As Surpresas do Amor
10 Recomeço das Aulas
Notas iniciais
Na segunda-feira, todos voltaram à escola e tiveram uma surpresa. Duas alunas novas entraram no básico. Mino e Saori. June e Shun foram falar com Mino, enquanto Eire e Seiya foram falar com Saori.
– Seja bem vinda ao colégio Mário de Andrade. Nós somos uns dos seus novos colegas de classe. Qual o seu nome? – perguntou Shun.
– Mino e o seu?
– Shun e esta é June, minha namorada.
– Prazer! Espero nos darmos muito bem. – disse Mino com um leve sorriso.
Já no refeitório, Seiya e Eire se apresentavam a Saori.
– Espero que você goste do colégio Mário de Andrade. Meu nome é Seiyar, mas para os mais íntimos Bone. – se apresentou Seiya cheio de entusiasmo.
– Obrigada! Meu nome é Saori e a sua colega?
– Eire. – disse meio enciumada – Não sou colega, sou namorada.
– Desculpe-me a gafe.
– Tudo bem! Seu sotaque é diferente. Você não é do Rio, certo? – perguntou Eire.
– Não. Sou mineira e cheguei aqui no inicio do mês. Espero contar com a ajuda de vocês para me adaptar. (1)
– Conta comigo! – afirmou Seiya.
O sinal soou e todos se dirigiram para a sala de aula. Na sala, Seiya e Eire comentavam sobre Saori.
– A nova aluna é bonitinha, não é amor?
– Sou mais eu. Eu não estou gostando nada de você, cheio de fogo para cima dela.
– Eu de fogo com ela? Acho que você está vendo coisa onde não tem.
– Até parece, Seiya! Você pensa que eu sou cega ou alguma coisa parecida?
– Não. Você esta com ciúme à toa, só porque eu a achei bonitinha.
– Tá, Seiya. Eu não vou mais fala sobre isso, mas olha o que você vai fazer comigo.
Na hora do recreio Mime e June conversavam:
– Como foi às férias, June?
– Muito legal! Principalmente porque comecei a namorar o Shun.
– Eu percebi e confesso que não entendi nada. Você não estava namorando o Ikki do segundo ano?
– Nós acabamos antes das férias. Mas diga como foram suas férias?
– Boa! Mas dessa vez fique por aqui mesmo.
Na hora da saída, Shun, June e Mino conversavam em frente à biblioteca.
– Oi gente!
– Oi, Eire! – respondeu Shun.
– June, posso falar com você?
– Claro amiga. Vamos!
June e Eire foram dar uma volta no pátio e Shun comentou:
– Estas duas são assim mesmo: super amigas.
– Tem muito tempo que você namora a June, Shun?
– Não, tem pouco tempo que nós começamos a namorar. Por que a pergunta?
– Por nada. É que vocês parecem tão apaixonados.
– Eu gosto muito da June. Ela é tudo para mim.
– Ah! Mais você é tão bonito, pode namorar quem quiser. É só você jogar um charme, que as meninas caem aos seus pés.
– Eu não preciso disso. Para mim, basta ter o amor da June.
– Isso que é gostar! – exclamou Mino muito sem graça.
– Me desculpe Mino, mas eu preciso falar com meu amigo Hyoga.
– Se quiser, eu te espero para acompanhar você até em casa.
– Não se incomode! Porque eu vou levar a June primeiro. Deixa para a próxima. Tchau!
– Tchau! Até amanhã, Shun.
Cinco minutos depois, Mino esbarrou com Fleer na saída.
– Oi!
– Oi, meu nome é Fleer. Você é a Mino, né?
– Pois é, todo mundo já sabe quem sou eu. As notícias correm rápido!
– Você mora muito longe daqui?
– A duas quadras daqui.
– Então podemos ir juntas. Assim aproveitamos para nos conhecer.
No meio do caminho, elas comentavam sobre a galera.
– O que você achou do pessoal, Mino?
– São legais. Eu gostei muito deles principalmente do Shun.
– Ele é bonitinho, mas eu prefiro o Shiryu. O Shun faz o padrão: bonito e sem sal.
– Tadinho, Fleer!
– Só estou falando a verdade.
– Ele pode ser sem sal, mas é lindo. Só que tem um problema.
– Qual?
– A namorada dele.
– A June? Eles começaram o namoro nas férias.
– Não sei, ele parece estar totalmente apaixonado por ela.
– Antes de namorá-la, ele estava namorando outra. Então, ele pode mudar mais uma vez – disse sorrindo – De repente, com um beijo... Pode tornar tudo mais fácil.
– Você acha?
– Mino, me ouve. A June é muito sensível. É só arrumar um jeito de ela ficar sabendo que rolou um beijo. Duvido que depois disso, ela fique com ele.
– Pode ser. Por que você ta me ajudando?
– Sei lá. Fui com a tua cara.
Dias depois, na escola, Seiya não prestava mais atenção na sua namorada, e sim em Saori. Eire estava muito triste e foi desabafar com June.
– Ai, June, não sei o que está acontecendo com o Seiya.
– O que foi amiga?
– Depois que a Saori entrou no colégio, ele não para de olhar para ela. E eu estou sentindo que vou perder essa parada.
– Será que não é impressão sua?
– Não. Eu não sei o que fazer.
– Por que você não conversa com ele e esclarece tudo.
– Eu to tentando, mas ele disfarça. Vou tentar mais uma vez no recreio.
O sinal soou. Shura o professor de química avisou que após o recreio iria um teste surpresa valendo um e meio. Todos foram para o recreio preocupados com o teste.
Seiya pegou o seu caderno de química e foi com Saori para a quadra da escola.
– Não tive sorte! Logo de cara vou encerrar um teste de química. – falou Saori.
– Falar que é fácil, não posso. Mas temos que encarar.
– Sabe o que mais gostei no Rio? O mar. Sempre tive vontade de ver de perto. É lindo!
– Sim. Quer ir comigo mais tarde?
– E a sua namorada, acho que ela não vai gostar desse convite.
Eire, que estava procurando eles, chegou à quadra e viu Seiya todo empolgado, conversando com Saori. Eire se aproximou e Seiya disse:
– Oi amorzinho! Vem me ajudar a estudar química? (3)
– É né, parece que eu só representava para você uma professora de química e nada mais. Mas agora, eu vejo que você conseguiu uma professorinha nova, não é? – disse Eire encarando Saori.
– Desculpe gente! Eu não queria arrumar confusão. Acho que vou ao banheiro. – se desculpou Saori saindo de perto muito sem graça.
– Que isso, Eire! O que está acontecendo contigo? Você não é assim.
– Tenho algo muito sério para lhe dizer.
– Agora não! Segure o meu caderno, que eu vou pedir desculpas a Saori, pelo que você fez. Que grosseria!
Eire pegou o caderno e disse com muita raiva:
– Então, vai atrás dela!
A garota empurrou Seiya, que caiu sentado no chão, seus óculos escuros caíram longe. Eire fez questão de pisar no objeto, o quebrando. Seiya ficou espantado com a atitude de sua namorada.
– Meu óculos favorito! Por que vocês fez isso? Você ta doida?
– Sua cabeça é o seu guia. Mas não brinca comigo, eu seu ser doce, mas também se ser amarga. – respondeu Eire indo embora.
Eire sentou em um banco de baixo de uma árvore e começou a folhear o caderno de Seiya e na ultima página estava escrito "Seiya e Saori". Ela amassou a folha do caderno e começou a chorar, sozinha. Era uma mistura de raiva e tristeza.
Nesse momento Hyoga estava passando e a viu frágil como uma criança, chorando. Isso comoveu seu coração e os sentimentos que estavam adormecidos, voltaram. Ele se aproximou e sentou ao lado dela.
– O que aconteceu com você, Eire?
– Nada, Hyoga. Me deixa sozinha!
– Não. Eu não vou te deixar sozinha enquanto você não contar o que aconteceu.
– Meu namoro esta indo por água a baixo.
– Mas, por quê?
– Não sei o que aconteceu com Seiya. Ele está enfeitiçado pela Saori desde que ela chegou, ele nem liga mais para mim. Só fica atrás dela.
– Eu posso te ajudar em alguma coisa?
– Não. Sinceramente... Acho que eu o perdi. Ele era a única pessoa que se importava comigo.
– Nunca diga isso. Nós nos importamos muito com você. Eu me importo com você!
Eire levantou do banco.
– Hyoga, você não sabe o que é se sentir rejeitado. Estou arrasada.
– Por incrível que pareça, eu sei.
– Mentira sua. Você está muito feliz com a Shunrei.
Eire deu as costas para Hyoga, ele a segurou, imprensou-a na árvore e disse:
– Será que você ainda não percebeu que é você que eu amo?
– O que?!?
Hyoga surpreendeu Eire com um beijo maravilhoso.
No inicio, ela se assustou, e deixou o beijo acontecer, mas depois a garota disse:
– Para Hyoga! Como fica a Shunrei nessa história? Você é namorado dela!
– Desculpe, mas eu não consegui me controlar vendo você tão triste.
– Eu não sabia que você gostava de mim desse jeito.
– Eu te amo! Tentei gostar da Shunrei como gosto de você, mas não consegui. A Shunrei irá me entender. Aliás, ela já sabia de toda a minha história. Gostaria de namorar você, isso é claro, se você quiser desistir do Seiya.
– Eu não desisti do Seiya, ele que desistiu de mim.
– Então, se você quiser ficar com ele. – disse Hyoga indo embora.
– Espere Hyoga...
Ele parou e olho para trás.
– Eu fico feliz em saber dos seus sentimentos por mim. Eu também sempre gostei de você e do Bone, estava dividida e então ele chegou primeiro. Mas eu nunca te esqueci totalmente.
Nesse instante, soou o sinal.
– Depois nós conversamos, mas saiba que me agrada muito ficar com você.
– Fico feliz em sabe disso, Eire. A ainda hoje eu resolvo a minha história com a Shunrei.
– Eu também resolverei a minha com Seiya.
Todos retornaram a sala e fizeram um teste dificílimo de química. Logo após um tempo, todos receberam os resultados. Todos tiraram notas boas, exceto Eire, Seiya e Hyoga que tiraram as respectivas notas: um, setenta e cinco décimos e meio ponto. Shunrei se espantou com as notas dos amigos e principalmente seu namorado:
– O que aconteceu com vocês? O teste estava difícil, mas não precisava exagerar, né?
– Com eles eu não sei, mas comigo foi preocupação com a vida! – respondeu Hyoga –Aliás, Shunrei, eu tenho uma coisa muito séria para falar com você!
– Sobre o que, Hyoga?
– No caminho para casa eu te explicarei.
No caminho para casa, Shiryu, Esmeralda e Ikki conversavam.
– Vocês estão se dando bem, né?
– É. Graças a Deus, mas você e a Fleer ?
– Pois é, Ikki. Eu não sei o que faço!
– Eu acho que você deve pedir ela em namoro. Aliás, você pode tentar esquecer aquela outra pessoa que só eu e você sabemos.
– Engano seu, amor! Ele não precisa me falar, mas eu sei que ele é louquinho pela Shunrei.
– Como assim? – perguntou Esmeralda.
– Eu conheço esse cara muito mais tempo que você. Ele não precisa falar para que eu saiba o que ele ta pensado ou sentindo.
Shiryu fingiu que não ouviu as palavras de Ikki.
– Sabe Esmeralda, vou seguir seu conselho. Hoje à noite, vou pedir para a Fleer ir à academia para conversarmos. Bem, agora eu vou deixar vocês seguirem o caminho de vocês. Se não vão me chamar de candelabro.
– Até hoje à noite e boa sorte. – disse Esmeralda.
Ikke e Esmeralda chegaram a casa dela e ficaram namorando.
Enquanto isso, Hyoga e Shunrei na casa dela.
– O que você quer tanto me dizer, Hyoga? – perguntou Shunrei inocentemente – Você veio tão calado, o que foi?
– Shunrei, você sabe que eu te adoro de montão, e também sabe o que eu sentia no inicio do ano.
– Sim, claro. Antes de eu ser sua namorada, eu era sua amiga.
– Então se faça de amiga e tente me compreender. Já tinha esquecido meus sentimentos pela Eire, estava feliz ao seu lado. Mas hoje eu a vi de uma maneira tão frágil, parecendo uma criança precisando de ajuda de alguém, de carinho. Os sentimentos que eu havia esquecido voltaram à tona, e eu não posso mentir para você. Eu amo Eire e preciso ficar com ela para ser feliz.
As palavras de Hyoga vieram como um faca eu seu coração e ela não pode segurar as lágrimas que escorreram pelo seu rosto.
– Eu compreendo. Afinal, eu sabia que um dia isso iria acontecer. Vai fundo, corra atrás da sua felicidade.
– E você? – perguntou acariciando seu rosto dela e tentando enxugar as lágrimas que não paravam de cair.
– Apesar, do meu coração está partido, te dou a maior força. Agora, só depende dela.
– Não sei como te agradecer, Shunrei.
– Não precisa me agradecer.
Hyoga abraçou a garota.
– Muito obrigado por me entender, Shunrei.
– Quando precisar de um ombro amigo...
– Sei que posso contar contigo... Vou embora. Fique com Deus!
– Bye!
Shunrei estava inconsolável, foi para o seu quarto e lá se trancou. Ligou para Esmeralda, que em poucos minutos estava em sua casa.
– Que houve Shunrei?
– Acabou tudo, Esmeralda. Eu não sei o que irei fazer. – desabafou Shunrei, desabando em lágrimas.
– Calma Shunrei. Não fique assim. Você vai perceber que existem outras pessoas. O mundo não vai acabar. Você tem que superar isso.
– Como? Me ajuda?
– Tudo bem, amiga. Eu vou te ajudar, e já sei como.
As duas conversaram a tarde toda. Esmeralda perdeu a noção do tempo e quando deu conta do horário, ficou desesperada.
– Que horas são?
– São 8:20 horas. Por quê?
– Meu Deus! Eu perdi a hora! Preciso ir! – falou, saindo correndo para sua casa.
– Ir?! Ir para aonde? – perguntou Shunrei indo atrás.
– Para academia. – respondeu Esmeralda correndo para sua casa.
– É mesmo, mas agora já passou da hora, não adianta mais você ir. – questionou Shunrei.
– Mesmo assim. Eu tenho que impedir que o Shiryu faça uma besteira.
– Não entendi?
– Nem tente entender por enquanto.
– Beijinhos, tchau!
Na academia, Shiryu e Ikki encontraram Fleer na lanchonete.
– Oi, Fleer!
– Oi, Ikki, tudo bem? E você Shiryu?
– Tudo bem! Preciso falar com você, Fleer.
– Diga!
– Shiryu, eu vou ali ligar para Esmeralda e saber por que ela faltou.
– Tá bom, Ikki.
– Estou curiosa, Shiry. O que você quer me dizer?
– Me responde sinceramente, Fleer. O que você sente por mim?
– Ué, Shiryu. Eu amo você, será que ainda não percebeu?
– Claro que eu sei. Você é tão especial para mim e eu gostaria de saber se você gostaria de...
– Fala logo!
– Se você gostaria de...
– Shiryu, eu preciso falar com você. – interrompeu Esmeralda sem fôlego.
– Agora, Esmeralda?
– É Shiryu. Você não sabe da novidade.
– Fala, Esmeralda! Estávamos "tão" curiosos. – ironizou Fleer.
– Vem aqui um estantinho. – pediu Esmeralda puxando Shiryu – O Hyoga terminou com a Shunrei.
– O que?
– Shiryu é a sua chance, vai falar com ela. A felicidade não bate duas vezes na porta. O que você está esperando?
– Mas e a Fleer...
– Esquece ela...sabemos quem você amo.
– Eu, eu vou agora.
O rapaz se aproximou de Fleer.
– Querida, eu gosto de você, adoro seu companhia, enfim... mas não posso continuar me enganando e nem quero te fazer sofrer depois. Então é melhor nós paramos por aqui. Quero ser sempre seu amigo, ok? Preciso ir agora. Tchau, Fleer! – disse Shiryu dando um beijo na bochecha de Fleer e indo correndo até a casa de Shunrei.
– Por que você fez isso Esmeralda?
– Fiz o que?
– Tenho certeza que o Shiryu iria me pedir em namoro, mas por sua culpa ele desistiu.
– Desculpa, querida, mas o Shiryu não te ama. Ele não seria feliz ao seu lado.
– Te odeio, Esmeralda! Você vai pagar por isso. – gritou Fleer, chorando de raiva.
– O que aconteceu meninas? – perguntou Ikki se aproximando delas.
Fleer saiu correndo.
Enquanto isso, Eire conversava com Seiya na porta de sua casa.
– O que você quer Seiya?
– Nossa, está tão seca comigo. O que eu fiz de errado.
– Pensa que eu sou boba? Toda a sala, já percebeu que você está interessado na Saori.
– Eu? Você está complemente paranoica.
– Chega, Seiya! Eu sei que você a afim dela. Eu vi seu caderno. Eu não vou me humilhar mais.
– Eire, é melhor nós darmos um tempo.
– Um tempo? Esta tudo acabado.
– Eire, tu estás sendo muito injusta comigo.
– Eu? Injusta? Nem um pouco.
– Já que decidiu isso, vou embora.
– Vai atrás da Saori e seja feliz!
Eire bateu a porta da sua casa, deixando Seiya no lado de fora espantado com sua reação.
Shiryu chegou à casa de Shunrei, sem fôlego, deixando-a sem entender nada.
– Shiryu, o que está acontecendo? Você não tinha que estar saindo da academia agora?
– Disse bem, eu tinha. Mas preciso falar uma coisa muito importante com você.
– O que pode ser tão importante para você correr tanto? Esta todo suado!
– Você!
– Por que eu?
– Porque eu te amo!
– Shiryu, calma! Você não está falando coisa com coisa. Vamos entrar você precisa beber uma água, para colocar as suas ideias no lugar.
Shiryu bebeu a água e continuou:
– Eu não preciso colocar os meus pensamentos para organizar. Cansei de ser paciente ponderado nas palavras. Eu só quero você!
– Shiryu, eu não sabia que você era...
– Apaixonado por você? Eu nunca deixei transparecer isso, a única pessoa que sabia era a Esmeralda e o Ikki que desconfiava. Ela me contou tudo o que houve com você e o Hyoga lá na academia, e eu não perdi tempo.
– Eu não sei nem o que dizer. Você não tava quase namorando a Fleer?
– Sim, não tinha muita escolha. Mas eu amo é você!
Shiryu se aproximou de Shunrei que estava imóvel com tanta informação, beijando-a intensamente.
– Shiryu espere um pouco. – pediu empurrando ele — Você me pegou de surpresa. Dê-me um tempo para pensar. Eu ainda gosto do Hyoga. Não dá para correr com as coisas.
– Tá certo! Você tem razão. Eu esperarei o tempo que for preciso. – disse acariciando o rosto dela.
– Esse jeito descompensado não combina com você. Sabia?
– Culpa sua.
Eles sorriram.
– Sabe, eu sinto um grande carinho por você. Me da apenas um tempo, ok?
– Já disse: esperarei o tempo que for. Acho melhor ir embora agora. (3)
Na porta da casa de Shunrei, Shiryu ainda roubou um beijo rápido dela. Esmeralda e Ikki voltavam da academia, de bicicleta viram a cena e ficaram felizes.
– Ué, Esmeralda, ele não ia namorar a Fleer? – ironizou Ikk.
– É. Pelo jeito ele vai namorar a Shunrei.
Fale com o autor