Notas iniciais
Como vão?? Aqui vai mais um capítulo da única fic que estou conseguindo postar com bastante frequência kkkk Não tenho muito o que falar, apenas que estou muito animada com Stydia e isso me dá bastante inspiração para escrever! Boa leitura.

O constrangimento daquele dia não acabou após a festa. Stiles convenceu a Lydia dormir na casa dele e assim que os dois chegaram, Stiles se gabou para os pais dizendo que eles tinham acabado de ter a primeira “dr”.

Logo depois, Stiles explicou para a mãe que dr era briga entre casal e deu um grito ao ver a marca de chupão no pescoço de Lydia. Sim, mais uma vez ele se gabou para os pais, mostrando a marca roxa na pele pálida da melhor amiga.

Ela devia estar acostumada com o jeito do melhor amigo. Mas era impossível se habituar com o jeito extremamente desinibido que ele falava sobre qualquer assunto relacionado a sexo e se gabava de tudo, tendo uma confiança inabalável.

Duas semanas depois da festa, Lydia estava mais uma vez na casa dos Stilinski. Era o famoso sábado em família e os pais de Stiles sempre falavam que Lydia fazia parte da família e precisava participar daqueles momentos. Eles nunca aceitavam um não como resposta.

Por isso, Lydia estava sentada no balcão de mármore da cozinha dos Stilinski. Suas bochechas estavam rosadas enquanto observava Stiles dançar completamente desengonçado, ao som de uma música eletrônica desconhecida.

— Stiles, você devia ter vergonha de dançar na frente da Lydia! — Claudia ria ao falar.

— Vergonha? — Stiles largou a faca que usava para cortar os temperos e virou na direção da mãe e da melhor amiga. — Lydia está tendo o privilégio de me ver cozinhando sem camisa! Acha mesmo que ela se importa com minha dança ruim?

Lydia abriu a boca na intenção de se defender, mas a risada estrondosa do pai de Stiles a fez permanecer calada. John balançou a cabeça negativamente, pegou a blusa que Stiles tinha jogado no chão minutos depois de começar a cozinhar e a usou como um chicote para atingir as costas nuas do filho.

— Ai, pai!

— Fale menos e cozinhe mais! — O pai apontou para o fogão fazendo Stiles revirar os olhos e bufar.

Lydia soltou uma pequena risada e John a olhou com cumplicidade, dando uma piscadela. Cláudia e John amavam tanto Lydia, que a ajudavam a sair das situações constrangedoras que Stiles criava.

Toda vez que Stiles fazia ou falava algo que deixava Lydia muito vermelha e sem jeito, os pais do menino a socorriam de alguma forma. Por isso, Stiles vivia recendo tapas, petelecos e advertências risonhas dos pais.

— Vai dizer que existe uma visão mais sexy no mundo do que isso? — Olhando fixamente para o pai, Stiles gesticulou para o corpo exposto com sua típica confiança.

Lydia queria resistir à tentação, mas automaticamente seus olhos deslizaram pelo corpo do amigo. Seu tronco nu era tão lindo e ele ficava tão bem com o azul marinho da calça de moletom, que fazia ela desejar ter coragem para pedir para que ele estimulasse mais uma vez o ponto entre suas pernas.

Mesmo tendo feito a estúpida promessa de que iria pedir para Stiles toda vez que quisesse ser masturbada, Lydia ainda não tinha arrumado coragem para aquilo.

Nas semanas que passaram, o corpo de Lydia implorou para que ela tomasse coragem e pedisse para Stiles aliviar a tensão de seu corpo. No entanto, ela não conseguiu, principalmente porque Stiles passou todos os dias falando sobre o fato de já ter a masturbado e dizendo o quanto queria fazer de novo.

— Claro que existe. Sua mãe cozinhando de lingerie é uma visão bem mais sexy do que um pirralho magrelo!

A frase maliciosa de John provocou reações completamente diferentes nas pessoas reunidas na pequena cozinha. Claudia exclamou um “John! ”, em forma de repreensão e corou apesar das risadas que escaparam de si. Stiles, incrivelmente, abriu um sorriso safado e orgulhoso, intercalando olhares entre o pai e a mãe. Já Lydia, cobriu o rosto com as duas mãos e sentiu todo seu corpo ficar vermelho de vergonha.

— Eles são terríveis. — Lydia murmurou ainda com o rosto escondido pelas mãos úmidas de suor.

— Meus garotos não sabem se comportar, Lydia! — Cláudia respondeu ainda rindo. — Desculpa por isso. Mas você sabe que o Stiles puxou todo o lado sem vergonha do pai. Sinceramente, eu não sei quem é pior!

— Ela só está fazendo charme! — A exclamação de Stiles fez Lydia erguer o rosto.

— Não deixe a menina com mais vergonha, Stiles.... — A mãe orientou enquanto o pai só ria da cena.

Stiles caminhou em direção a Lydia com um sorriso sacana. Apoiou as mãos nos joelhos nus dela e encostou todo o corpo no balcão que ela estava sentada. Os olhos verdes o enfrentaram.

— Ela ama quando eu sou pervertido com ela. — Como sempre, Stiles falou seguro de si para logo em seguida encostar a boca na orelha da melhor amiga. — Você realmente engana com essa carinha de boneca. Meus pais não sabem o quanto você ama uma safadeza comigo.

Os pais de Stiles não puderam ouvir o sussurro do filho. Porém, não era difícil imaginar o conteúdo do que ele disse, pela expressão de choque no rosto de Lydia. O sorriso do menino se alargou.

— Eu vou matar você. — Ela proferiu alto o suficiente para os adultos presentes rirem.

— Eu sei que vai, Lydia. Você vai me matar de tanto fazer amor comigo. — Novamente, a voz dele foi apenas um sussurro. A forma como ele proferiu “fazer amor”, foi repleta de ironia, mostrando que só usou o termo leve por causa dela. — Já imagino como vai ser gostoso ver você toda tímida pedindo por sexo. — Ele soltou um suspiro antes de voltar a falar. Dessa vez sua voz estava ainda mais baixa. — Eu fico duro só de imaginar você implorando para eu meter bem fundo dentro de você, bem forte.

— Cláudia, acho que nós estamos atrapalhando o clima das nossas crianças! — A voz debochada de John se fez presente, obrigando que Stiles parasse de sussurrar indecências. — O que você acha de tomarmos um banho juntos para dar um pouco de privacidade para eles?

— John! Você sabe que no sábado de família é sempre você e o Stiles que preparam o almoço!

— Filho, você se importa de terminar sozinho? — O xerife abriu um sorriso safado que foi facilmente correspondido pelo filho.

— Não. Qualquer coisa a Lydia me ajuda!

Foi a vez de John murmurar algo no ouvido de Cláudia, impedindo que Stiles e Lydia ouvissem. A mãe riu e pareceu radiante com a fala imoral sussurrada contra a sua orelha.

Enquanto os adultos saíam às pressas da cozinha, Lydia notou o quanto Cláudia parecia feliz, mesmo com o câncer. Ela podia estar mais fraca, mais frágil e sem poder trabalhar, mas a família fazia com que ela permanecesse alegre.

O marido continuava a desejando desesperadamente e a ajudando em tudo, estando presente em cada momento difícil que a doença provocava. O filho era cuidadoso e doce, se preocupando com o bem-estar dela e fazendo de tudo para ajudar ao pai com todas as tarefas necessárias.

— Aposto que você ficou molhada com o que eu disse. — Foi a primeira afirmação de Stiles quando os pais abandonaram a cozinha. — E duvido que você não fique imaginando sobre como vai ser o nosso sexo.

Stiles se afastou de Lydia e voltou para perto do fogão. Ela não foi capaz de responder, porquê de fato, sentia a calcinha úmida e desde o dia que foi masturbada, pensava em como seria fazer sexo com o melhor amigo.

— Eu... — Os olhos castanhos se direcionaram a Lydia quando ela tentou falar. — Eu não sei como vai ser. — Confessou baixo, sem saber de onde vinha coragem para dizer aquilo.

— Nós vamos descobrir juntos como gostamos mais do sexo, sereia. — Ele sorria repleto de satisfação. Ela gostava de ver aquele sorriso.

Stiles voltou a cozinhar e pelo restante da manhã, parou de provocar Lydia sobre assuntos de sexo.

**

Lydia passou o dia todo na casa dos Stilinski. Comeu com a família, assistiu filmes, brincou de mimica, conversou. Quando anoiteceu, se jogou na cama do melhor amigo.

— Eu amo os sábados em família. — Stiles murmurou com um sorriso doce. Observava a amiga com um cuidado extremo.

— Seus pais são maravilhosos! Às vezes eu queria ser sua irmã.

— Credo, Lydia! Não fale algo tão horroroso!

Ela franziu o rosto, olhando para o amigo que continuava em pé. Tentou lentamente raciocinar o motivo da reação exagerada do garoto. Depois de alguns segundos finalmente falou.

— Você ia odiar tanto se eu fosse sua irmã?

— Lydia! Imagina a tortura de morar na mesma casa que você, ficar a vendo com pouca roupa e não poder ficar com você? — A compreensão atingiu o rosto de Lydia enquanto Stiles falava com uma careta. — Seria um pesadelo sermos íntimos, mas eu nunca poder passar a mão em seu corpo, fazer você gemer, beijar...

— Tudo bem, eu já entendi. — Ela se rendeu sem jeito. Ergueu as mãos para cima, mostrando que não ia mais falar sobre aquilo. — Retiro o que eu disse.

— Você também ia odiar não poder me pegar. — Ele falou divertido, soltando uma risadinha e finalmente se jogando na cama ao lado de Lydia. — Apesar de não falar muito, eu sei que você também sonha em me comer!

Dessa vez, até Lydia riu. A forma descontraída que Stiles falava sobre sexo chegava a ser engraçada. Ela não entendia como ele era capaz de dizer que ela queria “comer ele”.

— Eu só quis dizer que ia amar ter seus pais. — Stiles ainda pensou em provocar mais Lydia, mas viu a lamentação nos olhos verdes.

— Sua mãe ama você pequena, não fale isso.

— Ela vive trabalhando, Stiles! Nunca está em casa, não fica comigo! — A voz dela mudou imediatamente. Todo resquício de diversão abandou seu rosto bonito.

— Lydia... — Em uma tentativa de reconfortar a amiga, Stiles passou um braço ao redor de seus ombros finos.

— Eu fico mais na sua casa do que na minha! — Ela desabafou por fim, jogando a cabeça no peito magro e ainda descoberto de Stiles.

— Você sabe que ela só ficou assim depois que seu pai.... — Stiles parou no meio da frase, tinha medo de tocar na ferida de Lydia.

— Ela só pensa que o marido abandonou ela, mas esquece que eu também fui abandonada pelo meu pai!

No ano anterior, Rick, o pai de Lydia, saiu de casa após Natalie descobrir que ele tinha uma amante. O homem tinha dois filhos fora do casamento e simplesmente deixou a família que o amava.

Lydia era muito apegada ao pai, mas ele nem se despediu. Saiu de casa em um domingo de tarde com algumas malas na mão. Lydia chorou, implorou que ele não saísse de casa. Ainda assim, Rick nunca se esforçou para manter algum contato com a filha.

— Ela ainda não sabe como lidar com isso. — Stiles murmurou muito fraco.

— Isso não é justo, Stiles! Meu pai nem é capaz de ligar para mim e agora minha mãe também vai me deixar sozinha?

Stiles não respondeu ao ver as lágrimas que surgiram nos olhos grandes e expressivos. Sabia a carência, a fragilidade que surgiu em Lydia após aquele abandono. A menina se sentia ainda mais insegura e se culpava pelo pai ter a deixado. Achava que tinha algo de errado com ela.

O melhor amigo beijou a testa de Lydia. Beijou as bochechas, o nariz, o maxilar. Esfregou os lábios na pele macia da menina e começou a acariciar o cabelo sedoso.

— Seu pai é um imbecil, Lydia. É uma honra conhecer e conviver com uma garota tão maravilhosa quanto você.

— Eu amo você. — Foi a resposta chorosa da menina.

Ela passou os braços ao redor do pescoço de Stiles e afundou o corpo contra o dele. Se abraçaram com força, ele apoiou o rosto no ombro dela. Ficaram daquela maneira por eternos minutos na cama.

O garoto a consolava em silêncio. Fazia com que Lydia se sentisse amada e reconfortada. Era tudo que ela precisava. Aquela posição era tão confortável que eles poderiam dormir daquela forma.

— Stiles?

— Quê?

— Por que você está se esfregando em mim? — Com aquela pergunta, Lydia expôs o motivo que não permitiu que ela conseguisse dormir.

O quadril de Stiles se remexia por vontade própria. Ela o sentia se roçar nas pernas dela, mas não sabia que a intenção dele era evitar contato. Stiles não queria que Lydia percebesse o volume que se formava dentro de sua calça de moletom.

— Promete que não vai brigar? — O tom do amigo fez Lydia se desprender do abraço.

Lydia afastou a cabeça e o encarou com curiosidade e julgamento. Os olhos ainda estavam avermelhados pelo choro recente, no entanto, sua expressão estava melhor. Ela já estava consolada, calma.

— Fale logo!

— Eu fiquei excitado com o abraço e estava tentando disfarçar...

— Stiles! — A exclamação envergonhada e informada interrompeu o que o garoto dizia.

— Não é algo que eu possa controlar, pequena! — Ele murmurou desconfortável.

Stiles não estava envergonhado, ele só fazia uma pequena careta porque o inicio de ereção o incomodava. Ele ainda não tinha conseguido se masturbar pela primeira vez.

Em todas as suas tentativas, algo o atrapalhou. Seus pais entraram repentinamente no quarto, Lydia ligou pedindo para ele ir para sua casa. Até mesmo quando tentou se aliviar trancado no banheiro da escola, algum infeliz bateu na porta da cabine em que ele estava até o obrigar a sair dali.

— Mas a gente não fez nada para você ficar assim. — Ela falou visivelmente sem jeito.

Lydia não saiu da cama, mas se afastou alguns centímetros do amigo. Se espremeu contra a parede e ficou olhando para Stiles com certa curiosidade e repreensão.

— Você é sexy, está na mesma cama de solteiro que eu e me abraçou, Lydia. Isso é motivo o suficiente! — Ele murmurou se contorcendo na cama. O volume indesejado não permitia que ele fechasse as pernas. — Eu preciso conseguir me masturbar.

— V-você ainda não... — A fala morreu dentro da garganta de Lydia. O rosto todo foi dominado pela curiosidade que antes só pertencia aos seus olhos. — Por que não?

— Acredite que não foi por falta de tentativa.

Stiles grunhiu de desgosto e girou na cama, obrigando que Lydia se espremesse ainda mais na cama. Ele fechou os olhos e tentou pensar em coisas que acalmassem seu corpo, porém era simplesmente impossível.

Pensamentos de sexo preenchiam sua cabeça e ele não tinha força para arrancar as imaginações indevidas que surgiam. Isso fazia com que a ereção se tornasse cada vez mais incômoda e inconveniente.

— Você pode tentar fazer agora, não tem nada para atrapalhar. — Stiles encarou Lydia sem conseguir acreditar naquelas palavras. — E-eu posso sair do quarto para você poder...

Ela não terminou a fala e Stiles demorou longos segundos para digerir o que ela tinha dito. Ele sempre ficava chocado, abobalhado, quando Lydia vencia a vergonha e falava coisas corajosas e inesperadas.

Ele só voltou a realidade quando a amiga fez menção de sair da cama. Lydia ergueu a coluna com as bochechas coradas e imediatamente, a mão de Stiles impediu que ela levantasse.

— Não vai embora, fica aqui. — Ele pediu baixo, fazendo ela o olhar com dúvida. — Eu só vou tentar se você continuar deitada, olhando para mim.

Quando Lydia abriu a boca, Stiles esperava que ela fosse negar. Em vez disso, ela apenas sussurrou “tem certeza? ” E ele se apressou em confirmar com a cabeça.

Ela voltou a se ajeitar na cama. Cruzou as mãos na frente do corpo e deitou de lado, ficando bem frente para Stiles. Espremeu os lábios grossos e manteve os olhos bem abertos, atentos.

Stiles pegou todos os lençóis que tinha na cama e sem nenhum cuidado, os jogou no chão. Acomodou a cabeça nos travesseiros e manteve o corpo bem relaxado, esticando as pernas e as deixando separadas para que a ereção não o incomodasse.

Respirando fundo, ele apoiou uma mão em cima do abdômen nu. Apertou os dedos ali em uma carícia muito sutil, deslizando lentamente em direção a calça de moletom.

Lydia arregalou os olhos e abriu a boca com aquela visão. Foi a vez dela se sentir incomodada entre as pernas. Palpitações indiscretas surgiram do seu interior e o coração perdeu a batida.

Em poucos segundos a mão de Stiles encontrou a calça moletom. Seus olhos castanhos se direcionaram para Lydia e observaram como ela olhava atentamente para o volume que crescia com a expectativa.

Ele gostou de ser observado daquela forma. Se sentiu sexy, desejado. Era até mesmo prazeroso ver o interesse da melhor amiga em seu corpo. Stiles queria que ela ficasse admirada com seu tamanho. Precisava desesperadamente que Lydia ficasse impressionada e excitada.

Olhando para o rosto da melhor amiga, Stiles levou a mão ao membro aprisionado. Ainda por cima da calça, ele repousou os dedos ali e deu um pequeno aperto. Queria além de se proporcionar prazer, se gabar para Lydia de sua grossura.

Apertou uma segunda e terceira vez. Testou esfregar a palma da mão contra o tecido da calça. Aumentou o ritmo, gostando da sensação da fricção de seus dedos contra aquela parte dura de seu corpo.

Grunhiu quando apertou e esfregou a mão ao mesmo tempo. Percebeu como aquele movimento era certo ao sentir um prazer delicioso se espalhando por seu corpo. Passou a olhar para o próprio corpo, olhando para o volume do membro que se tornou pulsante.

— Céus! Isso é bom... — Ele sussurrou com a voz arrastada, trêmula.

Querendo aumentar o prazer, Stiles passou a massagear como faria com outra parte do corpo. Dando pequenos apertos, pressionando os dedos e logo depois, afrouxando.

Lydia não sabia o que fazer. Era impossível parar de olhar para aquela cena. Ver o melhor amigo se proporcionando prazer lhe trazia uma satisfação inexplicável.

Observava como as pernas dele se flexionavam durante a masturbação. As mãos de Stiles tremiam de prazer enquanto descobria a melhor forma de estimular a ereção. Suas pálpebras abriam e fechavam e os olhos se revezavam entre o membro coberto e o rosto corado de Lydia.

Ansioso por maior contato, Stiles tirou a mão da ereção e levantou o elástico da calça. Apressado, enfiou a mão direita por dentro da cueca boxer apertada, sem ter nenhum tipo de preocupação com a possibilidade de Lydia ver sua nudez por descuido dele.

Lydia arfou, mordeu o lábio inferior e sentiu suas próprias mãos tremerem. O movimento de Stiles, colocando do braço para dentro da roupa fez com que a calça e a boxer abaixassem o suficiente para ela ver a virilha dele. Não tinha nenhum pelo cobrindo aquela região.

— Eu gosto de depilar para mostrar melhor meu tamanho. — Ele disse repleto de deboche ao perceber a curiosidade de Lydia.

Stiles ia dizer algo a mais, até finalmente tocar em seu membro. Agarrou com força sua ereção e grunhiu em aprovação. Seus dedos envolveram a circunferência e os olhos se fecharam.

Três palavrões seguidos pularam da boca de Stiles. Sua mão tomou velocidade contra seu membro. Mordeu a boca fina e sentiu um formigamento surgir no abdômen, fazendo companhia ao prazer delicioso.

— Stiles, não fale palavrão!

A exclamação repentina fez Stiles cessar os movimentos. Ele soltou uma risada incrédula e surpresa, focando os olhos castanhos em Lydia. As pupilas dilatas de afeto demonstravam diversão ao encará-la.

— Não estraga meu clima, Lydia!

Nervosa, excitada, ela acabou rindo com ele. Isso a fez relaxar o suficiente para se acomodar melhor na cama. Suas risadas baixas se uniram enquanto seus olhares se conectavam com muita intimidade e carinho.

— Desculpa! É que eu não gosto que você fale.... — A fala interrompida de Lydia mostrou que ela percebeu o quanto sua advertência foi inapropriada para o momento.

— Se me atrapalhar de novo, juro que expulso você do quarto.

Lydia foi capaz de abrir um sorriso travesso graças a expressão rabugenta de Stiles. Ele voltou a movimentar a mão, continuando a masturbação que causava reações gostosas em seu corpo.

— Vou ficar quietinha! — A forma como Lydia prometeu foi quase infantil. Isso fez com que Stiles se desconcertasse mais uma vez.

No entanto, ao ver a expectativa nos olhos verdes e perceber como ela devorava seu corpo, Stiles ficou mais excitado. Aquilo foi como um estimulo para seu corpo que o fez se massagear com mais força.

Ele não aguentava mais, precisava chegar ao alívio. O membro doía e começava a expulsar um líquido que o ajudava a se masturbar. Sua mão sentia o pulsar latejante de sua ereção e todo seu corpo implorava para que a tensão se desfizesse em um orgasmo.

Stiles queria mais do que tudo arrancar a calça e a cueca que o incomodava, porém tinha medo de constranger Lydia. Ela estava tão entretida, tão atenta e relaxada observando a masturbação, que ele não seria capaz de fazer nada que a atrapalhasse.

Ele amava ver como Lydia confiava nele ao ponto de vencer a timidez para que eles desfrutassem de momentos tão pessoais, íntimos. Por isso, queria que aquele momento de prazer fosse compartilhado com a melhor amiga

O corpo de Stiles alertou com sinais que ele ainda não conhecia. O coração e a respiração se aceleraram, as mãos se encheram de suor, um estranho formigamento surgiu e a dor no membro aumentou.

Ele estava perto, muito perto de enfim se aliviar. Foi ai que Lydia rompeu a promessa de ficar quieta. Curiosa, admirada e sem suportar mais as contrações no ventre, ela ergueu a mão em direção ao melhor amigo.

Sem pensar, Lydia permitiu que seus dedos encontrassem a ereção coberta de Stiles. O movimento foi muito sutil, ela apenas pressionou de leve onde o volume exagerado chamava mais a sua atenção.

Stiles não suportou. Aquele toque curioso fez com que seu interior explodisse. Sua ereção despejou um líquido quente em sua mão e trouxe satisfação por cada centímetro do corpo.

Ele liberou uma grande quantidade de palavrões e daquela vez, Lydia não o repreendeu. Envergonhada ao perceber o que tinha feito, ela recolheu a mão e abriu a boca, surpresa.

O garoto estremeceu e enquanto era preenchido por um peculiar relaxamento nos músculos, ele gemeu o nome de Lydia. A chamou bem baixinho, sem perceber o que fazia enquanto a mão continuava agarrando o próprio membro.

Isso enlouqueceu Lydia. Ela arfou enquanto assistia aquela cena erótica, sem acreditar que ao encontrar o alívio, o melhor amigo tinha pronunciado seu nome de maneira tão doce e excitante.

— Stiles... — Foi a vez do nome dele escapar dos lábios muito carnudos.

— O que foi, pequena? — Perguntou grogue, completamente esparramado na cama.

— Por favor, me masturba... — O pedido foi tímido, arrastado, manhoso.

Lydia estava com a calcinha tão encharcada e seu ventre se contorcia tanto, que ela tomou a coragem necessária para implorar pelo seu alívio. Depois de ver Stiles se dando prazer, ela precisava descarregar a tensão sexual.

Stiles, que até aquele momento estava de olhos fechados, olhou incrédulo para a melhor amiga. Pela primeira vez viu o estado que sua pequena sereia estava. Ela apertava as pernas uma na outra com desespero, o rosto mostrava desconforto.

Aquela visão para Stiles, foi ao mesmo tempo excitante e agoniante. Apesar de amar a ideia de Lydia estar tão excitada por sua causa, ele não gostava de ver a menina tão incomodada pelo desejo. Ele tinha a necessidade de sempre, em qualquer situação, suprir cada vontade, cada desejo dela.

— Vire de costas. — Foi a única coisa que ele pediu.

Mesmo com cada músculo de seu corpo mole, Stiles jamais iria recusar qualquer pedido de Lydia. Assim que ela virou de costas, ele se ajeitou por trás dela, fazendo conchinha.

A mão ainda molhada pelo próprio desejo foi até a calcinha da melhor amiga. A estimulou até que ela alcançasse o alívio. Depois, finalmente, os dois puderem dormir completamente relaxados.

Notas finais
O que acharam?? Espero que tenham gostado do John e da Claudia hahah pois eles vão aparecer muitas vezes na fic... Já deu para perceber que o John é uma figura, não é? Ele vai influenciar muito em Stydia! É isso.. amo muito vocês! Beijinhos