Notas iniciais
oiii, bom eu não tenho nada para falar então boa leitura, beijo...

xx — sentiu a minha falta...prima — quando ela virou o rosto meus lábios curvaram-se em um perfeito sorriso.

bia — miliiiiii — gritei indo abraçar ela.

mili — morenaaaa senti a sua falta — falou soltando o cigarro e jogando no chão.

bia — cara você ta muito gostosa

mili — ate eu me comeria — ela falou toda metida e eu ri.

bia — metida

mili — eu só me valorizo morena

bia — o mi você esta fumando cigarro ? — perguntei agora seria, ela riu.

mili — calma aquilo ali era só para dar um toque mulher da noite, você sabe que eu tenho horror a isso né

bia — nossa como você é idiota — falei me refirindo em usar o cigarro para dar o ar de mulher da noite.

mili — ai eu só queria ser sensual — falou rindo e eu me juntei a ela e cai na gargalhada de um jeito que eu não ria a tempos.

bia — agora e serio o que você esta fazendo aqui ?

mili — uma pergunta, você não mudou nada no meu quarto né ? — abri um mega sorriso.

bia — você veio para ficar ?

mili — surpresaaa — ela gritou e eu abracei ela.

bia — mais cadê suas malas ?

mili — já esta na sua casa

bia — oi ? como você sabe onde eu moro

mili — eu fui na casa do matt e ele me falou onde era o seu predio e eu seduzi o seu porteiro e ele me deu a chave reserva

bia — ata enten...pera ai você seduziu o chavier

mili — vamos prima

bia — você pode me contar isso direito ta — disse abrindo a porta do carro e ela deu a volta, a mili me contou tudo que fez para o chavier dar a chave a ela, eu ri
muito engraçado o resto do caminho nos fomos cantando lordy royals, quando chegamos no meu predio, eu pus o carro na garagem do predio e subimos pelo elevador da
garagem, quando chegamos no em casa as coisas da mili estava na sala, ajudei ela a levar tudo para o quarto, ela falou que ia tomar um banho e depois arrumar as suas
coisas, eu fui para o meu quarto, comecei a mes despir, fui para o banheiro apenas de caucinha de sutiã, terminei de tirar a roupa dentro do box e joguei tudo no
chão, em seguida liguei o chuveiro e esperei a água chegar na sua temperatura ideal, quando a água chegou na temperatura correta, comecei a tomar meu banho, quando
terminei, peguei uma calcinha box e um top preto e coloquei, fiz um coque no cabelo e fui cozinha para ver se tinha algo para comer, abri a geladeira e achei bacon e
ovos.

bia — tenho que fazer as compras do mês — falei para mim mesma.

mili — bia, você lava as roupas em casa ou leva para a lavanderia ? — a mili disse entrando na sala apenas de calcinha box e uma blusa de alça por cima.

bia — eu faço pacote na lavanderia, mais não levo calcinha eu lavo em casa

mili — e quanto você paga com este pacote

bia — 25 reais todo mês

mili — é barato

bia — é tem uma moça que trabalha aqui no predio, ela passa pegando a roupa das pessoas para levar para a lavanderia e depois liga para nos buscar

mili — ta bom, eu vou começar a te ajudar, e quanto você paga neste predio

bia — pelo incrivel que pareça 600

mili — nesse predio

bia — é

mili — nossa que beleza, então eu vou pagar a metade de todas as despeza ok

bia — adianta eu falar que dou conta

mili — não

bia — então pronto

mili — huuum isso e ovos com bacon ?

bia — sim — falei sorrindo.

mili — que saudade dos seus ovos com bacon

bia — sabe do que eu mais senti saudade ?

mili — do que ?

bia — do mussi de maracujar com cobertura de chocolate

mili — nossa mano quanto tempo eu não faço isso

bia — você podia fazer para a nossa sobremesa de amanha

mili — hu quem sabe, mais fala ai, ta pegando alguém ?

bia — que nada, to na seca a 7 meses

mili — na seca ? acho que você já voltou a ser virgem

bia — a mili para de ser isagerada

mili — mais e verdade

bia — ta bom, ta bom, mais eu tenho uma novidade

mili — o que ?

bia — entrei para a faculdade de princetom

mili — men-ti-ra — falou chocada.

bia — verdade

mili — que maximo — ela falou pulando e batendo palminhas.

bia — e incrivel né

mili — mais incrivel ainda se eu for junto

bia — seria perfeito de mais

mili — então e perfeito por que eu fui tranfirada para princetom

bia — o que ? — falei desligando o fogo.

mili — eu pedi para a diretora da minha faculdade em orlando e ela aceitou por minhas notas serem exemplares

bia — haaaa eu amo a sua diretora — falei pulando e a mili também.

mili — mais eu me amo mais, ai depois eu amo você e depois a diretora

bia — ai minha maluquinha — na verdade a mais maluca sou eu né.

mili — e você ainda trabalha na boate ?

bia — sim ganhei dez milhões de dolares hoje, dinheiro vivo

mili — mentira — falou se sentando na mesa — me conta isso direiro

bia — então....

**********************
acordei com o despertador do meu celular tocando, tirei meu tapa olhos tendo uma visão para o teto branco, bufei e peguei ele e desliguei o despertador, que eu só não
joguei longe por que eu amo meu iphone, me levantei me arrastando e desloquei-me ate o banheiro e tirei toda a minha roupa, entrei no box e liguei o chuveiro, eperei
a água aquecer, quando a água chegou na temperatura ideial, pus-me de baixo do chuveiro e comecei a me banhar, sai do banheiro com o meu roupão vermelho, fui ate o meu
closet e peguei dois lukes que estavam prontos e pus na cama, meu tablet começou a tocar era a maria, apertei answer para atender.

ana — oi mar — falei para o rosto de maria na tela do meu tablet.

maria — oi ana, vai na festa dos universitarios hoje ?

ana — festa dos universitarios ?

maria — é, o meu irmão e os amigos deles estavam gritando aqui, por que vai ter uma mega festa de uniiversitarios hoje anoite

ana — mais nos nem somos universitarias — falei pegando as minhas roupas — mulher ou menina ? — falei me refirindo as roupas.

maria — mulher — falou, o look mulher, era uma saia longa de cos alto com um croppedd perto e uma sapatilha preta.

maria — mais e claro que não, nos somos da escola de princetom não da faculdade né ana

ana — eu sei e por isso eu pergunto, como nos vamos na festa ?

maria — a maria e só conseguir com a sara, sabe que ela faz tudo por uma boa grana e fora que ela é uma universitaria, não e dificil conseguir uma entrada né

ana — não sei se meus pais vão curti essa ideia

maria — a você pode dormi aqui, meus pais com certeza vão deixar eu ir e você fala que vai ter festa do pijama aqui em casa ai vem você e a tati

ana — é pode ser — falei ajustando a saia no meu corpo.

maria — deixa eu ir que a minha mãe esta chamando ta beijo — falou e eu mandei beijos para ela, eu pus o corpedd e a minha sapatilha, fiz um coque frouxo e charmoso
nos meus cabelos de fogo e pus uns brincos de argola media, passei um gloss rosado, um corretivo, rimel e blush para dar um ar saldavel, sai do meu quarto, estava
trancando a porta para a perua da minha irmã não entrar quando alguém passou que nem um trator e me empurrou.

ana — aiiii — falei com a mão no braço.

xx — quem mandou não olhar para o lado — olhei para o lado e acredite era para não ter olhado, era a maia minha irmã mais velha.

ana — acredite, eu não queria olhar para o lado e ver essa cara feia logo de manhã

maia — olha quem ta falando

ana — a mais gostosa do mundo

maia — por que você esta falando de mim

ana — a se toca maia você esta mais para a mistura do godzilla com a free willy do que gostosa

maia — você esta me chamando de gorda ?

ana — não imagina

maia — ai se eu te pego garota

ana — eu te enfio a porrada

maia — boa ideia — ela começou a correr atras de mim, eu corri o corredor inteiro com ela atras desci as escadas correndo e entrei na grande sala de estar correndo.

ana — mãe a maia quer me bater

maia — ela me chamou de gorda

ana — mais é mesmo

luiza — parem com isso meninas sentem e façam o desejum — eu senti e dei linguá para a maia que fez
o mesmo para mim, nem parece que eu tenho 17 anos e estou pretes a fazer 18 e ela tem 20 e esta prestes a fazer 21, a maia na verdade e linda, tem os olhos azuis lindo
,e magra e loira mais ela e mega irritante e eu gosto de irritar ela.

paulo — bom dia princesas — meu pai falou dando um beijo na minha testa e depois na testa da minha irmã.

maia — bom dia deddy

ana — bom dia papi

paula — bom dia minnha rainha — falou dando um beijo na boca da mãmãe, eu e maia fizemos uma careta.

luiza — vocês fazem careta como se nunca tivesse beijado

paulo — assim espero que seja — todas nos olhamos para uma o meu pai com uma cara que diz " hello ja viu a minha idade".

paulo — ta bom não ta mais aqui quem falou

maia — otimo

luiza — maia

maia — o que ?

paulo — filha eu e sua mãe temos uma noticia boa para você — papai falou olhando para mim.

ana — o que ?

maia — tomara que seja uma bomba caseira

ana — cala a boca maia

paulo — como tradição da nossa familia segue, quando a filha mais nova esta perto de completar seus 18 anos, nos pais achamos um noivo i...- interrompi ele.

ana — noivo ?

paulo — noivo, nos já achamos o seu noivo para você casar — falou sorrindo e minha mãe sorriu, maia olhou incredula pela primeira vez minha irmã parecia se importar
comigo.

ana — o que ? vocês enloqueceram — falei me levantando da cadeira e andando de um lado para o outro, como assim eles querem escolher um marido para mim ? eu nem
conheço o cara.

luiza — calma filha — mamãe falou segurando no meu braço.

ana — calma ? VOCÊ QUER QUE EU TENHA CALMA MÃE

luiza — filha...

ana — ME SOLTA — gritei soltando-me abrutadamente das mãos de minha mãe.

paulo — ana você vai casar com um cara legal

ana — eu não vou casar esta me ouvindo, NÃO VOU, VOCÊS SÃO LOCOS, LO-COS, LOGO VOCÊS QUE ERAM A FAVOR DE AMAR PRIMEIRO

luiza — mais ana isso aconteceu comigo também

paulo — e comigo

ana — eu não estou nem ai, nos estamos no seculo 21 acordem

paula — CHEGA LUCIANA VOCÊ VAI CASAR SIM, AGORA VÁ PARA O SEU QUARTO

ana — eu vou sim mais é por que eu NÃO AGUENTO MAIS OLHAR PARA A CARA DE VOCÊS DOIS — falei e sai correndo, entrei no meu quarto e bati a porta com tudo e me joguei
na cama e agarrei os meus ursinhos e me afoguei em lagrimas, alguém bateu na porta.

ana — entra — falei baixinho, a porta se abriu e eu me surpreendi vendo maia na porta.

maia — posso entrar ? — perguntou baixo, assenti com a cabeça, ela entrou e fechou a porta se sentou na cama e soltou o ar de seus pulmões.

ana — o que qui eu faço agora maia ? — perguntei baixinho, ela veio ate a mim, parecia com medo do que ia fazer mais eu fui mais rapida e pulei nela dando um abraço,
ela retribuiu o abraço, parecia com medo no começo mais logo passou, maia começou a acariciar meu cabelo.

maia — vai fazer alguma coisa, se detrai pensa em outra coisa e depois você pensa nisso e conversa com o papai e com a mãmãe tá — falou me soltando um pouco e olhando
em meu rosto, assenti e voltei a abraça-la.

ana — gosto de você assim

maia — aproveita que não é todo dia — falou em tom zombeteiro, ri pelo nariz.

ana — é tudo que e bom dura pouco

maia — e mesmo, desculpa pirralha mais eu tenho que ir na minha faculdade resolver algumas coisas

ana — tudo bem — falei soltando ela

maia — olha toma isso — ela me entregou três convites.

ana — o que é isso ?

maia — o convite para a festa dos universitarios

ana — oi ?

maia — eu escutei a sua conversa com a maria e eu ganhei alguns convites cortezia então resolvi dá para você, ai você pode chamar a maria e a tati — eu abracei ela
feliz.

ana — valeu águada

maia — ta bom , agora vamos acbar com esta cena irmã mais velha com mais nova que eu tenho que ir — revirei os olhos e a águada ataca de novo.

ana — tchau — falei para maia que ja estava na porta.

maia — tchau — falou ainda de costas saindo quarto ela pois o rosto para dentro do meu quarto segurando a porta com as mão e falou — fica bem pirralha

ana — vou tentar — ela mandou beijos no ar e saiu, a maia foi a irmã que eu sempre quis agora e isso me surpreendeu, peguei meu celular, eu ainda estava chatiada mais
a maia pela primeira vez na vida estava certa tinha que me destrair, disquei o numero de tati, esta na hora de eu me divertir.

*********
sai do banheiro enrolada na toalha, o radio tocava "nick jonas chains" baixo so para quem estiver dentro do meu quarto escutar, entrei no meu closet e peguei uma calça
rasgada e uma blusa caida de um lado em um ombro na cor preta, e também um conjunto de langerie victoria secrets preta, comecei a me vestir e quando estava botando a
minha blusa meu celular começou a tocar, peguei ele que estava emcima da cabisseira na tela estava a foto da ruivinha, atendi.

– oii ruivinha

– oii tati — a voz dela estava estranha.

– ta tudo bem ? a sua voz esta estranha

– não, não esta nada bem

– o que ouven ?

– você esta em pé ?

– sim

– então senta, por que o que eu vou te contar vai fazer você cair para trás

– o que esta acontecendo ana ?

– senta — fiz o que ela mandou.

– agora fala

– meu pai arrumou um noivo para mim e eu vou ter que me casar com um cara que eu não conheço — minha boca abriu em um perfeito o fiquei em sielncio por um tempo
tentando entender tudo que ela acabou de me falar.

– como assim ana casar ? você é nova, e e o max ? e o seu curso de dança ?

– não sei o que fazer amiga — ela falou desesperada.

– calma ta eu to indo para ai, só vou pedi para a vivi me levar ta bom ?

– ta

– sabe a perte ruim de não ter 18 anos ?

– o que ?

– e ter 17 — falei revirando o olhos e ouvi o riso dela pelo nariz.

– beija gata — ela falou.

– beijo ruiva — digo e desligo o celular, pego as minhas bota de salto preta com bico de pata o calço as botas e pego a escova para escovar os meus cabelos umido,
joguei ele para o lado e comecei a me maquiar, passei um rimel e um lapis de olhos, blush e um batom claro, burrifei um pouco de perfume, desliguei o radio e sai do
quarto, andei um pouco no corredo ate chegar na porta do quarto de vivi, quanto mais eu me aproximava do quarto dela mais o som de anaconda da nick minaj aumentava
, quando cheguei na porta do quarto da vivi, o som estava tomando conta de dentro e de fora do quarto dela, bati três vezes na porta mais nada, gritei a vivi e nada.

tati — ah que sabe — abri a porta com tudo, olha se tivesse maquina do tempo ou o botam de relay, eu apertava e nunca mais chegava perto da porta do quarto da vivi,
abri a porta e me deparei com um cena patetica, a vivi estava de apenas de langerie dançando para o janjão seu namorado que estava sentado na cama de calça jeans sem
camisa, serio acho que vou vomitar.

vivi — tatiane o que ouve com a privacidade desta casa

tati — eu não sei mais preferia ter usado ela ao inves de ter que ver esta cena patetica de vocês dois

vivi — aii pentelha o que você quer ?

tati — imagino onde deve ter pentelhas

vivi — tati

tati -eu quero falar com você

vivi — ta bom me de alguns minutinho, agora vaza

tati — grossa

vivi — imagino onde tem coisa grossa — falou rindo e eu revirei os olhos e sai do quarto, já deu para perceber que eu e minha irmão somos so love né, so que não, a
vivi tem 20 anos vai fazer 21 da qui a algumas semanas, do jeito que ela e loca já deve esta preparando a festa a anos, desci as escadas tentando esquecer aquela cena
patetica da vivi fazendo um strip para o namorado mais era impossivel, entrei na cozinha que nem loca.

tati — bom dia alice — falei para a cozinheira da casa.

alice — bom dia pequena

tati — ai alice você cisma em me chamar de pequena — alice tem 25 anos e casada muito bem casada e mora na casa que meu pai deu para ela que fica no quintal da nossa
mansão.

alice — mais você é — fala rindo e eu dou lingua para ela.

tati — que qui tem para comer ai

alice — temos uma torta de maça, crossan de frango, bolo e pão fresquinho — falou apontando para cada coisa na pequena mesa da cozinha, ai você se pergunta por que
raios uma familia milhonaria toma café na cozinha ? e por que eu vivi pedimos já que o papai sempre esta viajando, me sentei na mesa e comcei a me cervir quando a
vivi entrou com cara de poucos amigos, ela usava um vestido florido com fundo verde meio azuldo, nos pés uma bota sem salto na cor marrom, seus cabelos lisos estavam
presos em um rabo de cavalo alto e duas mexas soltas a cada lado de sua testa.

tati — misericordia — falei com a mão no coração olhando para vivi.

vivi — que qui foi ?

tati — me assustei com essa sua cara de bunda logo de manhã

vivi — a vai a merda vai tati

tati — á alguma coisa mais merda que olhar para a sua cara de bunda logo de manhã ?

vivi — sim ter que olhar você

alice — meninas — falou chamando nossa atenção

tati — ok desculpa

vivi — o que você quer ?

tati — eu não disse que quero nada

vivi — mais pediu desculpa isso não e normal, agora desenbucha logo

tati — me leva na casa da ana

vivi — levo

tati — por favor e que..pera ai você disse que leva ?

vivi — sim — me aproximei dela analisei o seu rosto pus a mão na sua testa.

tati — isso e serio vivi, você precisa de um medico

vivi — se você continuar eu não te levo mais

tati — onde esta a chave do carro

vivi — na mesinha da sala — eu sai correndo para pegar na sala a vivi veio logo atras joguei a chave para ela que pegou sem o minimo esforço, saimos em silencio e
seguimos do mesmo jeito para o carro, já dentro do carro esperei que ela começasse a dirigir para falar, assim que ela saiu pelas portas enormes da mansão eu me
pronunciei.

tati — você ta bem ?

vivi — para de palhaçada tati — falou atenta na rua.

tati — eu não estou brincando agora, e que é meio esquisito você aceitar me levar na ana assim tão facil, eu sempre tenho que implorar

vivi — e que hoje eu estou de bom humor e fora que a ana mora no mesmo condominio (condominio de mansões) que a cris

tati — agora eu entendi — falei, cris era a melhor amiga da vivi a mais maluca do mundo e mais divertida e loca que eu já vi no mundo, mais durante estas ferias eu não
eu não a vi muito, eu estava tão pensativa que quando me dei conta estava passando pelo porteiro do condominio, a casa da ana era a terceira e a dá cris era na outra
rua que tinha ali, vivi me deixou bem na porta e antes de ir disse.

vivi — juizo em pentelha e manda um beijo para a ana — falou.

tati — ok — ela seguiu seu caminho e eu fiquei seguindo seu carro ate ela virar na esquina, quando o carro de vivi sumiu me virei para a trilha que dava na grande
porta de dois metros da casa da ana, caminhei ate lá e então toquei a campainha não demorou muito para maira aparecer com o seu sorriso, maira era a governanta, ela
tem 55 anos e é uma otima pessoa.

maira — menina tati — falou sorrindo e dando espaço para eu passar.

tati — bença maira

maira — deus te abençoe minha linda

tati — onde esta a ana ?

maira — no quarto, foi ate bom você vir tati, ela esta tão cabisbaixa, ela teve uma briga feia com os pais, ate a maia foi boa com ela

tati — para a maia ser boa com ela e por que o negocio foi feio

maira — agora você ver, casar a menina com ela não ama

tati — que barra a aninha esta passando em

maira — ba o que ? — falou franzindo a testa, ri.

tati — barra

maira — mais o que é isso menina ? barra de chocolate ? — falou e eu ri mais ainda.

tati — não é uma palavra que nos usamos para substituar a palavra dificil

maira — meu deus este mundo esta perdido, esses jovem com essas coisas de hoje, acredita que meu neto não quer namorar só quer "fica"

tati — maira ninguém que namorar mais

maira — este mundo esta perdido

tati — esta mesmo

maira — mais deixa eu ir lá que se não a laura mata a marta

tati — vai la maira — falei e ela me deu um beijo na testa e foi para cozinha, eu comcei a caminhar para a grande escada da sala quando escutei uns gritos vindo do
corredor perto da escada, a voz parecia da tia lu, derrepente tia lu e miguel sairam do corredor.

paulo — ta certo amanhã o carlos vai trazer o filho dele para conhecer a ana

luiza — paulo nos temos que falar com ana

paulo — ela não manda em nada luiza

tati — humhum — fiz um som com a garganta para que eles me notassem.

luiza — ai tati desculpa nem te vimos ai

tati — tudo bem

luiza — tudo bem com você ?

tati — tudo sim tia lu, oi senhor paulo

paulo — ola tatiane

tati — vocês me derem licença vou falar com a ana

paulo — aproveita e vê se coloca um juizo na cabeça dessa menina — assenti e subi para o quarto de ana, quando estava perto da sua porta escutei um som de piano vindo
mais a frente, curiosa segui o som e parei em uma porta branca no fim do corredor a porta estava entre aberta, pude ver a sombra de alguém, com cuidado, pus meu rosto
para dentro da sala vendo ana, tocando piano, fiquei escutando ate que ela terminou, comcei a bater palmas assustando ela.

tati — bravo, bravo, — ela olhou para mim com a expressão assustada e depois riu fraco, entrei na sala e fui logo me sentando no piano, amo fazer isso, vi isso num
filme.

ana — oi tati — falou meio cabisbaixa

tati — ou não fica assim, você vai conseguir convencer ele a parar com esta loucura

ana — você não conhece meus pais, eu mais facil eu fugir

tati — ate que não é uma má ideia

ana — o que ?

tati — calma e brinadeira

ana — loca

tati — agora me explica direito este negocio de pai escolher marido, por que eu acho que esqueci isso é d epoca que eu era da outra vida, sabe da zureta

ana — zureta

tati — que qui é ? era o meu nome no seculo passado

ana — hamham e o meu era maria quiteria

tati — meu deus — comecei a rir assim como ela, do nada escutamos uma voz vindo da porta.

xx — hey, eu também quero rir — nos olhamos e vimos maria, ela usava uma saia acima da cintura na cor azul, uma blusa branca com um colet por cima, seus cabelos
estavam em uma trança e nos pés ela usava um tenes all star branco cano longo.

tati — i o que essa chata esta fazendo aqui ? — falei debochando.

maria — vim te assombrar — falou seria andando ate a mim e parando na minha frente, ela ficou com os braços cruzdo me encarando.

tati — sabe que eu te amo — falei abraçando ela.

maria — mais é claro quem não me amaria — falou rindo.

ana — eu

maria — nossa ana essa doeu ate o meu pancreas

tati — e possivel sentir dor no pancreas ?

maria — não sei mais eu estou sentindo

ana — eu em

maria — ana me diz que esse negocio de pai escolher marido, por eu não me lembro e dá epoca da groselha

ana — groselha

tati — ai seu nome era groselha no seculo passado o meu era zureta

maria — que iarado, eu era francêsa e você ?

tati — mexicana, me lembro ate daquela musica daquela banda irada, "se soy rebelde quando no sigo los demais"

maria — a eu sei uma deles " salvame do ansio, não me eixe sozinha mais"

ana — existia RBD no seculo passado ?

tati — mais e claro querida e seculo passado atualizado

ana — se de uma coisa eu tenho certeza

tati e maria — e da minha beleza — eu maria falamos ao mesmo tempo jogando os cabelos.

ana — não e que eu tenhos duas amiga que necessitam mais do que a minha irmã de um pissicologo e de um pissiquiatra

maria — ana e suas palavra graciosas e fofas

ana — eu sei, eu sei

tati — ta agora dá para explicar esta historia — ana começou a contar como tudo aconteceu a cada detalhe e explicar este assunto que a zureta e a groselha sabia.

ana — entenderam

maria — bom a parte da groselha entendeu tudo a outra parte que é da mar, diz que o seus pais piraram ou esquceram as almas no seculo passado

tati — eu entendi..a parte de que sua vida vai acabar se isso acontecer

ana — eu também, mais por favozinho não vamos lembrar disso, vamos pensar na festa de hoje

tati — festa ? que festa

maria — a dos universitarios

tati — ata a vivi comentou

ana — vem comigo que eu tenho umas coisas para mostrar a vocês — ela falou puxando nos duas para o quarto, quando entrou ela mandou nos ficarmos parada, ela fuxicou a
gaveta dela e então virou para nos com um enorme sorriso e três papeis medios que eu tenho quase certeza que é ingressos.

maria — meu-deus

ana — prontas para se divertir na festa dos universitários ?

.............continua

Notas finais
i ai curtiram ? gostaram ? se sim deixem seu comentário aqui em baixo, acompanha aqui em cima e favorite por ai, beijooooo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.