Até o momento, Marathia e Tagore não temiam pela vida. Quem machucaria protegidos dos deuses? Mas quando as bruxas os deixaram, Tagore ainda agonizando pelo toque de Herutia, e ele ergueu o rosto contorcido de dor e ódio, Marathia estremeceu.

Minha amada Senhora...”

Seu medo ergueu-se como um enorme calcês que Iyrteran sempre seria capaz de enxergar, e, no segundo seguinte, Iyrteran estava lá. Mas um segundo era tarde demais, e Iyrteran viu uma de suas crianças, convertida em algo animalesco, enterrando violentamente os dentes no corpo já inerte da outra.

Pela primeira vez a terra sorveu de lágrimas divinas.