Notas iniciais
Primeiramente quero agradecer a Isa e a diva, maravilhosa e chavosa da Nathalie Everhart pela preocupação. A Nathalie virou minha mais nova psicóloga huehuehue. Obrigada, meu anjo. Desculpem-me por não ter postado antes, meu padrasto quebrou meu notebook e eu só irei ter notícias dele lá para o dia 15, ainda irão me dar uma senha para autorizar a manutenção ¬.¬ então provavelmente ele ficará pronto mês que vem.

Marshall POV's

Estávamos prestes a nos beijar, mas, para minha tristeza, ela interviu.

–Marshall, não quero nenhum relacionamento neste momento.

–Eu entendo, Fionna, mas um homem como eu pode sonhar em um dia lhe ter?

–Ah... Marshall... Lógico que pode! Nesta vida tudo é possível, mas ainda me admira um homem tão... Belo, simpático, extrovertido.... Querer uma estranha, feia e ridícula como eu.

–Oh Fionna... Se você soubesse o quanto é importante para mim. Você não é estranha, muito menos feia e tampouco ridícula. Você é simplesmente um dos seres mais lindo que eu já vi e haverei de ver.

–Sério, Marshall?

–Sério.

–Tudo bem então... Pode sonhar, talvez um dia...

–Pode ter certeza, sonhar será o que eu mais farei.

–Vamos mudar de assunto?

–Vamos. Então, sobre o que iremos conversar?

–Então, você e sua irmã trabalham?

–Sim e não. As vezes nosso pai nos pede para ficar lá na empresa, mas geralmente a Marcy faz isso pra mim. Então tecnicamente eu tenho trabalho, mas nunca compareço nele.

–Hahaha que safado! O que você quer ser?

–Músico, compositor, cantor...

–Sério? Você canta bem?

–Acredito que sim. Quer que eu cante para você?

–Adoraria — Os olhinhos dela começaram a brilhar.

–Tudo bem. Vou cantar uma dos Engenheiros do Hawaí com algumas modificações

–Adoro essa banda!

Hey, Fionna, eu tenho uma guitarra elétrica

Durante muito tempo isso era só o que eu queria ter

Mas hey, Fionna, algo ficou para trás.

Antigamente eu sabia exatamente o que fazer

Hey, Fionna, tem uns amigos que tocam comigo

Eles são legais e alem do mais não querem nem saber

Que agora, lá fora

O mundo todo é uma ilha

A milhas e milhas... De qualquer lugar

Nessa terra de gigantes

Que trocam vidas por diamantes

A juventude é uma banda

Numa propaganda de refrigerantes

Hey, Fionna, já não esquento a cabeça

Durante muito tempo isso era só o que eu podia fazer

Mas hey, Fionna, por mais que a gente cresça

Há sempre alguma coisa que a gente não consegue entender

Por isso, Fionna, só me acorda quando o sol tiver se posto

Eu não quero ver meu rosto antes de anoitecer

Pois agora lá fora

O mundo todo é uma ilha

A milhas e milhas e milhas e milhas e milhas e milhas e milhas...

Nessa terra de gigantes

Que trocam vidas por diamantes

A juventude é uma banda

Numa propaganda de refrigerantes

Mega, ultra, hiper, micro

Baixas calorias! Quilowatts! Gigabytes!

Traço de audiência, tração nas quatro rodas

E eu, o que faço com esses números?

Eu, o que faço com esses números?!

E nessa terra de gigantes

Eu sei, já ouvimos tudo isso antes

A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes

Hey, Fionna

Hey, Fionna

–Marshall, que lindo! Eu adoro essa música

–Eu também. É a minha música nacional preferida.

–Amei este lugar, Marshall.

–Então ele vai ser o nosso lugar secreto.

–Só nosso?!

–Só nosso! Acho que esta na hora de te levar para casa, já está ficando tarde e sua família pode ficar preocupada.

–Ah! Sério? Adorei tanto aqui! Tudo bem então. Vamos.

Levei-a para o carro de mãos dadas. É uma pena, desta vez eu não precisei leva-la nos braços, pois ela não está mais vendada.

No caminho de volta a sua casa ela me fez várias perguntas, algumas idiotas como "você tem animais?" e outras mais normais como "que tipo de trabalho seus pais fazem?", acho que ela ainda não sabe que eu sou rico. É por isso que eu a amo tanto, ela não liga para o meu dinheiro como as cobras que meus pais apoiam.

Parei o carro em frente a sua casa. Tinha só uma luz ligada no andar de cima. Talvez esse seja o momento de tentar novamente.

–Obrigada pela noite, Marshall.

–Não foi nada, Fionna. Voltaremos a nos encontrar?

–Espero que sim. — Ela ficou parada olhando para frente. Me aproximei.

–Fionna? — Ela virou seu rosto e ficamos cara a cara novamente. Sua respiração. Seu cheiro. Por puro impulso dei o passo seguinte e encostei meus lábios aos dela. Nos beijamos. Foi um beijo tão quente e ao mesmo tempo tão delicado. Comecei a passar as mãos em suas costas e ela enlaçou seus braços em minha nuca. Nos beijamos até o ar acabar. Nos separamos. Ela me encarou e sorriu

–Boa noite, Marshall — E saiu do carro. Abaixei o vidro e a respondi

–Boa noite, minha good little girl.

Notas finais
Pretendia postar esse capítulo antes da meia noite, mas não deu tempo. Estou muito ocupada com os trabalhos escolares e cuidando de minha mãe, já tinha que cuidar dela, pois ela tem depressão (eu também, mas não demonstro perto dela) e agora ela quebrou o pé tentando me chutar, por algum motivo isso me faz rir :v Bem, deem sugestões, críticas. Tudo que vier de vocês (lindos) eu aceito.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.