Attributi Vs. Tenebras

18 Capitolo Quattordici - Personali(Capacità di Luce)


Notas iniciais
Capítulo quatorze - Encontros (Habilidade da Luce)

A noite caiu sobre Namimori com a mesma calma que o sol nasceu, nem sombra de clima desagradável, muito pelo contrário, completamente fresco e com aquele típico vento leve e agradável que você fica na sacada o dia inteiro apenas para sentí-lo batendo contra sua pele e jogando seus cabelos para trás.

Sorridente a garota de chamas claras fechou os olhos. O sol se punha a oeste, no lado oposto da casa, enquanto ela desfrutava da luz da lua cheia que ficava cada vez mais bela enquanto sol desaparecia. O sorriso gentil e calmo era uma das únicas formas de demonstrar sua gratificação por aquele momento tão sereno e agradável enquanto a brisa fresca batia contra seus longs cabelos castanhos.

- Então, Mira. — Disse uma voz da janela que dava para a sacada. Imediatamente, ao ouvir alguem lhe chamando, a garota se virou para o dono da voz e encontrou seu chefe com um sorriso acolhedor e gentil nos lábios. — Pensando em algo que eu deva saber? — Perguntou.

- Na-nada demais. — Disse ela um pouco sem jeito.

- Entendo... — Sussurrou ele enquanto se afastando ainda mais de Mira em direção a mureta do lado oposto. — Não quer falar sobre isso. — Ele disse enquanto se sentava calmamente na mureta e também deixava seus cabelos serem bagunçados pelo vento.

- S-Só-- Ela se calou ao vê-lo rindo baixo.

- Não se preocupe... Riwky já me disse... Um garoto, certo? — Perguntou ele com um sorriso um tanto quanto paterno que fez Mira se sentir leve como uma pena.

- H-Hai... — Ela disse, novamente sem evitar de gaguejar.

- Tenha cuidado Miragio. — Disse ele, agora mais sério enquanto voltava seu olhar para o lado oposto, em direção as estrelas que iluminavam fracamente o céu. — Estamos em guerra, e seria melhor se não envolvesse ninguém de fora. E que tivesse cuidado com as pessoas que se aproximam de você, na guerra nem tudo é o que parece. — Disse ele enquanto se sentava na mureta e olhava para seus olhos lílas com firmeza pouco antes de sair dali em direção ao seu quarto.

- O que ele quis dizer com isso? Será que ele sabe alguma coisa sobre Henry? — Perguntou pouco antes de soltar um suspiro. Esperava que, mesmo se soubesse algo sobre ele, não fosse algo que atrapalharia sua nova amizade.

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- O que é isso?! — Perguntou o homem em um tom irritadiço, enquanto olhava para seu adversário com suprema superioridade, este estava cheio de arranhões superficiais e esfoliações. — Não acredito que você é tão lento e fraco, seu maldito! — Berrou o francês enquanto atacava novamente o mais novo.

Respirando com dificuldade o louro levantou a foice curta que usava e viu seu "mestre" desaparecer a dois metros dele. De novo?! Pensou ainda com dificuldades de estabilizar a respiração. Fechando os olhos por meio segundo ouviu um leve farfalhar a sua direita e se virou para lá de imediato, quase defendendo o ataque rápido do francês.

- Você ainda está lento! — Berrou ele. Respirando com dificuldade o britânico ignorou seu adversário e olhou para o relógio no pulso. Droga! Estava atrasado.

Novamente ignorando o francês o mais novo se voltou para a mansão e correu para dentro. Tinha de limpar seus machucados, cobrí-los e ainda por cima ficar bonito para o "encontro" que havia marcado dois dias atrás e que fora obrigado a jogar para aquela segunda-feira por causa do maldito "mestre" que havia encontrado.

- Por que Teodoll não pode me treinar? Ele pelo menos é mais racional. — Disse o rapaz suspirando e entrando no quarto que dividia com o grego.

Separando rapidamente suas roupas entrou no banheiro e tomou um banho rápido, não poderia se atrasar ainda mais, não agora. Já eram quase oito horas e ele nem havia começado a se vestir. Não tinha jeito, se atrasaria.

Maldito tutor que eu encontrei Pensou com fúria enquanto saia do banho e enrolava a toalha na cintura. Olhou-se no espelho do banheiro e notou que seu toráx estava cheio de hematomas e arranhões.

- Não posso sair num encontro com isso! — Berrou irritado e ouviu uma risada vinda do quarto, uma risada masculina, idiota e tímida. — Que foi Lefko!? Quer morrer? — Perguntou em um raro momento de irritação.

- N-Não. — Gaguejou o mais velho, como sempre. — S-Só acho que po-posso te aju-ajudar com os fe-ferimentos de trei-treino.

- Como? — Perguntou o louro completamente desacreditado.

- Gri-Grigori-senpai me ex-explicou uma das ca-capacidades de minha chama... — Disse ele coçando a cabeça timidamente.

- Que seria? — Perguntou enquanto colocava a calça jeans.

- Cura. — Respondou com um pequeno sorriso sereno.

- Sério? — Perguntou o britânico, novamente desacreditando no grego.

- Hai — E então sorriu acendendo a chama do anel de diamante. — Se não se importar. — Disse se aproximando, o mais novo olhou para ele com uma das sobrancelhas arqueada. Aquele cara era esquisito e idiota...

Estendendo os braços deixou que Lefko aproximasse sua mão sem realmente tocar na pele do britânico.

- Não sei se vai dar certo, não sou muito bom com chamas... — E sorriu de canto enquanto via a pele mudando de roxo inchado para o típico branco-pálido, após o mais velho ficar quatro segundos com a mão estendida sobre o ferimento este se fechava e sumia sem deixar cicatrizes ou evidências que algum dia esteve ali.

- Valeu, Poté. — Disse o rapaz com um sorriso de puro agradecimento enquanto colocava uma camisa de manga longa sobre o toráx antes nu.

- Não foi nada. — Disse o rapaz com um leve sorriso. — Espero queo encontro valha a pena... Henry-kun. — Disse enquanto o louro saia já com a chave da moto na mão.

- Também espero! — Berrou ele do corredor enquanto descia as escadas com velocidade.

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Fala sério. Pensou o ruivo, nem no pior dos piores pesadelos pensaria que se perderia numa cidadezinha como aquela.

- NAMIMORI NÃO É TÃO GRANDE! — Berrou irritado enquanto jogava as mãos para cima e tentava lembrar onde ficava a mansão em que estava hospedado.

Já eram mais de oito e meia da noite e ele ainda nem havia tido um relampejo sobre a mansão. Os olhos arroxeados já estavam irritados enquanto olhavam para os cantos... Vazio. A mer*a da rua estava vazia. Soltou um leve som de reprovação enquanto chutava uma pedra para longe. Observou a pedra pingar várias vezes já alguns 4 metros de distância dele.

Estava prestes a chutar a pedra novamente, agora com força de verdade quando sentiu ser puxado para dentro de um beco e ter sua boca tampada por uma mão envolta em couro. Tentou falar algo, claro que não conseguiu.

- Shiu. — Disse uma voz masculina que ele reconheceu... Mas de onde?

Esperou mais alguns segundos e estava prestes a protestar de novo quando dois homens passaram pelo beco conversando baixo e olhando para frente com atenção, mesmo sobre a fraca iluminação o ruivo percebeu que ambos usavam smoking, um com camisa dourada e outro com uma camisa vermelho-fogo. Assim que a dupla passou sentiu-se ser liberado do aperto firme e quando olhou para trás deu de cara com um homem alto de tapa-olho sobre o olho esquerdo e olho vermelho.

- Lian? — Perguntou curioso para o moreno a sua frente.

- Não. Ele está na mansão com seus guardiões. Me chamam de Danshoku, Barone* ou Barão. Escolha como quiser. — Disse olhando para os lados. — Imagino que esteja procurando sua mansão, Guilherme. — Disse seriamente o moreno enquanto saia do beco, seguido por Gui.

- Hai. — Disse ele um pouco espantado pelo estranho saber seu nome.

- Te mostrarei o caminho. — Disse simplesmente o moreno enquanto indicava que o Attributi o seguisse.

Cara estranho. Pensou simplesmente o mais novo enquanto seguia o Barão de sobretudo.

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Atrasado, atrasado, atrasadíssimo. Eram as únicas palavras que estavam na cabeça da Garota da Luz da Attributi.

- Se acalme um pouco Mira. — Disse uma voz divertida. — Desse jeito acabarei por pensar que sua verdadeira chama é Fuoco ou algo do tipo. — E então ela riu sarcasticamente.

- Nem me estresse Riw, não é uma boa ideia. — Disse a castanha com um olhar severo. A brasileira levantou as mãos em sinal de rendição enquanto via que a italiana tocava o pingente em forma de asa enquanto tinha o olhar distante.

Esperaram por mais alguns minutos quando uma buzina preencheu os ouvidos de ambas. A brasileira, com um sorriso idiota e malicioso no rosto, seguiu Mira até a porta onde ela parou ao constatar que uma moto esperava do lado de fora. Estarei na porta da sua casa, mesmo que demore. Foi a mensagem dele meia hora atrás.

O capacete tampava-lhe o rosto, mas mesmo assim ele sorria. Indicou que a castanha se aproximasse e logo ela se despediu de Riwky e saiu correndo em direção ao motoqueiro.

- Está atrasado. — Ela acusou com falsa raiva.

- Mil desculpas. — Pediu sinceramente enquanto entregava o segundo capacete para ela. — Espero que o jantar compense meu atraso.

E sorrindo Mira colocou o capacete oferecido e subiu na moto vendo-o acelerar e deixar rapidamente a mansão dos Attributi para trás.

Notas finais
Oie '-'
Glossário (Nos últimos capítulos notas finais tão sendo dedicadas ao glossário... tense)
Barone*: Barão
Ficou um capítulo mais ou menos, mas espero que estejam felizes pois eu postei dois capítulos em dois dias... É o milagre de ter internet em casa de novo :D
A gente se fala pessoal! :D