar...

– O que houve? — Castiel perguntou preocupado.

– Eu acho que quebrei minha mão...

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Eles haviam concordado que amanhã de manhã iriam partir assim que amanhecer, mas primeiro precisavam descansar. Normalmente eles iriam caçar no escuro, pois eles não tinham nenhuma pista do paradeiro de Lynn, a essa altura ela já havia se livrado do rastreador de Allice.

A anja resolveu ir para o seu quarto mais cedo, segundo ela, procuraria algumas pistas no computador e até mesmo nos livros.
Pois ainda não se sabia que tipo de criatura eles iriam enfrentar no dia seguinte.

Sam foi para o seu quarto e Castiel ficou assistindo o noticiário, mas assim que Sam se retirou para seus aposentos, Castiel mudou de canal.

– Já que não tem ninguém... vou poder ver o que a babá fez de errado pra o Homem da Pizza.

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Após tomar uma ducha demorada Sam pegou seu computador e se aconchegou na imensa cama de casal, ele se remexia intensamente da cama a deixando completamente bagunçada, ele revirou fóruns e artigos recentes, estava quase desistindo quando finalmente se lembrou que Lynn assim que havia chegado na casa, deixou um panfleto cair e quando ela não estava olhando Sam o pegou e o guardou.

Ele colocou o laptop de lado e foi pegar o panfleto. Sam se lembrou que havia misturado com alguns livros no andar de baixo. Então se pôs a procurar.

Ele desceu as escadas e viu Castiel mudar de canal rapidamente, mas como ele se atrapalhou, voltou no mesmo canal que ele estava.

Sam escutou os grunhidos e arregalou os olhos.

Castiel finalmente conseguiu mudar de canal e Sam estava entrando de costas.

– Juro que não vi nada! Só vim pegar os livros e já estou voltando...

– Viu o que? — Castiel parecia não entender muito bem.

Sam virou e viu Castiel sentado formalmente como se nada tivesse acontecido.

O Winchester mais novo ficou sem entender muito bem.

– Bom, hã... eu achei que, você... você...- Sam começou a ficar vermelho e Castiel mudou de expressão neutra, para confusa.

–Deixe pra lá. — Sam foi em direção aos livros, mas o que ele havia procurado não estava ali.

– Cass, você pegou algum livro daqui? — Sam virou- se em direção a Castiel e arqueou as sobrancelhas.

O anjo balançou a cabeça negativamente.

Sam se lembrou que durante a viagem do dia passado Allice havia pegado um livro da estante e estava lendo ele. Sam não prestou muita atenção na capa, mas poderia ser aquele livro.

Ele olhou em volta, provavelmente Allice estaria no quarto dela.

Então subiu as escadas novamente e caminhou em direção ao quarto de Allice.

Ele bateu na porta, mas não obteve resposta, bateu na porta de novo, e o silêncio continuou, ele tentou mais uma vez, nada.

Sam então presumiu que Allice estivesse no banheiro, então abriu a porta devagar.

Assim que entrou no quarto, uma figura familiar estava de costas pra ele.

Allice estava com alguma coisa na mão, que Sam não pode enxergar pois o quarto estava escuro demais, o céu que havia poucas estrelas e havia uma lua minguante, essa era a única luz que havia ali, a luz da lua que devido a sua fase, estava um pouco fraca.

Sam procurou o interruptor e ligou a luz, Allice não se assustou — quem se assustou foi Sam -, ao ver a forma que a anja se encontrava.

Ela estava com uma regata branca um pouco transparente, ela estava segurando uma garrafa de whisky. Seu cabelo estava formado em um coque mal feito, e ela tinha uma enorme tatuagem nas suas costas, Sam não conseguiu ver muito bem a forma, pois a regata atrapalhava, mas pelo que parecia, era algo relacionado á asas.

Sam estava ainda ali, parado, em transe. Ele sentiu um nó na garganta, era como se ele não conseguisse se mover, a vontade de ele gritar e correr em direção a Allice era apenas isso, ele não conseguia.

– Allice...? — Automaticamente, a palavra saiu de sua boca com o choque. Ele ainda esperava uma resposta.

E depois de longos segundos — que mais pareceram minutos, segundo Sam.- A resposta veio.

Logo após um longo suspiro, Allice falou com a voz chorosa.

– Se você pelo menos tem uma parte humana...- Sam não entendeu de imediato, mas quando Allice se virou ela estava cabisbaixa e voltou a sua atenção a mim, ela parecia estar a ponto de chorar, mas era como se ela não... conseguisse– ...em algum momento ela vai te fazer sofrer. — ela completou a frase e tirou alguma coisa do bolso, era algo parecido com um papel. Ela o estendeu a Sam.

Então Sam começou a entender tudo, Allice estava daquele jeito por que havia se lembrado de sua família, na foto havia uma criança, que provavelmente seria Castiel, um homem na média dos 30 anos e uma mulher com os mesmos traços de Allice, a única coisa que mudara era que ela era loira, Sam presumiu que esses fossem os pais de Castiel e Allice, e por último, Allice um pouco mais jovem, sorrindo.

POV'S SAM;

Olhei novamente para ela, cauteloso. Essa era uma situação realmente delicada, ela agora estava séria. Seus olhos frios realmente demonstravam que alguma coisa havia morrido ali, fazia muito tempo.

– O que você disse que veio fazer aqui, Sam? — O seu tom não era alegra como a algumas horas atrás, era um tom de velório, frio e devastador como um furacão que destrói tudo o que encontra pela frente.

Engoli em seco.

– Eu... queria saber se... você ainda está com o livro que pegou na estante. — Finalmente alguma coisa saiu da minha boca, inacreditável, eu estava pensando em um milhão de coisas naquele mesmo momento e isso era apenas o que eu conseguia dizer.

Ela se virou, ficando de costas pra mim e respondeu:

– Está em cima da estante. — respondeu indiferente.

Eu o peguei, ele estava com diversos outros papéis em cima da pequena estante, Allice parecia ter esquecido que eu estava ali, então eu apenas peguei o livro e me dirigi a porta, assim que cheguei, percebi que precisava falar algo.

– Se você está tão abalada... — dei uma pausa para ver se ela ainda estava prestando atenção em mim, então continuei — ...não deveria ficar sozinha.

Ela respondeu quase de imediato.

– Pelo contrário Sam... é exatamente o que eu preciso.– ela respondeu tomando mais um gole do whisky e observando o céu pouco estrelado.

Não falei mais nada, apenas fechei a porta logo assim que saí e fui em direção ao meu quarto.

~~//~~

Finalmente, após ter pegado o livro eu realmente percebi que o panfleto estava lá, era algo sobre uma viagem para Pensilvânia, a cidade Ashland estava em destaque no panfleto, talvez esse fosse o lugar em que eles iriam realmente encontrar Lynn.

Comecei a pesquisar para ver se havia algum outro evento estranho acontecendo na cidade de Ashland, nada demais. Me perguntei se estava realmente certo em relação ao paradeiro de Lynn.

Comecei a pesquisar, para ver se havia ocorrido algum fato estranho nas cidades vizinhas. Então quando eu percebi, quase cai pra trás. Ashland ficava perto — exatamente a dois km de Centralia, uma das cidades mais assombradas de todos os tempos, ela teve um fim trágico, depois de tantas lendas sobre a cidade macabra, eu encontrei a verdadeira que havia lido em um site qualquer da internet :

Em 1962, iniciou-se um incêndio em um aterro sanitário nas proximidades do cemitério Odd Fellows. O fogo se espalhou rapidamente através de um buraco para a mina de carvão que ficava sob a cidade, e as chamas permaneceram queimando desde então. Nuvens de fumaça saem pelas rachaduras da estrada e grandes buracos no chão se abrem aleatoriamente, liberando um calor de mil graus e vapores perigosos no ar. A cidade foi evacuada lentamente ao longo dos anos, embora alguns moradores optem por permanecer, acreditando que a evacuação é uma conspiração por parte do Estado, a fim de obter direitos sobre o mineral das reservas de carvão antracito sob as suas casas.

População: 10 ou mais pessoas corajosas resolveram permanecer por ali.

Será que Lynn estava planejando fazer alguma coisa nesse lugar? Se ainda existem pessoas morando lá, pode ainda ter uma mínima possibilidade.

Logo após isso, eu salvei o site no meu navegador e me arrumei para dormir.

~~//~~

A noite passada foi a mais perturbada que eu tive em todo esse tempo, era eu fechar os olhos e os pesadelos começavam, a minha cabeça começava a doer quase sempre e eu escutava gritos por toda parte, era como se meus poderes estivessem voltando, mas isso é impossível! Completamente impossível!

Eu não posso deixar isso acontecer, há alguém alterando isso, eu me sinto como se estivesse com uma parede, um muro na minha cabeça novamente, que me impedia de passar, e por mais que eu arranhasse o muro, ele me parecia ainda mais forte e resistente.

Ainda tinha Allice, eu não sabia como ela havia ficado, após ter ido noite passada para o meu quarto, Castiel foi dormir também, eu não sabia o que ele estava fazendo e muito menos, pensando.

Os dois andavam muito estranhos ultimamente, eu não me atreveria a perguntar nada, mas eu também não gostaria de ficar como um idiota que não sabia de nada.

Mas mesmo assim, continuei fingindo não me incomodar, o que estava ficando cada vez mais difícil.

Mesmo assim, no outro dia partimos sem muita demora, a maioria das coisas já estavam prontas, antes de partirmos eu contei por cima o que havia descoberto, os dois sem muita escolha concordaram, afinal era isso ou continuar caçando no escuro sem saber pra onde ir e o que fazer.

Então logo após as malas que continham tudo o que não pode faltar — água benta, sal, crucifixo, spray, balas de prata, de sal, e flechas molhadas com água e sal, para a besta de Allice.

Eu peguei o meu notbook como de costume, dinheiro, cartões, carteiras de identidade falsas, tudo ok.

Eu tinha falado com os dois e eles disseram que se fossemos para Ashland seria mais fácil buscar pistas e depois se Centralia seria mesmo o lugar onde deveríamos ir.

Todos já estavam dentro do carro, então eu dei partida e fomos em direção a Ashland, Allice estava com meu Notbook e eu aconselhei ela a entrar no site que estava salvo no computador.

Allice riu.

– O que foi? — perguntei confuso.

– Vejo que você gosta de Asiáticas.

Ela virou o notbook em minha direção, arregalei os meus olhos assim que vi, se tratava do site asiáticas peitudas.com, senti meu rosto esquentar.

Castiel no banco de trás não entendia muita coisa.

– Isso é coisa do Dean, nem sabia que ele ainda usava meu computador. — digo emburrado, Allice ri ainda mais alto. — Você me parece melhor...

O sorriso de Allice foi sumindo aos poucos,até ela voltar a expressão séria novamente.

– Pois é... mas você ainda não me falou qual é o site. — ela muda de assunto.

Diminuí um pouco a velocidade, e apontei o ícone do site.

Ela agradeceu, então soltou um grito animado. Eu perdi o controle do carro, sorte que era apenas nosso carro na estrada.

– Jesus! — respirei com certa dificuldade, olhei nervoso para Allice. — Grito desnecessário!

– Foi mal... — ela sorriu sapeca- é que agora que eu percebi que, foi essa cidade que inspirou o filme Silent Hill.

– Silent Hill? Esse nome não me é estranho.

– Claro, que não, é uma das maiores sagas de jogos de terror. — fala eufórica.

Não era apenas por isso, Silent Hill aparecia em alguns dos meus sonhos ultimamente, isso também me parecia suspeito.

Uma dor forte na minha cabeça, me fez parar de pensar nisso, mas então a dor começou a ficar insuportável, eu freei bruscamente fazendo Allice quase bater a cabeça no para brisa e segurar Castiel para que ele também não batesse a cabeça.

– Sam? Sam! — Allice gritou então a minha cabeça começou a girar, e as seguintes palavras se formaram na minha cabeça.

Welcome to Silent Hill.

Notas finais
HA, final fantastico euheuheuheu' Não exagera Paula, acalme-se, pra quem acha que essa cidade é fictícia procura ai no google, existem vários relatos sobre ela, e eu achei a mais macabra, porém não sei se é a verdadeira, e trouxe dígamos que combinava com o termo "sobrenatural" e.e mas não se preocupem, posso ter dito isso há algum tempo, mas era por que as ideias estavam poucas, mas agora eu tenho muitas, mas preciso organizá-las pelo menos e.e