Notas iniciais
Yo mina XD Voltei ^u^ Eu disse que esse capítulo seria menor, porém não deu :/ Na verdade, esse é meio que o primeiro capítulo ainda. Eu dividir em dois, já que o capítulo 1 tem oito mil palavras e pouco u.u Em fim, Boa leitura >.

Agora***
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Não acho que passei dos limites ao falar toda a verdade para Grimmjow, apesar de ser meio raro ver seus olhos tão tristes.

Geralmente, está muito esnobe ou debochado, dando aquelas risadinhas irritantes, até mesmo nas horas mais sérias. Ou então está explodindo em raiva, mas triste? Isso já é muito raro.

Sinto-me incrivelmente sozinho em meu apartamento. Agora tenho muito mais tempo livre para estudar para as provas da faculdade que estão prestes a dar as caras. No geral, é incrível ter uma família. Uma esposa bonita, uma filha amável e divertida, mas como ainda tenho vinte anos e ainda me faltam dois anos para terminar medicina, acabo perdendo minhas horas de estudo com levar Hanna no médico, ajudar com dever de casa, levar para passear, entre todos os outros cuidados que se deve ter com uma garotinha de seis anos.

Claro que Samantha ajuda, porém ela não tem faculdade e apenas trabalha, então tenho mais tempo livre que ela.

De última hora, minha esposa planejou uma viagem para Minneapolis – Minnesota, com a intenção de que Hanna conheça os avos por parte de mãe.

Até onde sei, os pais de Samantha não falam japonês e o inglês de Hanna se baseia em: bom dia, boa tarde, boa noite, desculpe e obrigada. Mas concordamos que seria uma boa experiência ela conhecer a cidade onde a mãe nasceu.

O apartamento está completamente silencioso e quieto. As meninas pegaram o voo esta tarde e felizmente não tive nenhum sinal sequer de Grimmjow no dia de hoje.

Acho que felizmente. Confesso ter ficado um tanto quanto frustrado ao não vê-lo me aguardando na saída da faculdade. Ele não é o tipo que desiste fácil. Não pesei que o afastaria assim apenas com aquelas palavras. Ainda martela em minha cabeça o porquê dele aparecer depois de três anos sem dar notícias. Ele era (acho que ainda é) orgulhoso de mais para pedir desculpas pelo que me fez no passado, e de repente começa a me ligar e me procurar? O que ele quer exatamente?

Suspiro passando as mãos por meus cabelos curtos, logo desabando sobre meu material de estudo. Não conseguir estudar nada.

Tenho uma semana silenciosa como essa noite de hoje, agora estou me perguntando se é exatamente algo bom.
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Antes***
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— tchau Kurosaki-kun! – grita Inoue acenando freneticamente para mim enquanto se distancia mais e mais.

Aceno de volta e sorri para ela que parecia tão feliz. Dirijo-me ao caminho de casa.
hoje me sinto mais feliz do que deveria, não sei exatamente por que, apenas sei que é esse o sentimento predominante.

Passando pelo córrego que é caminho de minha casa, um delicioso vento corta os céus, bagunçando meus cabelos. O por do sol aqui é realmente lindo. Meus passos vão desacelerando, a imagem que minha visão passa para meu cérebro é de deixar qualquer um realmente extasiado.

Faço esse percurso todos os dias, por que nunca notei o quão Belo ele é?

Não caminho mais. Tudo se resume a um leve arrastar de pés. Passo admirando essa imagem tão grande que vai deitando-se lentamente ao fim do horizonte.

— ei! – aquele gritou cortou todo o clima. Virei de vagar para ver quem fora o autor deste ato impiedoso, que fez a paz interior que eu sentia se dissipar. Amaldiçoei-o mentalmente.

— Grimmjow... – murmurei. Ele apreçou o passo e veio com cara feia em minha direção.

Seus cabelos azuis tem uma tonalidade mais viva diante deste lindo por do sol alaranjado. Repreendo-me ao pensar que laranja e azul são cores bonitas quando juntas.

Enfiei as mãos nos bolsos e fiquei a encará-lo. Os olhos azuis me fitam naquele tom esnobe. Ele estala a língua.

— você faltou três dias e hoje me evitou o dia inteiro. O que foi? – meu cenho murcha automaticamente. Ele realmente precisa perguntar?

— eu estava me recuperando. Você se esqueceu do que houve naquele dia? – pergunte olhando para o canto com uma cara de tacho e logo sentindo minhas bochechas queimarem.

— você levou uma surra? – perguntou rindo debochado. Olhei para ele explodindo em raiva antes de rosnar:

— depois disso.

— eu te salvei! – disse empolgado como quem acaba de descobrir a palavras no jogo da forca, ainda com um sorriso vitorioso incrivelmente irritante. Fuzilei-o com o olhar.

— estou falando sobre o que aconteceu na porta de minha casa... – rosnei incrivelmente irritado com a empolgação de Grimmjow. Ele me encarou e fez aquele biquinho

— ah, tá falando do beijo? – perguntou despreocupado coçando a lateral da cabeça. – por que não disse logo? – me olhou como se isso não fosse nada, o que me fez sentir meu rosto ferver, automaticamente enfiei a cara entre minhas mãos tentando escondê-la. Ouvi uma risadinha e logo uma mão segurou meu pulso esquerdo, abaixando-o, revelando parte de meu rosto, que aposto está incrivelmente rubro. Encaro-o meio receoso, óbvio que esse maldito está sorrindo.

— você está com vergonha. – afirma sorrindo. Sinto meu rosto queimar ainda mais e o abaixo, fazendo meus cabelos cobrirem parte de meus olhos. Ouço mais uma daquelas risadinhas irritantes. Como ele pode se divertir tanto com isso? Solta meu pulso e com uma das mãos bagunça meus cabelos, como fazemos naqueles cachorrinhos fofos e peludos. Encaro-o sorrir. Esse sorriso não parece tão irritante. Uma de suas mãos está sob sua cintura e a outa ainda em meus cabelos, agora parada.

— esse por do sol combina com você. – comenta. Seu tom não é de deboche, chega a ser... Gentil? Acho que não. Isso não combina com ele.

Encaro-o estando um tanto quanto surpreso e ele tira a mão de minha cabeça. Arrumo a curvatura da coluna e acompanho seu olhar. Está fixo no final do horizonte.

— contrasta com seus olhos. – murmura. Por acaso isso soou... Não sei. Romântico, talvez? Não. Definitivamente não. Grimmjow não seria um cara romântico. Óbvio que não. Mas... Por que essas palavras me soaram tão bonitas?

— etto... – coço minha nuca e suspiro. – você vai por aqui? – pergunto meneando córrego a cima.

— vou. – vira-se para mim. Até onde sei, sua casa é um pouco distante da minha, porém o mesmo percurso e mais um pouco.

— vamos lá. – digo voltando a enfiara as mãos nos bolsos.

Caminhamos em silêncio. Sinto que minhas bochechas estão vermelhas, ainda pelo comentário que ele fez sobre o por do sol contrastar com meus olhos. Não sei por que, mas paro chegando á porta de casa. Ele fica de frente para mim, sorrindo com malícia, logo cruzando os braços.

— isso é um convite? – pergunta pendendo a cabeça para o lado. Sinto minhas bochechas corarem e abaixo a cabeça ligeiramente.

— acho que está mais apara um: até amanhã. – digo sorrindo meio sem jeito. Ele ri. Uma risada sínica, o tipo que odeio.

Desliza as pontas dos dedos delicadamente por minha bochecha, o que me faz fechar os olhos institivamente.

Sinto sua aproximação, sua respiração contra meu rosto e logo seus lábios tomam os meus em um beijo calmo, a língua pedindo passagem, as mãos apertando com força meus quadris antes de envolver minha cintura com os braços.

Seguro seus ombros e sei que a falta de ar é completamente psicológica, mesmo que seu beijo seja de tirar o folego.

Seu rosto se afasta. Meus olhos ainda estão fechados e sinto um leve carinho em meus cabelos. Minhas pálpebras se abrem devagar e o vejo sorrir.

— então até amanhã. – diz. Minha garganta trava e logo me ouço perguntar:

— v-você não quer entrar?

Fica surpreso por alguns segundos, porém logo seus lábios são tomados em um sorriso sacana, tendo aquele leve tom esnobe que constrói sua personalidade.

Inclina-se e segura minha mão, levando-a até o meio de suas pernas. Prendo a respiração na garganta e sinto meus dedos tremerem.

— se eu entrar – sussurra com os lábios colados ao lóbulo de minha orelha – não vou conseguir me segurar...

Em um ato sacana, ondula o quadril, roçando seu membro em minha mão parada enquanto segura a mesma. Mordo o lábio inferior e aperto os olhos. Como ele me parece apetitoso...

— não estou pedindo para se controlar... – sinto minha voz falhar. O azulado se afasta sorrindo e segura meu queixo com a ponta dos dedos.

— você nunca vai precisar repetir isso para mim mais de uma veze. – diz sorrindo e meneando para minha porta. – quer ter a honra? – pergunta.

Pego minha chave e caminho até a porta. Já não sinto mais as pontas de meus dedos. Atrás de mim, Grimmjow agarra meus quadris e roça seu membro em minha bunda enquanto afaga os cabelos de minha nuca com o nariz, inspirando meu cheiro. O ar me falta ligeiramente e acabo por deixar as chaves cair no chão.

— calma ruivinho... – murmura deslizando a mão por minha bunda no segundo em que abaixo para pegar as chaves... Porra! Ele gosta de provocar.

Com dificuldade abro a porta. Provavelmente minhas bochechas estão em um vermelho gritante. Tento manter a respiração controlada enquanto tiro os sapatos rapidamente, vendo Grimmjow fazer os mesmo. Traço o percurso até meu quarto, ouvindo os passos dele bem atrás de mim.

— onii-chan você...

— não se preocupe com meu jantar Yuzu – digo para minha irmãzinha enquanto subo as escadas. – vamos fazer um trabalho. – abro a porta do quarto e deixo-o entrar, trancando-a logo em seguida.

— então, você... – sou empurrado contra a parede. Ele segura meus pulsos a cima de minha cabeça e olha em meus olhos, nossos rostos a centímetros de distância, nossas respirações se trocando e esbarrando no rosto um do outro.

Sei o que vem a seguir, porém é o que mais desejo. Desejo como nunca...

Olhar nesse mar azul tão claro me extasia; por um segundo, sei que soa como se eu quisesse encará-lo para sempre. Vejo o azul se esvaindo aos poucos, na medida em que ele fecha os olhos. Logo meus lábios são tomados, por estes também tão macios lábios dele.

Não demora a que sua língua venha me pedir passagem e quem sou eu para não concedê-la? Sinto minha boca ser explorada sem nenhuma cerimônia, as mãos soltam meus pulsos e começam a descer de vagar. Enrosco meus dedos nos cabelos de sua nuca, puxando-os com carinho, suas mãos apertam minha cintura e sua língua contorna meus lábios devagar.

Grimmjow me encara e apeta minha nádega direita com muito gosto, faz isso olhando em meus olhos, o que me faz queimar de vergonha e de outra coisa também...

— acho que não precisa de tantas roupas... – murmura voltando a me beija com desejo, enquanto seus dedos de forma ardilosa desabotoam minha camisa.

Entre os beijos e investidas, ele dá leves passos cegos para trás, provavelmente a procura de minha cama, logo senti que ele esbarrou nela. Separa-se de mim por um breve instante, apenas o tempo de me jogar na cama e subir sobre meu corpo. Minha camisa já está completamente desabotoada, sou secado pelo olhar do azulado que desliza uma das mãos e logo aperta o biquinho de meu peito. Inclinando-se para me beijar com volúpia.

A língua invadindo minha boca com destreza, as mãos mapeando os músculos de minha barriga e arqueando meu tronco para apertar minhas nádegas.

Sua respiração agora pesa em minha nuca, os lábios sugando a pele de meu pescoço, mordendo, lambendo... Um turbilhão de sensações.

Olha-me com um sorriso sacana assim que começa a brincar com os dedos entre o coes de minha cueca e minha pele, deixando pelos eriçados ao sentir sua língua deslizar por meu tórax enquanto mantem o olhar focado no meu. Os dedos brincando em meu baixo ventre e traçando uma linha imaginaria por toda minha ereção, ainda por cima da calça.

Suspiro. Ele é tão sacana...

Acaricio seu tronco enquanto tenho meus mamilos sugados e mordidos, ás vezes com uma noção de força meio perdida, porém continua sendo muito bom.

Trilha o caminho de volta com a língua, parando em meu pescoço e mordendo meu queixo, logo encontrando meus lábios que são mordiscados e sugados devagar.

Enfio minhas mãos dentro de sua camisa, sinto o corpo quente, os músculos em gominhos realmente gostosos de apertar. Vou subindo as mãos até sua camisa está em seu tórax, ele me ajuda a tirá-la, voltando a me beijar.

Senti vontade de comentar que sou uma pessoa realmente instigante, já que tire sua camisa do uniforme sem desabotoar um botão sequer, porém fiquei calado.

Sinto agora seu tórax roçar no meu, o que é realmente bom. Ele separa nossos lábios por um segundo, olha fundo em meus olhos enquanto fricciona nossas ereções, arrancando de mim um disfarçado gemido.

Grimmjow se coloca de joelhos e desabotoa minha calça, logo expondo minha ereção. Minha glande já expele um pouco de líquido graças á excitação. Ele toma meu membro pela base e passa o dedão, contornando minha glande, me fazendo sussurrar seu nome em um pesado suspiro.

Logo começa a me masturbar de vagar e apertar minha cintura. Para repentinamente e me olha nos olhos. Senta sobre suas pernas e meneia com o dedo.

— venha aqui. – ordena. Obedeço sentando-me a sua frente. – vamos tirar isso. – diz se referindo a minha camisa do uniforme que pende em meus ombros. Ele a tira com agilidade e a lança para um canto qualquer. Agarra meus cabelos com força, puxando-me para um beijo feroz.

Entrelaço meus dedos em sua cintura e ouço o som do zíper se abrindo vagarosamente. O azulado me afasta com delicadeza. Meus olhos descem até seu membro ereto que está liberto. Parece muito apetitoso.

— chupa. – ordena. Inclino-me e tomo-o pela base, deslizando a língua devagar até a glande, onde chupo e aos poucos vou pondo-o em minha boca. Começo os movimentos, pressionando bem os lábios ao redor dele. Agarro suas nádegas da mesma maneira que ele fizera comigo, apertando-as bem enquanto o chupo com gosto.

— aaah... Isso ruivinho... – suspirou pesada e arrastadamente, agarrando os cabelos de minha nuca e auxiliando nos movimentos.

Não sei exatamente o que deveria fazer, mas continuo a sugar seu membro e sentir um sabor exótico, realmente embriagante. Seus suspiros são doces e pesados, e por que não teria esse tom sacana? Levanto os olhos para encará-lo. Ele me olha, acompanha cada movimento meu com esses olhos azuis tão lindos.

Vê-lo suspirar enquanto olha em meus olhos é mais do que bom. É delicioso. Cada vez mais aperto suas nádegas, cravando minhas unhas, ouço seu baixo gemido. As mãos que antes apenas me auxiliavam nos movimentos agora forçam minha cabeça contra seu membro com vontade. Chego a engasgar rapidamente, mas logo me recupero.

Pareço estar ainda mais pulsante apenas pelo fato de tê-lo entre meus lábios, de minha língua lhe tocar a glande, de sentir seus dedos sem dó puxarem meus cabelos.

O ritmo se encontra frenético até que ele me puxa, olhando em meus olhos, me encarando com volúpia.

— muito bem. – murmura me jogando para trás e ficando de quatro sobre meu corpo. Desliza a língua por meu lábio inferior e com o dedo do meio limpa o canto de impa boca, que estava molhado de saliva.

Encara-me sacana antes de levar os lábios até meu pescoço e deslizar a língua, enquanto leva uma das mãos até minha ereção e circula a glande com o dedão. – gostou? – questiona, agora me masturbando, a língua deslizando por meu pescoço os dentes roçando logo em seguida.

— sim... – sussurrei tendo a voz falha.

— diga o que acha de meu gosto. – ordena, agora mordendo o lóbulo de minha orelha. Silencio. A masturbação que ele me faz é realmente deliciosa... Suspiro. – responda... Ruivinho... – ordena roçando nossos lábios.

— seu gosto... É muito bom... – murmuro apertando os olhos.

— que bom que gostou. – vejo seu sorriso. Toma minha boca em um beijo ardente, logo arquejando, tendo entre os dentes meu lábio inferior. – minha vez... – murmura se afastando e descendo minhas calças e cueca, jogando as peças ao chão. Sobe novamente sobre meu corpo e me toma um beijo cheio de desejo, não muito demorado.

Seus lábios descem devagar por meu pescoço, mordendo e chupando. Sei que ficará marcado, mas não tenho voz para questionar, chego a me sentir uma garotinha na toca do lobo, porém uma garotinha muito feliz e compulsiva na toca do lobo.

As mãos apertam meus quadris com força enquanto trilha beijos por meu tórax. Suga o caminho entre meus mamilos e vejo várias marquinhas, como um caminho de volta. Suspiro diante de suas investidas e procuro por minha voz.

— p-poderia não me marcar, p-por favor?... – sussurrei com a voz trêmula. Ele olhou para mim enquanto descia com a língua por minha barriga. Tomou meu membro na mão e circulou a glande com o dedão, me fazendo suspirar.

— desculpe. O que disse? – começou uma ágil masturbação enquanto sugava os gominhos de minha barriga, deixando marcas visíveis. Aah, esse maldito...

— Grimm... Grimmjow... – minha intenção era resmungar, ou praguejar, mas saiu realmente um gemido descarado que eu tinha a intenção de segurar.

Vi aquele maldito sorrir satisfeito enquanto chupava meu quadril e logo desviava caminho até meu baixo ventre, deslizando a língua, ainda masturbando meu membro. Senti um delicioso golpe de musculaturas ali. Logo ele está de cara com minha excitação, segurando-a pela base e contornando a glande com a língua em um ritmo torturante.

— você está pulsando... Vamos dar um jeito nisso. – sem cerimônia, colocou todo meu membro em sua boca, sugando com gosto, arrancando de mim gemidos. Agora sim apreço uma garotinha.

Com uma das mãos, agarro o lençol da cama e levo a outra até seus cabelos, puxando com carinho as madeixas azuladas. Com uma das mãos ele agarra minha nádega e leva a outra até meus lábios, enfiando dois dedos em minha boca, os quais começo a sugar.

As unhas arranham minha nádega, os lábios apertam meu membro, sinto a língua me tocar durante os movimentos.

Gemo com seus dedos em minha boca e chego a mordê-los devagar. Grimmjow puxa a mão e leva os dedos molhados até minha entrada, fazendo círculos no pequeno orifício, sem parar de me chupar um segundo se quer.

Sinto um desconforto ao ser invadido por um de seus dedos. Ele levanta os olhos para ver minha reação e tira meu membro de sua boca.

— relaxe ruivinho. – murmura logo voltando a fazer os movimentos de sucção em meu membro. Mexe o dedo devagar e logo sinto o segundo. Não é exatamente uma dor. Gemo baixinho pela invasão. A invasão que me fez ficar ainda mais excitado. Seus dedos começaram a fazer movimentos de tesoura dentro de mim e seus lábios a me sugarem com mais agilidade.

Novamente gemi seu nome, tendo os olhos úmidos. Sei que já despejo muito pré-gozo em sua boca, nunca tinha nem sequer beijado alguém antes, imagine esse tipo de intimidade, além de que não costumo “me aliviar”. Geralmente não faço esse tipo de coisa, por isso estou quase gozando. Tão rápido que chega a ser vergonhoso.

Gemo quando ele estoca os dedos com força e faz uma sucção mais forte. Sinto os espasmos e acabo por puxar com força os cabelos de Grimmjow, que resmunga alguma coisa, mesmo com meu membro em sua boca.

— e-espere! – praticamente grito, ainda puxando seus cabelos. Essa sensação... Ele não para, apenas repete os movimentos, dessa vez de maneira mais bruta.

Trinco os dentes e aperto os olhos, soltando um arrastado gemido de prazer, me desmanchando em sua boca. Ainda aperto os olhos, me sinto extasiado.

Esse azulzinho...

Ofegante, o encaro limpar o queixo com os dedos e os levar a boca devagar, logo os sugando com os olhos fechados. Sobe sobre mim e beija minha nuca.

— seu gosto... É doce. – murmura afagando meus cabelos. Sinto minhas bochechas corarem, mesmo depois do que acabamos de fazer, ele ainda é capaz de me deixar envergonhado. Como isso é possível?

Seus lábios voltam a tomar os meus em um beijo, a língua novamente explora minha boca. Os dedos dedilham minha barriga e os dentes a morder meu lábio inferior, puxando-o. Logo ele fricciona sua ereção em minha barriga, o que me leva a suspirar baixinho.

Desce uma das mãos até meu membro e o estimula devagar. Parece impossível, mas estou começando a ficar duro de novo. Suspirei pesado e ele mordeu meu queixo, deslizando a língua por meus lábios em seguida.

— estava muito tentador gozar nesta sua boquinha – murmurou me masturbando. Sinto minhas bochechas corarem. – tem medo? – perguntou mordendo minha orelha e deslizando a língua em seguida.

Sorri. Desci as mãos por seu tronco, apertando suas nádegas.

— você quer isso? – indaguei com a voz baixa. Ele apertou um pouco mais meu membro entre seus dedos.

— quero tudo relacionado a você. – murmurou como resposta. Havia soado romântico até que ele complementou: – te foder com força faz parte.

Nossa, que romântico.

— você realmente quer que eu não fique com medo? – perguntei com uma cara emburrada que logo foi substituída por um cenho franzido no segundo em que esse maldito me penetrou com o dedo sem nenhum aviso prévio.

— shhhh... – colou nossos lábios castamente enquanto têm as duas mãos ocupadas, uma me penetrando e a outra me masturbando. – você não tem ideia do quanto eu quero... – sussurra estocando o dedo com força, me fazendo gemer. Seu pré-gozo molha um pouco minha barriga e ele suspira soltando meu membro e tirando o dedo de dentro de mim.

Olha-me nos olhos enquanto toma minhas coxas nas mãos, levantando-as, me deixado completamente exposto e envergonhado.

— Grimmjow... – sussurrei sentindo minhas bochechas queimarem e olhando para o canto envergonhado. Ouvi uma baixa risada e logo um suspiro.

— não tem nada para se envergonhar. – murmurou forçando seu membro contra minha entrada. Apertei os olhos com a dor.

— Grimm... – trinquei os dentes. Ele não parou de forçar até que estivesse completamente dentro.

Arfei com os olhos úmidos e ele se inclinou sobre mim, ainda segurando minhas coxas, agora estou ainda mais exposto. Literalmente de pernas abertas para esse desgraçado, minhas coxas estão quase tocando meu tórax, como se isso não fosse embaraçoso o bastante para mim, ele abre mais minhas pernas e ondula a cintura de vagar. Me olha arfando, os olhos semicerrados.

— espere... – sussurro baixinho, porém ele começa a se movimentar, arrancando de mim gemidos de dor.

— não consigo... – murmurou tendo a voz rouca, logo se inclinando sugando meu pescoço, subindo os lábios para me dar um beijo, mordendo os meus com força e suspirando pesadamente enquanto despejo meus gemidos em sua boca. – relaxe... – murmura logo mordendo o lóbulo de minha orelha.

Suas mãos apertam minhas coxas quando começa a me penetrar mais agilmente, ele olha em meus olhos enquanto gemo. Estou gemendo para ele, e isso parece agradá-lo mais do que deveria.

Levo minhas mãos até suas costas e aperto devagar, arranhando-as quando ele estoca com mais força, empurrando o quadril contra minha bunda, fazendo nossos corpos se chocarem. Isso me arranca um gemido mais alto. É dolorido, porém tão prazeroso...

Seus lábios entreabertos estão avermelhados e convidativos, puxo seus cabelos, beijando sua boca que despeja suspiros. Dessa vez a falta de folego não é psicológica, ela é tão real que chega a ser palpável.

Separamo-nos respirando pesadamente e SLAP! Um tapa nada piedoso e desferido em meu traseiro.

Ora esse maldito... Ele sorri sacana e quando percebe que vou reclamar de seu ato da uma estocada impiedosa me fazendo quase gritar. Arranho suas costas e jogo a cabeça para trás. Logo o vejo sorrir satisfeito enquanto aperta minhas coxas, estocando fundo e freneticamente. Meus gemidos agora estão entrecortados e manhosos. Contorço os pés que pendem no ar, graças á posição sacana que me encontro.

Ele solta uma de minhas coxas e apoia o antebraço na cama, levando os lábios até meu pescoço sugando a pele do local, sei que ficará marcado, mas o que adianta reclamar com esse maldito? Provavelmente, reclamar vai deixá-lo com mais vontade de fazer.

— adoro ouvir você gemer para mim... – sussurra mordendo o lóbulo de minha orelha, logo levantando o rosto e me olhando nos olhos.

Aperto suas costas e gemo contra seus lábios que agora estão muito próximos aos meus. Meus olhos estão semicerrados olhando-o. meus gemidos são incontroláveis, a cada estocada mais forte arranho mais suas costas, sua mão solta minha coxa e vejo que está pegando impulso. Procuro por minha voz que está perdida.

— se me der outro tapa... – ameaço ofegando. – eu vou... – não tenho a chance de terminar a ameaça, sua mão já acertou meu trazeiro em outro tapa impiedoso e certeiro. Sinto o local formigar e estou prestes a praguejar, porém minha voz se resume apenas a gemidos roucos já que ele acaba de acertar minha próstata com força, começando a me foder freneticamente, acertando o mesmo ponto.

O amaldiçoo mentalmente já que ele realmente sabe como me foder, sabe como me fazer gemer seu nome.

Meus gemidos são quase gritos, sinto espasmos pelo meu corpo e minha ereção roça os músculos de sua barriga. Estou estremecendo abaixo de seu delicioso corpo que me fode sem piedade, me olhando de maneira sacana, trincando os dentes e sorrindo de canto.

Ele sabe que estou amando ser tratado assim. Sabe que vai me fazer gozar mais uma vez. Por isso seu sorriso vitorioso.

— vamos lá ruivinho... – sussurra trincando os dentes e arranhando minha coxa, subindo meu tornozelo para seu ombro, apoiando-o ali. Estou sentindo tanto prazer que não consigo me envergonhas pela posição. – goza pra mim... – sua voz sai em um tom roco delicioso. Gemo mais alto, ouço o som erótico de nossos corpos se chocando com força. Ele continua a investir nesse ponto de prazer. Sinto os espasmos se espalharem por todo meu corpo.

— Grimm... Jow... – sussurro apertando seus ombros e gemendo alto. Aperto os olhos e gozando pela segunda vez, sujando meu próprio abdome.

Suspiro pesadamente e vejo que ele me observa satisfeito, ainda me penetrando de modo frenético. Começo a ficar duro novamente e gemo enquanto estou sento fodido por esta pessoa, até que ele geme baixinho de modo arrastado apertando minha coxa.

Sinto seu líquido me invadir em um jato forte. Me dá mais duas fundas e lentas estocadas antes de cair sobre meu corpo, complemente exausto.

Estamos ofegantes. Minha barriga suja de meu gozo, sujando também sua barriga, já que ele está em cima de mim.

Logo ele desliza para meu lado devagar, afagando meus cabelos com o nariz e deslizado os dedos com carinho por minha coxa. Então ele é o tipo carinhoso depois do sexo?

— aguenta uma segunda rodada? – pergunta em baixo tom. Estou com tanto sono que minhas pálpebras pesam. Não foi ele quem teve dois orgasmos.

— ainda não está satisfeito? – murmuro olhando para o teto. – nunca vou ficar completamente satisfeito de ter você. Poderia te ter de novo – ele beijou minha bochecha e apertou minha cintura – e de novo. – novamente beijou minha bochecha.

Sorri levemente e virei meu rosto para encará-lo.

— você é um pervertido. – falei sorrindo. Ele riu e tirou alguns fios de cabelo de minha testa.

— sou sim. – fechou o zíper de sua calça e levantou da cama, me jogando em sua cacunda. Sorri e apoie a cabeça em seu ombro. – mas posso te molestar mais um pouquinho enquanto te dou um banho.

Notas finais
E aí? O que acharam? ^u^