Atração Perigosa
4 Conversando...
Notas iniciais
Agora vamos ao capítulo, vale lembrar que, temos PV unidos, pra gente não perder nada que se passa na cabeça desses dois, então:
PV Renesmee: itálico
PV Jacob: negrito
_Bom dia Sr. Black – a voz dela era segura e sexy encaixando-se com a sua aparência – Sou sua nova advogada,
Renesmee Cullen – nos olhamos fixamente e ela me estendeu a mão, a qual eu apertei mesmo algemado e respondi. Quando nossas mãos se tocaram um calor diferente que eu nunca havia sentido antes, percorreu todo o meu corpo indo se alojar diretamente no meu membro. Ela soltou minha mão e me mostrou a cadeira, a qual
eu me sentei de pronto, pra ela não perceber o quanto havia me deixado excitado.
Eu olhava pra ela tentando dominar o desejo que eu estava sentindo. Fechei a cara, me concentrando em outra coisa,
mas os pensamentos lascivos não me abandonavam e aquela proximidade, não estava ajudando muito a controlar os meus instintos. Mas se foi o Collin que teve a brilhante idéia de me mandar aquela advogada, eu ia esfolar o desgraçado. Eu aqui a mais de um ano sem trepar e aparece justamente uma advogada gostosa na minha frente. Aquilo podia ser alguma armação, pra me fuderem ainda mais! E aquele guarda ainda me põe numa sala fechada com ela. Aquela mulher era louca ou muito corajosa. O certo foi que, pela primeira vez na minha vida a idéia de um estupro me pareceu atraente, mas foi só uma idéia passageira mesma. Porque eu gostava mesmo era quando as mulheres gostavam de ser possuídas por mim. Eu tinha muitas perversões no sexo, mas forçar uma mulher a fazer sexo comigo não era uma delas. E ainda tinha o agravante de aumentar mais ainda a minha estadia nesse inferno.
Realmente aquele pensamento na minha cabeça estava me assustando. Não podia acreditar que eu estava pensando em sexo. Ainda mais em sexo com um homem como aquele, um completo estranho e ainda por cima um bandido. Ele devia ser um bruto! Nunca fui muito ardente nesse sentido, mas talvez a distância de Alec já estivesse me afetando.
_Muito prazer Dra. Cullen – ele disse com um timbre rouco e intimidante, porém muito sedutor. E ao tocar minha mão que eu havia estendido a ele, senti um choque elétrico que quase me fez pular,
soltei sua mão rapidamente e lhe mostrei a cadeira, sentei-me na minha, antes que ele percebesse o que havia se passado. Agora ali sentados tão próximos com apenas uma mesa entre nós, eu senti o cheiro dele. Mesmo estando a mais de um ano preso ele ainda conservava um cheiro muito bom, era meio amadeirado com um toque de cravo e canela. Marcante. Minha calcinha começou a ficar úmida, coisa que nunca havia me acontecido antes, por apenas estar na presença de um homem.
Eu comecei o assunto do processo, forçando minha mente a parar de fantasiar com o homem que estava na minha frente.
_Bom, o senhor contratou a Volturi e Associados, e eu como funcionária dela, fui designada para o caso – ele me olhava atentamente como se me analisasse – Não conversei com seu antigo advogado, mas já li todo o seu processo. E apesar de ter sido indicada para esse caso ontem, já procurei saber muito sobre ele. Estive no fórum e na delegacia, e pelo que vi as provas contra o senhor são inconsistentes – ele mantinha seus olhos profundos sobre mim, me analisando. Aquilo me intimidava um pouco, mas não o deixaria perceber – As fotos podem ter sido forjadas, a arma talvez dê para provar que é sua e o depoimento de Riley Beens
não é uma prova tão contundente. Conversei também com o Supervisor do seu bloco aqui na prisão e ele me informou sobre o seu bom comportamento. Já estou estudando algumas contraprovas e se continuar com a boa conduta, creio que podemos conseguir um regime aberto ou uma condicional, dentro de alguns meses.
Ela foi me falando sobre o processo e sobre suas diligências e eu estava com a atenção dividida, entre o que ela
falava e a minha análise no corpo dela. O problema era que eu estava há tanto tempo sem sexo que não conseguia parar de imaginar como ela seria nua. Mais que merda!!!! Eu não podia deixar, mas a minha cabeça de baixo estava querendo comandar a de cima.
Ela continuava tagarelando e eu esperava que ela entendesse tanto quanto ela achava que entendia daquilo tudo.
No momento em que eu ouvi o nome daquele traste, cagüeta, filho de uma puta, lembrei-me de tudo novamente. Eu o ajudei e ele retribuía me dando aquela facada nas costas. Eu só ia ficar tranqüilo quando visse o sangue dele escorrendo e tinha que ser pelas minhas mãos.
Renesmee continuava falando suas conclusões sobre o caso, ela podia ser muito bonita e gostosa, mas ela tinha um jeito de metida a saber de tudo, que puta que pariu. Era irritante demais!! Mas
eu não podia deixar de pensar se na cama ela gostava também de mandar, porque se ela gostasse eu iria ensiná-la a ser submissa.
_Então senhor Black como serei sua nova representante legal, trouxe aqui alguns documentos para o senhor assinar – abri minha pasta e passei os papéis pra ele, que deu uma olhada – São apenas
documentos de praxe e uma procuração me atestando como sua advogada.
Ele segurou os papéis, apoiando as duas mãos algemadas sobre a mesa e começou a ler. Ao se mexer na cadeira, ele encostou sua
perna na minha e com esse leve roçar aquele choque novamente me ocorreu. Só que dessa vez, me subindo um calor que se concentrou no meio das minhas pernas, fazendo minha intimidade dar uma fisgada e se molhar ainda mais, e antes que eu pudesse me controlar os pelos do meu braço se eriçaram. Puxei os braços de cima da mesa e os cruzei sobre o peito, antes que meu cliente notasse o efeito que estava causando em mim. Olhei para ele e um sorriso diabólico estampava sua face, mas ele ainda olhava o documento.
Deliberadamente passei minha perna pela dela embaixo da mesa, queria sondar suas reações e vi que ela se arrepiou.
Sorri internamente, ao notar que eu também exercia uma atração sobre ela. Pensando bem, eu já tinha comido várias mulheres, mas nunca uma ruiva natural. E essa seria uma belíssima espécie para eu apreciar. Ela cruzou os braços sobre os seios, o que fez seu casaco se abrir um pouco e mostrar uma blusa branca semitransparente que estava por baixo, me dando uma pequena amostra do contorno
dos seus peitos, o que fez minha boca salivar e o meu pau pulsar dolorido dentro da calça.
Como geralmente eu consigo o que quero, decidi que aquela advogada seria a próxima a passar pela minha cama. A
pose dela de profissional séria e suas roupas recatadas só contribuíam mais para aumentar o meu pensamento devasso. E porra!!! A minha imaginação já era bem fértil. Eu ainda ia fazê-la gemer muito em minhas mãos. Dei um sorriso de lado com esse pensamento.
_Algum problema com o documento Sr. Black? – indaguei. Ele levantou a cabeça e olhou pra mim, parecendo uma cobra
estudando qual era a melhor maneira para dar o bote. Mas me respondeu
calmamente.
_Pelo que vejo está tudo certo. Tem uma caneta pra eu assinar? – ele perguntou dirigindo aquele olhar inquietante para mim. Se ele achava que eu era uma presa fácil estava muito enganado.
_Voltando ao assunto do processo senhor Black... – abri a boca para continuar, mas antes que concluísse a frase ele me interrompeu.
_Me diga Dra. Cullen, acredita que eu seja inocente? – pela a sua expressão, ela não esperava esse tipo de pergunta.
Fiquei em silêncio, esperando pela resposta.
_Não estou entendendo a sua pergunta Sr. Black – ela me respondeu ajeitando-se na cadeira e afastando-se mais de mim.
_Fiz uma pergunta simples. Gostaria de saber se a Doutora acredita na inocência do cliente que pretende defender –
ela olhou pra mim irritada e respondeu.
_Entendi perfeitamente a pergunta, o que eu não entendi é o que ela tem de relevante. Mas enfim, sua resposta é não. Não acredito – ela falava comigo de forma superior, eu ainda ia mostrar pra ela quem mandava.
_Não? E isso baseado em quê? – pelo visto ela não estava entendendo aonde eu queria chegar.
_Depois de tudo que procurei saber a respeito do nome Jacob Black, creio que não dá pra acreditar que o senhor seja um homem inocente.
_Pois bem. E já que depois de tudo que a senhora pesquisou, acha que eu sou culpado, como espera provar a minha
inocência? – ela finalmente pareceu perceber aonde eu queria chegar.
Ele deu outro daquele sorriso cínico me encarando. Ele estava jogando comigo?? Era isso mesmo???
_Escute aqui senhor Black – levantei-me e coloquei as duas mãos sobre a mesa olhando pra ele e fingindo que aquele olhar sombrio dele não me afetava – Isso aqui não é um jogo, apesar de que acho que o senhor gosta de jogar bastante com a sua vida. Conheço tipos como você, metidos a valentões e todo machão, que subestimam as mulheres. Se pensa que porque eu sou mulher não tenho capacidade suficiente para lidar com esse caso ou com a situação, esta enganado.
Ela irritada daquela maneira, aumentava ainda mais o meu tesão. Meu pau não parava de latejar e estava tão duro que incomodava a maneira que eu estava sentado.
_Escute aqui você “doutora” – frisei bem a palavra e continuei sentado na minha cadeira tranqüilamente olhando pra
ela – Quero apenas saber como a senhora pretende provar minha inocência, sendo que um advogado, muito mais velho e pelo visto mais experiente que a senhora falhou. E não ache que me conhece. Com toda a certeza a senhora não me conhece. As coisas não são como estão escrito nos papéis e muitas vezes, podem ser muito
piores. Não faço tipos, eu sou o que sou e pronto. E não costumo jogar com a minha vida e sim com a dos outros. E se fica tão irritada com qualquer pergunta como pretende me defender num tribunal?
A tensão pairava no ar, com certeza eu tinha conseguido deixá-la furiosa. Pelo visto tinha achado o ponto fraco dela, pois ela me olhava com ódio. Ela continuou olhando pra mim em silêncio e
pela maneira que o fez, talvez ela estivesse pensando numa maneira de me dar um tapa na cara. Mas então ela pegou sua pasta e se virou para sair.
_Seus papéis Doutora – ela estava de costas e
já segurava a maçaneta para sair. Aquilo me dava à visão de sua bunda redonda, presa dentro daquela saia. Então ela se virou pra mim e pegou os documentos que estavam na minha mão – Até o próximo dia, Dra. Cullen – ela não falou nada, apenas estreitou os olhos e se voltou para a porta, abrindo-a com toda força, e saindo quase se chocando com o policial que aguardava lá fora.
Sai de lá com muita raiva. Como aquele homem podia ser
tão arrogante e cheio de si? Ele era muito insolente. Como eu tinha ódio de pessoas assim, ainda mais que me subestimavam. E como eu tive uma atitude tão intempestiva daquele jeito, quase gritando diante da primeira pergunta do meu primeiro cliente?! Muito bem Renesmee Cullen é assim que você quer segurar seu emprego na Volturi e reabrir a Cullen's?
Entrei no carro e dirigi pra casa com o pensamento voltado naquele sujeito prepotente. Mas aquele homem realmente me perturbou, eram muitas emoções juntas, medo, curiosidade, desejo. Uma
confusão e aquilo me assustou a ponto de perder o controle. Geralmente eu era tão centrada... Eu não estava entendendo se ele estava me seduzindo ou me amedrontando. Tinha certeza de uma coisa, aquele homem era perigoso e eu devia me afastar. O pior era que eu ainda estava fantasiando com ele e pior ainda, meu corpo estava tendo reações estranhas perto do dele. Eu nunca tinha ficado excitada daquele jeito, só por estar perto ou conversar com um homem. Não, isso não estava certo.
Cheguei em casa mais calma, e entrei no meu quarto fechando a porta. Quase cometo uma loucura, já estava pensando em
conversar com o Dr. Aro e pedir que ele me arrumasse outro processo, mas eu não podia fazer isso. Seria o mesmo que atestar que eu não era capaz de lidar com aquele caso. E, além disso, ele tinha sido enfático ao falar que o emprego era meu, se fosse para ficar com aquele processo.
Resolvi ir tomar um banho pra relaxar. Mudei a temperatura para quente e entrei no chuveiro, deixando a água cair desde a minha cabeça até os pés. A ducha forte e cálida ajudava a abrandar meu corpo tenso. Deixei minha mente viajar e sem perceber me vi pensando no meu
cliente. Como um homem tão bonito podia ser um bandido? Com certeza ele podia ter subido na vida de várias outras formas que não fosse daquele jeito. Ele tinha porte e pelo modo como tinha conversado comigo era astuto e tinha inteligência de sobra. E beleza então, nem se fala, ele poderia com certeza ter ganhado muito dinheiro como modelo.
Enquanto a água deslizava pelo meu corpo, pensei em como seria se ele estivesse ali, e ao invés das minhas mãos me
ensaboando, fossem suas mãos me apertando. Fiquei fantasiando com seus lábios pelo meu corpo, seus beijos... Deveria ser muito bom sentir aquele corpo bronzeado e cheio de músculos sobre o meu. Ele era um cafajeste, então com certeza seria muito bom no sexo. Aquele tipo dele era de quem tinha pegada, como a Bree falaria. Como seria aquele
homem tomando posse do meu corpo??? Preenchendo-me com o seu membro... Minha intimidade fisgou e se umedeceu na hora com esse pensamento.
O que é isso Renesmee Cullen??? Tá louca??? Você o detesta e não o deseja. Recriminei-me em voz alta. Hoje eu estava me surpreendendo comigo mesma. Essa não era eu. Eu não era de ficar
pensando em sexo. Acho que realmente eu precisava da presença de Alec. Eu só podia estar com algum problema hormonal, já tinha perdido a conta de quantas vezes eu havia pensado em sexo naquele dia. E todas às vezes foram com aquele homem. Aquele sujeito insuportável!!! Aghh!!! Acho que o problema era com ele e não comigo. Ele parecia uma aranha. Aquele jeito dele era típico de quem ia te prendendo numa teia, deixando a vítima se debater até cansar e depois terminava com ela. Só que eu não era uma vítima e não ia cair naquele jogo.
Vesti meu pijama e me deitei na cama com o laptop no colo. Fiquei estudando o caso até tarde da noite e lendo outros casos também, juntando munição para o próximo embate. Uma luta interna se desenvolvia dentro de mim. Uma parte que nunca mais queria estar na presença
daquele homem e outra e mal podia esperar para estar perto dele novamente. E sempre que essa última parte começava a surgir eu balançava a cabeça e me concentrava mais ainda no que estava lendo. Olhei no relógio e vi que estava tarde para ligar pra Alec. Já havia passado dois dias que nós havíamos nos falando pela última vez e eu estava sentindo muita falta dele. Como o sono não vinha e eu ainda estava inquieta, resolvi tomar um remédio pra dormir.
Eu não era nenhuma idiota pra ficar entrando nos joguinhos daquele sujeito. Eu iria fazer novas diligências e estudar atentamente todo o caso. Iria me concentrar e rever cada mínimo detalhe do processo. Meu cliente queria respostas, então eu iria dá-las a ele. Ia provar que ele estava totalmente errado sobre a minha competência como advogada. Iria retornar ao presídio na próxima semana.
Talvez eu devesse mesmo sair desse caso, mas não podia deixar me vencer assim tão fácil. E por mais que eu detestasse a idéia, me encontraria novamente com Jacob Black.
O policial ficou parado na porta por um momento,
olhando pra Renesmee que saia. Pelo visto ela era o tipo de mulher que atraia olhares por onde passava. Fiquei com um pouco de raiva pelo modo com que ele continuava observando o corredor por onde ela, pelo modo que o guarda estava quase babando, com certeza ainda estava andando. Enquanto aquele guardinha de merda comia Renesmee com os olhos eu já estava bolando estratégias para comê-la de várias outras maneiras.
Levantei-me da cadeira fazendo um barulho que chamou a atenção do guarda. Ele entrou passou as algemas em minhas
mãos nas costas e me escoltou até minha cela. Passei pela grade e entrei com cara de poucos amigos, pra ver se Sam não me enchia o saco, o que pelo visto funcionou.
Deitei-me pensando naquela ruiva. Então minha advogada era uma mulher. E por sinal, deliciosa!!!! Petulante,
geniosa, irritadiça, metida. Ah, mas eu vou gostar muito de domar essa fera e ainda degustá-la.
Não podia ir direto ao ponto do jeito que eu gostava, afinal eu estava dentro de um presídio. Se eu já chegasse junto e a agarrasse ela podia me denunciar por abuso, atentado ao pudor ou
assédio. Não, eu iria devagar. E pelo visto ela também não ficou imune a minha presença, deu pra notar seus olhares em mim. E quando eu toquei em sua perna eu vi que ela sentiu alguma coisa. Eu iria atraí-la até a mim.
Teria que falar com o Collin pra fazer uma investigação geral da vida dela. Bem minuciosa mesmo, queria detalhes de tudo. De cara dava pra ver que era gostosa, mas precisava saber como ela era como advogada. Tinha que saber se ela era tão boa assim como advogada também. Afinal tão esquentada daquele jeito só me mostrava que ela seria boa de cama, mas eu precisava que ela também fosse boa dentro do tribunal. Mulheres eu podia arranjar outras, mas o que eu precisava mesmo era de sair daqui. Ela tinha que ser competente pra me tirar desse buraco.
O dia tinha se passado como de costume. Já era noite e eu estava com os olhos fechados deitado naquela droga de cama, esperando o sono chegar. Já tinha sido dado o toque de recolher e não se escutava um só ruído dentro daquele lugar. De repente ouvi a porta da cela sendo aberta e abri meus olhos. Era ela.
Renesmee vestia uma camisola longa num tom exatamente igual ao de seus cabelos. Não tinha como negar o quanto ela estava linda em meio a todo aquele vermelho. Fiquei surpreso ao vê-la e abri a boca pra perguntar como diabos ela tinha ido parar ali. Mas antes que saísse uma palavra da minha boca ela sorriu pra mim colocando o dedo nos lábios, num sinal claro de que eu me mantivesse em silêncio. Pelo tecido fino da camisola dava pra ver o contorno do seu corpo gostoso e meu membro já duro, ansiava para
estar dentro dela.
Fiquei quieto vendo-a se aproximar. Ela olhava dentro dos meus olhos e sentou-se em cima da cama ao meu lado. Eu
estava sem camisa e apenas com uma bermuda surrada, quando ela percorreu meu tórax com os olhos e lambeu os lábios, apreciando o que via. Sua mão desceu até meu pescoço e começou a percorrer os músculos do meu peito e barriga com as unhas, fazendo meu membro ficar ainda mais rígido dentro da bermuda. Ela desceu
seu corpo e começou a distribuir beijos pelo meu peito e barriga, me fazendo grunhir de tesão, ainda mais quando sua mão se embrenhou dentro da minha bermuda e segurou o meu pau que latejava dolorido.
_Quero que me faça sua – ela sussurrou no meu ouvido, depois que percorreu sua língua pela minha orelha.
Até aquele momento eu estava a deixando agir, queria ver até onde ela ia. Mas, depois que ela fez isso eu me descontrolei.
Segurei firme em sua cintura e a joguei na cama, invertendo nossas posições, ficando por cima dela. Colei meu
corpo no dela sem cuidado algum. Nem me importava se eu era pesado demais, afinal ela veio aqui me atiçar e agora ela ia ter. Afundei meu rosto em seu pescoço sentindo aquele cheiro característico que ela tinha, enquanto lambia e mordia, arrancando gemidos dela. Posicionei-me entre suas pernas, esfregando
meu pau dolorosamente duro em sua boceta, fazendo nós dois gemermos pela fricção.
_Você vai ser minha. Agora! – eu disse já apertando seus seios por cima da camisola. Abaixei minhas mãos percorrendo a pele macia de suas pernas, levantando junto aquela camisola. Eu
queria tirar logo aquela calcinha que ela vestia e estocar meu pau com tudo dentro dela. Claro que eu podia aproveitar mais e ficar ali nas preliminares, mas a minha ânsia por sexo e meu desejo naquele corpo, estavam no grau máximo que podia suportar. Talvez na segunda vez eu a apreciaria mais, a gente tinha a noite toda pra isso. Mas agora, o que eu queria mesmo era me encaixar nela e bombear meu membro sem dó dentro daquela boceta.
Levei minha mão para o meio das suas coxas, sentindo o quanto ela já estava pronta pra mim. Afundei um de meus dedos
em sua vagina, fazendo-a arquear o corpo em minha direção.
_Você é tão gostoso... Me deixa louca – ela falou entre gemidos.
Tirei meu dedo dela lambendo-o, sentindo o seu sabor, que era doce. E me debrucei sobre ela. Então ela me enlaçou com as pernas me prendendo ali, como se estivesse com medo que eu fosse
pra algum outro lugar, enquanto se remexia embaixo de mim. Esfregando sua boceta no monte que tinha se formado entre as minhas pernas.
_Caralho!!! Ness, você é deliciosa.
Eu já não agüentava mais, eu tinha que penetrá-la agora. Abaixei a minha bermuda, fazendo meu pau pular pra fora e levei minha mão até o centro da sua calcinha e a puxei com força, rasgando e arrancando-a de uma vez, e me posicionei para entrar naquela carne ensopada, quando ouvi Sam, me chamar.
Mas que porra era aquela? Eu nem me lembrava
mais que dividia a cela com Sam até aquele momento. Cara, mas eu ia encher tanto a cara dele de porrada. Como ele ousa me atrapalhar a comer minha advogada gostosa? Meu corpo chegava a estar sacudindo, não sei se de raiva ou pela minha transa interrompida.
_Black! – ele continuava me chamando, fazendo Renesmee sumir de repente.
Abri meus olhos e me deparei com Sam me chamando e me sacudindo. Puta que pariu!!!! Olhei pra ele com ódio e o empurrei olhando por todo lado e procurando por Renesmee, que não estava em lugar algum. Aquilo era um sonho??? Mas parecia ser tão verdadeiro. Eu podia sentir seu cheiro, seu gosto, o corpo dela... Como podia ser aquilo??? Sam ainda continuava falando comigo.
_Mas que merda Sam. Porque você foi me acordar, hein? – nunca havia tido um sonho tão real daquele jeito na minha
vida e o bosta do Sam me acorda bem na hora H.
_Tá maluco ô cara. Você tava aí gemendo e falando um nome estranho aí, me acordou e não me deixava mais dormir.
_Que nome estranho? Pirou foi??? – entrei no banheiro e enchi a mão de água passando muitas vezes no rosto e no
cabelo.
_Black, isso tava pior do que os outros pesadelos que você costuma ter. Mas pelo jeito – ela apontou pra minha bermuda – Isso não era um pesadelo, né? Agora não entendo como um homem tem sonhos eróticos com o monstro do lago Ness – ele zombou e começou a rir.
_Tá louco Sam?? Que monstro do lago Ness é esse??? Tem medo de morrer não? – apontei o dedo na cara dele. – Fica rindo
aí da minha cara desse jeito pra ver se rapidinho a sua boca não fica cheia de formiga – era só o que faltava mesmo pra completar a minha noite, o cara ficar zuando a minha cara.
_Cara você tava gemendo e falando: Ness.. Ness … e mais um monte de coisas que não deu pra entender direito e tá
aí com o negócio duro desse jeito – apontou de novo a mão pra minha ereção que ainda não tinha abaixado – E eu é que pirei??? Fala sério!!! – ele se jogou na cama dele, calado.
Aquela garota ia me pagar por aquilo. Ah, mas ia mesmo. Além de ter que agüentar o Sam curtindo com a minha
cara, ainda ia ter de dormir com o pau duro e o saco doendo de tesão. Isso que dava ficar tanto tempo na seca, aparece uma mulher na frente e eu já tô sonhando com ela. Já tinha decidido, eu iria seduzir essa ruiva, de um jeito ou de outro e ela ainda ia ser minha.
_Ô Sam, fica aí calado na sua e não me enche que é melhor pra você, falou – ele deu de ombros e se virou pro outro
lado.
Deitei pra dormir de novo. Renesmee, Renesmee, você não perde por esperar, logo, logo você estará gemendo na minha
cama.
Notas finais
N/B: Gente do céu!!!!! Chamem os bombeiros porque o homem tá que tá pegando fogo kkkkkkk Aliás, não precisa de bombeiro não. Eu faço o sacrifico de me habilitar para apagar o fogo do dele!!!!!! Kkkk Alguém mais se habilita para fazer esse sacrifício árduo??? Nessie não adianta fugir minha filha, esse homem já te laçou e só vc que não percebeu isso ainda!!! Deixa de ser boba e aproveita que o homem tá na seca!!! Jake Putão todo malvado e bom desse jeito tá em falta no mercado!!! Mas vamos ao capitulo minha gente, e ai o que acharam do encontro deles??? Já deu pra perceber que a coisa entre eles só tendem a esquentar ainda mais (em todos os sentidos), não?! A química e a física foram intensa e irrevogavelmente indiscutíveis. Agora resta saber quem dará o primeiro passo e quem irá ceder primeiro. Façam suas apostas e deixem seus reviews com suas opiniões! Pois essa fic com certeza merece muitos reviews e mais recomendações, pois ela já mostrou a que veio!!!! Bom final de semana a todas!!!! Beijkas. Dayalukina.
Fale com o autor