Awake
9 Aprendendo
Notas iniciais
N/A: Leiam a nota final!!!!
A campainha soou audivelmente, fazendo-me acordar dos meus próprios devaneios. Alice. Agradeci mentalmente por tê-la colocado nisto. Eu precisava de ajuda, conversar com alguém para tentar sanar minha confusão interna.
Eu estava cruzando uma linha perigosa – talvez quebrando as asas do meu inocente anjo em prol do meu prazer.
O quão mais sujo poderia ser isso?
Mas Bella quis, pediu. Você não pode impedi-la. – O lado negro gritava em meu cérebro.
Eu não queria rejeita-la – mas deveria ser o responsável.
Uma criança não tem noção de certas coisas, Edward. Ela não sabe o que faz, o que quer.
O Racional surgia em meus pensamentos
Ela quer, apenas faça! – O pervertido outra vez.
Agarrei meus fios, puxando meus cabelos dolorosamente. Estava estafado da batalha – esgotado das contradições e da dor;
Eu ainda tinha dúvidas se contaria a Alice sobre o beijo – mas certamente, precisava de algumas respostas. Alice era minha irmã, e Deus, eu a amava. Mas sabia que ela era agressiva quando ficava com raiva. E eu temia pelas minhas bolas.
Ela sabia dos meus sentimentos por Isabella – e me apoiava até certo ponto. Mas se eu contasse que quebrara as regras, e dera um beijo nada casto em Bella, não poderia garantir tanta amabilidade. Alice e Bella passavam muito tempo juntas, e eu precisava saber exatamente o quanto sobre sexo e relacionamentos Bella sabia.
Eu não queria ter dado um tiro no escuro, beija-la sem que ela saiba o que isso acarreta.
Uma garotinha não sabe o que significa um beijo. Não de maneira real.
Eu rodei meus olhos, abrindo a porta da frente rapidamente. Alice carregava um pequeno embrulho entre as mãos. Um sorriso receoso surgiu em meio ao seu rosto, e eu arqueei as sobrancelhas. Alice não estava pulando, e eu preocupei-me pela sua falta de entusiasmo. Algo teria acontecido?
- Precisamos conversar
- Precisamos conversar
Falamos ao mesmo tempo, e Alice pulou em meu pescoço. Ah, lá estava ela. Eu sorri para mim mesmo.
- Telepatia dos Cullen. Até parece que você anda começando a ler pensamentos, Eddie.
Eu ri levemente.
- E você a ver o futuro.
Nos afastamos, e eu dei um sorriso amarelo.
- Sala?
Eu assenti, vendo-a passar pela porta. Sentei-me ao seu lado no sofá, puxando uma almofada para cima dela.
- Você primeiro
- Você primeiro
Falamos novamente juntos, e gargalhamos por alguns segundos, antes de eu encara-la novamente.
- Acho que isso é consequência de tantos dias me ignorando, Edward Cullen.
Eu dei um sorriso fraco.
- Não ignorei, Alice. Mas precisava de um tempo com meus pensamentos...colocar as coisas em ordem. – Eu pausei, enquanto minha irmã minúscula balançava a cabeça afirmativamente – Você primeiro, fadinha. O meu é mais complexo que o seu, sem dúvidas.
Alie rodou os olhos, e sorriu.
- Certo. Bem, eu recebi um telefonema nada bom de Victoria esta manhã – Os dedos pequenos de Alice acariciaram o embrulho – E ela se demitiu, Edward. Sinto muito.
Eu engoli em seco. Se demitiu? Certo, Isso não era nada bom.
Eu havia sido bruto demais com ela? Estúpido demais?
Eu apenas não a queria, e não conseguia pensar na possibilidade de tocar outra mulher sem ser Isabella.
Agora eu havia ferrado tudo. Eu não queria um maldito homem na minha casa, espreitando meu anjo, desejando o corpo da minha bonequinha...Ela não teria um professor homem.
E era difícil encontrar professoras particulares em uma cidadezinha inócua como Forks.
A obsessão me dominava. Só a possibilidade de outro homem nesta casa, me levava à beira da loucura.
Eu pisquei, voltando-me para Alice.
- Ela disse o motivo?
- Disse que não conseguiria. Apenas isso. Pediu desculpas, e prometeu devolver o adiantamento para aulas. Eu disse que não seria necessário. Mas eu gostaria de saber se aconteceu alguma coisa.
Eu remexi em meus cabelos desalinhados nervosamente.
- Ela queria sexo, Alice. Eu recusei – Respirei profundamente, vendo um flash de diversão atravessar o rosto de minha irmã. Bufei – Maldição, isso não é engraçado. É trágico, na verdade. Você sabe que eu não conseguiria-
Ela me cortou.
- ...Ficar com outra além de Bella. Eu sei, maninho. Entendo – Ela abriu um grande sorriso e acariciou minhas mãos – Você sabe por que eu entendo? Porque sou apaixonada por Jasper desde que aprendi a falar. Você sabe disso. Você sabe que ele não me quis até dois anos atrás. Você sabe que eu tive que correr para agarrar meu homem! E hoje faço loucuras com ele na cama e-
Eu gargalhei, cortando-a.
- Ok, Alice. Não preciso de detalhes. Agradeço por ser tão compreensiva comigo.
- E deveria. Mamãe ainda quer cortar seu coro e servir para os cachorros. Ela não está nada feliz com isso. Briga com o papai constantemente, acha que você está doente.
Eu dei um sorriso irônico.
- Desde quando mamãe não me entende, Alice? Desde meus doze anos? Acho que já entendi isso. Não adianta remar contra a maré. Eu não sou o filho que ela queria que fosse, ponto. Eu não casei com Tânia Denali, eu não fui para as férias de verão quando era garoto, eu não vivia bêbado com meus amigos ricos da escola católica. Me recusei a fazer faculdade em Oxford. Mais motivos?
Alice deixou um semblante triste surgir em seu rosto delicado.
- Não fique assim, Eddie. Ela não pode fazer nada com isso. Papai já disse para ela lhe deixar em paz. Acho que umas compras em Paris a ajudariam. – Nós rimos juntos – Agora, você...me conte, que estou MORRENDO de curiosidade!
Alice gritou, e eu cobri sua boca.
- Shiu! Fale baixo! Não quero que Isabella escute.
Ela arregalou os olhos, e eu soltei minhas mãos de sua boca.
- Desculpeeeee! É que fiquei emocionada! – As mãos dela se agitaram, e ela cruzou os dedos de ansiedade. – Conta logo, Edward! Eu vou acabar morrendo de curiosidade! É sobre Bella, não é?
Eu sorri, sentindo o embaraçado me dominar. Deus, mesmo com Alice, era difícil falar sobre Bella. Eu sentia-me culpado e sujo com minhas atitudes recentes. Eu contaria a ela? Talvez Alice não me matasse. Talvez.
- Bem, na verdade, eu queria fazer algumas perguntinhas... – Ela pulou, sorrindo ansiosamente. – Sobre Bella.
- Por favor, desembuche! Eu estou começando a me sentir mal!
- Tudo bem, Alice...fique calma! – Eu pisquei várias vezes, puxando ar para dentro do meu peito – Eu queria saber se vocês conversam sobre...sexo. Relacionamentos, namoro...queria saber se ela sabe alguma coisa sobre essas coisas.
Os olhos dela se arregalaram, e seu semblante ficou sério. Ela estava com raiva? Eu não saberia dizer. Deus, eu ferrei tudo. Não era o momento certo. Bella não estava pronta. Alice iria me castrar.
- Por que você quer saber? Aconteceu alguma coisa que eu deva saber?
Eu mentiria? Eu estava confuso. O olhar de Alice sobre mim era devorador. Ela iria comer minha alma, e me fazer lamber o chão do inferno por ter roubado a inocência de Bella. Mas eu precisava me aliviar – tirar o peso do segredo das minhas costas. Ao menos, acredito que Alice não me denunciaria. Afinal, mortos não podem perder nada, certo?
- Bem... – Eu me afastei de leve, cobrindo meu corpo com a almofada – Nós meio que nos beijamos ontem.
Alice grunhiu, e socou a almofada em minha frente. Ela me mataria, eu sabia. Fechei meus olhos, esperando uma pancada. Seus dedos caíram contra meus braços, e eu abri os olhos vendo seu semblante irritado.
- OH MEU DEUS! – Ela gritou – Como você demorou tanto tempo para me contar? Edward, seu desgraçado! Eu quero saber tudo, PELOR AMOR DE DEUS!
Eu procurei em seus olhos sinais de condenação, mas só pude encontrar ansiedade e excitação. Ela não estava horrorizada, chocada ou enojada com a minha atitude? Eu vi um grande sorriso formar-se em seus lábios, enquanto ela jogava a almofada de um lado para o outro como uma criança hiperativa.
- Você não está horrorizada? Com nojo ou ódio de mim?
Ela gargalhou.
- Claro que não! Quer dizer, sim, eu estou com raiva! Porque você demorou tanto para contar! – Ela exclamou – Agora fale tudo!
Eu ergui minhas sobrancelhas, sentindo minha culpa ser amenizada parcialmente. Alice, melhor do que eu conhecia Bella. Conhecia seus comportamentos e atitudes. Eu sorri em alívio, por saber que não havia sido um abuso completo de minha parte. Ela não estava me condenando, o que significava que eu não havia sido um monstro. Eu respirei aliviado, deixando a tensão fugir pelos meus poros.
- Foi agora a pouco Alice...Depois de conversarmos sobre algumas coisas – Eu pausei. Sobre isso eu não contaria. Preferiria viver com a culpa, ao constrangimento da minha irmã saber que me masturbo no banheiro para a garotinha que dorme comigo. E que pior, ela tinha me flagrado. Não. Isso eu enterraria na minha pequena caixa de vergonha. – Bem, ela me pediu. Nós nos beijamos. Foi isso.
- Mas foi de língua?
- Sim, Alice...Foi de língua. – Ela riu, puxando os fios espetados dos seus cabelos curtos – Agora, sua vez. O que Bella sabe sobre isso?
Alice deu um sorriso travesso.
- Sobre sexo, não muita coisa. Assim, eu contei a ela que quando duas pessoas se amam muito elas fazem coisas. Ela sabe que não existe cegonha, nem sementinha. Eu não mostrei a ela visualmente falando, mas dei uma boa idéia sobre o que os adultos fazem – Ela riu – Agora, sobre namoro, ela está bem ligada. Eu contei tudo a ela sobre Jasper. Menos a parte das fantasias e das algemas, claro...
- Alice! – Eu a cortei, e ela riu.
- Tudo bem, sem detalhes. Enfim, eu sabia que isso ia acontecer. Ela gosta de você, Edward. Você só tem que ir com calma...mas ela sabe o que quer. Bella ainda é uma criança, mas não se preocupe sobre estar abusando dela. Ela já sente coisas de mulher, e quer coisas de mulher, apesar de ter uma mentalidade infantil. Você só não pode chegar com muita sede ao pote. Vá devagar, deixe que ela esteja pronta para você. Como um namoro de crianças, entende? Isso é o que ela precisa. Ela quer ser amada, e precisa do seu amor. Não somente como um pai, mas como um homem. Ela está amadurecendo muito rápido, e se formos colocar isso em números ela é quase uma adolescente agora. Adolescentes não sabem lidar com a rejeição.
Eu dei um sorriso pequeno, sentindo o alívio cobrir minhas feridas.
Ela me quer, ela sabe que me quer de uma forma diferente. Eu não estou abusando da minha bonequinha. Não poderia sequer cogitar a possibilidade.
Senti um refrigério divino me assolar, enquanto me aproximava de Alice para abraça-la. Eu precisava ouvir aquilo. Precisava extinguir o pensamento doentio de que a estava forçando.
Eu só não podia ir longe demais como naquela manhã.
Ama-la como o ser inocente que ela era, controlar o monstro e esperar.
Mas meu coração bombeava erraticamente por saber que era correspondido. Ela seria minha, por completa e total vontade própria. Lágrimas escaparam dos meus olhos, e Alice nos separou.
- Obrigado, Alice. Você tem sido tão boa para mim.
- De nada, maninho. Mas vou fazer algo melhor – Ela pausou, um sorriso travesso sorrindo em seus lábios – Vou ensinar Bella sobre sexo de uma forma bem eficiente.
Eu tremi. Forma eficiente? A malícia e a alegria surgindo em seus olhos cor-de-mel. Eu pensei em inúmeras coisas que ela poderia fazer – pornografia, filmes educativos, bonecos infláveis.
- NÃO! – Eu disse exaltado – Nada de pornô, Alice. Por Deus.
Alice gargalhou animadamente, colocando as mãos sob os lábios.
- Não é nada disso, Edward. Espere um segundo – Ela levantou-se do sofá – Chame Bella. Esteja presente, assim você não tira suas próprias conclusões.
Ela sumiu em direção a cozinha, enquanto eu levantava-me em direção ao quarto de Isabella. Eu estava feliz – apesar do receio pelos planos desconhecidos de Alice. Mas eu estaria presente, para censura-la a qualquer instante.
Senti o cheiro inconfundível de Bella invadir minhas narinas, quando cheguei à porta de seu quarto. Eu queria pedi-la em namoro, segurar sua mão, dar pequenos beijos castos em seus lábios macios... Queria tanto exorcizar o demônio, fazer-nos iguais por um único dia. Respirei profundamente, dando pequenas batidas na porta de seu quarto.
Eu poderia fazer isso. Eu a amava tanto. A amava dolorosamente, perturbadoramente.
Poderia ser um caminho longo e torturante, mas eu iria ser o garoto que ela precisava. Passaria por cima do homem que vivia em mim, para ser personificar o garoto de doze anos que a amara à primeira vista. Bella abriu a porta com alguma dificuldade, sorrindo timidamente para mim.
- Oi Edward – Ela corou levemente, e eu acariciei seus cabelos.
- Alice quer conversar com você.
Bella mordeu os lábios com força, lançando-me um olhar temeroso.
- Eu fiz algo errado? Me desculpe, eu não quero-
Eu a cortei, puxando-a para fora do quarto. Segurei seus pulsos, colocando-a em um abraço.
- Pare de se desculpar, amor. Você não fez nada. Ela só quer explicar umas coisas para você. – Eu a tranquilizei, colocando meus braços ao redor da sua cintura. Eu abaixei meus lábios até sua orelha, sentindo o corpo de Bella arrepiar-se. Seu corpo esquentou, fazendo o meu próprio responder a ela. Merda. Era tão difícil não se deixar dominar pela atração abrasadora que existia entre nós. Eu beijei seu ouvido, dando um pequeno sorriso – Não esqueça do nosso segredo, ok? Mas você só precisa guardar um. Eu contei a ela sobre o nosso beijo.
Ela se mexeu em meu abraço, puxando uma longa respiração.
- Ela está brava?
Eu ri docemente, afastando-me para beijar seus cabelos.
- Não, meu amor. Está tudo bem.
Nós sorrimos, e Bella corou fortemente. Eu toquei a ponta de seu nariz, agarrando suas mãos.
- Eii, vocês dois! Vão para a sala me esperar! Vamos, que hoje tenho uma aula diferente para dar.
Eu lancei um olhar malicioso para Isabella, que sorriu alegremente. Alice estava serelepe, escondendo algo entre as mãos. Ela entrou no quarto de Isabella agilmente, batendo a porta atrás de nós. O que diabos Alice estava planejando? Cozinha, quarto de Bella. Nada se encaixava, nada que pudesse me dar alguma pista. Eu andei em direção à sala, brincando com os dedos pequenos de Bella entre minhas mãos. Sentamos lado a lado, trocando alguns sorrisos cúmplices.
Alguns segundos depois, Alice surgiu diante de nós, ainda escondendo as mãos em suas costas.
- Certo, hoje eu vou falar sobre uma coisa diferente para vocês. Então eu quero que prestem muita atenção. Certo, Bella?
Minha bonequinha assentiu, e eu acariciei suas mãos com meu polegar.
- Muito bom. – Alice pausou, depositando duas caixas cor-de-rosa sob a mesa, e algumas frutas. Uma banana e uma maçã. Eu ri baixinho. Deus, eu não estava acreditando. Alice não iria fazer isso. Não poderia.
- Alunos, vamos falar sobre sexo. S-E-X-O. Sexo. Aquilo que você faz quando sente um tesão louco por alguém. — Eu quebrei o contato com as mãos de Bella, encarando Alice com irritação. Tesão? Ela não poderia pegar leve? Alice notou meu olhar e gaguejou. – Uh...quer dizer...quando você ama muito alguém. Err...mas amor também tem tesão, certo?
Bella mexeu-se no sofá, seu rosto coberto por vergonha. Suas mãos pequenas levantaram-se em forma de pergunta, e Alice assentiu.
-Sim, Bella. Pode perguntar.
Bella gemeu, balbuciando baixinho antes de falar.
- É...hum...é... – Ela enrolou-se nas palavras, e eu vi suas bochechas queimarem mais forte – O que é...tesão?
Alice sorriu, e eu escondi meu rosto entre as mãos. Aquilo não poderia ser menos constrangedor? Eu deveria ter ficado no quarto. Não, não. Era bom estar ali. Eu conseguia controlar a língua de Alice.
- Bella, que bom que perguntou! – Minha irmã abriu as caixas cor-de-rosa, retirando uma Barbie de dentro. Na outra caixa, eu vi um boneco masculino surgir, e ri em descrença. Barbies? Aquilo era uma loucura. Não poderia ser real.
– Bem, essa aqui é você, Bella. – Alice apontou para Barbie, que trajava um vestido colorido. – E esse é o Edward – Alice apontou para o boneco loiro, vestindo apenas uma calça de banho. Eu queria enterrar-me no sofá. Eu poderia morrer de constrangimento naquele momento.
- Agora, é assim que acontece o tesão – Ela juntou os bonecos, fazendo-os se beijarem. Bella respirava rapidamente, entre a confusão e a curiosidade. Alice colocou as mãos do boneco sobre os seios da boneca, enquanto Bella observava atentamente. – E isso é tocar. Dar um amasso ou dar uns pegas, falando popularmente. Olha como o boneco do Edward toca nos seus seios. Aí, a boneca Bella vai sentir um calor bem aqui, na vagina – Ela levantou o vestido da barbie, mostrando o espaço assexual que existia entre suas pernas. – E aí você fica molhada e sente um formigamento estranho na virilha. Isso se chama tesão. Entendeu, Bellinha?
Ela assentiu, seus olhos brilhando com as novas descobertas. Eu me perguntei o que ela estaria pensando. Aquela situação toda deveria estar sendo confusa. Tateei o sofá nervosamente.
- E então, o Edward pode tocar sua vagina. – Ela despiu os bonecos, jogando as roupas sobre a mesinha. Um pornô com barbies. Era bizarro, mas eu não encontraria maneira mais apropriada para apresentar sexo para Bella. Tenho que admitir, que apesar da loucura da situação, Alice foi brilhante. – E você pode tocar o pênis de Edward. Ele também vai ficar com tesão – Eu gemi, sentindo os meus demônios acordarem com a possibilidade. A imagem de Bella me tocando era imensamente perturbadora. Eu grunhi, com o incomodo que surgia entre minhas pernas. Não dê idéias, Alice. Não agora.
- E depois de tudo isso, finalmente, o boneco do Edward coloca o pênis dentro da vagina da boneca Bella. – Alice sorriu amplamente, fundindo os bonecos eletricamente. Bella encarava atônita – seus olhos presos em cada movimento. Deus, aquilo era demais para mim.
- Mas isso só acontece quando duas pessoas estão preparadas para levar o relacionamento para outro nível, certo Alice? Isso é algo muito bonito e especial, que deve ser feito depois que as pessoas se amam muito e sabem que vão ficar juntas por muito, muito tempo. – Eu disse, sem coragem para encara-la. Bella gemeu.
- Sim, claro. Só quando você estiver pronta. Isso pode demorar para acontecer. Só quando a boneca Bella estiver grande aqui. Entendido? – Alice apontou para a cabeça da barbie, e Bella afirmou com a cabeça. Eu relaxei em meu assento, agradecendo por tudo estar acabando. Não havia sido tão ruim. Apesar de alguns deslizes, a linguagem era clara e de fácil entendimento para meu anjo.
- Agora, vou mostrar como é o pênis do Edward – Eu arregalei meus olhos, olhando para Alice com repressão. – O que, Edward? O Bob não tem pênis, nem a Barbie tem vagina. Você quer que eu continue, Bella?
Bella assentiu rapidamente, parecendo ansiosa por mais.
Foda-se. Era uma batalha perdida. Ela queria saber – e seria melhor por Alice do que por mim. Não que Bella nunca tivesse visto meu pênis, mas eu sabia que ela tinha curiosidade de saber como ele funcionava. Uma curiosidade tentadora para mim.
- Isso é uma banana, certo? – Alice disse, descascando a fruta. – Mas o pênis do Edward é igualzinho. Ele vai ser assim, duro e comprido. Diferente da sua vagina. É feito para encaixar. – Bella corou ainda mais, passeando seus dedos pelos cabelos. Alice segurou a maçã, que estava partida ao meio. Ela fez um pequeno buraco na fruta com os dedos, e fundiu os dois inúmeras vezes. – E é assim que se faz sexo. O pênis entra no buraquinho da sua vagina sem parar.
Alice movimentou mais algumas vezes, largando os objetos sobre a mesa. Bella arfou, mordendo os lábios duramente.
- Alguma pergunta?
Bella levantou as mãos, e Alice sorriu para ela.
- Diga, Bella.
- É assim que se faz bebês? – Eu vi seu tom receoso, enquanto Alice aproximava-se dela para acariciar seus fios.
- Sim, querida. Mas não necessariamente se faz bebês toda vez que se faz sexo. Você pode fazer sexo para demonstrar o quanto ama alguém. É a forma que o corpo tem de amar. Por isso que chamamos de “fazer amor”.
- Entendi – Minha bonequinha sorriu, cruzando os braços no peito.
- Certo, mais alguma pergunta? — Bella moveu a cabeça negativamente, e eu agradeci mentalmente. Obrigado Deus pelos pequenos milagres. Eu já estava quase duro novamente, e não precisava de mais nenhum estímulo para minha dor. A simples presença de Bella já me dragava para o inferno. Eu levantei-me e Alice pulou em minha frente. – Não, ainda não. Tenho algo para conversar com vocês. – Eu voltei-me para ela, sentando novamente – Desde que Victoria não vai mais dar aulas para você, eu imaginei que iria frequentar um colégio regular. Então, tomei a liberdade de lhe comprar um celular para falar com Edward quando você estiver fora – Alice empurrou a caixa em direção de Bella, que a encarou com completa felicidade.
- É sério? Victoria não vem mais? Graças a Deus! – Seu tom era completamente satisfeito e entusiasmado. Eu dei uma risadinha baixa. Ela tinha ciúmes de Victoria – e comemorou espontaneamente sua partida.
- Alice, obrigada pelo presente. Mas ainda não conversamos sobre isso... – Eu resmunguei, e Alice rodou os olhos.
- Existe outra professora particular em Forks? Bella não pode ficar sem estudar. Mas se você quiser, eu poderia providenciar UM professor e então-
Eu a cortei.
- Não! – Alice e Bella me olharam imediatamente – Quer dizer, acho que a escola está bem. Podemos resolver isso amanhã.
Eu trinquei minha testa em preocupação. Bella sorriu para mim inocente, abrindo seu presente com divertimento. Eu não estava pronto para deixa-la em uma escola. Eu não saberia lidar com as dezenas de pessoas que poderiam se aproximar dela.
Mas a possibilidade de deixa-la sozinha em meu apartamento com um homem era muito pior. Eu fazia faculdade – passava horas fora de casa, deixando Bella aos cuidados de Alice, que nem sempre estava presente. Por mais de uma vez, ela ficara sozinha com Victoria. Eu sabia que não teria paz deixando-a com um homem estranho. Ela ficaria completamente vulnerável sem mim. Apesar do obsessivo atormentar meu ser com seu vício, eu sabia que a escola seria a opção menos dolorosa.
Ao menos, ela não iria ficar com garotos da sua idade. Garotos. Hormônios. Eu rosnei pela ira que invadia meu ser; Amaldiçoei Forks por não possuir escolas especiais. Eu não fazia idéia do seu desenvolvimento de aprendizado para cogitar o que fariam com ela em uma escola pública. Torci para que ela fosse para o primário, rodeada por crianças inocentes como ela. Joga-la no colegial, era joga-la para os leões – ele as devorariam.
Por mais que eu evitasse, eu sabia que aquele momento chegaria – o momento de deixa-la partir da minha bolha. Eu não iria poder mantê-la presa para sempre. O momento de deixa-la explorar o mundo havia chegado, e eu sentia-me tão inseguro quanto um garotinho perdido. Eu não conseguia lidar com a possibilidade de vê-la longe de mim; Haviam sido dez anos junto a ela, sabendo que a cada instante ela estaria esperando por mim em seu sono profundo.
A encarei novamente, pegando o vislumbre perfeito dos seus olhos castanhos hipnotizados pelo aparelho novo.
Inocência, felicidade, pureza, perfeição. Um anjo. Meu anjo.
Gravei em minha memória aquele momento – o último dia que ela seria unicamente minha. A partir daquela segunda-feira, eu deixaria meu anjo voar. O mundo a conheceria – e meu coração se encheu de melancolia, por imaginar se ela teria suas asas quebradas pela impureza que a rodeava; O mundo não era um quarto de hospital.
Bella não era minha prisioneira.
Ela possuía meu coração, e eu era seu prisioneiro. Prisioneiro das suas vontades, dos seus sentimentos, da minha paixão e da minha devoção.
Eu a amava. E faria isso por ela.
A deixaria voar, torcendo para que encontrasse o caminho de volta para casa.
E trouxesse meu coração destroçado, nas mais delicadas e suaves mãos que eu já havia tocado.
Ela era minha divindade, e eu a adorava. Adoraria à distância, velando seu sono, até o fim dos meus dias.
Escravo do seu amor. Escravo do meu desejo de possuí-la somente para mim.
[...]
A noite chegara rapidamente – logo Alice estava tagarelando na porta de meu apartamento pronta para partir. O meu último dia com Bella havia passado rapidamente, entre jogos de tabuleiro e pipocas de micro-ondas. Eu sorri para ela, enquanto suas pequenas mãos fechavam a porta da entrada. Bella corou, e fez um pequeno bico.
- Está cansada?
Ela pisou em minha direção, com um sorriso nervoso.
- Sim. Você vem deitar?
Eu segurei suas mãos, beijando seus dedos.
- Claro, pequena. Não deixaria minha bonequinha dormir sozinha.
Bella nos puxou em direção ao quarto, correndo animadamente até a cama. Ela se jogou no colchão, puxando-me junto com ela. Eu escalei a cama, deitando ao seu lado. Por alguns segundos, encaramos o teto em silêncio, nossas respirações rápidas e curtas. A tensão se formando entre nós, a atração começando a permear em nossos poros; As mãos tímidas de Bella tocaram meu braço, e eu virei-me para encara-la. Ela mordia os lábios, seu rosto avermelhado em contraste com os cachos negros dos seus cabelos.
Ela parecia estranhamente selvagem. A garotinha escondida em algum lugar na imensidão dos seus olhos. Minhas mãos criaram vida própria – acariciando sua bochecha febril em carinhos delicados.
- Eu pensei se nós poderíamos repetir aquilo de hoje de manhã agora. Eu esperei o dia todo por isso.
Ela escondeu os olhos, embaraçada pela confissão. Eu sorri, acariciando seus lábios com a ponta do meu polegar.
- Eu também esperei – Pausei, enquanto soltava seus lábios para agarrar seu queixo e levantar seu rosto em direção ao meu. Seus olhos castanhos encontraram os meus, e estavam cheios de receio e desejo. Ela estava acanhada – o medo da rejeição pintando em seus olhos escuros. – Eu quero. Muito. Não duvide disso. Mas quero ter certeza que você quer isso. Você quer, Bella? Quer me beijar agora?
Seus olhos tornaram-se pedras lúgubres, enquanto as suas mãos trêmulas passeavam pelos meus cabelos bagunçados.
- Sim, eu quero. Eu quero muito.
Eu aproximei nossos rostos, bebendo do seu hálito doce. Minha boca caiu contra a sua, acariciando seus lábios com os meus. Meus dedos tocaram sua bochecha, e ela gemeu abrindo os lábios para receber minha língua. Deslizei para dentro de sua boca, explorando seu gosto único, deixando nossas línguas se encontrarem pela segunda vez. A língua dela estava afoita, sugando-me entre sua boca minúscula. Eu gemi. Meu corpo, começando a responder ao contato. Bella moveu seu corpo, sem nunca quebrar o contato de nossas bocas, deitando-se sobre meu peito. Eu a deixei tomar seu tempo – Provar meus lábios, explorar cada pequena parte da minha boca. Vê-la tão sedenta, fez o homem despertar com força total. Meus dedos circularam suas costas, acariciando de cima para baixo. Eu estava nublado pelo desejo, pela sensação de tê-la sob mim, pressionando levemente minha penosa ereção com sua barriga. Eu busquei algum atrito, esfregando meu corpo contra o dela, enquanto meus dedos desciam até a sua cintura. Penetrei em sua blusa, sentindo o toque elétrico da sua pele nua contra minhas mãos. Ela gemeu, mordendo meus lábios em resposta. Passei pelo seu umbigo, causando arrepios em seu corpo. Senti seus lábios mais vorazes e famintos, implorando por mais de mim. Abandonei sua pele, em busca de controle, segurando meus dedos entre seus cabelos. O controle se esvaindo, drenado lentamente em um beijo infernal. Eu sentia o monstro começando a possuir meu corpo, invadindo minhas veias, tomando minha sanidade. Em um ato do mais puro desejo, Puxei seus cachos com avidez, mudando nossos corpos de posição. Agora ela estava embaixo de mim, rendida à violação de minha língua contra sua boca. Eu a beijava com paixão – bebia do seu hálito, chupava, mordia e sugava. Minhas mãos tornaram-se desesperadas – largando dos seus cabelos para acariciarem seu pescoço. Meu pênis explodia dentro da calça, enquanto eu buscava me aliviar com atrito entre meu corpo e o de Bella. Meu polegar atrevido desceu pelo seu pescoço, fazendo um caminho doloroso até os seus seios. Eu rocei a ponta do meu dedo levemente contra seu seio esquerdo. Um gemido grutual saiu da garganta de Bella. O perverso queria mais. Queria marca-la e toma-la para mostrar que ela era sua posse; Fora de controle, eu acariciei seu peitinho pequeno contra minha palma, circundado seus bicos eretos levemente com meu polegar. Bella se esfregou contra mim, suas mãos deixando meus cabelos para correrem pelas minhas costas.
Eu gemi, brincando com seus mamilos protegidos pela camiseta. Eu estava extremamente excitado, imaginando como seria ter seus perfeitos peitinhos em minha boca. Gemi de desejo, sugando seus lábios com violência. Eu cobri seu seio entre minha mão, dando pequenos apertões. Eu ouvi Bella vacilar, e perder uma respiração. Um fio de razão me invadiu, e eu quebrei nosso beijo.
A preocupação me invadiu, enquanto eu nos separava. Ela ainda estava de olhos fechados, enquanto eu encarava seu rosto, tomado pelo pânico. Bella abriu os olhos, respirando uma única vez profundamente.
- Bella, você está bem?
Ela corou fortemente, abrindo um pequeno sorriso.
- Sim...me desculpe, eu perdi o fôlego.
Eu dei um sorriso fraco, me amaldiçoando pelo meu comportamento. Onde estava o garoto?
Onde estavam minhas promessas de pureza?
Eu havia cruzado outro limite, quebrado novamente minha promessa. Apesar de Bella ter o pleno conhecimento sobre sexo, eu não poderia forçar sua mente a caminhar em passos largos.
Eu tinha que ser garoto!
Mas cada vez que minha boca tocava a sua, a paixão oprimia a castidade. A libido derramava-se sobre mim, levando toda e qualquer razão que eu possuía.
Aquilo não daria certo. Eu jamais seria capaz de ter algum controle ao lado dela.
- Edward, podemos fazer de novo? – Ela tinha um bico em seus lábios, enquanto eu via pequenos cortes causados pelos meus dentes em sua boca. Eu a havia ferido com minha paixão, permitido que o obsessivo marcasse meu doce anjo com sua profana libido.
Acariciei seu rosto docemente, beijando suas bochechas com doçura e inocência. Ela fechou os olhos, apreciando a sensação. Nos separei com um pequeno beijo em seu nariz.
- Por hoje está bom, minha bonequinha. Eu cruzei os limites. Temos que ir com calma.
Dar uns pegas em Bella não era nada bom no momento sensível do meu corpo. Se eu a beijasse novamente, a paixão me renderia, e o monstro me dominaria. Eu não tinha controle – eu era como um fio desencapado pronto para atear fogo ao mínimo contato de Isabella.
- Mas eu quero assim. É tão bom... Eu queria mais beijo e mais amasso. – Ela brincou com meu lábio inferior, e eu afastei-me dela, deitando ao seu lado. A forma que as palavras saíam de sua boca, eram perigosamente inocentes. Como eu era doente; Como eu conseguia sujar meu puro e perfeito bebê?
- Não, pequena. A primeira lição de ser maduro é saber quando parar. Precisamos parar agora.
Eu vi tristeza em seus olhos, enquanto ela virava-se de costas para mim. Birra. Típico de adolescentes. Eu acariciei suas costas, e a abracei por trás, depositando pequenos beijinhos em sua nuca.
- Se você for uma boa menina na escola, eu prometo que amanhã a gente faz mais, ok? – Eu pausei, enquanto ela jogava a cabeça para trás, incentivando-me a continuar. – Você pode seguir aquelas regrinhas que eu disse? Nada de tocar, beijar... Na verdade, nada de falar com garotos. Essa é a nova regra.
Ela riu discretamente, puxando minha mão para abraçar sua cintura.
- Você é tão ciumento. Eu gosto disso. Mostra que você gosta de mim daquele jeito especial.
Eu sorri, vendo-a deixar a tensão do seu corpo evaporar-se em meu abraço. Ela estava relaxando gradualmente, começando sua batalha diária contra o sono. Eu adorava nina-la – e observa-la dormir calmamente em meu abraço. Era meu lar. Meu refúgio, como sempre fora.
Ela resmungou algo inaudível, completamente entorpecida pelo sono.
- O que você disse, meu pequeno anjo?
Ela sorriu docemente, os cílios cobrindo seus olhos perfeitos.
- ...o seu lugar especial...é maior que uma banana. Alice errou...
Eu gargalhei baixinho, enquanto Bella dormia profundamente, subjugada pelo sono que a assolava. Eu acariciei cada pequena parte do seu rosto – seus olhos, seu nariz, suas bochechas, orelhas e lábios. Decorei cada parte do rosto sublime.
Meu último dia fora o mais perfeito e perturbador.
Mas amar meu anjo era uma avalanche de sentimentos que eu não poderia evitar.
Adormeci, sonhando com meus dias de glória. Dias em que minha bonequinha, fora unicamente minha. Dias que eu invejaria, para toda minha vida.
Notas finais
LEIAM, POR FAVOR! EU SEI Q TÁ GRANDE, MAS É IMPORTANTE!
Tudo bem?!Eu resolvi escrever aqui hoje pelo tamanho do capítulo! Deixei vcs lerem primeiro! HAHAHA
Ok, hj tem mta coisa pra falar!!
Primeiro: OBRIGADA POR TODAS AS REVIEWS! Sério, meninas! Qnd tô pensando em desistir ou dormir, vcs me incentivam a escrever!!! Obrigada mesmo!! Eu não canso de dizer q vcs são meu combustível não é? MUITO OBRIGADA MESMO! Fantasmas, espero q vcs apareçam nesse capítulo! HAHAHA
Agradecimento especial a jaqueyonamine que fez uma review super fofa e sensível sobre a fic!! MUITO OBRIGADA JAQUE!!Lindo, lindo e muito sensível!! Amei!
Bem, agora vamos falar sobre a fic!
Meninas, eu não tenho a intenção de mostrar o Edward como um pedófilo ou qualquer coisa assim! A Bella é uma mulher no exterior, e é por isso q isso confunde muito o Edward! Ela tem atitudes de menina e de mulher. Não quero q vcs se sintam mal com isso, pq não é esse o intuito! A Bella tem os hormônios de uma menina de 18 anos, o q a faz sentir desejo, vontades e etc como todas as pessoas dessa idade! Ela não tem conhecimentos de muitas coisas pq ficou em coma por 10 anos, mas ainda assim é uma mulher feita!
Espero a opinião de vcs! Se estiverem se sentindo mal, ou achando q a estória tá tomando um rumo muiiito dark, eu quero saber ok? Eu gosto de opiniões verdadeiras, então me dêem a de vcs, ok? Afinal, essa fic é pra vcs, gente. HAHAHA Gostei de receber o comentário da Back_deia sobre isso. Não tinha pensado por esse lado, e foi interessante de ver como realmente pode passar essa imagem...Déia, por favor, conte mais para mim do q vc acha! Fico feliz q tenha amado mesmo estando confusa igual o Edward! HAHAHAHA
Bem, espero q vcs não me matem pela lemon discreta do capítulo, ok? HAHAHAHA Eu simplesmente não resisti...meu Edward é tarado mesmo! :P
Bem, espero vcs nas reviews? Eu tenho q confessar q tô mais ansiosa dessa vez...me digam o q vcs acharam! Criticas, sugestões, revoltas, enfim...TUDO!
Pergunto de novo: Edward tá indo rápido demais? :)
Beijos meninas, ótimo domingo!
Se der tudo certo (e eu espero q sim) e vcs aparecerem nas reviews, a gente se vê na segunda =D!
PS- Sobre o FF.NET, o meu ainda tá bugado! E o d vcs? :(
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