As músicas que me guiaram
8 Boa menina
Notas iniciais
Lydia não sabia, mas ela rebolava ao andar. Rebolava muito. O quadril se requebrava para os lados a cada passo decidido que ela andava. Seu vestido ameaçava a levantar, mostrando um pouco mais de perna do que o normal.
Isso enlouquecia Stiles. Ele ficava vidrado naquela visão e perdia completamente a linha de seus pensamentos. Por isso, foi um esforço muito grande parar de encarar aquele bumbum.
“ É um esforço necessário, Stiles. Ela está chateada. Não seja um idiota! ” O garoto pensou em diversas advertências, brigando consigo mesmo. Afinal, tirar os olhos daquele corpo lindo era muito, muito difícil. Mas ele sabia que era preciso.
— Lydia.
Ela não respondeu, nem olhou na sua direção. Lydia andava a frente de Stiles pela rua escura. Fazia de tudo para que ele não conseguisse ver seu rosto e não dizia nenhuma palavra.
Stiles já tinha a chamado por diversas vezes, mas ela simplesmente não respondia. Era incomum Lydia ignorá-lo daquela forma. Normalmente quando se irritava, a menina brigava, o enfrentava.
Ele sabia que para ela ficar daquele jeito, sem nem falar, era porque estava muito magoada. A conhecia perfeitamente, entendia como era a personalidade da amiga e por isso, sabia o que tinha que fazer.
Stiles acelerou os passos e segurou a mão de Lydia. No mesmo instante ela afastou a mão. Agiu como se tivesse encostado em brasas ardentes que queimassem seus dedos. De certa forma, o toque dele realmente era como fogo para cada centímetro de seu corpo.
— Lydia. — Mais uma vez Stiles tentou chamar sua atenção. A voz carregava doçura. — Pequena sereia?
Testou o apelido que usava desde que ele e Lydia eram crianças. Aquilo começou no dia em que Stiles viu o filme da pequena sereia pela primeira vez e achou que Lydia era extremamente parecida com a Ariel do desenho.
Assim que a chamou de pequena sereia, Lydia ficou toda boba. Por isso, ele sempre repetia aquele apelido carinhoso em uma forma indireta de demonstrar afeto e admiração.
Lydia continuou sem responder. Com um longo suspiro, Stiles agarrou novamente a mão da melhor amiga. Como na primeira vez, ela tentou se desvencilhar dos dedos que lhe proporcionaram prazer naquele dia. No entanto, ele não permitiu que ela se soltasse.
Os olhos verdes lhe fitaram com raiva. Stiles apertou a mão de Lydia e usou sua força para tornar seus dedos reféns. Eles pararam de andar naquela rua deserta, sem nem se perguntarem se corriam perigo por já ser de noite.
Quando estavam juntos daquela forma, com os olhares conectados, não pensavam em outra coisa. Não existia mais nada. Nem pensamentos, nem raciocínio.
— Pequena, por favor, me perdoa. — Ele pediu bem baixinho, a expressão pedinte. Lydia não cedeu. — Por favor.
Silêncio. Lydia continuou em silêncio. Aquilo era demais para Stiles, ele não conseguia suportar! Odiava ver a garota irritada daquela forma e por mais que soubesse que precisava ter cuidado com as palavras, isso ia totalmente contra sua personalidade.
Ele era impulsivo, falava sem pensar e sempre recorria ao humor. Era quase uma tortura passar alguns minutos sem falar sobre sexo ou sem fazer alguma provocação. Isso tornava insuportável tentar se expressar para Lydia do jeito correto.
— Lydia, por Deus! Eu não sei falar essas coisas, não desse jeito. — Ali, Lydia presenciou algo memorável: Stiles Stilinski ficando sem jeito, nervoso. — Eu sei que você é apaixonada por mim!
Stiles ia continuar a falar. Ia. Até perceber a enorme besteira que fez com uma simples fala. De alguma forma, ele conseguiu piorar ainda mais a situação. Os olhos de Lydia se arregalaram e se encheram de lágrimas.
Ele soltou dois palavrões seguidos e para seu total horror, uma lágrima se desprendeu dos olhos da melhor amiga. De fato, ele sabia que Lydia era apaixonada por ele, mas não que era ao ponto dela se ferir tanto pela forma errada dele se comunicar.
— Não, não, não. Você não pode chorar! — Lydia fez um beicinho infantil, tentando segurar a vontade que tinha de soluçar alto e se entregar as lágrimas. — Eu amo você! Por favor...
— Não do jeito que eu queria. — Ela sussurrou muito baixo, olhando para o chão. Stiles mal pode ouvir o que ela dizia.
— O quê?
— Você me ama como amiga. — Ela voltou a choramingar e ele mal acreditou naquelas palavras.
Finalmente, Stiles entendeu a extensão dos pensamentos irracionais de Lydia. Ele a olhou com incredulidade. Os lábios se abriram e a mão que a segurava a apertou com mais força.
— Você ainda não entendeu? — Ele falou tão baixo quanto ela.
Com a mão livre, Stiles segurou o queixo de Lydia. Levantou com delicadeza, usando as pontas dos dedos. Por ser mais alto, inclinou a coluna na direção dela e a fez refém de seus olhos amorosos.
— Eu sou sua melhor amiga. — Ela tomou coragem para dizer, expondo tudo o que sentia para ele. — E eu sei que você só me vê assim. Eu nunca vou ser como a Malia ou... — Ela se perdeu nas palavras e Stiles esperou que ela voltasse a falar. — Eu não devia ter deixado você me tocar.
— Lydia...
— Sou tão estúpida! — Os olhos verdes permitiram que mais lágrimas caíssem. — Deus! Deixei v-você me masturbar e agora... agora eu sou uma garota fácil que perdeu a graça para você.
Lydia deu dois passos para trás e daquela vez, Stiles não tentou impedir. Eles romperam o contato e ela voltou a encarar o chão. Seu rosto delicado estava coberto pelo rubor de vergonha e causado pelo choro.
— Não é possível que ...
— Você tem razão! — A voz dela subiu até quase se tornar um grito. Stiles se sobressaltou ao ver a mudança repentina na atitude da amiga. — Eu não consigo enganar nem a mim mesma. Céus! Você tem razão.
Lydia libertou a tempestade presa em seu peito. Graças a sua personalidade surpreendente, seu humor oscilante, ela pôs as mãos no peito de Stiles e o empurrou. Deu vários passos na direção do melhor amigo enquanto o empurrava.
Surpreso, Stiles deixou o corpo mole. Permitiu que Lydia o empurrasse até sua coluna se chocar no muro de uma casa qualquer. A garota tímida, ainda chorosa, porém decidida, o encurralou.
— Eu tenho razão? — Já totalmente confuso, sem fôlego, Stiles apenas perguntou.
Lydia o enlouquecia, o tirava do sério, o deixava sem jeito. Toda vez que ela abria a boca para falar, toda vez que ela corava e mostrava toda sua exuberância, Stiles saía de si. Perdia a respiração, o batimento cardíaco, a fala.
Porém, de todos os atos surpreendentes, de tudo que ela já tinha feito que o tornou ainda mais apaixonado, nada, absolutamente nada, foi tão intenso quanto aquele momento.
Com uma coragem que ela desconhecia, Lydia fez com os lábios encontrassem com os de Stiles. Ela mergulhou naquele momento, afundou nos segundos memoráveis em que as bocas se tocaram.
A boca de Lydia era grossa o suficiente para devorar os lábios finos de Stiles. Ele ansiava ser devorado, engolido por aquela boca macia, infinitamente farta. No entanto, a surpresa de ambos fez com que aquele beijo, mais uma vez, se resumisse a um selinho assustado e repleto de sentimentos conflitantes.
Stiles tentou mudar isso. Com os olhos arregalados, encarando os olhos fechados de Lydia, ele testou mover a boca. Seus lábios completamente inexperientes se abriram e aquela pequena abertura foi o suficiente para o lábio inferior de Lydia se encaixar ali.
A sensação era tão gostosa que Stiles achou que explodiria de satisfação. Pressionou a boca contra aquele lábio farto e sem pensar no que fazia, sugou a carne macia. As pálpebras desabaram sobre os olhos.
Dentes corajosos e ansiosos conheceram a textura do lábio de Lydia. Aquilo a fez gemer. Gemer! Um simples ato, tão sutil, tão simples, fez com que aquele som lindo e tentador surgisse da garganta dela.
Stiles forçou os dentes para conhecer melhor a grossura, a maciez daquela linda boca. Foi tão satisfatório para ele que sua língua ardeu como se fosse consumida por chamas. Ele queria conhecer o sabor daqueles lábios. Ele precisava conhecer.
Guiado por essa vontade, atordoado pelas atitudes de Lydia, ele libertou a língua para fora da boca. Lambeu delicadamente o lábio aprisionado. Desejava desesperadamente entender o que precisava fazer para beijar da mesma forma que via nos filmes.
Ele não teve tempo para descobrir como se beijava. Lydia o afastou repentinamente e para o horror dele, ela chorava mais. Os olhos estavam vermelhos, o nariz levemente inchado.
Um soluço sofrido escapou de Lydia no momento em que os dentes de Stiles a arranharam sem querer. Uma pequena ardência se instalou no lábio inferior grosso, mas ela não se importou com isso.
— V-você tem razão. — Ela repetiu a lamuria e Stiles não teve tempo de falar algo. — Eu sou apaixonada por você! — A respiração dele falhou. Uma sugestão de sorriso ameaçou surgir em seu rosto. — Sou tão estupida por me apaixonar e ainda...
— Essa é a hora que você tem que calar a boca, Martin!
Lydia tremeu com a forma que Stiles falou. Ela o encarou com olhos arregalados, o lábio inferior projetado para frente em um biquinho assustado. As mãos dele alcançaram os ombros estreitos da amiga.
— E-eu...
— Não ouse me fazer chorar, Lydia. — Em um movimento rápido, ele trocou a posição com a da melhor amiga. Foi a vez de Lydia ficar encurralada contra o muro, seus corpos esmagados. — Você sabe que eu odeio vê-la assim!
— Não q...
— Cale a boca! — Ele repetiu deslizando as mãos pelos braços arrepiados de Lydia. — Você já falou demais.
Por impulso, Stiles compartilhou mais um selinho com Lydia. Deixou suas bocas se reencontrarem em uma tentativa frustrada de saciar o desejo que explodia dentro de si. Ele a queria, a desejava de todas as formas possíveis.
O beijo singelo provocou a reação que Stiles queria: Deixou Lydia sem forças para falar. Seus olhos se conectaram e ambos os corações se aceleraram. O carinho e amor mútuo transbordavam deles, mas Lydia ainda não conseguia perceber que era correspondida.
— Se você olhar bem nos meus olhos, vai saber que estou falando a verdade. — Foi assim que Stiles começou a declarar palavras difíceis de serem expostas. — Eu sou completamente apaixonado por você.
Ele permitiu que um breve silêncio se instalasse. Observou as expressões que passavam pelo rosto de Lydia enquanto ela absorvia aquela verdade revelada. Stiles levou uma mão ao queixo dela, seu polegar fez um carinho sutil.
— Eu amo seus lábios grossos. — Naquele momento, a voz de Stiles se tornou um sussurro muito rouco. — Amo o hálito que sua bala de menta favorita deixa na sua boca. — O polegar de Stiles subiu e encontrou a boca de Lydia. Acariciou aquele lugar. — Amo seus olhos que me deixam completamente atordoado.
Surpreendendo Lydia, os lábios de Stiles encontraram o rosto dela. Ele beijou suas bochechas e com delicadeza, subiu em direção aos seus olhos. Lydia se viu obrigada a jogar as pálpebras por cima da íris verde.
Então, ela recebeu um beijo totalmente novo que a fez estremecer. A boca sexy do menino repousou sobre suas pálpebras bem fechadas. Beijou uma de cada vez e inesperadamente, Lydia se sentiu amada.
— Sou apaixonado por seu cheiro...
A voz dele ficou mais baixa, mais rouca e Lydia achou que morreria de admiração. Ela amava aquela voz melodiosa. Mesmo enquanto falava, parecia que Stiles estava cantando alguma linda canção.
Com uma rapidez que fez Lydia fechar as mãos de nervosismo, Stiles levou a boca para o pescoço dela. Pressionou o nariz ali e respirou a fragrância da pele suada. Ela se arrepiou, sua coluna congelou e ele, se deliciou com o típico perfume da amiga.
— Seu corpo é lindo, Lydia. — Ele ronronou como um gato e sem nenhum tipo de pudor, a mordeu. Mordeu aquele pescoço já arrepiado.
— Não precisa dizer isso só...
A fala de Lydia foi interrompida por um arfar pesado. Stiles começou a chupar o seu pescoço. Os dentes a mordiscavam diversas vezes e logo em seguida, seus lábios faziam movimentos de sucção naquela mesma área.
Quando ela soltou um murmúrio baixo de satisfação, Stiles decidiu que podia provocá-la ainda mais. Mordeu com mais força a pele pálida e puxou para sua boca sem compaixão.
Lydia deu um pequeno pulo no lugar, estremeceu e soltou um gemido baixo de dor. Era isso que Stiles queria ouvir. Ele largou a pele vermelha e extremamente sensível. Pouco depois, lambeu aquele lugar.
— Você é gostosa. — Os lábios finos não hesitaram ao elogiar. O pescoço de Lydia foi atingido pela respiração quente e irregular de Stiles. — Muito gostosa.
Então, o nariz arrebitado de Stiles se esfregou na clavícula de Lydia. Ele arrastou a ponta gelada do nariz até alcançar a orelha da amiga. Afastou o cabelo ruivo daquele lugar e tomou a liberdade de mordiscar o nódulo delicado.
— Eu me apaixonei quando ainda éramos muito pequenos, Lydia. — Apesar das palavras doces, as mãos dele eram atrevidas. Seus dedos longos encontraram o quadril de Lydia e foram deslizando bem devagar, indo cada vez mais para baixo. — Você ainda não tinha esse corpo sexy e me olhava como se eu fosse seu irmão mais novo. — As verdades transmitidas por aquela voz pareciam querer roubar a consciência dela.
— Stiles. — Ela não pareceu perceber que deixou o nome do melhor amigo transbordar de sua boca.
Stiles sorriu e lambeu todo o contorno da orelha dela. Pela milésima vez, a menina se arrepiou, estremeceu e sentiu o ventre se contorcer de desejo. Ela percebia o caminho maldoso que as mãos dele percorriam e não tinha nenhuma intenção de impedi-lo.
Os dedos longos chegaram ao bumbum de Lydia. Ele não apertou como desejava fazer. Conteve seu desejo e permitiu, apenas, que a mão dedilhasse com muita delicadeza por aquela protuberância. Mais uma vez naquele dia, Stiles moveu os dedos sobre o corpo dela como se Lydia fosse seu instrumento predileto.
— Você tem que entender duas coisas, pequena: Eu me apaixonei por quem você é e não por sua aparência. — Daquela vez, Stiles olhava diretamente para Lydia. Os rostos tão próximos que os narizes se tocavam. — Mas o seu exterior consegue ser tão lindo e tão apaixonante quanto seu interior.
Os lábios grossos se abriram, mas Lydia não conseguiu falar. Ela franziu a boca e seus olhos despejaram novas lágrimas. No entanto, o choro discreto era por um motivo completamente diferente.
— Acredite, Lydia, todas as vezes que falo sobre a beleza de outras garotas é somente para provocar você. — Aos poucos, os dedos dele se tornaram mais firmes. Sua palma começou a deslizar com uma força moderada pelo bumbum arrebitado. — Eu minto quando digo que estou olhando para outra mulher. Pois não consigo enxergar outro corpo, outros olhos ou outra boca.... Eu fico cego de tão linda que você é.
— Por que você me provoca? — Ela ainda estava incrédula, insegura, mas ainda assim, perguntou.
— Porque eu fico muito excitado quando vejo você com raiva ou com ciúmes de mim. — Um sorriso safado e divertido surgiu enquanto ele falava sem nenhum pudor. — Você não tem ideia do que passa pela minha cabeça quando você fica brava.
— No que você pensa? — Mais uma vez a voz de Lydia se fez presente.
O sorriso de Stiles se ampliou. Ele não acreditava na coragem que Lydia tomou para fazer aquela pergunta. O jeito inocente que ela falava algo tão provocador, era encantador e excitante.
Sem suportar mais, Stiles permitiu que as mãos se fechassem em torno do bumbum de Lydia. Apertou como uma força exagerada que fez a menina arfar. Para aumentar o contanto, pressionou ainda mais seus corpos.
— Em como vai ser bom perdermos a virgindade juntos. — Lydia não sabia se ficava tímida, nervosa ou satisfeita. — Fico imaginando as posições que vamos fazer na cama... — o sussurro atingia Lydia como golpes em seu ventre — e no chão, no banheiro, na cozinha, na escola, no sofá...
Ele interrompeu a frase como uma risada gostosa e maliciosa. Lydia estava incondicionalmente vermelha, envergonhada. No entanto, os olhos verdes não escondiam a expectativa e satisfação ao ouvir o que ele falava.
— Não consigo acreditar que você realmente se arrependeu de ter deixado que eu a masturbasse. — Apesar da afirmação, o rosto de Stiles ficou repentinamente sério. Ele lembrou da amiga falando como se aquilo tivesse sido um erro. — Você sabe que eu jamais a forçaria a fazer alguma coisa, não sabe? — A preocupação surgiu em seu rosto e em sua voz. — Eu amo você e sempre vou respeitá-la. Não quero que se sinta forçada ou...
— Stiles, foi muito gostoso! — Ela estava tão, mas tão vermelha, que sua pele chegava perto de alcançar o tom de um vinho tinto. — Eu só falei aquilo para atingir você.
As confissões fizeram Stiles abrir um sorriso estonteante. Era o tipo de sorriso que fazia as pernas de Lydia ficarem bambas. Seu pobre coração sempre falhava com a visão sedutora do melhor amigo sorrindo.
— Muito gostoso? — Ele repetiu as palavras dela com deboche e provocação. — Do jeito que você gemeu, aposto que quando estiver sozinha em casa não vai querer tirar as mãos da calcinha.
— E-eu não...
A forma como Lydia arregalou os olhos e abriu a boca fez Stiles soltar uma nova risada. Ele finalmente largou o bumbum da amiga para envolver as duas mãos em seu rosto delicado.
Ele beijou a testa dela. Uma, duas, três vezes seguidas. Logo depois beijou ambas as bochechas quentes de vergonha. Sorriu contra a pele dela, a acariciou com os polegares em seu maxilar.
— Deus! Você não vai ter coragem de se masturbar sozinha, não é? — A maneira como ela arfou, já respondeu à pergunta dele. — Então vamos combinar o seguinte, pequena. Enquanto você não tiver coragem de se tocar, todas as vezes que sentir vontade de relaxar, vai pedir para eu masturbar você. Tudo bem?
— Mas v-você...
— Eu sou loucamente apaixonado por você. — Ela achou que fosse desabar ao ouvir, mais uma vez, Stiles se declarar. — Você é apaixonada por mim e nós dois queremos nos divertir com seu corpo. Não tem nada de errado nisso, Lydia. Nos amamos e você pode confiar em mim.
— Você vai querer ficar fazendo isso por mim? — Stiles amava como ela era tímida, mas ao mesmo tempo, enfrentava o constrangimento.
— O seu prazer é o meu prazer, sereia. Acredite que hoje foi tão bom para mim como foi para você. — Ela foi capaz de sorrir. Ele poderia explodir de alivio e satisfação por a ver daquela forma. — Então promete que vai arranjar coragem para pedir para mim, Lydia.
— Eu... — Os olhos castanhos a encorajaram silenciosamente. — E-eu prometo.
— Boa menina. — E mais uma vez, suas bocas se uniram em um selinho desajeitado.
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