Back To You
6 Eu e você... De novo.
Notas iniciais
Capítulo fresquinho saindo.
Espero que gostem!
Bjuxxxxxxxx
Ps: Brigada CarolCulen por betar mais uma vez o cap pra mim. Valeu amiga!!Bjux
Notes of Bella
Hoje eu conheci o Edward.
Meu marido.
Ele é tão... Intenso. Não há como descrever o que ele me fez sentir.
Tudo o que eu posso dizer é que compreendi porque um dia eu fui loucamente apaixonada por ele...
Não sei por quanto tempo ficamos abraçados, só sei que esse foi um tempo em que senti paz.
Estar em seus braços era tão... Correto.
Depois de um tempo imensurável ele me soltou e deu um passo pra trás. Limpou o que me pareceram ser lágrimas nos olhos, embora eu não tenha certeza.
-Sinto muito por te atacar assim. Eu só... Só precisava acreditar que você é real. — Ele passou as mãos pelos cabelos- Desde ontem eu estive desesperado pra te tocar, pra acreditar... Deus isso tão confuso!... E imagino que pra você é pior né?!
-Está sendo bem difícil pra mim sim. — Falei e me voltei caminhando para a sala. Sentei-me no sofá.
-Eu entendo. — Ele veio atrás de mim. E sentou-se numa na outra ponta do sofá, ficando meio de lado pra mim já que o sofá tinha um formato de L.
Ficamos ambos em silêncio por um minuto.
Tinha tanta coisa que eu queria saber... O que aconteceu naquela noite da formatura? Ficamos juntos ou Não?
Como foi nossa primeira vez? Queríamos filhos logo ou queríamos um tempo para nós? Por que brigamos no dia em que parti? Tivemos um noivado curto ou longo? Enfim... Queria saber tudo a respeito de nós dois...
Mas ao invés de entrar em questões como essas, enfiei o dedo direto na chaga.
-Por que você arrumou outra mulher tão logo? — Minha voz saiu um pouco ríspida deixando transparecer um pouco como essa questão me atormentava. Edward ficou ligeiramente desconcertado com minha pergunta abrupta, após o período de silêncio, mas logo se recuperou.
-Bella...
O cortei prosseguindo.
-Desculpa eu sei que estou me intrometendo na sua vida e que isso teoricamente não é da minha conta, já que eu estava “morta” — Fiz as aspas com as mãos para ilustrar meu ponto- há quase um ano quando aconteceu. -Suspirei- É que eu estou lutando pra entender o meu próprio passado e muitas coisas não se encaixam. Quer dizer, se você me amava mesmo...
-Eu amava — Ele me cortou respondendo com veemência- Eu amo. — Completou.
Logo levantou e começou a andar de um lado para ou outro.
-É difícil explicar... Nem eu mesmo sei. Aquele período da minha vida passou numa neblina de Álcool que eu não me lembro de metade do aconteceu. — Ele fez uma pausa e logo continuou- Foi muito... Difícil encarar a sua morte. Quer dizer... Agente nunca espera perder a pessoa que amamos, principalmente se ela for tão jovem e cheia de vida como você era. — Ele passou a mão nos cabelos, bagunçando- os e seguiu caminhando — Deus a dor que eu senti... — Ele estremeceu- Eu deixei de trabalhar, de comer, de dormir. Abandonei a minha família e os meus amigos, nada mais me interessava sem você. — Ele parou e me encarou- Eu não estou dizendo isso pra me justificar nem nada, eu só quero que entenda um pouco como me senti naquele momento, embora eu não pense que você possa imaginar como foi — Ele seguiu caminhando- Voltando... Eu só vivia para a minha dor. Bebi todo o conteúdo da nossa adega em três dias e logo comecei a sair para beber mais. Como eu já disse antes eu não me lembro de muito sobre esse período, mas lembro dos acidentes...
-Acidentes? — Interrompi surpresa.
-É... O álcool e a direção não são realmente grandes parceiros. Eu pude comprovar isso por experiência própria.
-Então você... — Deixei subtendida a frase.
-Sim três vezes. — Arregalei os olhos surpresa e ele continuou. -Pequenos acidentes só um ou dois ossos quebrados e Graças a Deus nenhum ferido. Todas as vezes eu estava tão ruim que bati em postes ou árvores.
O fato é que a minha família estava cada vez mais preocupada comigo. E com razão. Mas eu não conseguia me importar sabe? Minha mãe me acusou de estar tentando me matar e embora eu não tenha feito de propósito, eu acho que no meu subconsciente era isso o que eu queria. Não valia a pena seguir sem você.
Fiquei muda. Não sabia absolutamente o que dizer. Mas ele nem me deu uma chance e prosseguiu.
-Foi nesse estado em que eu e Victória nos aproximamos. Nós já nos conhecíamos de festas, inclusive você também a conhecia, mas era uma amizade superficial sabe? Era apenas uma conhecida a quem cumprimentávamos e mais nada. Enfim... Um dia eu estava numa bebedeira particularmente feia em um bar Aqui perto. Lembro que ainda estava com um curativo na cabeça dos pontos do último acidente, mas mesmo assim voltei para um bar dirigindo. Ela se aproximou e falamos, ela claro sabia dos meus acidentes, todos sabiam. Eu não lembro como, mais acordei em seu apartamento. — Ele parou novamente me olhando. — Nós não fizemos sexo se é o que você está pensando. Ela só... Cuidou de mim. Levou-me pra casa dela pra evitar que eu dirigisse bêbado de novo e cuidou para que eu ficasse... Bem. Escutou meu desabafo e me deu o ombro para que eu chorasse.
Ele caminhou de volta ao sofá e se sentou.
-Depois desse dia ela meio que se auto proclamou minha guardiã. Eu não podia me virar para um lado e lá estava ela. Mas não de um jeito ruim. Pelo menos eu acho. Ela começou apenas me fazendo companhia e dirigindo pra mim e logo ela já estava me forçando a comer e a cortar o cabelo. De pouco a pouco fui bebendo menos. Me reerguendo. Curiosamente durante esse tempo não rolou nada de sexual. Seria muito fácil eu agora te dizer que eu transei com ela por causa da bebida, mas não foi assim. — Ele se remexeu inquieto, mas permaneceu sentado- No fim, quando eu já estava “quase sóbrio” é que houve uma aproximação nesse sentido. Acho que foi por carência principalmente. Não sei. Num minuto era a minha amiga que me ouvia quando eu falava de você e no outro estávamos... Bem... Você sabe.
Engoli custosamente. Uma confusão de sentimentos dentro de mim sendo o mais forte o ciúme.
-Eu nunca pretendi casar com ela. Nem com ela nem com ninguém mais. — Ele encostou as costas no sofá e respirou fundo- Tudo mudou quando ela engravidou. Nesse ponto eu já tinha voltado ao trabalho e estava mais recuperado. Minha mãe ficou tão feliz por eu estar “de volta” e ainda com um filho a caminho. Houve muita pressão para oficializarmos o relacionamento já que íamos ser pais e eu pensei “Por que não?” Eu não a amava claro, mas estava feliz pela chance de ter um motivo pelo qual viver depois que te perdi. Eu sabia que jamais amaria uma mulher como amei você, mas pensei que possivelmente um filho... — Ele suspirou- Nós casamos há três meses. Não saímos em lua de mel porque nossa relação não era uma relação muito romântica entende? Nós nos damos bem e até vamos para a cama às vezes, mais o nosso casamento é mais uma amizade que outra coisa. Eu sou muito grato a Victória por estar lá pra mim quando eu precisei.
-A sua família não te apoiou?-Perguntei curiosa.
-Eles tentaram, mas eu me afastei de todos. Eles me lembravam muito de você — Ele levantou e caminhou até a porta de vidro da varanda antes de se voltar pra mim-Você não se lembra, mas você estava sempre no meio deles, desde muito cedo. -Ele sorriu- Via filmes de terror com Emmet e trocava receitas com a minha mãe. E Rosalie... Estavam sempre juntas. Eu não pude olhar pra ela por meses... Sempre que a via sentia a sua falta com mais intensidade. Parecia como se o buraco no meu peito aumentasse. Ela aparecia e eu ficava sempre na espera que você aparecesse atrás.- Ele sacudiu a cabeça- Enfim... Voltando a Victória.
Ele fechou ligeiramente os olhos e eu já reconhecia esse traço um traço de dor. De sofrimento.
-Ela perdeu o bebê com um pouco mais de um mês de gestação.
Levantei- me e fui até ele e peguei sua mão.
-Sinto muito.
Ele apertou minha mão de volta.
-O bebê era bem esperado por todos. Todo mundo precisava desse pequeno milagre para superar um pouco a dor da sua perda. Eu fiquei arrasado e Victória também. Antes de entramos em uma depressão mais profunda, a mãe da Vic sugeriu que era tempo de termos uma viajem de lua de mel. Para superarmos a perda do bebê. Respirar novos ares. Não achamos uma má ideia e fomos. Um mês num cruzeiro pela costa da América do Sul. — Ele olhou em meus olhos ainda apertando a minha mão- A recepção de ontem era uma festa de boas vindas que a minha mãe organizou para nos saudar com votos de saúde e felicidade.
Olhei pra baixo
-E eu apareci e estraguei tudo...
Ele levantou a outra mão e tocou meu rosto, me fazendo olhar pra ele.
-Nunca. Ver você viva foi o momento mais... Mais... Transcendental da minha vida. Você não imagina como eu estou feliz por poder só te olhar de novo. — Ele acariciou meu rosto com carinho- Por te tocar.
Fiquei momentaneamente hipnotizada por aquelas duas esmeraldas que me fitavam com amor.
Ainda não tinha certeza de como me sentia sobre a estória dele com Victória, mas o certo era que eu começava a acreditar em seu amor por mim. E isso mexeu comigo. Muito.
Seu rosto se aproximou do meu dando tempo para que escolhesse entre permanecer e dar uma chance a ele ou fugir e manter a distância que nos separava.
Minha mente dava sinais vermelhos. Ele ainda era um desconhecido. Ainda tinha outra mulher. Ainda amava uma Bella que não existia mais.
Mais o meu coração tomou a dianteira e fechei os olhos e aceitei o beijo.
Seus lábios inicialmente apenas roçaram os meus, nossas respirações se encontrando antes dele os mover e “escovar” os meus lábios, apenas sentindo a maciez e o gosto. Acho que ele queria apenas aproveitar o momento indo bem devagar, ou talvez não quisesse me assustar. O certo é que senti fome de mais.
Dei um passo pra frente, encostando meu corpo ao seu e passei os braços por seu pescoço.
A mão em meu rosto permaneceu, e com a outra ele me enlaçou a cintura apertando nosso abraço.
Sua língua pediu passagem e em um instante estávamos nos beijando profundamente. Seu cheiro me envolvendo. Seu gosto me intoxicando.
O beijo ficou um pouco mais forte e eu pude sentir toda a saudade que ele sentiu vindo à tona.
Havia um bom motivo pelo o qual não deveríamos estar fazendo isso, mas no momento eu não conseguia lembra qual.
Tudo o que eu via, sentia ou queria era Edward.
Minhas mãos foram para seus cabelos, os puxando e a sua também foi para o meu com o mesmo ímpeto.
Beijamos-nos até não haver mais ar na sala. Finalmente quando foi impossível continuar nos separamos, mas permanecemos com as testas coladas. Ambos respirávamos com força tentando recuperar o fôlego. Eu ainda permaneci de olhos fechados, mas pude sentir o olhar de Edward queimar em mim.
Quando não pude mais postergar o momento abri os olhos.
Deus isso era tão certo...
Mesmo sendo absolutamente errado.
Afastei minha cabeça e tentei afastar meu corpo, mas seus braços me rodearam e me travaram.
-Não se afaste, por favor... — Ele pediu e eu tinha certeza de que ele não falava apenas do momento.
Sacudi a cabeça tentando clarear as ideias.
-Não me peça isso... Nós não podemos. Você tem outra esposa agora...
-Não — Ele me cortou abruptamente e sua mão voltou a segurar meu rosto. — Você é minha esposa. O meu casamento com Victória está em processo de anulação. Em um ou dois dias no máximo a papelada já estará em ordem. Eu consultei vários advogados de ontem pra hoje. É unânime. Você é a minha esposa. Eu já aceitei isso. Victória já aceitou isso. Eu espero que você aceite também.
Fechei os olhos entre feliz e triste.
Sacudi a cabeça de novo.
-Eu não sou mais a Isabella que você conheceu. A que você amou. E talvez eu nunca volte a ser ela...
-Errou de novo. — Seu polegar acariciou meu rosto — Você não perdeu a sua essência. A mulher que eu amo está bem na minha frente. Com toda a sua doçura e caráter. Você perdeu as suas lembranças. Mas nós podemos fazer outras a qualquer momento. Eu só te peço que me dê uma chance. Uma chance pra tentar te conquistar de novo. Pra tentar te fazer feliz outra vez.
Meu coração estava a mil por hora. Fechei os olhos e o abracei enfiando meu rosto em seu peito.
-Deus eu estou tão confusa... Não sei o que fazer...
-Eu sei bebê... — Ele segurou meu rosto em seu peito com uma mão o acariciando e com a outra mão fez carinhos nas minhas costas- Sinto muito por isso... Deixa-me eu cuidar de você. Te ajudar a lembrar. Te ajudar a recomeçar.
Poderia ser uma grande estupidez confiar, mas eu confiava.
Mas do que isso. Eu queria.
Queria ser amada assim. Ser cuidada. Ser consolada.
Queria lembrar e mais do que qualquer coisa queria recomeçar.
Com Edward.
Balancei a cabeça em seu peito em uma afirmativa e seu abraço se estreitou um pouco.
-Mas vamos com calma, ok?!- Falei afastando meu rosto do seu peito- Eu preciso que você tenha paciência comigo.
-Eu terei, eu juro. — Ele sorriu, me deslumbrando — Eu posso ser incrivelmente paciente quando eu quero.
Lembrei-me da História que Rosalie me contou.
-Eu acredito. — Dei um meio sorriso. Logo me afastei, mas dei a mão para ele que prontamente a aceitou.
-Porque não me leva para conhecer o apartamento?
-Essa é uma excelente ideia. -Ele me puxou e fomos de cômodo em cômodo, enquanto ele me relatava algumas passagens sobre objetos ou fotos. O apartamento foi totalmente decorado por Esme, que era uma decoradora e designer por hobbie. Eu tinha que admitir que ela tinha bom gosto. A decoração era simples, moderna e chique ao mesmo tempo. Alguns objetos foram acréscimos meus e de Edward e ele me contou algumas estórias sobre eles. Como a vez em que ele me comprou um quadro porque eu tinha me encantado com ele na casa de uma amiga. A tal amiga só aceitaria vender o quadro em troca de um encontro com Jasper, que acabou entrando na dança e saindo com a tal amiga (mocreia) para que Edward me conseguisse o quadro.
Depois de entrar em praticamente todos os aposentos da casa ele parou numa porta grande no segundo andar.
-Nosso quarto. — Ele falou antes de abrir a porta.
Entrei meio curiosa, meio temerosa.
O quarto era uma pequena casa própria.
Tinha uma antessala confortável com poltronas e um escritório. Logo mais atrás estava o quarto propriamente dito. Uma cama imensa dominava o ambiente, coberta por um edredom e vários travesseiros com letras japonesas em preto e branco. Aliás, toda a decoração da casa predominava o xadrez. Olhei o banheiro de casal imenso. Com duas Pias. Uma ducha imensa e uma banheira imensa. Segui minha exploração para o closet e estanquei. Os dois closets estavam cheios.
Toquei levemente os vestidos pendurados por cores.
-Você não se livrou de nada né?!-Perguntei ainda de costas para ele.
-Nem um só objeto. Está tudo do jeito que você deixou. Tudo limpo também. Eu cuidei para que o apartamento e tudo aqui dentro estivessem sempre prontos para o uso. Inclusive as roupas.
Continuei olhando “minhas” coisas distraidamente.
-Por que... Por que não trouxe Victória pra morar aqui?-Perguntei curiosa.
-Porque essa casa foi tudo o que me restou de você. Eu não queria outra mulher na nossa casa. Na nossa cama. Esse foi um lugar de amor... Não me pareceu certo na época. E eu estou condenadamente agradecido por isso agora.
Eu também — pensei.
Quando saímos do closet é que vi que já tinha anoitecido. Nem percebi que já tinha passado tanto tempo. Olhei o relógio e comprovei que já eram quase oito. Alice já devia estar preocupada.
Espelhando meus pensamentos meu celular começou a tocar.
-Alo?
-Ainda não acabou no apartamento?- Alice perguntou curiosa.
-Hum... Na verdade já. Estou indo pra aí. Não se preocupe.
-Ok. Não demore.
Virei- me pra Edward que me olhava com o cenho franzido.
-Eu gostaria que você viesse pra casa. Alice pode vir junto claro. Não vejo qual a necessidade de vocês ficarem num hotel tendo esse apartamento a disposição.
-Mas e você?- Perguntei logicamente. Porque com a anulação do seu outro casamento pensei que ele iria voltar para cá.
-Eu vou vir pra cá também.
Ia protestar, mas ele me cortou.
-Não para o mesmo quarto Bella. Eu falei que iríamos devagar e reafirmo isso. Mas acho que seria muito bom passarmos um tempo juntos.
Ele tinha um ponto, mas sei lá... Não queria me sentir pressionada.
-Eu vou pensar nisso ok?-Falei e peguei minha bolsa que anteriormente eu tinha posto em cima da cama.
Ele ia argumentar mais, mas desistiu.
-Ok. Agora me deixa te levar para o hotel?
-Claro.
Estávamos no elevado quando ele me deu um molho de chaves.
-Elas são suas. Caso resolva voltar. — Ele pegou uma grande prata- Essa é do apartamento. A outra é da casa da sua tia Claire. Tem uma ainda do seu armário do clube em que fazemos parte e por último as chaves do seu carro. Que esta na garagem do prédio se precisar.
Ainda meio atordoada com a rapidez com que as coisas estavam caminhando só consegui articular um “obrigada” antes de entrarmos em seu carro e voltarmos ao hotel.
Chegando lá ele ainda fez questão de subir até o quarto comigo. Paramos na minha porta. Virei-me pra ele.
-Confesso que ao vir até NY não imaginava que a minha estória fosse tão... Louca. Mas estou sinceramente feliz de ter vindo.
-Eu também. Você nem sabe o quanto. — Ele fez uma pausa- Almoça comigo amanhã? A senhorita Brandon também é convidada claro. Eu gostaria de conhecer melhor essa pessoa que tanto te ajudou e cuidou de você quando precisou.
-Hã... Por mim tudo bem. Vou falar com ela.
-Ok eu ligo. — Ele se aproximou, mas só e deu um beijo longo na testa- Pensa no que eu te falei do apartamento.
-Vou pensar. Boa noite.
-Boa noite.
Ele se voltou e caminhou voltando ao elevador. Eu ainda fiquei o observando, absorvendo os nuances de seu andar.
Mesmo que eu nunca recuperasse a minha memória perdida não seria nada difícil eu me apaixonar por Edward de novo.
Na verdade seria tão fácil quanto respirar.
Fácil até demais para a minha paz de espírito.
Mas...
Por uma vez decidi ouvir meu coração e não a minha cabeça confusa de sempre.
Agora era esperar pra ver.
Ver se eu ia quebrar a cara feio ou se eu ia finalmente encontrar o meu rumo para a felicidade.
Notas finais
Deu ou não deu pra entendermos o Edward um pouco mais?
Ainda ficaram um montão de pontas soltas pra amarrar eu sei, mas em virtude do tema da fic essas pontas serão amarradas devagarzinho ao longo da estória.
Nesse cap mostra o pontapé inicial para uma reaproximação de Edward e Bella. Quem está curiosa(o) sobre outras questões do passado como a briga antes da partida da Bella ou o que aconteceu entre eles na formatura, segura as pontas aí que devagarzinho a gente chega lá.
Queria ainda avisar que o próximo cap vai demorar um pouco em virtude de um inseto (FDP) chamado marimbondo que picou a minha mão direita. Eu sou alérgica então a minha mão dobrou de tamanho e está muito dolorida. Na última vez o inchaço ficou quase uma semana, mesmo com os medicamentos, então eu possivelmente só vou poder começar a escrever depois desse tempo. Porque no momento estou “catando milho” digitando só como indicador (Por isso tb ainda não respondi aos reviews). Esse cap só saiu agora porque estava pronto com a Carol só pra betar. Enfim...Relaxem que eu não vou sumir de novo. Só vou demorar um pouco mais no próximo.
Essa semana posto em Before Broken Dreams que já tem cap pronto com a Carol tb.
Um beijo enorme a todos!
E um beijo supermega especial as queridíssimas que recomendaram a fic essa semana:
ThathazinhaSC
S2Jully
Obrigada lindas!
Estou nas nuvens de tão feliz pelas palavras de carinho de
vcs!
Valeuuuuuuuu!!!!!!!!
Bjuxxxxxx
Até o próximo cap...
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