Iyrteran resgatou Tagore da cela de dentro de si mesmo. Afastou dele o viscídio maculoso da magia que o afetara. No estado em que estava antes, ele sequer a reconhecia, um monstro no formato de um homem.

— Iyrteran... — A névoa começava a abandoná-lo. Ele caiu de joelhos ao ver o que tinha feito à própria irmã. — Marathia…

Na ferida que a morte de Marathia lhe causara, o pranto de Tagore era uma segunda facada. Iyrteran se ajoelhou na frente dele e o abraçou, mas ele não pareceu lhe perceber.

— Senhora... Conceda-me um pedido. — Agarrou-lhe em desespero. — Por favor, minha Senhora... Mate-me.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.