Notas iniciais
Bilhões e bilhões de desculpas pela demora. Sei, sei, foram 2, quase 3 meses sem atualizações, mas eu tive muitos problemas nesses meses, pessoas queridas morreram, amizades se romperam, depressão me agarrou, minha mãe de sangue me expulsou de casa por culpa do meu padrasto, uma grande mulher que me chamava de filha e eu a chamava de mãe teve que ir para longe de mim... Enfim, se eu continuar falando dos meus problemas ficará maior que essa fic. Nos encontramos lá embaixo.

Fionna POV'S

Chegamos no restaurante, este é o meu preferido, minha família e eu vinhamos aqui com facilidade pouco tempo depois da morte do meu tio Billy e da minha tia Milly. O garçom chegou com os cardápios e esperou-nos escolher.

–Fionna, o que você deseja comer?

–Não sei Marshall... Você escolhe.

–Tudo bem, então... Que tal comermos... Filé Mignon? Você gosta?

–Claro!

–E para beber o que você gostaria?

–Pode ser um suco de laranja?

–Tudo bem! Eu vou querer um suco de morango.

–Morango?

–É, eu gosto da cor.

–Eu adoraria um suco da cor azul, pois amo azul, porém é uma cor muito rara no mundo das frutas, por isso fico com a cor amarela, minha segunda cor preferida.

–Que ironia, não?

–O quê?

–O suco de laranja ser amarelo.

–Hahaha verdade.

–Quer mais alguma coisa, Fionna?

–Não, obrigada.

–É só isso garçom, obrigado. — o garçom saiu e Marshall olhou para mim com aqueles olhos lindos

– Sinto que você já veio aqui, Fionna.

–É, já vim, sim, só que foi a muito tempo.

–Minha irmã e eu adoramos vir aqui para sair um pouco de casa e reunir forças para tolerar nossos pais.

–Vocês não se dão bem com os seus pais?

–Não muito bem. Eles nos prensam muito e adoram maltratar as pessoas. As vezes sinto que eles não nos querem, que eles desejam outros filhos e, consequentemente, iriam nos abandonar.

–Entendo.

–Como?

–O assunto de não os querer e os abandonar. Eu entendo isso.

–Como assim, Fionna?

–É que meu irmão e eu fomos abandonados recém-nascidos pelos nossos pais, fomos criados pelos nossos tios que morreram a alguns anos, depois fomos para um lar adotivo com pai, mãe, irmãos, uma família feliz, até que papai morreu nos meus braços e mamãe começou a trabalhar como uma escrava para criar quatro filhos. A história da minha vida. Por onde eu passo há desgraça.

–Oh, Fionna, me desculpe por lhe fazer tocar em um assunto tão delicado para você.

–Para mim não é nada. Falar sobre isso não é nada comparado a viver isso.

–Você deve me achar um ingrato reclamando da minha vida.

–Não, Marshall, cada um tem seus problemas e os interpretam da maneira que lhes convém, você tem todo o direito de reivindica-los e conta-los para alguém diferente de sua irmã, alguém que possa entende-los da mesma maneira que você.

–Obrigado, Fionna.

–De nada, agora vamos parar de falar coisas tristes, pois a noite está linda para ficarmos felizes.

–Você está certa! – O garçom chegou com a comida

–Bom apetite, Senhor e Senhora Abadeer. — Corei por ele me chamar de senhora Abadeer.

–Obrigado, Hank. — E o garçom saiu de nossa mesa

–Abadeer? — Perguntei confusa, acho que já ouvi falar sobre ele, mas não lembro-me quem me falou.

–Sim hahaha. Esse Hank, sempre com piadas.

–É seu sobrenome?

–Sim. Algum problema? Já sabe?

–Não, nenhum problema, só acho que alguém falou de seu sobrenome para mim hoje. Já sei do quê?

–É, meu sobrenome é bem conhecido. Nada não, só que minha família é uma praga e ninguém gosta dela, também tem outra coisa, só que não importa agora.

–Sua família é tão ruim assim?

–Você nem sabe como. Aliais, qual é o seu sobrenome?

–Mertens. Fionna Mertens, mas todo mundo me chama de Fionna, a Humana.

–Que estranho...

–O quê?

–Nada não, é que minha irmã me falou de alguém que também era chamado assim.

–Não sei se é a mesma pessoa, mas, provavelmente, deve ser meu irmão.

–Ele também é chamado assim?

–Sim. Finn, o Humano

–É ele mesmo!

–Vocês se conhecem?

–Não, mas ele conhece minha irmã.

–Que legal!

–Isso é muito irônico! Minha irmã conhecer seu irmão e eu conhecer você.

–Pois é, você é o rei das ironias. Você sabe como meu irmão conhece sua irmã?

–Hum... Sei...

–Então...

–Eles são namorados, amantes, etc..

–Então somos cunhados de 2º grau?

–Concunhados? Hahaha é.

–Mas eles já..?

–Minha irmã disse que sim.

–Vou dar um sacode naquele moleque quando chegar em casa.

–Outra ironia!

–Qual?

–Eu querer namorar a minha cunhada.- Ai meu Glob, ele quer me namorar? Prevejo-me parecendo um tomate.

–Fionna, você está ficando vermelha.

–Ah é?

–É por que eu disse que quero te namorar?

–Talvez, é estranho.

–O que é estranho?

–Você querer namorar alguém como eu.

–E por que não namoraria? Você é uma menina tão linda que se eu tivesse um anel neste exato momento te pediria em casamento. — Ai meu Glob, minhas bochechas estão queimando. — E você é muito linda e fofa envergonhada.

Terminamos de comer e Marshall pagou a conta. Fomos para o carro e ele começou a dirigir.

–Vou te levar a um lugar. Não se preocupe, eu não vou lhe estuprar.

–Nossa, já estava me preocupando, pensei que meu cunhado me levaria para jantar e depois me estupraria.

–Fionna, você é magnífica! Teu carisma é esplendido.

–Obrigada Sr. Abadeer. — Passamos pelo que me parecia uma floresta, subimos uma espécie de colina e ele parou.

–Chegamos

–E onde chegamos?

–No meu, ou melhor, nosso lugar secreto.

–Ta bom.

–Eu só vou vendar seus olhos.

–Oi?

–Não se preocupe, é uma surpresa.

–Não me preocupo. Pode vendar. — Ele colocou um lenço vermelho em meus olhos, escutei-o abrir a porta do seu lado do carro, seus passos envolta do carro, e o barulho da porta ao meu lado do carro, sua mão, a mesma que toquei da primeira vez que nos conhecemos, me guiou para fora do carro.

–Fionna, sinto que você não vai passar pelos buracos sem enxergar.

–Ta, o que você vai... — Ele me pegou nos braços, como um noivo faz com sua noiva para entrar no quarto logo após o casamento.

–Vou te levar até lá, de um jeito ou de outro.

–Tudo bem, só não me derrube.

–Não se preocupe, tenho olhos de morcego no escuro. — Encostei minha cabeça em seu ombro. Depois de alguns minutos ele parou.

–Chegamos! — Ele tirou a venda e eu pude ver o lugar magnífico que ele me levou. Estávamos em frente a uma linda cachoeira, logo atrás de nós dava para ver as luzes da cidade e, sob nossas cabeças, lindas estrelas brilhavam no céu escuro da noite e somente a lua ilumina tal beleza.

–Marshall, isto é lindo!

–É, eu venho aqui quando quero pensar. — Ele deu alguns passos e deitou na grama. — Vem cá. — Andei até ele — Vai ficar em pé? — Deitei-me ao seu lado.

–Sua irmã não vem aqui com você?

–Não, aqui é só nosso. — Ele passou seu braço pela minha nuca, me puxou mais para si e passou a mão pelos meus cabelos. Fiquei olhando para as estrelas

–Em que você pensa, Fionna?

–Na vida.

–Interessante.

–E você, Marshall, em que pensa quando está neste local magnífico?

–Antes eu pensava em tudo, toda a maravilha da natureza, toda forma física e este plano terreno.

–E agora você pensa no quê?

–Em você — Minhas bochechas já deveriam estar acostumadas com todas as vezes que eu fico vermelha.

–E por que você pensa em mim?

–Por que você é a pessoa que eu tanto procurei, que me tire um pouco dessa solidão. É você, Fionna! É você!

– Eu ainda estava olhando para o céu.

–Marshall, eu... — Virei meu rosto para olha-lo, me deparei com seus olhos, ele está olhando fixamente para mim, sinto sua respiração em meu rosto, nossos rostos tão próximos. Começamos a nos aproximar ainda mais.

–Fionna, eu preciso de você...

Notas finais
Heeeeey, logo logo tem o próximo capítulo, não pretendo demorar. Será que a Fionna e o Marshall irão se beijar? Será que irá rolar algo mais que um beijo? Ou será que não? Saibam no próximo capítulo hahaha. Acho que vocês querem me matar por parar logo aqui, amo vocês kkk Eu iria postar ontem, mas acabei fazendo a burrice de postar o capítulo na fanfic errada :p Bem... Comentem, deem sugestões, criticas, tudo que vier de vocês (lindos) eu aceito. Bjos