Baby? Okay, Let's Go!

2 Welcome to Caribe: I hate that woman!


Notas iniciais
Yoo minna!! Como vão? ~le desvia das pedras~
Sentiram muito a minha falta? huahsuahs
Bem, não vou ficar aqui falando de todos os "imprevistos" que me fizeram demorar para postar o capítulo, apenas declaro que não vou mais demorar tanto tempo assim para postar X_X
Quero que saibam que na próxima semana, eu estarei de férias, ATÉ QUE ENFIM! E então terei bastante tempo livre para postar e recompensar todos vocês! Estou bastante enrolada com os reviews, peço que me desculpem, e que não se preocupem que vou responder todos! Desde Marry Me até o prólogo de Baby? Okay, lets go! (Menos o último capítulo de Marry Me, que não irei responder os reviews, não me perguntem, é tradição minha rs).
Quero agradecer de coração aos meus leitores queridos e fieis que depois do término da fanfiction Marry Me, vieram aqui para comentar e ler e deixar uma autora muito feliz! :D
Também quero agradecer aqueles que recomendaram Marry Me, os quais posso citar a Lúh scarlet, Witch Light e a li-cha! Obrigado, de coração! ♥
Agora, sem mais delongas, boa leitura! ;)
OBS: Muitos hiperlinks, abram em nova guia para não atrapalhar a leitura!

A limusine nos aguardava fora do aeroporto. Nosso destino era o resort á beira mar, luxuoso e bem construído. Demoramos por volta de quinze minutos para chegar ao resort, o trânsito estava engarrafado, logo ás onze da manhã. Quando finalmente conseguimos chegar, meu queixo caiu quando vi o lugar que iríamos ficar pelas próximas duas semanas. Eu ia me pronunciar, mas Juvia foi mais rápida.

– Puta que pariu! Que lugar divino é esse?

– Euzinha aqui que escolhi! Não é maravilhoso? Um dos melhores resorts do Caribe! — Lucy se gabava, pela sua “magnífica” escolha. Em uma situação comum, eu discordaria, porém, não tinha como! O resort era perfeito!

(O resort que eles vão ficar é esse aqui, e gostaria que vocês dessem uma olhada nas fotos, consegui colocar em português para que explorassem mais o hotel pela internet. É de suma importância que vocês conheçam um pouco dele, para se situarem em lugares que citarei. E lembrem-se que eles estão em Nassau, capital de Bahamas)

Porém, como tudo que é bom dura pouco, assim que entramos na recepção encontramos uma funcionária atrás do balcão, esta lixava a unha e nem prestava atenção no que acontecia a sua volta.

– Humm, com licença.. – Pedi educadamente, a fim de que ela me desse atenção e eu pudesse pegar as chaves para ir logo ao quarto. Mas a infeliz olhou para mim com cara de deboche! Isso mesmo, ela debochou da minha cara! Além de ficar um bom tempo me encarando, deixando claro que não gostou da minha presença ali.

– Nome? – Respondeu de má vontade, voltando a sua atenção para suas unhas, muito bem cuidadas. Só isso já me deixou fula da vida, uma funcionária debochando da minha cara? Há, ela não sabe com quem está se metendo! Mas esperem vocês nem sabem da pior parte! Eis que Jellal vendo minha irritação e prevendo (o que realmente poderia acontecer) que eu estava a ponto de gritar com a funcionária, resolve conversar com ela.

– Com licença moça, reservamos os quartos da cobertura, poderia, por favor, nos entregar a chave? – A funcionária volta os olhos para Jellal, furiosa por ter sido interrompida mais uma vez, mas assim que o vê, seus olhos brilham e ela encara bem o azulado. O que me irritou mais ainda é que ela nem se quer disfarçou que estava praticamente comendo Jellal com os olhos. Olhando-o de baixo para cima. Depois de dar uma boa olhada nele, ela levanta de supetão.

– Ah! Mas é claro meu senhor! Sem problemas! – E sem mais nem menos, ela tira uma chave não sei da onde e entrega para Jellal, porém ela preferiu sair de trás do balcão para entregar a chave a ele. – Aqui está!

– Obrigado. – Jellal agradeceu como sempre educado, mas ainda não cheguei ao fim! Em vez de ela voltar ao trabalho, lixar suas unhas ou fazer alguma coisa que preste, a funcionária revolveu bater papo com meu marido! Vê se pode? Aí você pergunta: E Jellal não cortou logo essa vadia? E eu respondo: Não! Os dois simplesmente sentaram num sofá luxuoso que estava no canto da sala e começaram a bater papo! PUTA QUE PARIU! Virei rapidamente o olhar para os dois e encarei profundamente aquela mulher. Possuía longos cabelos azuis escuros, duas mechas, uma de cada lado eram tranças e no topo da cabeça outras duas mechas faziam uma volta por cima do couro cabeludo. Era um penteado estranho, mas seu rosto em compensação era bonito. Tirando a cara de deboche que tinha, por natureza.

Como vi que Jellal não iria tomar nenhuma atitude para se livrar daquela mulher, pigarreei alto.

– Amor, estou com fome, porque não vamos almoçar? – Consegui falar com uma voz bem controlada, mas mesmo assim a funcionária percebeu a indireta e olhou nervosa para mim.

– Senhor Fernandez, conheço um restaurante ótimo por aqui! Fora do resort. E está no meu horário de almoço, se quiser eu posso te conduzir até lá. – Quem essa vadia pensa que é para falar assim com o meu marido? Além de que ela usava um uniforme curto e decotado, porém este não parecia ser nem um pouco indecente, mas ela com certeza puxou a blusa branca para baixo e a saia para cima, ressaltando seus seios fartos e pernas definidas. A vadia ainda ficava inclinando o tronco sempre que se dirigia a Jellal, quase esfregando os peitos na cara dele!

– Querido, não já combinamos de ir ao restaurante DAQUI? Vamos? – Infelizmente ela não desistiu, encarou novamente Jellal com um sorriso safado nos lábios e um olhar pervertido.

– Que tal comida caseira? Minha casa não fica longe daqui.. – Insinuou-se, deixando-me ainda mais irritada. Os meus amigos estavam todos parados alguns observando a cena outros, nem ligando. Percebi que Lucy queria me ajudar, mas não sabia como. Levy nem prestava atenção no que acontecia, estava ocupada demais mexendo no seu celular com Gajeel. Natsu e Gray olhavam assustados para mim, como se pensassem que eu fosse explodir ali a qualquer momento, o que de fato não seria mentira, Juvia também não estava prestando atenção, encarava os objetos e a estrutura do resort atentamente. Jellal por fim, estava parado, encarando eu e aquela vadia ao mesmo tempo, sem saber o que fazer. Olhar para Jellal e saber que ele não estava fazendo nada me deixou ainda mais irritada, fuzilei aquela vadia com o olhar e dei meia volta, pisando duro até o elevador. Assim que entrei, percebi que Lucy, Levy e Juvia estavam ao meu lado e antes que os meninos pudessem entrar, a loira apertou um botão e as portas metálicas se fecharam, indo em direção ao último andar.

Depois de um minuto de silêncio, Juvia resolveu protestar.

– Eu acho que você deve castigá-lo.

– O quê? – Respondi incrédula com sua ideia maluca.

– Na cama! Provoca ele e quando vocês estiver..

– Calma Juvia, vamos rever os fatos. – Levy pronunciou, olhando atentamente para mim.

– Fatos? Não tem o que rever Levy, ele simplesmente deu mais atenção para aquela vadia do que pra Erza! – Lucy saiu em minha defesa, e eu acabei me lembrando daquela.. daquela.. AAHH!!

– Porra, porque ele não fez NADA?!

– Vai ver ele não queria ser grosso com ela..

– Levy, para de tentar defender ela! Imagine se um dia você pega Gajeel conversando com uma mulher gostosa que não para de comer ele com os olhos, e aí ele não faz nada! Fica parado, mesmo sabendo que ela ta se insinuando para ele! – Levy olhou para mim e eu pude ver raiva em seu olhar, talvez ela tenha imaginado essa cena. E eu sei que ela não gostaria nadinha que isso acontecesse com ela. Antes que umas de nós falassem alguma coisa, as portas do elevador se abriram, revelando um intenso corredor decorado, com seis portas distribuídas a cada lado. No fim do corredor, tinha uma enorme varanda á céu aberto. Agora adivinhem o que a burra aqui fez? Tentou abrir a porta de uns dos quartos! Só depois que me dei conta que a maldita chave estava com Jellal que estava com aquela vadia na recepção!

– Droga! Não estamos com as chaves! – Grunhi de irritação e as meninas me encararam, como se eu fosse uma maluca. – O que foi?

– Claro que sabemos que não estamos com as chaves! – Juvia respondeu, revirando os olhos, como se fosse óbvio.

– Então.. pra que diabos vocês me seguiram?

– Primeiro porque não era melhor deixar você sozinha e segundo.. – A loira que estava respondendo á minha pergunta retirou do elevador uma mala, que até então eu não tinha me dado conta. — Porque eu sei exatamente o que você deve fazer para se “vingar” daquela vadia.

Lucy imediatamente abriu a mala no chão do corredor, retirando vários pares de biquínis de dentro.

– Pra que isso Lucy?

– Puta que pariu Erza! Pra que mais? – Respondeu nervosa e só depois eu saquei o que ela estava planejando. Troquei de roupa ali mesmo, com as meninas vigiando para ver se vinha alguém, todas elas trocaram. Logo estávamos as quatro de biquínis dentro do elevador. Quando voltamos para o térreo, Jellal ainda conversava com a funcionária e os meninos ainda estavam parados na recepção. Jellal que falava alguma coisa com ela parou rapidamente de falar assim que me viu. Eu praticamente desfilei ali no saguão, é que me deu tanta raiva de ver os dois ainda conversando que nem olhei para a cara de Jellal e passei direto, com Lucy, Levy e Juvia me seguindo, e seus respectivos amantes atrás.

Andei até a piscina West* com todo mundo atrás. Sabia que Jellal viria depois, já que ele não suporta que eu esteja de biquíni sem ele por perto, percebi isso desde nossa lua de mel do casamento “falso”. Assim que cheguei a uma espreguiçadeira mais próxima, retirei meu short e deitei, colocando os óculos. Lucy chegou ao meu lado e murmurou no meu ouvido.

– Hey, vamos almoçar agora. Não quer ir com a gente?

– Não. Depois eu vou. — Até perdi a fome, culpa daquela infeliz!

– Está tudo bem? — Perguntou preocupada, virei-me para olhá-la. Sabia que não poderia mentir, na verdade, não conseguiria fazer isso.

– Não.

– Relaxa, as coisas logo vão se ajeitar.

– Espero que esteja certa. — Voltei o meu olhar para cima, fechando os olhos e tentando relaxar um pouco. Mesmo com os olhos fechados, percebi que tudo mundo já tinha ido para o restaurante.

Pensando bem agora, percebo o quanto sou “sortuda”. Logo no meu terceiro dia de casada, já tenho problemas. Que ótimo! De repente, sinto mãos deslizando pela minha coxa. Não precisei nem pensar para saber quem era, e ele ficou um tanto surpreso com isso.

– Nossa, já sabe que sou eu não é? — Não respondi, ele continuou alisando minha coxa, passando depois para minha barriga. — E se fosse outro cara?

– Eu também deixaria passar. — Sempre que eu fico nervosa, acabo falando o que não devo, e esse foi mais um dos casos. Eu não deveria ter aberto a boca, principalmente por causa desse assunto.. Só percebi o que tinha falado quando senti Jellal apertar minha barriga.

– COMO É QUE É?

– Não foi isso que eu quis dizer.. — Sentei na cadeira e tirei os óculos, olhando-o nos olhos. Ele estava com um semblante sério.

– Eu ouvi muito bem o que disse. Não brinque com isso Erza, me provocar desse jeito não vai nos levar a lugar algum..

– Ah é? Irônico você falar isso! Se estava me provocando agora pouco! — Repliquei nervosa, observando sua cara confusa.

– Do que está falando?

– Não se finja de burro Jellal! Eu vi aquela.. aquela.. — Eu ia chamá-la de vadia, mas me segurei, já que quando falei isso da Meredy, piorei ainda mais as coisas. — ..funcionária dando em cima de você! Ela estava esfregando os peitos na sua cara! Praticamente te comendo com os olhos! E você não fez absolutamente NADA!

Jellal ficou surpreso com minha acusação, abrindo e fechando os olhos rapidamente, como se certificasse que aquilo estava acontecendo. Por fim, suspirou pesadamente e pegou em minhas mãos. Um choque me percorreu ao sentir o contato de sua pele na minha, queria abraçá-lo, mas me detive. Ele ainda estava conversando agora pouco com aquela mulher!

– Erza.. você por acaso me provocou só por causa.. daquilo? — Perguntou calmamente, me fazendo ficar irritada outra vez. Como assim SÓ aquilo?

– Só aquilo? AQUILO foi muita coisa!

– Mas não tem fundament..

– E por acaso não notou que ela se insinuando para você? — Num instante, desapareceu a tranqüilidade do rosto de Jellal, seu cenho se franziu e ele apertou ainda mais minhas mãos.

– Erza, pode aparecer a mulher que for na minha frente, mesmo que ela esteja pelada e seja gostosa, eu sempre terei olhos somente para VOCÊ! Agora, será que dá para parar de duvidar dos meus sentimentos? Eu não me casei com a funcionária, me casei com você! E será VOCÊ que eu vou sempre olhar, ok?

E mais uma vez, parabéns Erza, conseguiu deixar que o ciúmes subisse a sua cabeça! Ao ouvir Jellal, minha irritação foi toda embora. Agora que estamos casados por vontade própria, parece que a todo o momento eu o quero só para mim, e quero que ninguém olhe e queira tomar posse do que é meu. Um sentimento estranho, porém, percebi que não sou só eu que sinto isso. Do nada, um homem aparece com duas cervejas na mão, caminhando na minha direção, provavelmente para a mulher do lado oposto a mim, que era sua esposa. Mas mesmo com a esposa do lado, ele não tirou os olhos de mim, quase babando no meu corpo! Pensei que Jellal fosse partir para cima do homem, que andou lentamente para me observar, mas logo puxei seu pulso em direção ao restaurante. Lugar onde deveríamos ter entrado antes da recepção..

Quando chegamos ao restaurante, eu já tinha posto meu short, e acabamos por não achar nenhum de nossos amigos lá. Devo ter demorado demais e eles devem estar passeando por aí. Jellal e eu escolhemos uma mesa para sentar e antes que ele se sentasse, avisei que iria ao banheiro. Cheguei lá e arrumei um pouco o meu cabelo, que estava horrível, de tanto que fiquei irritada. Massageei um pouco minha testa e a região abaixo dos olhos, era bom que eu me controlasse a partir de agora, ou poderia ficar com rugas! Isso seria terrível! Ainda sou muito nova! Depois da tentativa de fazer um coque que não deu certo, resolvi voltar à mesa, porque tinha ficado com fome outra vez. Mas assim que saí do banheiro e olhei para a mesa que Jellal estava, perdi a fome novamente. De pé, ao lado de meu marido, adivinha! Estava a funcionária! GRRR!! Esta, porém, estava com a blusa branca mais a baixo, deixando seu uniforme ainda mais decotado, e ela ainda estava com o tronco todo inclinado para Jellal. Um absurdo! Vou com certeza reclamar com a gerência!

Felizmente, eu não precisei fazer nada para aquela mulher ir embora, assim que Jellal olhou para o lado e me viu, fez um sinal com as mãos para que eu me aproximasse. Ela percebeu e me encarou, com um sorriso debochado.

– Senhorita Suzuki, gostaria de lhe apresentar a Erza, minha esposa. — O sorriso dela desapareceu quando Jellal falou as duas últimas palavras, e seus olhos se arregalaram. Foi a minha vez de sorrir, estendi a mão e com uma voz provocante, falei:

– Sou Erza Fernandez, muito prazer. — A funcionária olhou para mim furiosa, e foi como se choques elétricos saíssem dos seus olhos e dos meus, que se encontravam preparados para qualquer batalha. Mas, mesmo assim, ela estendeu sua mão e apertou a minha, de má vontade.

– Prazer conhecê-la, senhora Fernandez. — Pude perceber ironia em sua voz, mas não me importei, continuei com meu sorriso no rosto, o que ainda deixava-a nervosa. — Bem, deixarei os senhores almoçarem como desejarem. Espero que possamos ter.. — Voltou seu olhar para Jellal e sorriu maliciosa. — mais tempo para conversar, senhor Fernandez.

– Ah, é claro! — Jellal sorriu de volta, dessa vez, me deixando irritada. Assim que ela virou para mim, seus olhos emanavam raiva e deboche, correspondi o olhar e ela passou por mim lentamente, murmurando no meu ouvido.

– Nenhum homem nunca escapou de Minerva Suzuki e este não será o primeiro. Esteja preparada na próxima semana Erza SCARLET, — Deu ênfase no meu sobrenome de família, como se insinuasse que eu não era esposa de Jellal. — porque Jellal Fernandez será todo MEU.

Ainda deu uma risadinha no final e saiu, rebolando. Tive vontade de ir até ela e lhe dar um murro na cara! Porra, quem essa mulher pensa que é?

– Minerva.. vou guardar bem esse nome. — Declarei baixinho, porém Jellal ainda conseguiu ouvir.

– O quê?

– Nada não meu amor! — Mudei de humor rapidamente, lançando um sorriso tímido á ele. — Vamos almoçar!

O azulado assentiu confuso e pediu o cardápio ao garçom. Depois de fazermos os pedidos não parei de pensar na tal Minerva, espero que ela saiba quem eu sou antes de tentar fazer algo com o MEU marido!



Notas finais
* Imagem tirada do site do resort.

Vishh, Minerva apareceu! E quer tomar o Jellal da Erza! O que será que vai acontecer? haushuahsa
Eaí, gostaram? Podem me lembrar, farei um capítulo maior no próximo, para compensar vocês de todo esse tempo de espera =]
Minna, olha só, eu preciso que vocês saibam que alguns lugares do resort, os principais. Para que quando eu citar esses lugares, vocês já estarem conscientes. Como eu sou boazinha, vou colocar o site do resort nas notas iniciais dos próximos capítulos, para que, caso queiram dar uma olhada, não precisarem vir aqui para procurar o site.
Espero que tenham gostado e me perdoem por este capítulo pequeno, com certeza compensarei vocês!
Beeijos! ♥