As Tretas de Barnabas Collins
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Angelique estava sozinha. Angel Bay estava falida. Todos que um dia trabalhou pra ela lhe deram as costas. Em seu escritório depredado ela começava a fazer seus planos. Um novo ataque a família Collins.
“preciso sair um pouco. De madrugada ninguém irá me ver...”
Usando um vestido justo e preto, Angelique saiu em seu cadillac vermelho. No meio da estrada ela viu algo que lhe surpreendeu...
– aquela é... a Dra. Hoffman... como ela...?
A ruiva vinha andando, parecia perdida e cansada, o sangue das vitimas que ela encontrou no caminho secava em sua roupa.
Angelique buzinou
– Dra... hm... vejo que Barnabas te contaminou também...
– oi... se não for me dar seu pescoço, não me amole. Estou com fome e estou com raiva...
– você quer vingança, não é?
– pra quê você quer saber, isso não é da sua conta...
Julia passou pelo carro e continuou seguindo seu caminho. Mas Angelique não perderia a oportunidade de conseguir uma aliada
– e se eu disser que posso te ajudar?
– não pedi sua ajuda. – Julia respondeu se afastando
– Barnabas me matou também. Eu dei meu coração, e ele não quis!
– não pense em me dar seu coração, também não vou querer...
– eu quero a sua ajuda para entrar na mansão dos Collins. e assim, me vingar dele. Você também quer vingança, juntas seremos invencíveis
– vamos sim, yeah... – Julia ironizou – me deixa....
– Dra. Hoffman? Tenho dois corpos em meu poder, venha ao meu escritório e poderemos negociar.
Julia parou no mesmo instante. O que ela mais queria naquele momento era um pouco de sangue.
– vou ouvir sua proposta...
– então venha.. – Angelique chamou abrindo o carro.
...
– O QUE!?
– não grite Dra. Hoffman, só há nós duas aqui e eu não sou surda.
– deixar você tomar meu corpo? isso é impensável!
– e por que?
– porque é meu corpo e eu não quero dá-lo a você. fim.
Julia mordia e destroçava o segundo corpo.
– querida... é por uma boa causa... destruir Barnabas...
– eu quero destruí-lo, mas está muito enganada se acha que vou deixar você possuir meu corpo, possua o corpo de outra garota e pronto.
– Dra. Hoffman, você é imortal. Eu sou imortal, mas agora esse corpo é mortal, eu preciso de um corpo imortal pra viver.
– então continue procurando por aí, porque o meu não vai ser possuído por você!
– você me deve 6 corpos.
– foda-se.
Julia já tinha secado todos os seguranças de Angelique. Então se recompôs e saiu pela porta. Entretanto, o dia estava começando a raiar. E ela não tinha nenhum lugar pra ficar.
– o Sol minha querida... depois de Barnabas, o sol é o seu maior inimigo. Junte-se a mim... e obteremos vitória.
...
– pescadores da Companhia de Frutos do Mar, Collins Co. são encontrados mortos no cais. Barnabas, se é pra atacar alguém, não ataque nossos pescadores. – Elizabeth reclamou
– mas... minha senhora, não fui eu quem atacou esses pobres coitados.
– não foi eu também. – Carolyn se manifestou.
Na noite em que Angie botou fogo na mansão, Carolyn libertou sua verdadeira natureza sobre humana, revelando que ela é uma lobisomem
– então tem mais algum monstro nessa cidade. Devo combate-lo. – Barnabas disse pensativo
– é arriscado Barnabas, pode ser poderoso. – Elizabeth rebateu
– poderoso ou não, eu sou o único vampiro de 200 anos dessa cidade. mas, Madame, o que levou a senhora a pensar que apenas eu possa tê-lo atacado?
– pescoços dilacerados. Carolyn não deixa sobras. Barnabas, há outro vampiro nessa cidade?
– não sei Madame, mas se ele existir, vou encontra-lo e extermina-lo pessoalmente.
– Carolyn, preciso que leve David à escola antes de você ir a sua.
– por que eu levaria o maluquinho pra escola?
– porque quer continuar recebendo mesada.
Carolyn encarou sua mãe com a sobrancelha levantada.
– mas que inferno! – Carolyn gritou antes de sair da mesa
– tem inspeção hoje na fábrica, eu preciso ir, com licença.
Barnabas não estava mais caçando, ele estava se abastecendo do refrigerador da Dra Hoffman, que tinha sangue estocado. Sentindo-se fraco, Barnabas aproveitou a casa vazia e seguiu em direção ao consultório da Dra.
Mas ao abrir o refrigerador ele estava vazio.
– está procurando alguma coisa?
– Dra.?
– bom dia, Barnabas.
Aquela não era a Julia que Barnabas conhecia. Estava diferente. Usava um vestido que deixava suas curvas acentuadas, revelando que ela tinha um belo decote e ancas férteis. O vestido era preto e as botas de couro demonstrava uma mulher ainda mais poderosa.
– você... estava morta...?
– estava. Agora estou mais do que viva. Estou viva como você.
Barnabas encarava aquela mulher que parecia estranha e ao mesmo tempo muito conhecida. Conhecida até demais.
– então foi você que atacou os pobres coitados da fábrica...
– foi. O que vai fazer sobre isso querido?
– vou fazer você pagar...
– ah vai? e como? – a voz grave e sedutora se manifestou. Do canto escuro do consultório Angelique se manifestou
– você...?
– agora que já temos o que precisamos, podemos sair querida? – Angelique se aproximou de Julia
– claro... – Julia respondeu
– você vai se aliar a ela, madame? – Barnabas disse um pouco assustado
– você se condenou quando tentou me matar Barnabas Collins...
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