Assim Estava Escrito

22 Noite do saquê


Notas iniciais
Olá pessoal, Conforme indicação nas notas finais do último capítulo, neste momento retornaremos ao preenchimento das lacunas entre as cenas Clarina da reta final da novela Em Família. Eu havia indicado que daríamos continuidade àquela noite em que as duas bebem saquê, mas há uma cena antes, sugerida nos comentários (peço perdão por não lembrar o nome agora), que é o momento quando Clara vai consolar Marina após a briga com Vanessa. Então colocamos esta cena aqui e logo depois, neste mesmo capítulo, a Noite do saquê, ok?! Só para esclarecer, tenho já definida a relação de capítulos até o final da fic. Na minha cabeça, já sei basicamente o que vai acontecer, sempre abrindo espaço para as contribuições e sugestões de vocês. O que quero dizer é que a demora na postagem não é por problema de continuidade, de não saber o que fazer com a fic. Nada disso. É apenas uma questão de organização do meu tempo aqui, ok?! Logo responderei os comentários do último capítulo, me desculpem por não responder antes de postar este novo. Mas vamos em frente! Boa leitura a tod@s! :D Carpe Diem!! Cena anterior: Vanessa e Marina brigam por causa do estúdio (21/06/2014) - http://globotv.globo.com/rede-globo/em-familia/t/cenas/v/vanessa-e-marina-brigam-por-causa-do-estudio/3441648/

Ainda deitadas na cama, Clara passou os lábios suavemente pelo pescoço de Marina, que mantinha os olhos fechados. A respiração da fotógrafa ficou mais forte, e logo seus gemidos baixos passaram a ser ouvidos no ambiente. A morena continuou o carinho, chegando agora ao lóbulo da orelha direita da namorada, que passou a chupar delicadamente. Os gemidos da fotógrafa aumentaram e ela sentiu todo seu corpo responder às provocações da assistente.

– Sabe que eu não consigo te ver nessa camisola sem ter vontade de tirá-la de você! — Clara sussurrou baixinho no ouvido da outra.

Marina sorriu. Virou lentamente seu corpo, que estava sob o da morena, ficando de frente para ela.

– Então tira! — A fotógrafa desafiou.

– Tem certeza? — Perguntou a assistente. — Você disse que estava sentindo dor... — Completou.

– Nada que o seu carinho não possa curar meu amor! — Marina respondeu.

Clara levantou-se da cama. Enquanto a namorada a observava, delicadamente tirou sua calça e sua blusa, ficando apenas de calcinha. Voltando ao colchão, levou suas mãos até a base da camisola da fotógrafa, e começou a subi-la lentamente, deslizando-a pelas pernas da outra, enquanto dava beijos leves e molhados na pele de Marina à medida que ela ia ficando descoberta. Quando chegou à cintura da fotógrafa, deteve-se ali por um tempo. Sentiu o cheiro da namorada, que a deixava louca. Beijou a calcinha da outra por fora, pressionando seus lábios no sexo de Marina, que gemeu alto com o toque. Continuou por levantar a camisola. À medida que foi subindo, deslizou seus lábios pelo abdômen da fotógrafa, que se arrepiou ainda mais. Logo terminou de tirar a peça, deixando a namorada só de calcinha e sutiã. Olharam-se e sorriram.

– Te amo demais minha linda! — Disse Marina.

– Eu também amor. Muito! — Respondeu Clara.

A assistente deitou-se sobre a fotógrafa e começou a beijá-la. O beijo já começou quente, refletindo o clima que tomava conta do local. A morena colocou sua perna direita entre as de Marina, e começou a movimentá-la, pressionando o sexo da outra. No primeiro contato já sentiu seu joelho úmido, percebendo o tanto que havia deixado a namorada excitada. Os gemidos da fotógrafa se tornavam mais frequentes e mais altos. Clara tirou o sutiã de Marina e delicadamente deslizou a calcinha da namorada até retirar completamente a peça. Olhou com desejo o corpo nu da amada sobre a cama. A morena tirou também sua própria calcinha, e voltou a deitar-se sobre a fotógrafa. Levou sua mão até o sexo de Marina, e gemeu alto quando sentiu o tanto que ele estava molhado.

– Nossa amor, fico louca com você molhadinha assim!! — Clara falou.

– Fica é?! É tudo pra você! É você que me deixa assim! — A fotógrafa respondeu.

Clara começou a massagear o clitóris da outra, que por sua vez levou sua mão até o sexo da morena, e também passou a tocá-la. Assim como a namorada, a assistente já estava muito molhada. Estimulavam-se e continuavam os carinhos com os lábios, ora se beijando, ora passando a língua pelo pescoço da outra.

As duas tinham a respiração ofegante. Clara permanecia sobre Marina, uma sentindo o calor da outra. As duas passaram a gemer mais alto, nem se importando com a porta que havia ficado aberta. Com sua mão esquerda, Marina segurou com força a colcha da cama. A morena percebeu que o gozo da fotógrafa se aproximava.

– Continua meu amor! — Pediu Marina.

Clara intensificou a massagem que fazia no clitóris da namorada, que fez o mesmo no dela. Não demorou muito para que a fotógrafa desse um gemido mais alto, sendo seguida pela morena, que também havia chegado ao clímax.

Clara deitou-se de lado. Ainda ofegante, manteve sua mão no sexo da outra. Marina fechou os olhos. Tinha os batimentos cardíacos acelerados.

Pouco depois seus olhares se cruzaram novamente. Marina envolveu Clara com seu braço direito, fazendo com que a morena deitasse sobre seu peito.

– Obrigada meu amor! Obrigada por me fazer tão feliz! E por ser a minha alegria no meio de tantos problemas. Só você mesma pra me fazer esquecer de tudo! — Agradeceu a fotógrafa.

– Te amo demais Marina! Você já me apoiou em tantos momentos difíceis da minha vida. Pode ter certeza que sempre vou fazer o mesmo por você. — Declarou a morena.

Sorriram e beijaram-se mais uma vez, num beijo longo, cheio de carinho e amor. Ficaram ali por um tempo, em silêncio, apenas sentindo o afeto e o calor uma da outra. Quando Clara percebeu que a respiração de Marina tinha ficado mais pesada, decidiu deixar a namorada dormir quietinha e descansar após aquele dia tão turbulento. Se levantou devagar, de modo que não acordasse a fotógrafa. Cobriu-a, se vestiu e caminhou até a saída do quarto, pé ante pé, não sem antes lançar um último olhar para Marina, que finalmente tinha o semblante mais tranquilo.

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Cena posterior: Marina desiste de ir na festa junina para ficar no estúdio (21/06/2014) — http://globotv.globo.com/rede-globo/em-familia/t/cenas/v/marina-desiste-de-ir-na-festa-junina-para-ficar-no-estudio/3441665/

–--------- Dias depois...

Cena anterior: Clara se preocupa com futuro de Luiza e Laerte (23/06/2014) — http://globotv.globo.com/rede-globo/em-familia/t/cenas/v/clara-se-preocupa-com-futuro-de-luiza-e-laerte/3446341/

Abraçando Clara por trás, Marina deslizou sua boca pelo pescoço da morena, que se arrepiou ao sentir em sua pele a respiração forte da namorada. A fotógrafa passou a beijá-la, subindo até a orelha da assistente, que estava ficando louca com o carinho da outra.

– Assim eu faço besteira mesmo sem saquê! — A morena disse rindo.

Clara virou-se de frente para Marina e iniciou um beijo intenso e cheio de vontade. Quando pararam, olharam-se com desejo.

– Que bom que tenho esse efeito em você amor! — A fotógrafa exclamou.

– Você tem muito mais efeito em mim do que imagina. E há muito mais tempo do que você pode supor. — A morena completou.

Beijaram-se mais uma vez. Quando seus lábios se soltaram, Marina pediu:

– Bom, mas me espera aqui só um minutinho que vou até a cozinha pegar o saquê pra gente e já volto.

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Alguns minutos depois, já estavam sentadas no tapete do estúdio, encostadas em almofadas espalhadas por ali. O saquê e as taças ficaram sobre a mesinha que havia perto.

– Então quer dizer que o saquê te leva a fazer besteiras hein Clarinha?! Puxa vida, se eu soubesse disso tinha te dado saquê desde a primeira vez que você veio aqui!!

Clara soltou uma risada com a afirmação da fotógrafa.

– Bom, mas eu não posso revelar meus segredos todos de uma vez né?! — A morena respondeu. — Algumas coisas só com o tempo... — Ela completou, lançando um olhar quente para Marina, enquanto mordia os lábios, o que ela sabia que deixava a fotógrafa louca.

– E o que é que acontece quando você toma um pouquinho a mais de saquê hein?! — A fotógrafa estava curiosa.

– Ah, acho que eu fico mais solta, mais impulsiva sabe?! Deixo o desejo falar mais alto que a razão!! — A morena respondeu encarando a fotógrafa, como se já imaginasse o que a namorada estava pretendendo.

Marina sorriu. Queria muito ver a namorada mais solta, mas não queria forçar nenhuma situação. Iria deixar a assistente bem à vontade.

Clara aproximou-se da mesinha e serviu mais uma dose de saquê para as duas. Entregou uma das taças para Marina, que a olhou e perguntou séria:

– Tem certeza amor?!

– Tenho minha linda! Tô bem, tá tudo bem! — Respondeu Clara.

Brindaram mais uma vez. Marina percebeu o saquê fazendo efeito, e sabia que Clara também já estava sentindo isso.

– Te amo demais linda! — A morena se declarou.

– Eu também te amo Clara! Muito! Você é a alegria da minha vida!

A assistente devolveu sua taça para a mesa, onde colocou também a taça em que a namorada bebia. Olhou para a fotógrafa com desejo e não esperou mais nem um segundo para beijá-la. Seus lábios e suas línguas se tocaram com intensidade, e o beijo esquentou de vez o clima por ali.

A morena foi para cima da fotógrafa, e acabaram se debruçando sobre um conjunto de almofadas que estava no chão.

– Te quero demais Marina! Minha Marina! — A assistente declarou entre os beijos.

– Eu também Clara! Te desejo como nunca desejei ninguém!

A morena pressionava o sexo da namorada com sua perna, e levou sua mão direita até o joelho esquerdo da fotógrafa, deslizando-a pela coxa da outra, até atingir seu quadril por baixo do vestido. Sua mão seguiu até o sexo da namorada. Percebeu então como a outra estava molhada. Arrepiou-se só de sentir o tanto que Marina a queria. Voltou sua mão para a coxa da fotógrafa e iniciou a subida do vestido.

– Você não quer ir pro quarto amor?! — Perguntou a dona da casa.

– Não meu amor, eu quero que você seja minha aqui, agora. — Respondeu a assistente.

Clara voltou a beijá-la com desejo, precisava ter Marina ali mesmo.

– Você se lembra do nosso primeiro beijo, quando a gente quase se amou aqui mesmo?! — A morena perguntou.

Marina respondeu com um aceno positivo de cabeça.

– Então, eu quero continuar de onde paramos aqui. — Justificou Clara. — Quero que a gente se ame neste lugar, onde dançamos juntas pela primeira vez, onde nos beijamos pela primeira vez, e onde já tivemos tantos momentos de desejo não concretizados. Agora é a hora meu amor, de realizar tudo aquilo que tanto desejamos fazer neste lugar.

Trocaram um olhar tão profundo, tão cheio de carinho e cumplicidade, que mesmo sem palavras, era como se já tivessem dito tudo que estavam sentindo.

– Então me faz sua amor! — Marina pediu.

Clara rapidamente tirou o vestido e a calcinha da outra. Também se despiu. Assim que se viu livre da última peça, voltou a se debruçar sobre a fotógrafa. Começou a beijar e chupar os seios de Marina.

– Como eu adoro seus seios amor! Sou louca por eles! Que delícia! — Clara exclamou.

– Delícia é esse carinho que você está fazendo neles! Eu que já estou louquinha aqui! — Marina retrucou.

– Está é?! — A morena perguntou.

– Confere pra você ver! — A fotógrafa disse.

Clara levou sua mão direita até o sexo da outra, que estava encharcado. A assistente não conseguiu resistir e logo foi com sua boca até ali. Primeiro lambeu todo o centro da namorada, sentindo o saboroso gosto de seu desejo. Depois começou a chupar o clitóris da fotógrafa com tanta vontade que Marina gemeu alto já no primeiro toque da língua da morena.

– Ahhhhhh Clara, que delícia amor!

A assistente não respondeu. Bom, pelo menos, não com palavras. Continuou a chupar a namorada com todo o desejo e vontade que transbordava naquele momento. Segurava a mão da fotógrafa enquanto a ouvia gemer e se contorcer de tanto prazer. Quando Marina apertou sua mão, Clara sabia que o gozo da namorada estava próximo, e intensificou o toque de seus lábios.

Pouco depois ouviu a fotógrafa gemer alto no estúdio, anunciando seu gozo. A morena também gozou só de sentir o prazer que tinha proporcionado para a namorada.

Quando se voltou para próximo do rosto de Marina, viu que a fotógrafa respirava com dificuldade, e tinha as mãos na cabeça.

– Tudo bem amor?! — Perguntou a morena.

– Se tá tudo bem?! Tudo ótimo minha linda! Perfeito! Olha só como você me deixou! Eu tô tremendo de tanto prazer. — Marina soltou uma risada ainda ofegante. Clara se tranquilizou. — É essa a 'besteira' que você faz quando toma saquê então?! — Marina olhou para a namorada sorrindo. — Se for assim eu vou te dar saquê todo dia!! — A fotógrafa fez com que a morena soltasse uma gargalhada gostosa.

– Gostou é?! — Clara provocou.

– Eu amei! — Marina respondeu muito animada.

– Que bom! Mas a noite está só começando viu?! — A assistente informou.

A morena voltou a beijar a namorada com desejo. Debruçou-se sobre Marina mais uma vez, sem cessar o toque entre seus lábios. Levou sua mão até o sexo da fotógrafa, sentindo escorrer o gozo recém alcançado.

– Posso?! Perguntou para a namorada.

– Deve! — Respondeu Marina.

A assistente então introduziu dois dedos no centro da fotógrafa, deixando-os deslizar naturalmente na entrada completamente molhada de seu sexo. A fotógrafa arrepiou-se mais uma vez, o que não a impediu de fazer o mesmo com a morena, que estava tão lubrificada quanto ela. Movimentavam seus dedos de modo a conseguir manter seus corpos juntos, deixando que suas peles se tocassem, misturando seu calor e seu suor.

Beijavam-se em alguns momentos. Em outros simplesmente apoiavam suas cabeças no ombro uma da outra, e soltavam os gemidos que refletiam todo o prazer que estavam sentindo.

– Adoro te fazer minha! — Clara disse ofegante.

– Eu também adoro que me faça sua amor! E adoro sentir que você é minha também! — Respondeu Marina.

Continuaram a se penetrar, sentindo todo o calor e maciez da parte interna do sexo uma da outra.

Quando sentiu que Clara ia gozar, Marina intensificou o movimento, seguida pela namorada. Gozaram juntas mais uma vez. Mas não pararam. Mantinham-se dentro uma da outra. Queriam mais, ali havia muito desejo acumulado para ser saciado. Continuaram a se tocar, e outros gozos não demoraram a vir, um após o outro. Só se saciaram após o quinto. Quando pararam, estavam molhadas de suor, de gozo e de prazer. Respiravam ofegantes. Clara se deitou sobre o peito de Marina, e ficaram se acariciando por um tempo. Pouco depois a morena pegou no sono. A fotógrafa se levantou apenas para pegar uma coberta que tinha no estúdio mesmo, e logo retornou para as almofadas, voltando a namorada para o aconchego de seu peito, onde ficaram até o amanhecer do dia seguinte, quando se levantaram no primeiro raio de sol, antes que qualquer pessoa pudesse chegar e perceber a noite intensa que tinham passado ali.

Notas finais
Cena posterior: Clara conversa com Helena sobre relacionamento de Laerte e Luiza (23/06/2014) - http://globotv.globo.com/rede-globo/em-familia/t/cenas/v/clara-conversa-com-helena-sobre-relacionamento-de-laerte-e-luiza/3446370/ Até mais pessoal! Comentem à vontade! Twitter: @marcellasfr :D Próximo capítulo: Marina e a decisão de fazer o pedido de casamento Capítulo 22 postado em 03 de junho de 2015.