Notas iniciais
Capítulo com conteúdo sexual.

Capítulo 5: Você e Eu

“Eu ia perguntar se poderia passar a tarde com a Aiko e o Kouji. Faz tempo que não faço isso.”

“Claro, Takeru.” A ruiva disse. “Estava na verdade pensando em deixá-los dormir lá se não se importar é claro.”

“Sim. Com certeza! Eu adoraria. Você e Yamato têm muito que conversar.”

Takeru tinha um sorriso malicioso em seu rosto. Tanto Sora quanto Yamato coraram muito.

“Eu entendo. Você quer compensar o tempo que ele estava longe.”

Yamato ia dizer alguma coisa, mas foi interrompido pela chegada das crianças.

“Tio Takeru!” Aiko gritou.

“Olá, garotinha.” O loiro se inclinou para abraçá-la.

“Não sou garotinha. Tenho oito anos.”

Os três adultos começaram a rir.

“Taichi definitivamente tem uma influência nela.”

“Bem, ela foi a primeira criança afinal.”

“Estou aqui para levar você e o Kouji para sair. O que diz, Aiko?”

“Como nos velhos tempos? Sinto falta desse tio. Ele era tão divertido!”

Takeru sentiu culpa por isso. Ele nunca levou em conta como as crianças se sentiriam com seu desaparecimento repentino. Sora deu a ela um olhar de desaprovação. Aiko abaixou sua cabeça.

“Sinto muito, tio Takeru.”

“Vá se aprontar, querida.” Yamato disse.

Após a menina ir ao seu quarto, Sora olhou para seu filho mais novo. Ele estava nos braços de Yamato. Eles sempre foram próximos. Ela sorriu ao ver que isso não mudou.

“O quê?” Yamato perguntou quanto percebeu seu olhar.

“Nada.” Ela sorriu. “Kouji, você quer ir também?”

“Claro.” O menininho ruivo respondeu.

“Vou ajudá-lo a se trocar.” O astronauta disse.

Sora não o contrariou. Ela tinha algo para falar com seu cunhado afinal.

“Nós vamos alguma vez falar sobre isso?”

“Não há nada para falar.” Takeru disse, um pouco severamente.

“Certo.”

“Nada aconteceu, ok? Foi um erro.”

“Se você diz.”

“A verdade vai machucar muita gente.”

“Não podemos fingir que nada aconteceu, Takeru.”

“Por que não? Funcionou até agora.”

A estilista suspirou. Yamato e Takeru eram extremamente teimosos quando queriam. Ela achou que poderia parar isso, mas não conseguiu.

“Tudo bem. O que você quiser.”

Ela pediu licença e foi até o quarto das crianças.

*****

“O que aconteceu lá?” Yamato perguntou.

“Nada importante.” Sora mentiu. “Como está se saindo?”

A mulher não pode evitar rir ao ver o estado que o filho deles estava.

“Minha nossa!” Ela tentou segurar o riso. “Você perdeu o jeito com nossas crianças!”

“Pode tirar sarro.” Ele disse, fingindo estar ofendido.

“Papai, está me machucando.”

“Desculpe, filho. Essa camiseta não está muito apertada para ele?” Yamato perguntou.

“Não. Você só não conseguiu colocar do jeito certo. Venha.” Sora disse enquanto arrumava as roupas do Kouji. “Pronto.”

Ela caiu na risada novamente. O loiro não pôde evitar sorrir.

“Ainda acha isso engraçado, não acha?”

“Desculpa.” Ela disse entre risadas.

Yamato começou a cutucá-la enquanto ela ria mais. Aiko e Kouji se entreolharam, confusos.

“Pais podem ser muito estranhos às vezes.”

*****

“O que você quer, irmão?”

“Uau, por que você me trata assim? Estou magoado.”

“Não, não está. Mas boa tentativa.” Hikari sorriu para si mesma. “Então por que ligou?”

“Eu queria perguntar algo.”

“Claro.”

“O Yamazaki é filho do Takeru?”

“O QUE?!”

Havia um tom nervoso na voz da Hikari. Taichi podia afirmar que ela foi pega de surpresa com a pergunta. Mas ele não ia desistir tão facilmente.

“Então...”

“Claro que não!” Ela finalmente respondeu. “Você sabe muito bem que eu não deixei nada acontecer entre mim e o Takeru.”

“Sim, mas isso é lutar contra o destino. Você simplesmente não pode fazer isso.” Ele pausou. “Além disso, meu sobrinho parece muito com o Takeru se quer saber.”

“Você interrompeu minha aula só para me perguntar isso?”

“Eu…eu…”

“Você deveria se envergonhar, irmão.” Hikari o repreendeu. “Aliás, não era para você estar… como se diz, trabalhando neste momento?”

“Não há nada acontecendo no Mundo Digital, mana. Koushiro não tem me passado nada ultimamente.”

Hikari suspirou. Taichi era um péssimo mentiroso.

“Eu não te convenci, não é?”

“Não.” Ela conteve uma risada. “Você está sempre dizendo quantas coisas tem que fazer como embaixador.”

Taichi não conseguiu pensar em nada para dizer. Então ele voltou ao primeiro assunto.

“Então, meu sobrinho é filho do Takeru ou não?”

“Ugh.” Hikari resmungou. “Não vou voltar nisso de novo.”

“Qual é, Hikari. Sou seu irmão.”

“Mesmo assim não vou falar nada.”

“Ugh, ótimo. Você não confia em mim.” Ele fingiu estar magoado.

“Eu confio em você, Taichi.”

“Então me diga.”

“Não.” Ela disse firmemente. “Eu sei como você é. Eu confio em você, mas há coisas que eu realmente não posso te contar. Você compreende, certo?”

“Sim. Acho que compreendo.” Taichi suspirou. “Eu sinto falta da Hikari que me contava tudo sem se importar.”

A dona do brasão da Luz se sentiu culpada por isso. Ela respirou fundo.

“Tá bom. Você é meu irmão afinal. Não podemos guardar segredos um do outro, certo?”

“Certo.”

“Então que tal nos encontrarmos amanhã a noite naquela pizzaria que você adora?”

“Para mim está ótimo.”

“Excelente.” Ela disse com um sorriso. “Te vejo lá.”

“Até lá. Se cuida.”

“Você também. Tchau.” Hikari suspirou após desligar. “Eu realmente preciso conversar com uma das meninas.”

A professora então entrou na sala e retomou a aula.

*****

Depois que Takeru saiu com a Aiko e o Kouji, Sora foi lavar a louça. Ela ainda vestia aquela camisola azul curta. Ela não se importou em trocar de roupa porque ainda não tinha conseguido o que queria e Takeru já estava acostumado com isso, embora ele sempre fosse pego de surpresa. Yamato veio do quarto.

“Os bebês finalmente adormeceram.”

“Ainda bem.” A mulher disse aliviada. “Eles normalmente não demoram tanto assim.”

“Como você conseguiu cuidar deles?” O loiro enroscou seus braços em volta da cintura da sua esposa.

“Bem…” Ela inclinou seu corpo contra o dele. “Aiko me ajuda às vezes. Mas na maior parte do tempo estou sozinha.”

“Você não pediu ajuda a mais ninguém?”

“Hikari costumava a vir aqui quando Yamazaki nasceu e nós nos ajudávamos.” Sora se virou para Yamato, com um sorriso furtivo em seu rosto. “Mas eu sou crescida. Sou muito boa nisso.”

“Estou vendo.” Yamato lhe deu um sorriso malicioso, suas mãos ainda ao redor dela. “No que mais você é boa?”

A estilista jogou seus braços ao redor do pescoço do seu marido e puxou a cabeça dele um pouco mais para perto dela.

“Quer descobrir?”

Yamato teve que lutar contra a reação física que sua esposa estava causando nele. Sora não pôde evitar sorrir, por estar perto o bastante dele para sentir. Ele sorriu com segundas intenções para chamar a atenção dela.

“Sim, eu adoraria.”

Ele se inclinou sobre ela e timidamente tocou seus lábios com os dele, fazendo-a querer mais. Ela meio que abriu os olhos e viu os cerúleos dele. Ela viu paixão neles, algo que não via há muito tempo. Sora segurou o rosto dele e o trouxe para perto dela. Dessa vez o beijo que eles deram foi apaixonado, mas também foi urgente. O desejo de possuir e ser possuído rapidamente encheu o coração de ambos. A mulher sentou na pia enquanto eles se separavam. Yamato acariciou o rosto dela com as costas de sua mão enquanto ela olhava para ele com um olhar doce. Ele então a beijou delicadamente na bochecha. Ela sentiu pequenos choques em todo seu corpo e tremeu um pouco. O astronauta continuou sua exploração e foi da bochecha para a orelha dela. Ele a mordeu e Sora suspirou em prazer. O loiro então foi até o pescoço, nunca se afastando da maciez da pele bronzeada dela. Ela o empurrou para se recuperar da provocação que ele estava lhe dando antes dele continuar. Ela fitou o peito musculoso dele e abaixou o olhar para sua cueca samba-canção. Ele definitivamente queria que ela fosse dele.

“Eu vejo que ainda se sente atraída por mim.”

“O que?” Ela levantou a cabeça. “Sou mulher, Yamato. Sou humana.”

Sora saiu de cima da pia e de perto dele. Ele segurou seu braço e a girou enquanto a prendia contra a parede. Ele então a beijou novamente.

“Você não vai escapar agora que me excitou.” Ele sussurrou entre suas respirações.

“Eu não quero mesmo.” Ela disse.

“Ótimo.”

A ruiva não teve tempo de responder porque seu marido já estava a beijando novamente. Ela colocou suas pernas ao redor da cintura dele enquanto Yamato os levava para o quarto.

*****

“Sora não atende ao telefone.” Hikari suspirou. “Eu imagino o que está acontecendo. Acho que vou ter que ligar para a Mimi.”

A mulher fez uma careta. Não é que não gostasse de ligar para a Mimi, é que ela era mais… barulhenta do que a Sora. Ela respirou fundo e discou o número de sua amiga. Ela sabia que Mimi poderia ajudá-la nessa situação.

“Alô?” A dona do brasão da Sinceridade disse animadamente.

“Oi, Mimi. Sou eu, Hikari.”

“Oh oi, Hikari. O que houve?”

“Eu meio que preciso de sua ajuda.”

“Minha ajuda?”

“Sim.” Taichi está suspeitando do meu filho. Acho que ele sabe da verdade.”

“Então por que não conta o que realmente aconteceu?” A mulher de cabelos castanhos disse após ficar em silêncio por alguns segundos.

“Porque você sabe tão bem quanto eu que ele sempre torna as coisas maiores do que elas são.” Ela suspirou.

Mimi não pôde evitar rir disso. Ela rapidamente ficou séria novamente.

“Sei o que quer dizer. Mas Hikari, todo mundo exceto Taichi e Yamato sabem da verdade. O que você escolher fazer em relação ao seu bebê é decisão sua e do Takeru, mas eu acho que Taichi e Yamato merecem saber já que indiretamente os envolve também. Eles são tios do Yamazaki.”

Hikari respirou fundo. “Eu sei, Mimi, e você está certa nesse ponto. Mas eu não quero ser vista como fraca.”

“Tenho certeza que ninguém pensa isso, Hikari.”

“Eu sempre deixei claro para todos que não queria nada a ver com o Takeru.”

“Mas todos nós sabíamos que não se pode ir contra o destino. Acho que você deve ser honesta com o seu irmão. Eu não acredito que ele ficará bravo com você. Na verdade, é o contrário. Ele ficará mais do que feliz de saber que os Yagamis e os Takaishis têm um laço agora.”

“Você acha?”

“Sim. Seja honesta com ele. Se as coisas não forem bem no início, elas vão melhorar no final.”

A dona do brasão da Luz sorriu. “Obrigada, Mimi.”

“Sempre que precisar.”

“Agora que Yamato voltou, nós devemos nos reunir.”

“Essa é uma ótima idéia, Hikari!” Mimi bateu palmas excitadamente. “Três de Agosto está quase aqui.”

Houve um silêncio embaraçoso na ligação. Ambas as meninas ficaram quietas enquanto as memórias daquele dia ocupavam as mentes delas.

“Não acredito que já faz quase vinte anos.” A mais nova finalmente falou.

“É. É meio estranho pensar que somos Escolhidas desde 99, não é?”

“Sim. Mas eu me sinto bem, de certa forma. Faz você sentir um pouco especial, sabe?”

“Eu te entendo. Eu amo ser uma Escolhida.”

“Eu também.”

“Então podemos pensar no que fazer este ano.”

“Vou ligar para todo mundo e perguntar o que eles querem fazer. Mas provavelmente iremos fazer a mesma coisa de sempre.”

Hikari girou seus olhos e Mimi riu.

“Mimi, seu chefe está chamando por você.”

“Já estou indo. Preciso desligar, Hikari.”

“Eu imaginei.”

“Bem, boa sorte para contar ao Taichi.”

“Obrigada, eu vou precisar.”

“Conte-me como foi, tá bom?”

“Claro. Tchau.”

“Tchau.”

*****

Yamato gentilmente colocou Sora na cama enquanto eles continuavam com as preliminares. Ele segurou a borda da camisola dela e a levantou. Ele olhou com desejo a barriga magra dela e se inclinou para beijá-la. Essa ação fez Sora se arrepiar um pouco. O loiro sorriu contra a pele dela enquanto fazia um caminho de beijos até o peito dela e continuou levantando a camisola delicada dela ao mesmo tempo. A mulher ruiva segurou o rosto de Yamato e o trouxe para perto após olhá-lo demoradamente. Mesmo o astronauta sabendo perfeitamente bem como era o gosto os lábios de sua amada, ela sempre o surpreendia. Ele não podia reclamar apesar de tudo, isso mantinha o casamento deles longe de cair na rotina. Ela também era a guardiã do Amor, e ela eventualmente aprendeu todos os tipos desse sentimento tão nobre. Yamato nunca foi o tipo de garoto que mostrava seus sentimentos, e Sora conseguiu mudar isso, mas não completamente. Mesmo assim ele estava feliz que eles se conheceram, senão eles não estariam onde estão agora. E ele não iria perdê-la, de jeito nenhum.

“No que está pensando?” Sora perguntou quando viu o olhar sério no rosto dele.

Yamato piscou, tentando sair de seu transe. “O quê? Ah, nada. Só estava pensando em quão linda você é.”

A mulher não pôde evitar sorrir docemente. Ela colocou suas mãos quentes no rosto dele.

“Obrigada.” O sorriso no rosto dela foi substituído por uma expressão séria. “Yamato.”

“O quê?” Ele olhou nos olhos dela, um pouco preocupado.

Sora mordeu seu lábio por um momento, como se tentasse evitar o que queria perguntar. Um sorriso apareceu nos lábios dela mais uma vez.

“Esquece. Há algo que precisamos terminar.”

Ela então levantou sua cabeça e tocou seus lábios rapidamente. Ela se afastou e Yamato pôde sentir sua temperatura subindo assim como seu membro tomando conta de suas forças.

“Parece que alguém está com pressa.”

“Eu não faço sexo há mais de um ano e só eu sei o quanto você me excita.” Ele disse de um jeito sensual.

Sora conteve uma risada. Seria muito inapropriado.

“Tudo bem. Vamos acabar logo com isso.”

E com isso, ela o afastou e pulou da cama.

“O que está fazendo?”

“Diga ao seu amigo para não se mexer. Eu já volto, só preciso pegar algumas coisas.”

Yamato sorriu. Ele sabia exatamente o que sua esposa tinha em mente e ele gostou. Ela gostava de tentar coisas diferentes com ele. Ele ficou feliz que ninguém sabia de suas experiências sexuais com a Sora porque loucura seria a coisa mais leve que diriam a eles. Ele imaginou o que ela traria para apimentar as coisas dessa vez. Sora voltou após alguns minutos com um pote de morangos e alguns pedaços de chocolate em outro. Yamato tinha um sorriso malicioso no rosto. Ele seguiu a figura dela enquanto ela sentava na cama.

“O que?” Ela perguntou inocentemente enquanto o olhava.

“Seu sorriso está denunciado suas intenções reais.” Ele sorriu perversamente.

Sora sentiu suas bochechas queimarem de vergonha, mas não desviou o olhar.

“Não denuncia, não!”

“Então me diga, por que trouxe chocolate e morangos?”

“Porque estou com fome.” Ela disse. “E estava com vontade.”

“Tem certeza que não trouxe isso para mim?” Ele perguntou enquanto chegava ao pescoço dela e começava a beijá-lo carinhosamente.

Sora achou difícil responder. Yamato sabia exatamente como fazê-la recuar, especialmente em situação assim. Ela gemeu quando ele deu uma leve mordida no pescoço dela.

“Esqueça a comida.” Ela conseguiu dizer. “Eu quero você.”

Ele se afastou do pescoço dela e olhou nos olhos canelas dela. Ele não se mexeu, como se tentasse absorver as palavras dela.

“Yamato?” Havia um tom preocupado na voz da mulher. “Eu fiz…”

O loiro a interrompeu colocando seu dedo indicador nos lábios dela. Um beijo foi a resposta que ele a deu logo depois de tirar os potes das mãos dela e colocá-los no criado mudo. Sora deixou suas mãos soltas ao redor do pescoço dele enquanto suas línguas se encontravam. Eles separaram para respirar. A estilista aproveitou a oportunidade para remover sua camisola e a jogou no chão. Yamato olhou maravilhadamente para os seios voluptuosos dela e depois os tocou com sua boca. A mulher soltou um gemido quando sentiu a sensação fria que a boca dele estava lhe causando.

“Yama, você está me matando aqui.”

Ele não disse nada, apenas sorriu.

“Você sente prazer com a tortura de outras pessoas, não é?”

Sora teve que segurar o rosto dele para que ele pudesse ouvi-la. Yamato pareceu falsamente ofendido. Ela rapidamente o beijou nos lábios e o empurrou, subindo sobre ele logo em seguida.

“Você sabia que fica ainda mais bonita sob a luz da lua?”

Sora sorriu, mas sabia o que ele queria. “Você não vai fugir disso, Yama. É sua vez de se sentir miserável.”

“Não vou poder nem me defender?” Ele fez bico de brincadeira.

“Nem um pouquinho.”

“Você é cruel.”

Antes que ela pudesse excitá-lo, ele sentou para poder encará-la. Ele a puxou para perto e colocou seus braços ao redor dela. A ruiva automaticamente o abraçou e descansou sua cabeça no ombro dele.

“É bom estar de volta?” Sora sussurrou suavemente.

“Sim, é. Por mais que eu goste de ficar fora da Terra, eu gosto mais de ficar com a minha família. Prefiro estar com você.”

Yamato pôde sentir sua esposa sorrindo e isso o fez sorrir também. Ele imediatamente ficou preocupado quando ouviu soluços vindo dela. Ele a afastou e olhou nos olhos dela.

“Sor.” Ele acariciou os braços nus dela.

“Estar com você é como estar numa montanha russa, Yama. Eu sei exatamente como é, mas sempre sinto algo diferente. E é bom”

“Então me permita te fazer sentir assim.”

Ele a silenciou com um beijo e a rolou para o espaço vazio na cama. Ele se inclinou sobre ela e a beijou novamente. As inseguranças de Sora rapidamente sumiram e ela começou a se sentir segura nos braços de Yamato. Logo eles se perderam no corpo um do outro, como na primeira vez que eles fizeram amor.