Avrora - Wellspring
1 Toda História Tem Um Início
Prólogo
Existe mundo de magia, onde nossos costumes não se aplicam, onde pessoas exploram todos os cantos possíveis com a ajuda de seus companheiros. Este mundo é chamado de Avrora.E essa história começa em uma vila pequena numa larga planície. Ela era chamada de Wellspring.Os habitantes dessa vila eram variados, tinham magos, guerreiros, alquimistas, até mesmo uma bruxa. E a variação não era somente entre ocupações, tinham humanos, elfos, gnomos e muitos mais.Mas num dia nublado, onde parecia que podia chover a qualquer momento, tinha um garoto, de mais ou menos 5 anos, de cabelos pretos e olhos azuis, brincando sozinho com um grande graveto.— Fireball! – O garoto grita, enquanto balança o graveto. Mas nada acontece. – Agh! Esse graveto é ruim, não tá funcionando! –Ele joga o graveto no chão, antes de sentar numa pedra ali mesmo.— Olá! – Uma voz feminina diz atrás do garoto, o assustando a ponto de cair da pedra. – Ah! Você está bem? –— Ai... – Ele olha para a garota, que não parecia muito mais velha de si. Ela tinha olhos rosas e cabelos marrons longos. O garoto se envergonha um pouco. – Eu tô bem... – Ele pensa um pouco, antes de ficar um pouco vermelho. – Você estava aí desde quando? –— Desde que você chegou aqui. –— A-ah!? Quer dizer que... –— Sim, eu vi tudo. – A garota ri de modo doce. – Foi bem fofo. – Com o comentário, o garoto fica mais vermelho e tenta esconder sua face de qualquer modo, mas falhando.— Q-qual é o seu nome? – O garoto pergunta educadamente.— Chise. Chise Dayflower. E o seu? –— Haru. Haru Tallore. – Ele se levanta.A garota ri novamente.— Que foi? Eu disse algo engraçado? –— Não, o seu nome é legal. Mas o que você estava tentando fazer, Haru? –O garoto arruma sua camisa, antes de mostrar um sorriso orgulhoso.— Estava treinando a minha magia. –— Sério? Tem certeza que você não estava conduzindo uma orquestra? – Ela ri mais uma vez, um pouco mais maldosa dessa vez.— E-ei! Eu só não sei que pose faz a magia funcionar! – Ele fica irritado.— Eu não acho que precise fazer pose pra usar magia... – A garota murmura audivelmente.— Ah é? Então faz uma magia aí! – O garoto a desafia.— Hum? – A garota olha pra ele confusa.— Não me olha assim, você deve conseguir usar magia, né? –A garota simplesmente nega com a cabeça.— Nada mesmo? –— Nadinha mesmo. –— Puxa... –O garoto ficou um pouco envergonhado por agir irritado.— Então, Haru, você quer brincar? –— Brincar de quê? –— Que tal de pega-pega? –— Eu não sou bom em correr. –— Nem eu, vamos! –— Eeh? –— Vamos logo! – Ela puxa ele.Logo, os dois começaram a brincar.E assim o cotidiano de ambos pequeno aspirante a mago e a garota de cabelos marrons mudou completamente.Os dois pequenos começaram a fazer tudo juntos. Eles brincavam, liam, brigavam, choravam, um ao lado do outro.Com o tempo, Haru começou a melhorar sua magia, e até podia usar os feitiços mais simples, como passos silenciosos. Chise, mesmo sem poder usar magia, também melhorou, aprimorando suas habilidades se esgueirar por aí, principalmente para assustar Haru.E, no dia do 7º aniversário de Haru, foi quando o sonho do garoto finalmente começou a se realizar.O garoto, sua família, e Chise estavam todos comemorando a ocasião.— Feliz aniversário, Hakkun! – A garota abraça o mais novo. – Desculpe, mas a minha mãe não pode vir esse ano, ela está um pouco doente. –— Tá tudo bem, Chise, espero que sua mãe melhore. –— Você é tão fofo Hakkun! – O garoto fica completamente vermelho. A garota entrega aos pais dele uma embalagem. – Agora tá na hora de você soprar as velas, né? –— Sim... – Ele tenta esconder seu rosto avermelhado.— Puxa filho, você já está assim com a Chise? Fuhuhu!~~ — A mãe do garoto faz Chise se enrubrescer e Haru entrar em mini pânico.— M-M-Mãe!?! Para com isso!! –— Mal posso esperar pra quando eu tiver netos... – O pai de Haru sorri, enquanto ajustava seus óculos. – Imagina, mini magos furtivos... –— P-Pai! –Chise ri envergonhada, não sabendo como reagir na situação. Logo eles voltam a celebrar e cantar, antes de Haru soprar o bolo.— Então, Haru, é hora de soprar o bolo. Não esqueça de fazer um pedido. –— Tá! –O garoto sopra as velas, apagando as 7 no bolo.— Parabéns! – Os outros 3 dizem mais uma vez.— Ei, Hakkun, qual foi seu pedido? –— Não posso contar Chise, se não, não vai virar realidade. –— Ah, sério? Que chato. – Ela infla as bochechas, mas logo sorri. – De qualquer jeito, eu te trouxe um presente.A mãe de Haru entrega o presente que Chise a havia entregado.— O que é? – Haru pensa em voz alta. – Só abrindo pra descobrir! –Ele abre o pacote, revelando um manto azul.— Uau! Que legal! – Ele rapidamente veste o manto, que fica perfeito nele. – Muito obrigado, Chise! –— De nada, eu mesma fiz. –— Sério mesmo? Você é muito habilidosa, Chise. – A mãe do garoto a elogia.— Ah, não tanto assim. – Ela sorri envergonhada.— Você conseguiu, campeão, uma garota linda e habilidosa. – O pai do garoto da cotoveladas nele.
— Para, pai. –Logo, era a vez do presente dos pais para o garoto.— Aqui filho. –— Um chapéu e um livro? – Haru coloca o chapéu grande e pontudo na sua cabeça, e tenta ler o que está escrito no livro. – Huh? Que letras são essas? –— É um livro mágico, filho. Somente magos podem ler o que está dentro. E logo você vai poder ler. – O pai do garoto vira algumas páginas, mostrando algo parecido com um marca-páginas. – E é com isso que você vai usar sua magia. –— Uma varinha? – Os olhos do garoto brilhavam com cada palavra de seu pai. – Muito obrigado, pai, mãe. –— Não há de que filho. –— Sim. Que tal você e Chise irem brincar no lado de fora? –— Tá bom, mãe. Vamos, Chise! – — Ah, espera! — O garoto pega o braço da garota, levando-a para fora da casa.Os pais do garoto, olham com felicidade as duas crianças se divertirem.— Ele mudou tanto depois que a Chise virou amiga dele. – A mãe dele comenta.— Sim, antes ele era quieto e só brincava sozinho. Agora ele está ali, brincando e correndo com ela. –Antes de continuarem, os pais do garoto escutam um chorinho vindo da casa.— Oh? Será que ela acordou? –— Deve ser, já volto, querido. –O pai de Haru continua observando os dois brincando.— Ha! Você não consegue me pegar, Chise! –— Volta aqui! –— Nunca! – Ele ri.E é assim que nossa história começa.—----------->
Notas finais
Obrigado por lerem.
Fale com o autor