Notas iniciais
e que venha o capítulo dois, eu espero que estejam animados ^.^

Angelique estava sozinha. Angel Bay estava falida. Todos que um dia trabalhou pra ela lhe deram as costas. Em seu escritório depredado ela começava a fazer seus planos. Um novo ataque a família Collins.

“preciso sair um pouco. De madrugada ninguém irá me ver...”

Usando um vestido justo e preto, Angelique saiu em seu cadillac vermelho. No meio da estrada ela viu algo que lhe surpreendeu...

– aquela é... a Dra. Hoffman... como ela...?

A ruiva vinha andando, parecia perdida e cansada, o sangue das vitimas que ela encontrou no caminho secava em sua roupa.

Angelique buzinou

– Dra... hm... vejo que Barnabas te contaminou também...

– oi... se não for me dar seu pescoço, não me amole. Estou com fome e estou com raiva...

– você quer vingança, não é?

– pra quê você quer saber, isso não é da sua conta...

Julia passou pelo carro e continuou seguindo seu caminho. Mas Angelique não perderia a oportunidade de conseguir uma aliada

– e se eu disser que posso te ajudar?

– não pedi sua ajuda. – Julia respondeu se afastando

– Barnabas me matou também. Eu dei meu coração, e ele não quis!

– não pense em me dar seu coração, também não vou querer...

– eu quero a sua ajuda para entrar na mansão dos Collins. e assim, me vingar dele. Você também quer vingança, juntas seremos invencíveis

– vamos sim, yeah... – Julia ironizou – me deixa....

– Dra. Hoffman? Tenho dois corpos em meu poder, venha ao meu escritório e poderemos negociar.

Julia parou no mesmo instante. O que ela mais queria naquele momento era um pouco de sangue.

– vou ouvir sua proposta...

– então venha.. – Angelique chamou abrindo o carro.

...

– O QUE!?

– não grite Dra. Hoffman, só há nós duas aqui e eu não sou surda.

– deixar você tomar meu corpo? isso é impensável!

– e por que?

– porque é meu corpo e eu não quero dá-lo a você. fim.

Julia mordia e destroçava o segundo corpo.

– querida... é por uma boa causa... destruir Barnabas...

– eu quero destruí-lo, mas está muito enganada se acha que vou deixar você possuir meu corpo, possua o corpo de outra garota e pronto.

– Dra. Hoffman, você é imortal. Eu sou imortal, mas agora esse corpo é mortal, eu preciso de um corpo imortal pra viver.

– então continue procurando por aí, porque o meu não vai ser possuído por você!

– você me deve 6 corpos.

– foda-se.

Julia já tinha secado todos os seguranças de Angelique. Então se recompôs e saiu pela porta. Entretanto, o dia estava começando a raiar. E ela não tinha nenhum lugar pra ficar.

– o Sol minha querida... depois de Barnabas, o sol é o seu maior inimigo. Junte-se a mim... e obteremos vitória.

...

– pescadores da Companhia de Frutos do Mar, Collins Co. são encontrados mortos no cais. Barnabas, se é pra atacar alguém, não ataque nossos pescadores. – Elizabeth reclamou

– mas... minha senhora, não fui eu quem atacou esses pobres coitados.

– não foi eu também. – Carolyn se manifestou.

Na noite em que Angie botou fogo na mansão, Carolyn libertou sua verdadeira natureza sobre humana, revelando que ela é uma lobisomem

– então tem mais algum monstro nessa cidade. Devo combate-lo. – Barnabas disse pensativo

– é arriscado Barnabas, pode ser poderoso. – Elizabeth rebateu

– poderoso ou não, eu sou o único vampiro de 200 anos dessa cidade. mas, Madame, o que levou a senhora a pensar que apenas eu possa tê-lo atacado?

– pescoços dilacerados. Carolyn não deixa sobras. Barnabas, há outro vampiro nessa cidade?

– não sei Madame, mas se ele existir, vou encontra-lo e extermina-lo pessoalmente.

– Carolyn, preciso que leve David à escola antes de você ir a sua.

– por que eu levaria o maluquinho pra escola?

– porque quer continuar recebendo mesada.

Carolyn encarou sua mãe com a sobrancelha levantada.

– mas que inferno! – Carolyn gritou antes de sair da mesa

– tem inspeção hoje na fábrica, eu preciso ir, com licença.

Barnabas não estava mais caçando, ele estava se abastecendo do refrigerador da Dra Hoffman, que tinha sangue estocado. Sentindo-se fraco, Barnabas aproveitou a casa vazia e seguiu em direção ao consultório da Dra.

Mas ao abrir o refrigerador ele estava vazio.

– está procurando alguma coisa?

– Dra.?

– bom dia, Barnabas.

Aquela não era a Julia que Barnabas conhecia. Estava diferente. Usava um vestido que deixava suas curvas acentuadas, revelando que ela tinha um belo decote e ancas férteis. O vestido era preto e as botas de couro demonstrava uma mulher ainda mais poderosa.

– você... estava morta...?

– estava. Agora estou mais do que viva. Estou viva como você.

Barnabas encarava aquela mulher que parecia estranha e ao mesmo tempo muito conhecida. Conhecida até demais.

– então foi você que atacou os pobres coitados da fábrica...

– foi. O que vai fazer sobre isso querido?

– vou fazer você pagar...

– ah vai? e como? – a voz grave e sedutora se manifestou. Do canto escuro do consultório Angelique se manifestou

– você...?

– agora que já temos o que precisamos, podemos sair querida? – Angelique se aproximou de Julia

– claro... – Julia respondeu

– você vai se aliar a ela, madame? – Barnabas disse um pouco assustado

– você se condenou quando tentou me matar Barnabas Collins...