Awake
3 Batalha por Controle
Notas iniciais
Ufa, consegui postar como o combinado! =) Atrasei um pouquinho na escrita, e tive que terminar este capítulo hoje! Desculpem sempre atualizar tarde, mas os dias por aqui andam meio corridos! hihi
Bem, gostaria MUITO de agradecer à todos os Reviews!! FICO SUPER FELIZ DE SABER QUE ESTÃO GOSTANDO!
Agradecimento especial para a Carol_lima que deixou duas recomendações fofissímas! Me inspirou mesmo a continuar! MUITO OBRIGADA CAROL! =D
Vcs são meu combustível, ok? ^^
Bem, falo mais no final...vamos ler? =D
Eu sorri para ela, enquanto uma batalha era travada em meu interior; O meu lado racional sabia que eu não poderia permitir tal comportamento – aquilo não era saudável para mim ou para ela; Dormir com Bella tão perto de mim, definitivamente despertaria o predador invisível e concupiscente que me espreitava a cada segundo ao seu lado. Porém, o olhar em seu rosto mostrava o quão dependente e necessitada ela estava; Ela precisava de mim. Precisava que eu afastasse cada um dos seus medos. A sua expressão tímida e receosa, demonstrava o quanto ela havia lutado consigo mesma para não vir até mim. Mas ela o havia feito. Ela havia confiado que eu iria cumprir minhas promessas de estar ao seu lado. Os meus dedos coçaram os fios bronze, e Bella pisou adiante enquanto encontrava o borrão de confusão em meu semblante. Ela estava acanhada, suas bochechas tornando-se um avermelhado claro que contrastava com sua pele clara. Um pequeno biquinho apareceu em seus lábios róseos, e eu dei um pequeno suspiro. Naquele momento, eu percebi que jamais seria capaz de dizer não a ela.
- Claro, Bella. Deite aqui.
Eu bati minhas mãos contra a cama, enquanto os pés pequenos e delicados de Isabella escalavam colchão alto. Ela deitou-se contra o estofado, enquanto eu soltava uma pequena risadinha com seu completo desastre ao tentar puxar as cobertas. Eu retirei parte do edredom meu corpo, aproximando-me de Isabella para posicionar o lençol contra ela. A proximidade dos nossos corpos enviou calafrios por toda minha pele; Eu estava com meus braços apoiados ao seu redor, nossos corpos em poucos centímetros de se tocarem. Evitei olhar para a forma perfeita que seu corpo estava moldado ao meu, desviando meu olhar para seus olhos castanhos. Tão perfeita, cândida e libidinosa ao mesmo tempo. Inocência e sensualidade habitando em seu rosto, vivendo em curvas desconhecidas. Um pequeno formigamento surgiu em minha virilha quando seu hálito quente bateu contra minha bochecha. Respirei profundamente, afastando-me abruptamente para deitar no meu lado da cama. Bella gemeu baixinho, e eu a encarei após alguns minutos. Eu ainda estava em busca de algum controle. Ereção definitivamente não era uma boa idéia naquele momento. Eu precisava exorcizar meus desejos e cumprir cada uma de minhas promessas. Eu a amava. E sabia que ela ainda não estava pronta para mim.
- Me desculpa, Edward. Não fique bravo comigo.
Pequenas lágrimas surgiram em seus olhos, e eu virei-me para ela, acariciando o topo de sua cabeça.
- Por que você está pedindo desculpas, minha bonequinha? Você não fez nada de errado.
Os lábios dela tremeram e uma lágrima escorreu de seus olhos.
- Tô com medo, mas não queria te deixar bravo. Posso ir embora se não me quiser aqui.
Um pequeno bico surgiu novamente em seus lábios perfeitos, que tremiam levemente. Eu dei um sorriso torto, enquanto a culpa me dominava. Isabella era completamente alheia a todo turbilhão de sentimentos e hormônios que sua presença despertava em mim. Eu ainda sentia minha recente excitação pulsar enquanto tentava bravamente lutar contra meus demônios. Eu havia feito uma promessa. Ela precisava de mim...eu tinha que lutar, tinha que alcançar.
- Não é isso, minha bonequinha. Eu nunca ficaria bravo com você. Você pode dormir comigo. – Eu acariciei sua testa, sentindo minha mão queimar com o contato. Ignorei completamente meus impulsos – Agora me diga querida, por que você está com medo? Não gostou do seu quarto?
Ela sorriu, corando fortemente.
- Não, eu amei! É tão grande e bonito! Meu antigo quarto não era tão grande e cheio de coisas bonitas – Ela pausou rapidamente, antes de recomeçar a falar – Tem tantas coisas lá que eu não sei usar.
Eu ri baixinho, e ela deu uma pequena risada comigo. Eu vi seu rosto se iluminar, e aquela sensação de vê-la satisfeita esquentou meu coração.
- Amanhã uma pessoa muito especial virá ajuda-la. Alice é muito divertida, você vai ver.
Ela me encarou em dúvida, parecendo insegura com minhas palavras.
- Ela...ela...é...sua...namorada?
Eu ri levemente, enquanto Isabella corava violentamente e bufava entre a vergonha e a irritação. Devo confessar que sua atitude incentivou minha insanidade. Aquilo não era justo. Ela não poderia sentir ciúmes de mim, talvez nem soubesse como sentir ciúmes. Eu não poderia permitir que meus delírios ganham-se proporções perigosas para nós. Abri um simples sorriso casual, massageando sua bochecha vermelha.
- Não, Bella. Alice é minha irmã. Eu não tenho uma namorada.
Seus olhos se iluminaram e ela deu um sorriso fraco.
- Alice, como Alice no país das maravilhas?
Eu dei uma risada descontraída e deslizei meus dedos livremente pela pele do seu rosto.
-Sim. Como Alice no País das Maravilhas. E você, menininha, precisa parar de fazer esse bico. Isso é muito, muito desonesto. – Em um ímpeto, eu apertei seus lábios entre meus dedos, e sua respiração ficou acelerada. Eu sentia a carne quente e úmida contra meus dedos, enquanto meu polegar delineava a forma perfeita da sua boca cheia. Eu quebrei o contato, quando meu próprio corpo começou a esquentar. Eu precisava parar com aquilo. Mas era praticamente impossível manter minhas mãos longe de Bella; Meu corpo era atraído a toca-la – como se eu necessitasse sentir sua carne sob meus dedos. O sentimento de posse era doentio. Eu tinha que manter minha obsessão escondida dentro de mim, em uma parte onde somente eu pudesse encontra-la. – Vamos dormir, Isabella. Está tarde para garotinhas estarem acordadas.
Ela piscou, assentindo em silêncio. Eu a encarei, enquanto ela fechava seus olhos lentamente. Eu a observei começar a trilhar seu caminho para o sono, enquanto eu buscava encontrar alguma forma para espantar os sentimentos masculinos que ameaçavam me dominar. Sua voz espantou meus pensamentos.
- De não acordar.
Isabella disse quase de forma inaudível, ainda de olhos fechados.
- Como?
Eu perguntei, puxando o lençol para meus ombros.
- Tenho medo de não acordar.
Eu busquei uma respiração profunda, antes de afagar um dos cachos que caíam de seus cabelos.
- Eu estou aqui para acorda-la. Eu farei com que você acorde. Eu prometo.
Ela balançou a cabeça afirmativamente, deixando um grande suspiro sair de sua garganta. Seus olhos manteram-se fechados e logo, eu conseguia perceber a constância e profundidade das suas respirações, indicando que ela dormira. Eu não conseguia me mover – tinha receio de toca-la de maneira inapropriada ou na pior das hipóteses, permitir que meu corpo encontrasse o seu por acidente. O demônio estava ali – duelando por espaço no meu interior, esperando o momento exato para atacar. Eu precisava me manter focado – pensar no meu futuro próximo com Isabella, manter-me firmado no amor puro que sentia por aquela menina. Aquele amor de infância. Eu desejei intensamente ser aquele garoto de 12 anos, e sentir-me livre para experimentarmos juntos cada parte do mundo que Bella desconhecia. Tudo ao seu redor era novo – o mundo havia mudado durante seu sono; Seu corpo e todos ao seu redor também. Cada dia era um dia de descobertas para ela – e eu queria fazer parte do seu mundo novo. Queria experimentar de cada sensação que ela fora privada. Quando o sol começou a bater em minha janela, meus olhos renderam-se ao sono castigado. E eu dormi, sonhando com o anjo ao meu lado, sendo despedaçado pelo demônio que existia em mim.
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Passavam das dez da manhã, quando eu levantei-me com pesar da cama confortável de lençóis brancos. O corpo pequeno e delicado de Isabella havia enrolado-se completamente no meu, fazendo-me afasta-la delicadamente quando eu finalmente acordara. O calor do seu corpo ainda estava sob mim, despertando cada célula do meu ser; Seu cheiro habitava meu olfato, enquanto eu lutava, inutilmente, para afasta-la da minha mente. Deus, eu estava no limite do controle, com apenas dois dias de convivência. Aquilo seria muito mais difícil do que havia imaginado. Cutuquei o braço de Isabella antes de sair do quarto, apenas para me certificar de que ela acordaria. Seus olhos abriram-se letargicamente, enquanto eu a informava para me encontrar na mesa da cozinha para o café. Meus pés fizeram um caminho rápido até o banheiro, para fazer minha higiene matinal. Logo, eu havia chegado até a cozinha, começando a preparar ovos e bacons para nosso desjejum. Isabella surgiu na porta, esfregando os olhos, enquanto eu despejava os ovos sob o seu prato.
- Bom dia, Bella Adormecida. Dormiu bem?
Ela deu um sorriso de orelha a orelha, brincando com os cachos que caíam sob seus ombros.
- Sim, Edward. Você me esquentou. – Ela deu uma risadinha, e eu fiz uma pequena careta.
- Ovos, Bacon, suco de laranja e cereais. O que vai ser?
Seus olhos cresceram, enquanto ela apreciava o cheiro que saía do prato.
- Um pouco de tudo, pode?
Ela fez o biquinho novamente, e eu movi minha cabeça, incrédulo.
- Você pode. Mas não precisa desse bico trapaceiro para conseguir isso.
Nós sorrimos, e começamos a comer rapidamente. Isabella estava comendo lentamente, provando um pouco de cada. Eu fiquei satisfeito por vê-la se alimentando bem, sabia o quanto a alimentação era importante para ela naquele momento. Seu corpo ainda estava se reacostumando à comida tradicional, após tantos anos de alimentação artificial. Eu quebrei o silêncio entre nós, abandonando meu prato vazio.
- Então, Isabella, aparentemente Alice está um pouco atrasada. Ela vai ficar com você hoje, enquanto saio para organizar algumas coisas. Você acha que está pronta para ter aulas em casa? Com um professor particular?
Ela sorriu levemente, engolindo um generoso pedaço de ovo frito.
- Acho que sim. Espero que Alice goste de mim.
Eu enviei-lhe um sorriso torto e cocei meus cabelos.
- Não se preocupe. Você e Alice irão se divertir muito. Me diga, Bella, o que você gosta de fazer?
Ela pausou por alguns minutos, pensando em uma resposta adequada para mim. Bella mordeu seus lábios com força, fazendo meus olhos correrem para sua boca. Desviei meus pensamentos, brincando com o prato à minha frente.
- Eu gosto de brincar. Mas não sei se ainda devo fazer isso. – Ela parecia completamente confusa, e vi infelicidade em seus olhos pequenos. Toquei suas mãos levemente, e apertei seus dedos magros.
- Você pode fazer o que quiser, querida. Do que você gosta de brincar?
Ela sorriu amplamente para mim.
- Jogos, principalmente. Gostava de ir à La Push brincar com Jake nos sábados. Será que eu poderia visitar Jake?
Eu rodei meus olhos. Quem diabos era Jake?
- Quem é Jake, Isabella? – Ela sorriu, ruborizando-se.
- Meu amigo. Sempre brincávamos juntos. Ele é muito legal e divertido.
Eu estreitei meus olhos, bufando irritadamente. Jake? Um “amiguinho”? Começava a sentir a posse me dominando, o sentimento obsessivo ameaçando sucumbir. Tomei um generoso gole de suco, tentando manter-me completamente calmo. Eu não fazia idéia de quem era Jake, mas o ciúme de que ela desejava estar com outra pessoa, me desgraçava por completo. Mascarei meus sentimentos com um sorriso fraco e compreensivo, alisando sua palma com seus dedos longos.
- Podemos ver isso. Você sabe alguma coisa desse Jake?
Mostrei interesse para investigar melhor de quem se tratava. Não conseguia imaginar Isabella longe de mim, ao lado de qualquer outra pessoa. Ela sorriu de emoção, sem imaginar os sentimentos delirantes que atravessando meu cérebro. Bella pulou de seu assento, atrapalhando-se em seus pés enquanto gesticulava animadamente.
-Ele é deste tamanho – Ela mediu 1,20 com suas mãos, e eu sorri amargamente. Obviamente, o tal garoto já deveria ser um homem feito. Eu senti ira em minha língua, enquanto via a emoção a dominar – É moreno e tem cabelos lisos e curtos. O pai dele se chama Billy e tá em uma cadeira de rodas. Billy gosta de pescar com o papai nos domingos.
Vi um flash de tristeza cruzar seu rosto com a menção de seu pai, e culpei-me intensamente. Eu não poderia priva-la disto. Não poderia priva-la de rever as pessoas que amara em sua vida. Eu precisava me conformar que Isabella não era minha propriedade. A campainha soou audivelmente, e eu levantei-me rapidamente, tocando seus ombros. Provavelmente era Alice, e eu agradeci internamente por sua chegada. Eu precisava de um tempo para espairecer, colocar meus sentimentos em ordem.
- Prometo que irei procura-los. Agora, Alice provavelmente está na porta. Você quer abrir a porta comigo?
Ela me abraçou fortemente, puxando meus cabelos da nuca levemente. Eu me rendi ao abraço, embalando sua cintura entre meus braços. Isabella gemeu e se aconchegou em meu peito. Toda a insegurança, ira e ciúme se dissiparam gradualmente. Eu inspirei o cheiro doce de morangos de seus fios castanhos e beijei o topo de sua cabeça. Nos separei com dor, e segurei suas mãos contra as minhas.
- Obrigada, Edward. Você é muito bom para mim.
Nós caminhamos até a porta, enquanto eu largava sua mão quente para girar a maçaneta. Alice pulou em nos ver.
- ESTOU TÃAAOO FELIZ! Oi Ed!! – Ela me abraçou com força, e pulou em cima de Bella, puxando-a em seus braços – BELLA!! Nós vamos nos divertir de verdade! Eu trouxe umas coisinhas... – Ela empurrou uma sacola cor-de-rosa em direção de Bella, enquanto invadia o apartamento. Alice disparou em milhões de palavras animadas e estridentes, enquanto eu deixava a sala para vestir-me para sair. Eu estava disposto a largar duas ou três aulas para ter tempo para Isabella durante este período; Por mais que aquilo atrasasse minha graduação, eu estava satisfeito em fazer parte da vida dela. Meu pequeno anjo era minha prioridade. Havia decidido com os médicos de Isabella, que estudar em casa serial o ideal para ela neste momento. Eu teria que encontrar outra atividade para que ela interagisse com pessoas da sua idade, e aquela idéia não era animadora para mim. Eu ainda tinha que lidar com o fato de que Bella queria reencontrar um amigo de infância. Não sabia o por quê do ciúme me invadir de forma tão avassaladora. Talvez fosse apenas um garoto desajeitado e bobo. Mas eu me sentia inseguro, tinha receio de que a qualquer momento, Isabella fosse me abandonar. Eu a amava. Mas não poderia esperar que meu amor, devoção e paixão fossem recíprocos. Espantei meus pensamentos, agarrando o restante dos meus pertences entre meus dedos. Me dirigi à porta, e antes que pudesse sair, Bella correu em minha direção apertando-me em um abraço.
- Promete que não vai demorar?
Eu sorri amplamente, sentindo a alegria corroer minhas veias. Eu estava realizado – sentindo minha bonequinha transbordar afeto por mim; Eu beijei sua testa e afaguei seus cabelos compridos.
- Prometo, minha bonequinha. Se divirta. E se Alice exagerar, deixei meu telefone na geladeira. Não hesite em ligar.
Ela assentiu, e correu em direção ao seu quarto. Eu fechei a porta do meu apartamento, sentindo um enorme vazio preencher meu peito. Era a sensação de vazio que eu havia encarado nos últimos dez anos – a solidão, a falta de vida, a completa fragilidade e amargura. Naquele instante, compreendi meu próprio mistério interior; Meu coração não me pertencia – ele vivia nas mãos daquela jovem menina, que o havia roubado antes que eu pudesse escutar sua voz, ou ver a cor dos seus olhos. Ela havia roubado o meu amor puro, celestial e incompreendido. Inegavelmente, irremediavelmente ela me possuía. O meu sentimento de posse, existia unicamente pelo fato de que Bella detinha tudo de mim; Sem ela eu era vazio, oco. Minha vida apenas existia ao seu lado. Antes de minha bonequinha acordar, eu sobrevivia para ela, para velar seu sono profundo. Hoje, eu aprendera o verdadeiro sentido de viver. Hoje eu vivia para espera-la, vela-la, zelar por ela e ama-la incondicionalmente, de todas as maneiras possíveis. Eu não era um doente, não era um louco ou um obcecado sem limites. Apenas um homem sem coração. Aquele que o coração havia sido roubado por uma garota, e que somente ao lado dela, conseguia sentir-se vivo.
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Olhei em meu relógio, pisando no freio, enquanto estacionava o volvo prata em frente ao meu apartamento. Eram dez horas da noite, e eu havia perdido mais tempo do que eu gostaria durante aquele dia. Alice havia me ligado há dez minutos, informando sua partida prematura, alegando que nossa mãe havia tido um mal estar. Eu tentei impedi-la – implorei para que me esperasse, mas tudo fora em vão; A culpa não era de Alice. Eu havia falhado. Eu havia quebrado minha promessa. Saber que Bella estava completamente sozinha apenas no seu segundo dia, me deixava em desespero. Pânico, medo e inúmeros sentimentos de insegurança e pavor me invadiam, enquanto eu corria em direção ao apartamento. Eu havia traído a confiança de Bella. Havia a deixado no seu momento mais suscetível, mais necessitado. Era tarde de noite, e eu tinha plena convicção de que ela estaria com medo. Eu a deixaria dormir comigo naquela noite novamente para me redimir; Desejava com vigor obter o perdão da minha garota. Ela teria de me perdoar. Eu jamais repetiria o dia de hoje. Jamais a abandonaria novamente. Apesar de Alice ter me garantido que ela ficaria bem, eu precisava vê-la, ter certeza de que nada estava assustando meu pequeno anjo. Minhas mãos trêmulas agarraram o molho de chaves, enquanto eu lutava para abrir a porta principal. A quase completa escuridão invadiu meus olhos. Eu corri em direção à sala, encontrando um pequeno corpo estirado no sofá. Isabella sorriu e correu em minha direção. A visão que inundou meus olhos fizeram minhas pernas bambearem; Isabella estava nua da cintura para cima – seus seios pequenos, cor-de-rosa e empinados balançavam livremente enquanto ela corria para meu abraço a penumbra. Eu engoli em seco. Fechei meus olhos para tentar evitar a visão que surgia diante de mim; Era a perfeição ver seu corpo desnudo – coberto apenas por uma calça moletom solta. Tinha que evitar aquela imagem – mas sabia que ela se prenderia ao meu cérebro para sempre. Eu estava ferrado, completamente amaldiçoado com a imagem erótica de Isabella na sua mais perfeita forma. Seus seios roçaram contra meu estômago quando eu a senti se agarrar firmemente contra mim. O que diabos estava acontecendo? Eu pisquei inúmeras vezes para ter a certeza que não era uma alucinação. Minhas calças se apertaram com a crescente ereção que surgiu em minha virilha, e a temperatura alta do corpo de Isabella provocava ainda mais meus instintos descontrolados.
- Que bom que você voltou! Você demorou tanto, pensei que tinha esquecido de mim.
Minha mente vagueada alarmada com a sua atitude; Deus, o que de mal eu poderia ter feito? Eu precisava entender por que meu frágil mundo estava desabando diante de mim. Onde estava minha menininha?
Notas finais
Quero saber a opinião de vcs, pleaseeeeeeeee!
Mereço um Review?! *faz o bico da Bella* rs
beijos e ótima terça!
Ah! e estou respondendo os Reviews viu? Faltam só os do cap 2, q pretendo responder amanhã, ok? =) Espero vcs nos comentários!
=*
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