As Perigosas
1 prologo
Notas iniciais
- obrigada — agradece a jovem, a garçonete que acabara de li trazer um café moka, a garçonte acente e sai andando pelo o pequeno espaço vazio da lanchonete onde se
encontra duas mulheres sentada em uma mesa a conversar.
- o que você quer....viviane — a loira pergunta impaciente, vivi sorri friamente ao tirar a caneca quente do meio dos seus labios.
vivi — estas com medo, livia ? — debocha.
livia — estas a gozar da minha cara vivi ? — pergunta impaciente.
vivi -não imagina..eu nunca seria capaz livia, você e minha amiga lembra ? — perguntou fechando a cara e fazendo com que o sorriso suma.
livia — v-você esta falando que nem elas — fala observando vivi, que brinca com o guardanapo.
vivi — eu tenho o mesmo sangue que elas tinham correndo pelas veias
livia — fale logo o que você quer viviane
vivi — vivi, me chame apenas de vivi livia quer dizer liv, posso te chamar assim ?
livia — todos me chamam assim
vivi — sei disto...amiga
livia — então por que a pergunta ?
vivi — chega de lenga lenga liv, vamos ao que interessa
livia — o que interessa ?
vivi — você sabe muito bem
livia — se eu estou perguntando e por que não sei não acha ?
vivi — então irei refrescar a sua memoria, o assunto e sobre duas mulheres que por acaso são minhas primas
livia — não temos mais o que falar delas vivi, elas morreram — livia fala se levantando da mesa, porém a morena a sua frente segura o seu pulso com força, olhando para
o chão, a morena levanta o seu rosto lentamente exibindo seus olhos mel, ela encara a loira assustada a sua frente.
vivi — senta ai que eu não acabei — fala entre dentes, a menina tenta sair — não tente fugir novamente..para o seu bem — contrariada livia a se senta novamente.
livia — eu já falei vivi, eu não tenho nada a ver com isto, eu juro
vivi — quem jura mente
livia — mais e verdade
vivi — engraçado, depois que elas supostamente morreu naquele suposto acidente, tudo na sua vida ficou lindo né perfeito
livia — sorte para uns e má sorte para outras, é a vida querida — fala carregada de calma e falcidade.
vivi — escuta aqui o falciane — vivi levanta da mesa irritada e agarra a golada blusa de livia a trazendo para mais perto do seu rosto — eu sei que você tem a ver com
tudo isto, eu sei o que você fez antes de tudo isto acontecer, sei quem você é de verdade e sinto em dizer que seu plano falhou.
livia — o que quer dizer com isto ?
vivi — elas não estão mortas e vão atras de você
livia — duvido — ela ri — o corpo delas estavam lá naquele dia, elas estão mortas, se conforma vivi
vivi — se você acredita ou não — ela dá de ombros — o poblema e seu, mais de uma coisa eu sei, elas vão te achar e vão fazer você pagar por tudo, ta ouvindo, tudo
que você fez — ela diz e sai andando com força fazendo o som de suas botas ecoarem pelo o ugar vazio, livia continua parada sem mexer um musculo as palavras que
avia escutado a poucos segundos atrás ainda ecooavam pelos seus ouvidos, e cada palavras era ingerida por sua mente, ela pegou seu sobre tudo e cubriu-se, a noite
estava fria, o vento era forte, livia deslocou-se ate a porta da lanchonete e quando ia abrila, alguém a abriu quase atingindo seu rosto e então uma moça, de cabelos
ruivos adentrou ao local, ela olhava para chão, livia passou por ela e quando ia sair a moça se pronunciou fazendo com que livia para de costas.
- perdão moça, não queria machuca-la — livia arqueou a sombrancelha, aquela voz era muito familiar, ainda de costas ela respondeu.
livia — tudo bem moça, não tem poblema
- otimo — livia se vira no mesmo momento e a moça que olhava para o chão levantou o rosto exibindo seus olhos verdes e sorriu de canto, os oslhos de livia se arregalaram.
livia — oh meu deus — ela diz respirando ofegante.
- sentiu nossa falta....livia
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Orlando 21:18 PM — quinta — feira
- ai jp o que você quer ? — pergunto impaciente, já é a decima vez que ele me liga só hoje.
- você minha linda — diz com voz de apaixonado.
- querer não e poder jp
- o que eu faço para te ter de novo
- nada, por que você não irá me ter novamente
- eu te amo
- para de palhaçada jp
- você falou que gostou daquela vez
- olha jp, antes de eu ir para cama com você, eu te avisei algo o que foi ?
- mili..
- o que foi jp ?
- eu ia começar a pensar mais em você, que enquanto eu não encontrar ninguém que eu ame de verdade eu nunca irei te esquecer, que nos meus sonhos será você que eu irei
ver, que em todas mulheres que não for a minha amada sera você que irei ver e irei pensar
- é acho que esta começando a fazer efeito — falo e desligo o celular, me jogo no sofar atrás de mim e soltou um suspiro pesado.
mili — é mili parece que não tens sorte na vida — falo para mim mesma, me levanto do sofá e me dirigo para o meu quarto e entro direto no banheiro, começo a me despir
, coloco uma musica no meu celular e ligo o chuveiro espero que a água aqueça e ponho meu corpo de baixo da água relaxando de imediato, após me banhar, saio do
banheiro enrolada na toalha, peguei o controle e liguei a TV, equanto isto pegava algumas vestimentas no guarda roupas, peguei um vestidinho de dormi e pus uma calcinha
box, prendi meus cabelos em coque e me joguei na cama com o meu celular, dei uma rapida olhada na Tv e acabei ipinotizada pela a imagem na grande tela, aumentei o som
para escutar o que a reporter falava.
- o filho do dono da maior empresa de advogacia do mundo ( felipe martins )e visto sozinho entrando em uma das boates mais carasde sua cidade, tempos depois
do rapaz ter entrado no local, foi visto saindo com duas garota mais seu irmão da boate, será que os martins encontraram o seu amor ? fica a duvida — o rapaz era
moreno, barba por fazer, olhos cor de mel, cabelos castanhos penteados para frente em um topet, corpo bem definido, ele era lindo, sorri com o meu pensamento, mais
da onde ele era ?...isso não importa agora, amanhã estarei voltando para a nova jersey, depois disto o rapaz da TV não saiu da minha cabeça o que foi para mim no
minimo estranho, eu pedi um lanche que não demorou a chegar, depois de ter que escutar as cantadas cafona do entregador, comi e fui dormi poi amanhã, partiu nova
nova jersey.
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Nova jersey 00:10 PM — sexta — feira
Eu rebolava ao ritimo de "pretition — beyonce" enquanto escutava o grito dos homens que me assistian, eu ja tinha o meu alvo da noite, estava mais do que preparada,
equanto eu rebolava na grande barra de ferro via minha companheiras fazerem caretas ao ver os homens jogando dinheiro no palco ou pondo na barra da minha saia,
finalizei minha dança sensual e sai do palco ouvindo as palmas, era a segunda vez na noite que eu dançava a pedido dos boys idiotas e ricos que vinham me assistir,
fui direto para o camarin, tirei meu figurino de diabinha e pus uma saia roxa, um cropped preto soltei meus cabelos que ate então estavam presos, passei um batom
em meus labios carnudos e pus a minha mascara negra assim como meus cabelos, antes de ir passei um batom vermelho fetiche e sai do camarin, passei por alguns corredores
antes de chegar a boate, quando cheguei segui ate o bar, eu custumava dançar nas sextas e ficar de barmen gostosa aos sabados, hoje e dia de dançar e usar os idiotas
para arrancar grana, me sentei em um dos poucos bancos vazio do bar.
- linda — chamei a minha amiga que trabalhava no bar hoje, eu sei que este nome e estranho mais aqui todos tem que ter um apelido nada de falar seu nome, se alguém
quiser saber só você mesmo poderá dizer.
- caipirinha com bastante e dois gelos, acertei ? — me deu vontade de rir, linda tenta sempre lembra dos pedidos das sua melhores amiga aqui dentro, se ela erra ela
morre.
- resposta eee- fiz suspense e vi ela apertar os olhos com agonia — exata — ela sorriu a animada e saiu correndo para fazer o pedido, ri sozinha, o verdadeiro nome
de linda e asheley, eu tenho uma mega inveja branca dela, pelo fato dela ser completamente perfeita, seus olhos são um azul cor de orizonte, sua pele e branca feito
neve, cabelos longos e loiro, ela não e muito alta e nem muito magra, seu corpo e lindo e muitas da qui tem inveja, eu já sou praticamnte o oposto, meus cabelos
são negros profundos, eles são ondulados e longos, meus olhos são azuis gelo, meus labios carnudos, meu corpo magro e desenhado, não sou muito alta mais também não
sou tão baixa, eu estava tão longe dos meus pensamento que mal percebi a presença de alguém ao meu lado, me virei sem interesse e me deparei com um homem que aparentava
seus 48 anos, ele sorriu amarelo o que fez meu estomago revirar.
- o senhor precisa de algo ? — pergunto seria.
- de ver seus rosto, e por favor não me chame de senhor me chame de ricardo
- desculpe senh..quer dizer ricardo
- desculpas por que ?
- por ter chamdo você de senhor e por não mostrar meu rosto — falei quando linda pois no balcão perto de mim o copo com caipirinha, assenti com a cabeça como um obrigado.
- por que não me mostra seu rosto...- ele me indusiu falar meu nome.
- me chame de kate
- kate é o seu nome ?
- não, mais me chame assim
- então, kate, aceita juntar-se a mim e beber algo ?
- claro, sente-se ali que eu ja vou — sorri, ele sorriu e foi se sentar na mesa, vi que alguém sentou ao meu lado mais nem me dei ao trabalho de olhar sabia muito bem
quem era.
- Ricardo sales, o chegou ontem e já esta evoluindo menina prodijo — fala a loira debochada.
- inveja ? — respondo olhando para frente e levando a bebida ate meus labios.
- de você ? — ela ri — nunca
- não é o que parece, você acha mesmo que eu não sei que mexeu no meu armario, que mexeu na minha bolsa e passou a me observar, livia eu sou mais esperta do que pareço
- supresa ? — pergunta.
- como sabe o meu nome ? eu nunca falei dele para ninguém
- como eu disse eu sou mais esperta do que pareço
- eu também sei seu nome...beatriz
- isso era para me assustar ? — solto um sorriso e viro para encara-la — sem sucesso — falo pondo o copo vazio de volta no balcão com força, mandei um beijo para livia
que revirou os olhos sorri e sai andando, fui andando ate a mesa o homem que avia me chamado abriu um sorriso enorme ao me ver ao contrario de mim, sentei na mesa e o
encarei.
- então, o que vamos beber ? — perguntei.
- ham que tal um martine de maçã ?
- pode ser...linda dos martines de maçã — falei alto para ela que escutou de primeira. — ela já vai trazer
- otimo — linda sabia o meu esquema, comecei a conversar com ele, o cara era um chato que só sabia reclamar de sua mulher e sua vida, ele queria ir para cama comigo,
coitado, eu botei varias doses de boa noite cinderela no copo dele, que bebia e apressiava oque me fazia rir, agora eu estava levando ele para o quarto, abri a porta
do quarto e o empurrei levemente, ele sorriu e veio ate a mim tentando me baijar, pus meu dedo indicador em seu labios e neguei com a cabeça e o empurrei na cama,
contei ate três mentalmente e pronto ele caiu no sono, passei a mão em frente ao seu rosto, estalei o dedo e sacudi ele mais nada dele acorad, sorri e comecei a
procurar a sua carteira, achei no bolso de trás da sua calça.
- vamos ver o que tem aqui — abri a carteira e só tinha cem dolares.
- oque ? so isso serio ? — olhei em volta e vi a mala dele.
- opa, o que temos aqui — peguei a mala e abri, fiquei de boca aberta ao ver muita grana empilhada, cada fileira tinha duas camadas de dinheiro, peguei um dos bolos e
contei demorei um pouco, mais valeu a pena no final, mano tinha cinco milhões de reias em cada bolo, peguei dois e baguncei um pouco do dinheiro para ele pensar
que ele mesmo pegou para pagar algo, por que aqui eu tenho os meus grupos, os seguranças pegam os caras e colocam proximos ao seu carro, lá também e proibido por o
carro em frente a boates, tem que ser atrás dela, sai do carro sorridente, com dez milhões em dinheiro vivo quem não fica feliz, acionei os homens que já podiam por
o homem na rua, fui para o meu camarin particular e fui tomar meu banho, aquele camarim era meu e da minha prima que foi embora a dois anos, mais não quero falar dela
, comecei a me despir em seguida liguei o chuveiro e esperei a água aquecer, quando a água chegou ao ponto, pus meu corpo be baixo da água corrente e deixei que a mesma
explorace cada parte do meu corpo, sai do banheiro enrolada na toalha, peguei minha bolsa e peguei minhas roupas, eu avia escolhido uma calça jeans escura, uma
regata branca, por cima pus um casaco avermelhado de veludo, prendi meus cabelos negros em um rabo de cavalo alto, pus as minhas botas preta de salto e bico de pato
e já estava pronta, peguei as minhas coisas e sai, bati meu ponto e fui para a garagem subterrãnia, entrei no meu fiat 2015 que comprei com muito custo e comecei a
dirigir para sair estacionamento, já na estrada, estava passando por uma estrada vazia de mato quando meu carro resolveu morrer.
bia — a só pode ser praga da livia — falei tentando ligar o carro mais nada.
bia — merdaaaa — falei descendo do carro para pegar a garrafa de gasolina que eu levo no porta malas, abrio o mesmo e peguei a garrafa, pus no carro e depois voltei
para guardar, quando fechei o porta malas, vi o reflexo de alguém atras de mim, olhei para o chão e vi que tinha alguém atras de mim, virei sem o pingo de paciência
e vi dois rapazes com um sorriso maniaco que não me deu medo.
bia — posso ajudar ?
- com certeza — ele tentou tocar em mim mais fui mais rapida e segurei sua mão.
bia — vocês não vão tentar me estrupar né ?
- i ela é bravinha — cara que eu segurava a mão falou para o outro que abriu mais o sorriso.
bia — ela morde também — respondi seria.
- então me mordi aqui ? — o outro falou.
bia — com muito prazer — sorri, fui até o ouvido dele e mordi o lobulo da sua orelha, tirei meus dentes de sua orelha e falei num sussurro.
bia — isso e por pensar em me estrupar — falei e voltei a morde o lobulo da sua orelha, comecei a apertar mais e mais.
- ai..ai aiii ela me mordendo forte...para garota — continuei mordendo ate sangrar, ele tentou me empurrar, soltei sua orelha e dei uma cotovelada na sua cara, dei um
chute na sua barriga, bati a minha cabeça na dele, dei dois socos na sua cara, o outro tentou bater em mim mais dei um soco nele, o outro estava zonzo, comecei a beter
nele, quando vi que ele estava um pouco fraco peguei a sua cabeça e a do outro e bati uma na outra fazendo os dois desmaiarem, eles cairam no chão, cuspi o sangue do
outro na cara deles.
bia — amadores — falei entre dentes e quando me virei dei um pulo para trás ao ver uma mulher encostada no meu carro, eu conhecia aquela mulher de algum lugar mais
não sei de onde, ela era morena da mesma altura que eu, magra, seus cabelos eram castanhos, ela olhava para chão, ela usava uma bota preta acima do joelho, um vestido
preto colado no corpo que abraçava toda as suas curvas, ela usava um casaco vermelho jeans com bolso, vi a fumaça soltar de sua boca, ela estava fumando.
- sentiu a minha falalta....prima
.......continua
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