Aventura Em Alto Mar - O Colar Perdido

7 Capítulo 6 - História Parte II


Notas iniciais
Aqui está a parte dois, a final. Depois, eu acho, que voltaremos com Erza e Jellal, não fiquem com raiva. Se não perceberam eu mudei a capa da história. Espero que gostem. Boa leitura!

Já fazia seis anos que eu estava naquele navio imundo. Ainda não entendia o porquê de alguém me deixar aqui. Eu era tão levada assim, que ninguém me aguentou? Se for isso, mereço.

Hoje vai acontecer mais um nascimento aqui no barco, o parto acontece sem atendimento médico e isso, com certeza, é ruim para as mães. Os piratas não sentem nem pena, escuto eles dizendo sempre: “A gente não liga, contanto que trabalhe”. Mas são muito caras de paus mesmo. Um bebê tem que trabalhar para eles... Não comento mais.

Fiquei no meu quarto escrevendo. Como eu tinha um lápis e uma folha? Quando meus patrões estavam dormindo, eu aproveitava. Arrancava uma folha do caderno de anotações deles e pegava um lápis qualquer jogado lá na mesa. Claro que desconfiavam que alguma coisa estava errada no escritório, mas não perdiam tempo procurando.

E aí começou os gritos de dores. Odiava aquilo, por isso que sempre digo: “Nunca vou ter filhos”. Não que não quero mesmo, até que gostaria, mas tenho medo. Muito mesmo! Depois de um tempo, ouvi o choro. Era a parte que eu mais gostava, amava saber que os bebês estavam vivos.

Corri para o quarto ao lado e vi um bebê lindo. Logo gritaram: “É menina!”. A alegria tomou conta de mim. Eu era a única menina ali, o resto eram meninos. Por isso, que me sentia tão olhada, além do meu vestido ser muito curto tem meu cabelo loiro, e os garotos adoram isso.

Uma mulher olhou para mim e logo todas estavam olhando. Aproximei-me vagorosamente da cama dura e velha, com medo que me tratassem mal. Mas não. Entregaram-me a pequena criança nos braços, devo admitir que era pesada para meus finos braços, mas consegui. A pele tão macia... Era perfeita!

Devem estar se perguntando como sei de tudo isso. Algumas mulheres de 43 anos começavam a trabalhar ali, pois não tinham mais casas, e essas tiveram um estudo muito bom. Quando é 1h até 3h, elas dão aulas para os mais jovens. Todo dia é a mesma coisa, e adoro.

O nome do bebê era Wendy. As mais velhas diziam que foi uma guerreira muito forte, venceu todos os piratas maus. Mas infelizmente, morreu de pneumonia. Sinceramente, eu não acreditava naquilo. Poderia ser só uma lenda.

Mas depois de anos convivendo com a pequena Wendy, vendo ela crescer, descobri que não era uma lenda, era uma história de verdade. Os piratas brigavam muito com a mesma, mas essa nunca desistiu, e com isso, aprendi: Não vou desistir de sair desse barco imundo e nojento, junto com ela.

Amanhã mesmo! Amanhã! Anotei todo meu plano de fuga em meu caderno. Não podia dar nenhuma coisa de errado. Que minha querida mãezinha do céu e da terra, me ajudem a sair daqui. Não só eu como os outros. Isso foi pensei antes de uma enorme tempestade de trovões horríveis começou. Eu, Lucy Heartfilia, e os outros não saberiam o que iria acontecer naquela noite.

Notas finais
Então foi só isso! Se não compreenderam alguma coisa me perguntem, não tenham medo. Podem me dar dicas também para escrita e para história, se quiserem. Provavelmente próximo sábado ou sexta não terá o capítulo semanal, pois terei, infelizmente, a primeira semana de prova. Até o próximo!