Awake
15 A Cura
Notas iniciais
Olá galera!
Bem, essa escritora que vos fala está nesse momento com 38 graus e meio de febre. Tô super arriada, mal mesmo. Maass eu não poderia deixar minhas autoras amadas na mão! Eu prometi, e apesar de ter saído no Sábado de madrugada, aí está o capítulo!
Agoraaa...agradecer a minhas leitoras fofas e meus postos de gasolina que deixaram REVIEWS muito fofas para Awake essa semana!! MUITTO OBRIGADA MENINAS!! Eu agradeço imensamente cada comentário, opinião...eu realmente tô em divida com as respostas, mas se eu melhorar eu prometo tentar me redimir, ok?!
Agradecimento especial de hoje vai para Dazzled_Culllen que deixou uma indicação muito fofa em Awake!! Obrigada linda!! Eu e o Edward ficamos SUPER felizes com suas palavras amore! ^^
Tenho mais a dizer embaixo...leiam a nota final!
Como prometido, esse capítulo tem Lemons(Edward pula de alegria)! Espero q gostem, pq eu estou tãoo mal q não sei se fiz o negócio funcionar...sintam-se a vontade pra me xingar depois se tiver ruim, ok? Sem mais spoilers...
Boa leitura! ;)
Até a nota final!
Os seus olhos negros, manchados pelos vermelhos das lágrimas insistentes, eram tão sombrios e dolorosos que eu sentia meu próprio peito arfar pela sua dor.
Eu havia sofrido pela sua perda, e agora sofria com a possibilidade de que a tivesse ferido – a ferido e machucado seu imaculado e inocente coração.
Eu havia perdido a batalha do controle?
Havia manchado meu pequeno anjo com as minhas garras sujas?
Toquei os seus cabelos, enquanto seus lábios feridos tremiam sob meu toque.
Ela se aninhou contra meus dedos, sua pele implorando por mais.
Eu engoli em seco, percebendo os machucados na extensão do seu pescoço e ombro descobertos.
Eu não poderia. Não teria sido capaz.
- Como eu posso ter feito isso, anjo? Como eu posso ter machucado seu corpo? – Meus dedos acariciaram gentilmente as contusões vermelhas na sua epiderme, sentindo o queimar da sua pele contra a minha. Eu queria beijar cada pequeno machucado, acalentar cada parte maltratada do seu corpo. Bella gemeu quando meu polegar rodopiou pela sua garganta, encontrando o canto dos seus lábios. Ela fechou os olhos fortemente, enquanto as lágrimas desciam pelo seu rosto.
Eu não aguentava vê-la naquele sofrimento; Não conseguia suportar fisicamente o quão magoada e ferida ela estava.
Eu precisava destroçar quem a feriu, precisava aliviar a ira que se formava em meu interior. Se aquele alguém fosse eu, eu seria capaz de colocar um fim torturante em minha própria vida.
Não seria capaz de me perdoar por ter abusado da sua inocência.
Você não fez nada, Edward. Por que se culpa?
O garotinho soprou em meu cérebro, enquanto eu movia minha cabeça negativamente.
Eu não tinha tanta certeza.
Aquelas lembranças não existiam, mas o pervertido podia ter me cegado. O pervertido poderia ter me enfeitiçado com seus truques baixos. Eu era louco, insano, delirante, um completo condenado. Não conseguia conciliar minhas duas metades – e apesar de ter plena ciência dos meus problemas, eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto.
Eu a vi sibilar — algumas palavras incompreensíveis saindo de sua boca. Ela mordeu os lábios, cravando suas pequenas unhas contra meu braço. Eu vi a raiva, a mágoa, o sofrimento e aflição em seu semblante jovem.
- Você me traiu... – Ela choramingou, enquanto travava uma batalha com as palavras – Você me quebrou, Edward...você...mentiu para mim...por que? Por que simplesmente não disse que eu não sou boa suficiente? Por que deixou que eu acreditasse nas suas mentiras?
Eu a vi rosnar e gemer, enquanto limpava as próprias lágrimas bruscamente. Ela começou a se debater – empurrando meu corpo para longe de si. Eu segurei seus pulsos firmemente, imerso em minha confusão interior.
Eu não aceitaria seu afastamento – era louco o suficiente para me agarrar em seus pés até o último segundo e implorar seu perdão.
O que diabos ela estava falando?
Mentiras? Traição? Eu não mentiria para ela, muito menos a trairia.
Desde os doze anos eu era completamente apaixonado por essa menina. De uma maneira tão obsessiva que eu precisava conter os meus sentimentos ao seu lado; Não existia qualquer mulher que me pudesse despertar o mínimo desejo além do meu doce anjo.
Eu fora marcado e sequestrado pelo seu amor; Era um beco sem saída, um beco em que eu me deliciava estar refém.
O meu céu e inferno particulares; Uma batalha entre o meu controle e a pureza do seu amor.
Seria isto?
Ela teria descoberto o quão longe nós havíamos ido?
Havia caído em si sobre minhas canalhices?
Eu me torturei e culpei; Eu era um desgraçado, um desalmado que não merecia nenhum pingo do seu amor.
- Quais mentiras, Bella? – Eu perguntei rouco, as minhas próprias lágrimas escorrendo pelos meus olhos. – Eu jamais te trairia, jamais mentiria para você. Eu não consigo entender-
Ela me cortou, quando um gemido brutal escapou de sua garganta.
- NÃO MINTA PARA MIM, MERDA! – ela gritou, lutando para livrar-se do meu aperto. O ódio dominava suas palavras, algo como revolta surgiu em seu rosto angelical. Eu a segurei com firmeza, impulsionando seu corpo em minha direção.
- Bonequinha, por favor...
Ela bateu seus braços contra mim com rispidez.
– EU VI, EDWARD! EU VI VOCÊ COM ELA NA SUA FACULDADE! EU ESTAVA LÁ! – Sua voz era alta e completamente carregada. Seus olhos nublados pela fúria. – Chega de Mentiras. Eu vi você a beijando... Eu vi como ela tocava você...de uma maneira que você não quer que eu te toque.
A sua voz morreu por completo, enquanto Bella era completamente dominada pelas lágrimas.
Eu engoli em seco, demorando poucos segundos para processar.
Eu estava tão concentrado em Bella, tão focado em encontra-la e descobrir o que havia por trás da sua dor que havia esquecido por completo de Tânia.
Cerrei meus lábios, as idéias surgindo em meu cérebro.
Não fora à toa aquela visita venenosa e provocativa de Tânia.
Tudo fazia parte de uma grande armação. Minha mãe era astuta, não desperdiçaria a oportunidade de arrancar cada membrana de vida existente em meu interior; Ela queria me destruir – ver-me rendido aos seus caprichos, dependente da sua aprovação. Morto de uma maneira que eu pudesse ser manipulado pelos seus sentimentos fúteis.
Eu senti a ira me possuir, começar a se apossar do meu corpo.
Ela havia ferido meu pequeno anjo – completamente a mercê das suas ciladas, completamente inocente diante a sua maldade; Eu via a dor em seus olhos, aquela morbidez e destruição dos seus sentimentos infantis.
Eu jamais perdoaria minha mãe, jamais poderia perdoa-la por ter golpeado a minha bonequinha límpida.
Eu circulei sua pele pulsante contra meus polegares, em uma tentativa de aliviar seu sofrimento; Bella gemeu baixinho, ainda dominada pelas suas lágrimas.
Ela estava tão quebrada, tão ferida...
- Bella, Como você pode pensar que eu te trairia? Eu jamais conseguiria engana-la. – Uma de minhas mãos segurou seu queixo, puxando-o em direção ao meu rosto. Eu vi seus grandes olhos brilhantes encararem os meus em completa descrença. – Bella, por favor...Você tem que acreditar que eu te amo. Eu amo de uma forma que você não pode imaginar, meu bebê.
Ela deu um sorriso cruel, engolindo as lágrimas em sua garganta.
- Você me ama? – Ela perguntou, sua voz carregada de frieza e rancor – Então por que você não consegue me tocar? Você não sente nada por mim como homem! Você procurou outra! Uma loira, bonita e sensual... Completamente diferente o que eu sempre serei. Eu sempre soube que você não poderia amar alguém como eu... Você não me deseja, não me quer!
Eu segurei seu rosto entre minhas mãos, completamente dominado pelo desespero.
Eu teria que fazê-la entender. Entender que foi contra minha vontade, que eu a desejava de uma forma tão profana que eu quebraria cada portão do céu com a minha carne ardente.
Bella mordeu os lábios, tremendo com a intensidade do meu olhar.
- Eu amo você, desejo você de uma forma tão dolorosa que eu poderia me afogar nos meus pecados – Eu pausei, enquanto ela puxava uma longa respiração – Eu amo você desde sempre, Bella...desde o momento em que pus meus olhos em você pela primeira vez naquela maca de hospital. Você não poderia entender o quanto eu esperei por você... O quanto eu luto diariamente contra mim para manter minha promessa de protegê-la. Eu te desejo tanto, que meu coração chega a pular fora do peito e minha pele arde pela falta da sua. Eu nunca poderia tocar qualquer outra mulher, porque somente você consegue despertar isso em mim. Você me possui, Bella. Possui cada um dos meus desejos. – Eu coloquei suas mãos sob meu coração. – Você sente? Sente o quão forte ele bate? É por você. Sempre foi e sempre será. E aqui – Eu aproximei meu corpo dela, tocando nossas cinturas diretamente. Fechei meus olhos com o contato, sentindo meu corpo esquentar-se, a pequena chama do meu desejo surgindo imediatamente – Eu sou completamente dominado pelo calor do seu corpo. Eu não somente amo você, Isabella. Eu sou apaixonado, alucinado, louco por você... Aquele beijo que você presenciou foi contra minha vontade. Foi uma armação de minha mãe, apenas isso. Você não entende o quanto ela quer me destruir, e foi isso que tentou fazer! Ela mandou Tânia até lá no intuito de nos separar... Por favor, Bella não desista de nós. Eu necessito do seu amor para viver. Eu jamais iria quebrar minha promessa, jamais meu corpo iria desejar outro além do seu. Você é perfeita, sublime, a criatura mais linda que já vi em toda minha vida.
Eu a vi soltar um sorriso fraco, seu rosto relaxando contra meus dedos.
- Você não quis beija-la? – Eu a vi sussurrar baixinho – Jura?
Eu acariciei suas bochechas quentes e molhadas, olhando para seus lábios na ânsia de toma-los.
- Eu juro por tudo que existe nesse mundo, Bella. Eu nunca quis outra...sempre foi você. Meu corpo é seu, meu coração e minha alma são seus. Por favor, eu preciso de você... eu não posso viver sem você, Bella. Eu quase morri ao pensar na possibilidade de perdê-la, meu doce anjo.
Eu vi seus dentes brancos aparecerem timidamente, enquanto suas mãos subiam em direção aos meus cabelos. Ela aproximou-se de mim, encostando seus lábios levemente contra os meus. Eu deixei a ternura do seu beijo quente me assolar, tantos sentimentos surgindo apenas o roçar dos nossos lábios. Minhas mãos seguraram sua cabeça em uma tentativa de prendê-la, de demonstrar o quanto eu a amava fisicamente. Mas antes que eu pudesse aprofundar nosso contato, ela quebrou o beijo.
Eu a encarei confuso, completamente frustrado pela sua quebra abrupta do nosso beijo.
- Algum problema, meu amor? – Eu questionei, acariciando seus cabelos carinhosamente. Os olhos de Bella se enrolaram novamente na camada de dor, e um flash contínuo de medo passou pelo seu rosto. Eu tremi.
- Eu não posso beijar você – Ela disse suas palavras dolorosamente – Eu estou suja. Eu preciso que você tire isso de mim...por favor, Edward... tire cada parte dele de mim. Me limpe.
Eu movi minha cabeça debilmente, a confusão cada vez mais intensa.
Ele? Quem seria ele?
Eu não conseguia acreditar que ela havia tido outro, não poderia compreender suas palavras. Somente a possibilidade de ela ter se rendido aos desejos de outro homem me enlouqueciam.
Eu cerrei meus olhos, soltando seus cabelos antes de fechar meus punhos rigidamente.
- O que você está dizendo, Bella?
Eu a ouvi soltar um gemido tão angustiante, suas pupilas dilatando-se por completo. Lágrimas surgiam em seus olhos, enquanto ela tentava inutilmente, abraçar as próprias pernas.
- Jacob – Eu a ouvi soltar o nome dele, minha mente começando a ser dragada pelo ciúme. Eu estava prestes a cair diante dela, deixar que meu lado obsessor a engolisse com suas ofensas doentias. Porém, seus dedos delicados tocaram a curva do seu pescoço, mostrando-me os hematomas vermelhos começando a ganhar uma cor arroxeada.
Então eu entendi. No simples toque penoso de suas mãos, eu entendi. O desgraçado a havia tocado sem seu consentimento. Eu segurei seu corpo contra o meu, em uma tentativa desesperada de não abandona-la naquele espaço para enfiar uma bala no meio da testa do desgraçado. Bella se agarrou tão forte quando podia em mim, enquanto suas lágrimas desciam nervosamente em minhas costas.
- Eu pensei que ele fosse meu amigo...eu...eu só estava tão magoada com você e tão confusa... Mas ele tentou abusar de mim, Edward... Ele me tocou...Eu consegui fugir, corri o mais rápido que pude – Ela pausou, engasgando em seus soluços — ...E eu me sinto tão suja...tão suja...eu sou a culpada. Você não me quer mais? Eu não posso viver sem você...Por favor, me perdoe. Me limpe, por favor. Tire isso de mim...eu te amo tanto...eu...preciso que você me perdoe.
Eu a embalei em meu abraço, enquanto suas palavras descontroladas inflavam meu cérebro de ira. Eu mataria aquele molestador por ousar rasgar a inocência do meu anjo; Iria destroça-lo tão dolorosamente, que ele desejará jamais ter nascido.
No momento em que o vi, eu sabia o monstro devorador que ele era. Nunca havia sido enganado pelos meus instintos – e minha ligação sobrenatural com Isabella, indicara que cada um deles estava correto.
Eu era o único culpado por aquele acontecido – o único causador da sua mágoa; Eu deveria tê-la protegido. Protegido sua ingenuidade do mundo destruído ao nosso redor. Eu iria consertar as coisas, teria que encontrar uma maneira de cicatrizar cada uma das nossas feridas.
Eu sangrava internamente, como se implorasse por um milagre que acabasse com aquele pesadelo.
Eu queria ter forças para me manter são, forças para estraçalhar o ser demoníaco que tentara arruinar o meu límpido e intocado tesouro.
Eu sentia a fúria me possuir de forma tão arrebatadora, que me agarrei fisicamente à Isabella para não abandona-la por conta dos meus sentimentos. Eu certamente iria mata-lo, faze-lo pagar por cada toque abusivo de suas mãos contra minha bonequinha.
Eu a vi gemer baixinho, ainda implorando meu perdão. Guardei todo meu ódio em uma parte estratégica do meu peito; Bella necessitava de mim. Eu precisava de controle para ela.
Cuidaria do desgraçado num futuro muito próximo, deixando que minha ira se acentuasse no meu interior para tortura-lo lenta e brutalmente.
Separei meu corpo de Isabella, que protestou contra nossa separação. Eu acariciei seus braços docemente, beijei suas bochechas molhadas, lambendo cada pequena lágrima que escorregava dos seus olhos.
- Não peça perdão, meu anjo. Você não fez nada. Você é perfeita, jamais será suja para mim. Entenda que eu não posso viver longe de você, minha pequena. Você é meu ar, meu tudo... – Eu vi um pequeno sorriso surgir em seus lábios, enquanto ela repuxava uma longa respiração. Eu enrolei minhas mãos ao seu redor, carregando-a em meu colo. Levantei-me silenciosamente, colocando as chaves na maçaneta.
- Eu vou cuidar de você, meu anjo. Vou limpar você, vou beijar cada parte sua que aquele monstro ousou tocar. – Eu a senti agarrar meu pescoço avidamente, enquanto eu adentrava meu apartamento com Bella entre meus braços.
Eu conhecia a sensação. A sensação do corpo sujo, completamente imundo pelas mãos de alguém que você não deseja.
Eu rangi meus dentes ao imagina-lo tocando-a, enquanto ela se debatia fortemente para fugir das suas garras maliciosas. Eu bufei, agarrando-me ao seu corpo quente, enquanto caminhava até o banheiro do meu quarto.
Antes que eu depositasse seu corpo no chão gelado do banheiro, eu a senti sussurrar em meus ouvidos.
- Eu te amo.
E eu apenas sorri como um tolo, afastando o infinito nó de dor que estava assolando nossos corações. Delicadamente, eu a posicionei em pé a minha frente, encarando-a com todo o amor que possuía em interior. Seus lábios estavam vermelhos, assim como cada ponto da sua pele febril. Minhas mãos tocaram a beirada do seu moletom azul, e eu puxei lentamente, deixando a ponta dos meus dedos acariciaram a pele exposta enquanto eu a desnudava. Encarei seu sutiã branco e completamente imaculado. Agradeci mentalmente por não ver sinais de rasgo ou destruição. Pequenos roxos ameaçavam surgir em sua cintura pálida – marcas dos dedos demoníacos do monstro que ousou ataca-la. Eu a vi corar brutalmente, quando a ponta do meu dedo circundou o pequeno machucado, ateando fogo em cada parte do meu corpo.
- Você é perfeita... – Eu disse, enquanto continuava a acariciar cada parte exposta pela nudez. Eu sentia o corpo de Isabella responder aos meus estímulos, esquentando-se abaixo do meu toque – e eu escalei seu corpo até as alças do seu sutiã. Eu sabia que aquele era um passo complicado – diante da sua infantilidade, da recém-agressão que ela havia sofrido. Hesitei por um segundo, sabendo que seria consumido pelo desejo eminente; Soltei levemente as alças de algodão do seu sutiã, e a vi segurar meu punho fortemente.
-Por favor...só pode hoje...eu preciso que você me cure...não pare...por favor... – Seus olhos estavam tão famintos, implorando para que eu não a rejeitasse novamente.
— Mas Bella...eu não sei se poderia toca-la agora...eu não sei se você está pronta nesse momento...Você foi agredida, e eu não quero fazer nada que a machuque.
Bella soltou uma lágrima e engoliu em seco, juntando forças para responder.
- Por favor, só você pode me curar, me purificar, me fazer esquecer. Por favor, eu preciso que você...fique comigo. Se você me ama...me toque. Toque-me e faça parar de doer.
Eu percebi a intensidade do seu pedido, a prece implícita das suas palavras; E naquele instante, eu entreguei meu controle e deixei que meu desejo e amor curassem nossas feridas. Eu pisei em sua direção, capturando seus lábios enquanto meus dedos abaixavam as alças do seu sutiã delicado. Bella gemeu baixinho, enquanto abria sua boca para acomodar minha língua afoita. Eu explorei seu interior, usando meus polegares para roçarem levemente o inicio dos seus seios. Eu a vi morder meus lábios em resposta, o desespero, a dor e o medo se dissipando contra o fogo da paixão que existia entre nós. Naquele momento, cada partícula de sofrimento estava naquele beijo – entre o choque desesperado de nossas línguas, o sugar de sua boca contra minha, o explorar tímido e sensual que aquela garota possuía. Eu nos separei relutante, querendo bebericar de cada momento por completo. Bella ameaçou protestar, mas minhas mãos encontraram o fecho do seu sutiã, libertando sua pele escondida. Eu puxei o tecido, vendo-o cair contra o chão. Eu gemi, ao ver a imagem perfeita dos seus seios completamente nus diante de mim, apontando perfeitamente em minha direção.
Deus, ela era tão perfeita.
Eu já os havia visto – a perfeição daqueles dois pequenos montes; Porém, aquilo era completamente diferente. Eu estava desnudando-a com seu total consentimento. Ela era minha, e eu iria toca-la. Toca-la sem a culpa me assolando, o medo de romper seus limites delicados.
Ela me queria. Havia implorado meu amor.
Ela estava pronta para mim.
Os bicos rosados e pequenos se enrijeceram, e eu pude perceber o calor excitante que atravessava o corpo de Isabella; Ela ansiava por meu toque.
O obcecado apareceu, tentando-me a simplesmente abocanhar seus pequenos limões em minha boca, provar da sua pele tão sublime.
Mas eu sabia que teria que esperar.
Eu prometi purifica-la – e cumpriria cada uma de minhas promessas.
Deixei meus olhos se deliciarem com a sua visão, antes das minhas mãos encontrarem o fecho da sua calça jeans. Eu abri o botão lentamente, enquanto sentia a respiração de Bella acelerar-se. Deslizei o jeans sobre suas coxas, roçando meus dedos contra sua pele. Minha ereção já existente pulsou ao ver seu corpo apenas coberto por uma calcinha branca de algodão.
A visão da inocência e do pecado – suas curvas perfeitas, sua pele lisa e completamente livre de influências mundanas.
Um anjo, uma boneca esculpida por mãos angelicais. Suspirei profundamente, antes de deixar meus dedos se enroscarem no elástico de sua calcinha. Bella gemeu, sua respiração tão irregular e arrebatada quando a minha; A lascívia dominava minha mente, enquanto eu descia a calcinha gentilmente pelo seu corpo. Eu rosnei quando a vi completamente nua – o pequeno espaço entre as suas pernas, coberto apenas por uma camada fina de pêlos escuros.
O monstro em meu interior queria toca-la por inteiro, invadir sua intimidade deleitosamente; Esfregar sua pele como um animal, e toma-la rapidamente para si. Meu membro se empurrava contra minhas calças, lutando contra sua prisão. Eu sentia a dor de vê-la tão entregue e o conhecimento de que teria que controlar meus instintos penosamente para que ela pudesse apreciar a suavidade dos meus toques, o amor implícito em cada movimento.
Segurei suas mãos, levando-a em direção ao boxe. O único ruído entre nós eram as respirações entrecortadas, as batidas intensas dos nossos corações, a atração mútua e palpável que se formava entre nós.
Eu a ajudei a entrar no espaço, deleitando-me com a visão luxuriosa das suas nádegas generosas e perfeitas; Meu membro latejou novamente, enquanto eu ligava a água do chuveiro, e encontrava o semblante de Isabella completamente dominado pelo desejo.
A água encontrou seu corpo, e eu a vi estremecer entre a ânsia e a sensação da agua contra sua pele. Pisei em sua direção, beijando-a novamente, antes das minhas mãos passearem ansiosamente pelas suas costas nuas. Os pequenos dedos de Bella puxaram minha camisa afoitamente, e eu sorri dentro do beijo. Encostei meus lábios sob os dela, encontrando-a para um beijo curto antes de nos separar. A encontrei completamente corada, seu corpo completamente banhado pelas gotas de água que escorriam pela sua pele macia. Minha camisa estava extremamente úmida, e eu cedi ao seu desejo, retirando-a rapidamente. Eu vi seus olhos pequenos aumentarem, enquanto ela estudava minuciosamente meu peito nu. Eu dei um sorriso torto, enquanto a via pisar em minha direção, raspando seus dedos pela abertura da minha calça. Eu senti como se um choque elétrico tivesse me atingido – seus dedos tocando inconscientemente minha ereção dolorosamente erguida. Eu pisei longe, abrindo um pequeno espaço entre nós.
-Bella...não.
Eu a vi se ruborizar por completo mordendo os lábios maliciosamente.
- Por favor... – Um pequeno bico surgiu em seus lábios, e ela inclinou-se maliciosamente em minha direção, um pequeno sorriso travesso surgindo em seu rosto. Eu estava aliviado somente por ver a sua felicidade, afastando-se da pesada nuvem de dor que nos cercava há poucos instantes; Não pude impedir meus olhos de passearem livremente pelo seu corpo nu, focando-se em seus seios duros e o triângulo escondido entre suas pernas. Eu havia fantasiado inúmeras vezes em vê-la nua, mas ela era tão acima de todas as minhas expectativas. Sua voz doce cortou meus pensamentos – Eu quero ver você. Como você está me vendo.
Eu engoli minhas sílabas, enquanto a via caminhar em minha direção lentamente. Deixei suas mãos desabotoarem desastradamente minha calça, seus dedos inocentes batendo constantemente contra meu pênis. Mordi minha bochecha, ao senti-la deslizar minha calça fora. Eu ainda estava de olhos fechados – mas conseguia sentir seu olhar sob meu membro preso dentro dos boxers, crescente e completamente pulsante. Meus olhos se abriram subitamente, quando seu indicador se enroscou na beirada da minha cueca, puxando-a de uma única vez até metade das minhas pernas. Eu encarei seu semblante completamente encantado com meu membro – curiosidade, desejo e volúpia.
Gemi baixinho quando vi sua língua vermelha lamber os lábios, imaginando seu próximo pensamento.
Jéssica. Sexo. oral.
Por um segundo, imaginei sua boca quente me envolvendo e urrei como um maldito animal. Eu gemi, lutando entre a razão e a completa e crua necessidade; Se ela me tocasse, eu perderia completamente o controle. Minhas mãos a afastaram enquanto eu empurrava meus boxers para o chão. Bella ameaçou algumas palavras, mas eu a calei com um beijo doce, puxando-a em direção ao chuveiro. Pela primeira vez, cada parte do meu corpo estava em contato direto com o dela; Eu arfei animalesco, girando meus olhos pelos choques elétricos e incoerentes que esse atrito me causava; Mordisquei seus lábios perigosamente, empurrando minha língua em sua boca avidamente, enquanto minhas mãos acariciavam suas costas nuas; A água causava o efeito potente entre nós – o completo ajuste para a fricção inflamada que se formava entre nós. Minha ereção pousava nervosamente sob sua barriga, e gemi dolorosamente quando ela se moveu sob ele, esfregando sua cintura contra meu membro.
Putaquepariu.
Eu nos separei, buscando fôlego e controle.
Era completamente extraordinário o quão rápido eu perdia o domínio quando estava ao seu lado; Não poderia ser assim. Eu não queria que fosse daquela maneira.
Era a primeira vez que eu a tocaria – e eu seria gentil, delicado e a adoraria como sempre a adorei em silêncio.
Eu esbocei um sorriso tímido para ela, que estava espantosamente vermelha, suas maçãs queimando intensamente.
Eu parecia tão inexperiente quanto ela – sentindo o nervosismo me abater, o medo de cruzar alguma linha indevida, de fazer algo que não a agradasse; Estávamos nos descobrindo lentamente, deixando que nossa paixão curasse as feridas tão profundas em nossas almas.
Dei uma longa respiração, enquanto procurava o sabonete com as minhas mãos. O agarrei rapidamente, aproximando-me novamente de Isabella. Eu a vi tremer levemente quando o sabonete deslizou pelos seus ombros, limpando sua pele pálida. Minha boca beijou levemente seus machucados, a língua surgindo para cobrir as contusões; Bella encostou-se pesadamente contra a parede, seus olhos fechando-se para apreciarem a sensação. Meus dedos cuidadosos buscaram cada centímetro da sua pele machucada, repetindo o ritual e limpeza e desejo. Eu beijei as feridas dos seus ombros e braços, descendo perigosamente até sua cintura fina. Minha língua brincou com seu umbigo, e o cheiro da sua excitação invadiu minhas narinas; Minha boca encheu-se de água com a possibilidade de prova-la, expô-la e vê-la completamente rendida diante de mim em sua glória. Minhas mãos serpentearam suas pernas, limpando suas coxas, e lavando cada parte do seu corpo. Eu me ajoelhei à sua frente, beijando seus joelhos, lambendo seus tornozelos e terminando com um beijo casto na ponta do seu dedão. Eu queria me certificar que nenhuma parte ficara negligenciada dos meus cuidados. Bella soltava pequenos ruídos de prazer de sua garganta, quando meus dedos escalavam suas pernas, rodeando o espaço tentador entre suas pernas.
Eu malditamente queria enfiar minha cabeça ali, abri-la por completo e descobrir cada curva lisa da sua intimidade. Dei um sorriso malicioso, sabendo que havia deixado as melhores partes para meu final triunfante. Eu levantei-me, encostando minha ereção contra sua barriga, o que a fez gemer de pura avidez.
- Bella – Eu disse firmemente – Olhe para mim. – Eu a vi abrir os olhos rapidamente, encontrando o desejo apoderando-se do seu rosto inocente. Eu a vi morder os lábios nervosamente, quando meus dedos esfregaram sabonete no vale entre seus seios. Eu queria capturar cada expressão quando eu a tocasse, para me assegurar que ela seria agraciada de prazer em cada uma de minhas ações. Dei um leve sorriso, quando meu polegar roçou levemente seu mamilo — Faltaram algumas partes... você quer que continue?
Ela moveu sua cabeça afirmativamente, com uma ânsia que me fez arder.
Eu poderia dizer com quase certeza que ela estava excitada. Seu rosto era sério e desesperado, sensual e desejoso; Eu lambi meus lábios quando passei o sabonete diretamente sobre seu seio esquerdo. Ela gemeu alto, amolecendo contra a parede de azulejos brancos. Eu esfreguei com mais aspereza, sentindo uma inveja incrível do sabonete que tocava diretamente sua pele; Deixei meu anelar roçar seu bico, enquanto a via se contorcer embaixo do meu toque. Ela mordia tão forte os lábios, que eu tinha certeza que estariam machucados pela manhã. Eu me deliciava em ver as expressões de prazer em seu rosto enquanto eu provocava seu seio. O abandonei, arrancando um choramingo do meu anjo.
-Shhh...O outro precisa ser devidamente lavado também, minha bonequinha.
Eu a vi respirar pesadamente, enquanto eu esfregava o sabonete em seu seio direito, dando a devida atenção ao monte pequeno e rosado. Eu percebi o quão pequenos e perfeitos eram seus peitinhos – seus mamilos redondos e pequeninos, em total sincronia com os bicos duros e pontudos. Eu estava praticamente explodindo por dentro com essa pequena tortura; Quando meu polegar esfregou-se no seu bico, ela gemeu alto. Eu não consegui resistir mais. Joguei o sabonete no chão, capturando seu seio esquerdo em meus lábios. O gosto de sabonete bateu contra meu hálito, e eu limpei cada resquício dele com a minha língua, acariciando o bico vorazmente. A minha outra mão esfregou seu seio esquerdo, cobrindo-o em seguida para um aperto leve. Eu a vi se mover contra mim, empurrando seu corpo em direção da minha boca, enquanto eu começava a dar pequenas sugadas nos seus seios deliciosos. Bella gemia, e suas mãos puxaram meus cabelos com violência, incentivando-me a continuar. Eu literalmente mamei nos seus seios – sugando-os, mordendo-os, lambendo-os, chupando-os como um animal faminto. Eu soltei seu seio direito, atacando imediatamente o seio esquerdo e abandonado. Eu o suguei sem cerimônias, deixando meus dentes mordiscarem levemente, roçarem por toda sua carne a cada nova engolida. Minha mão livre correu para o seio direito, apertando os bicos e rodopiando-os contra meus dedos. Bella gemia meu nome avidamente, enquanto eu me fartava em seus peitinhos, revezando entre eles para o prazer da minha língua. Bella empurrava seu quadril em minha direção, lutando para obter algum atrito.
- Edward...Por favor...
Eu a ouvia gemer, enquanto puxava meus cabelos com violência. Sua pele dos seios estava completamente limpa – com nenhum resquício de sabonete ou água, apenas a minha saliva e gosto de baunilha da sua pele sublime. Eu separei minha boca com pesar e os encarei por um segundo – buscando folego em minha sede por Isabella. Percebi o quão vermelhos eles estavam, completamente castigados pelo meu apetite desenfreado. A encarei com fome – seus olhos castanhos completamente rubros e aflitos; Eu beijei seus lábios, enquanto a via grudar seu corpo contra o meu com avidez. Sua virilha tentava desesperadamente chocar-se contra mim, procurando uma forma de aliviar a sua excitação. Eu estava dolorosamente excitado – meu pênis alcançando sua capacidade máxima de ereção. Eu me esfreguei levemente contra ela, dando algum alívio ao meu corpo sôfrego. O nosso beijo era totalmente descomedido – cheio de paixão, luxúria, desejo e provocação. Bella gemia tão baixinho, mordendo meus lábios violentamente, que eu conseguia sentir o gosto de sangue contra meu paladar. Eu a vi ronronar quando minhas mãos serpentearam pelas suas costas até encontrarem seu bumbum livre. Eu o toquei levemente, antes de dar um aperto forte.
Deus, eu estava malditamente consumido por ela – completamente inebriado pela minha droga e fora do governo do meu corpo. O pervertido estava solto – cumprindo cada um dos seus desejos enterrados, deixando suas vontades perniciosas dominarem meu ser. Eu a segurei firmemente pelo bumbum, levantando-a na altura da minha cintura. Automaticamente, Bella enrolou suas pernas ao meu redor, enquanto eu a beijava rudemente, submerso na paixão.
Meu pênis batia de encontro com a parte interna de suas coxas, e eu conseguia sentir a umidade do seu sexo bater contra meu ventre. Bella quebrou nosso beijo, enrascando suas mãos ao redor do meu pescoço. Eu aproveitei a oportunidade para beijar e lambiscar a sua garganta, distribuindo beijos pelo seu pescoço e nuca.
- Edward...Por favor... – Eu a vi choramingar de frustração – Me ajuda...quente...aqui...
Bella esfregou sua virilha diretamente contra mim, e eu senti a umidade e o calor da sua vagina. Eu gemi desesperadamente, meus pés saindo do banheiro com agilidade. Eu a apoiei na bancada da pia do banheiro, depositando-a cuidadosamente contra a pedra de mármore. Agradeci mentalmente por não possuir nenhum objeto pessoal naquela bancada. Eu não sei se conseguiria chegar ao quarto com a ansiedade e desespero que assolavam meu ser; Eu me posicionei entre suas pernas, enquanto ela encostava-se contra a parede. Seu peito arfava violentamente, seus seios subindo e descendo com a sua respiração; Eu ainda poderia prova-los contra a minha língua, e lutei contra o meu desejo de cair de boca neles novamente.
- Me.diga.o.que.você.quer – Eu tentei manter minha voz confiante, porém eu percebi a nota de desespero no final de cada palavra. Eu estava tão ansioso para tocar nela lá, na parte mais especial que seu corpo poderia possuir. Eu estava ansioso para vê-la – provar seu gosto, e admirar seu rosto quando ela finalmente alcançasse o paraíso. Bella remexeu-se nervosamente, empurrando seus quadris em minha direção.
- Aqui... – Sua mão percorreu sua barriga, deslizando pela pele molhada do seu umbigo, até parar sobre seus pêlos púbicos. Deus, era a cena mais sensual que já havia visto em toda minha vida. Meu doce anjo estava tornando-se meu pequeno diabinho pessoal. E Desta vez, era totalmente e completamente consciente da sua parte.
Eu mordi meus lábios em completa ansiedade, enquanto arquitetava em minha cabeça como iria prova-la, lambe-la e tirar cada gota do seu sexo inexplorado.
- Tudo bem, meu amor. – Eu disse, tentando parecer mínimo ansioso possível. Eu tentava ser gentil, delicado, suave, porém o descontrolado desejo nos acertava a cada instante. – Você pode colocar suas pernas na bancada e afasta-las o máximo possível, até que elas estejam tocando suas coxas?
Eu engoli em seco, amaldiçoando o tom pervertido que aquelas palavras saíram da minha boca. O obcecado, pervertido e lascivo a queriam completamente aberta. Aquilo era tão inapropriado para a primeira vez que eu a tocaria. Eu me arrependi, com a razão que ameaçava sucumbir o profano; Estava prestes a pedir que ela não o fizesse, quando suas pernas apoiaram-se perfeitamente contra a bancada, encostando-se completamente contra suas coxas e nádegas. Ela as separou o máximo possível – fazendo-me salivar pela a imagem completamente nítida da sua intimidade. Meu membro se contorceu dentro das calças, e eu o toquei em forma de acalento. Ela estava aberta, a sua umidez levemente escorrendo das suas curvas lisas e lacradas. Meus olhos ficaram presos por alguns segundos em sua fenda – os lábios rosados, com uma fina pelugem escura. Ela era incrivelmente pequena e apertada; Frágil e delicada. Minha mão criou vida própria, deslizando pela pele de sua coxa, até encontrar o topo da sua vagina. Eu deixei meu polegar acariciar a pequena listra fechada dos seus lábios, e Bella arqueou-se, tremendo levemente. Eu o empurrei para separar seus lábios, deliciando-me com os fluidos da sua excitação que o cercaram; Eu gemi como um desesperado, tentando gravar cada detalhe da sua perfeição em minha mente. Minha outra mão juntou-se ao ritual, separando seus lábios por completo. Eu grunhi como um animal no cio, e lambi meus lábios ao me deparar com seu botão pequeno — vermelho e inchado de excitação. Meu polegar rodou seu clitóris, e Isabella empurrou-se contra minhas mãos. Eu esfreguei novamente, começando a fazer movimentos circulares e concisos, enquanto a via morder seus lábios violentamente e gemer coisas sem significado algum. Seu rosto estava vermelho, e eu me revezava entre ver meus dedos esfregarem sua carne, e as expressões de prazer que seu semblante emitia. Eu retirei um dos meus dedos, completamente encharcados da sua excitação, levando-o até mim. Eu senti o seu cheiro – baunilha, morangos e cravinhos – e trouxe meu dedo até os lábios para prova-la. No instante que seu gosto acertou minha língua, eu urrei descontrolado. Tirei minhas mãos do seu sexo, o que fez Bella amaldiçoar audivelmente. Eu a provoquei com a minha língua entre suas coxas, o calor do seu sexo batendo contra meu rosto. Eu a observei atentamente – encontrando a perfeição em cada mínimo detalhe do seu intimo. Abri meus lábios sedentos, caindo diretamente contra seu sexo. Isabella puxou meus cabelos nervosamente, empurrando meu rosto contra si. Eu usei minha língua para percorrer seu sexo – provando, bebendo e provocando cada ponto sensível. Eu engoli cada gota crescente da sua umidade, sugando-a desesperadamente, antes de mordiscar levemente seu clitóris. Eu a vi se debater fortemente contra mim, pressionando suas coxas ao redor da minha cabeça em busca do seu cume. Meu indicador surgiu, começando a brincar com a sua entrada completamente intacta e selada. Bella gemeu quando eu forcei a entrada do meu dedo, e eu suguei o ponto sensível da sua intimidade com mais violência. Eu a senti se debater pesadamente contra mim, seus olhos fechados e suas bochechas em completo rubor. Ela estava alcançando o ápice, seus pés se enrolando ao meu redor enquanto seu corpo dava pequenos espasmos involuntários. Retirei meu dedo de sua entrada com hesitação. Eu queria muito penetra-la e sentir suas paredes se apertarem ao meu redor – porém, eu tive medo do meu desejo descontrolado romper sua frágil película virginal. Tomado pelo desejo de senti-la, eu o substitui pela minha língua que a penetrava sem cautela, bebendo de cada gota do seu gozo. Bella apertou-se contra minha língua algumas vezes, antes de cair em completa saciação sobre a bancada. Eu dei um leve beijo em seu sexo, roçando meu nariz uma última vez antes de abandona-lo. Me curvei sobre Bella, aplicando um beijo delicado sob seus lábios vermelhos, enquanto os cílios dela abriam-se e fechavam-se lentamente.
- Isso foi... – Ela sorriu, a inocência e a sensualidade cobrindo seu rosto – A melhor coisa que já me aconteceu. Você...eu...obrigada. Eu te amo tanto, Edward...Eu me sinto tão sua.
Eu a ouvi balbuciar, seus olhos pesados de sono. Eu sabia que ela estava tentando impedir a dominação do seu consciente – mas tinha completa convicção que aquele dia fora deveras cansativo. A liberação do seu prazer havia determinado um caminho agradável para seu sono. Eu estava exaltado de emoção, completamente consumido pelo orgulho de tê-la satisfeito, de poder sanar cada uma das suas inseguranças; Deus, eu a amava. Havia provado da suave pele do seu corpo, e não poderia ficar sequer nenhum segundo longe da sua magnitude. O amor que eu sentia por ela era assustadoramente potente – eu me sentia tão reduzido a este sentimento, uma completa abdicação do meu eu em prol do seu amor. Eu poderia passar minha vida inteira apenas descobrindo sua geografia, descobrindo os sons da sua garganta, percorrendo-a com o queimar da sua pele de seda contra a minha.
Aquilo sim era o paraíso.
Eu a tive em meus braços, a tomei com meu desejo, unindo minhas duas partes conflitantes.
O menino e o monstro coexistiram pela primeira vez – porque por mais devorador e desenfreado que fosse nossa paixão, sempre teria amor impresso em cada um dos meus toques.
- Eu amo você, Bella. Eu amo muito. Obrigada...obrigada por me deixar ama-la.
Ela sorriu docemente, enquanto eu a carregava da bancada do banheiro até o quarto. Meu corpo ainda ardia pela falta de liberação – mas naquele momento, eu poderia afirmar que era um preço tão pequeno a pagar pela minha felicidade. Eu a via curada, o renovo do meu amor cicatrizando as feridas dolorosas. Eu a encostei sob o colchão, enquanto ela agarrava minha mão possessivamente.
- Você me amou... – Ela disse, quando deitei ao seu lado, puxando-a contra o meu peito. – Você me curou...eu sou sua, Edward. Agora e sempre.
Deixei uma lágrima pequena escapar dos meus olhos, enquanto a via adormecer sob meu corpo febril, deixando a paz que nos consumia nos embalar em um sono profundo e feliz; Eu só poderia ansiar por acordar, e recomeçar a explorar o meu amor de forma mágica.
Após a tempestade, vem a calmaria.
E a minha única calmaria, minha única paz e minha única felicidade se resumiam ao corpo delicado e pequeno que pesava contra o meu.
Paraíso.
Isabella.
Ela seria sempre meu anjo inocente, a salvadora da minha alma condenada.
O nosso amor nos curou – e naquele momento eu soube, que nada poderia nos destruir.
Éramos predestinados – um amor infantil que amadurecia lentamente ao seu tempo, explorava gradualmente o seu poder.
E naquele instante eu era o condenado mais afortunado de todo mundo.
Estava condenado a amar aquela menina – e cumpriria minha sentença até o último suspiro do meu peito.
Eu a amava.
Agora e sempre.
Notas finais
Acharam pesado, vulgar, ruim, leve demais...? Eu quero saber tudo!! Realmente me esforcei pros pensamentos do Edward não soarem muito pornográficos, mas não sei se deu certo...
Eu preciso saber msm o q vcs acharam da nossa primeira Lemon oficial! hahahahaha
Bem, pra qm interessar possa, se vcs gostarem e aparecerem pra me dizer isso, eu prometo que tem mais no próximo capítulo! hahahaha *Edward se anima*
Ah, pra qm ta se perguntando sobre as coisas q eles ainda não conversaram (Jacob, Tânia e como ela chegou na escola) Só no próximo capítulo...a Lemon tomou todo o espaço nesse...AHAHAHA
Esse capítulo eu não consegui revisar por conta da minha febre, então não reparem se tiverem errinhos de concordância e etc, eu não tenho beta e creio q já estou delirando nesse exato momento! :P
Beem, no último capítulo eu tava com tanto sono que esqueci de dizer duas coisas MUITO importantes:
1- PARABÉNS PRA VICKROBSTEN!!!!!!!Leitora linda, amada e surtante!! *grita e aperta* Presente atrasado ainda vale??! Pode perdoar essa autora desnaturada/doente/delirando de febre que vos fala?! Parabéens vick! Muitos surtos Robsten pra nós esse ano! o/
2- Parabéns pra Kristen né gente? Q tipo de fã eu sou esquecendo de colocar isso no capítulo?!hahaha eu a amo ♥
Bem...espero todas nas reviews...e devo dizer que fiquei realmente feliz pela recepção d vcs sobre o POV da Bella...eu estava muito nervosa com ele!! :) Fico feliz q tenha esclarecido algumas dúvidas espero q eu não tenha decepcionado com a Lemon...hahahaha
Bem, obrigada a todas as reviews do último capítulo e espero vcs por lá :DD
Leitoras novas, velhas, fantasmas...espero vcs! São meu combustível!
Se tudo der certo e vcs aparecerem, nos vemos no domingo!
Beijos
Ótimo Sábado pra todas!
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