As I Lay Dying

13 Tudo vai ficar bem


Notas iniciais
Enjoy...

ANTES EM AS I LAY DYING...

— Aqui diz, que segundo fontes, Damon Salvatore passou dois anos internado em um hospital.

— O que? Como assim em um hospital? Fazendo o que? Matt continuou quieto. Diga Matthew!

— Fazendo um tratamento contra leucemia.

— O que?

AGORA...

~DAMON~

Eu não sabia ao certo quanto tempo ficaria em Sófia, entretanto eu não podia ficar tanto tempo sem malhar. Meu trabalho me esperava em NY, depois de fazer algumas flexões fui até a janela do quarto e acendi um cigarro. Isso não me ajudava em nada, eu sei, mas me acalmava. Agora que eu estava com Elena, nada iria me acontecer. Nem a mim nem a ela. Jamais. Sorri com o pensamento. Nos ficaríamos juntos, agora que eu estava aqui, nada iria me impedir de a ter de volta. Iriamos voltar a namorar, eu a pediria em casamento de novo... E desta vez no dia do nosso casamento eu não seria um retardado para cair em uma armação barata de gente que não...

Meus pensamentos foram interrompidos por batidas fortes e insistentes na porta. Sem apagar o cigarro fui até lá a abri. Encontrei então uma Elena nervosa e com a maquiagem toda borrada devido às lagrimas.

— Elena? a puxei para dentro e fechei a porta. Elena? O que aconteceu?

— Porque não me avisou? Você sabe que eu teria esquecido tudo, nada importaria... Eu teria ido até você!

— Do que está falando?

— Era isso, não era? Era isso que não queria me contar, não queria que eu soubesse. Porque Dam? Por quê? Mas agora eu sei, e preciso que me diga. Isso pode voltar? Tem chances de isso acontecer novamente? paralisei. Não, ela não podia ter descoberto...

— O que você já sabe? perguntei com medo.

— Leucemia, Damon? Devia ter me contatado... Eu iria até você na mesma hora. ela olhou para baixo e viu o cigarro em minha mão, tirou-o de mim e me olhou com raiva. Isso não vai te ajudar em nada! Muito pelo contrario.

— Posso dizer o mesmo a você. Ou parou de fumar? tentei mudar de assunto.

— Não caio nessa Damon. Me diga. Porque não me chamou quando descobriu a doença? respirei fundo e comecei.

— Eu não queria que soubesse que eu estava morrendo aos poucos. Estava longe de mim naquele momento. Então primeiro você ficaria brava comigo por não ter ido atrás de você, me odiaria. Mas depois de um tempo, você teria apenas as lembranças boas. E era isso que eu queria.

— Como assim?

— Eu estava convicto que ia morrer, Elena. Não queria que suas ultimas lembranças de mim, fossem em uma cama de hospital... Magro, cabelo ralo... Morrendo aos poucos. Mas depois eu me dei conta que não podia me deixar morrer. Eu lutei muito contra o instinto de desistir. Teria sido muito mais fácil. Apenas fechar os olhos e se deixar ir... Senti que estava indo varias vezes. Então eu pensei: Sabe: o que é melhor? Ela ter boas lembranças comigo? Ou ter uma boa vida comigo? e eu decidi que você teria uma boa vida comigo.

— Então porque demorou mais um ano para voltar? perguntou. Ela já estava um pouco calma, mas lagrimas ainda desciam por seu rosto. Ela chorava por me imaginar como eu me descrevia, por eu ter passado por tudo o que passei. Era exatamente isso que eu não queria. Seu olhar, seu sentimento em relação a mim... Ambos eram de pena.

— Orgulho. Stefan pagou todo meu tratamento e as dividas que eu tinha. Depois que sai de lá eu voltei a trabalhar e comecei a malhar pra caramba. dei um riso forçado. E sobre você... Bom, o que pensaria se me visse esquelético e quase careca na sua porta? Não acho que teria sido uma boa visão.

— Olhar para você, sempre vai ser uma boa visão. falou. Ficamos calados por um tempo. Tem... Chances de voltar? A doença? a ideia me fez estremecer. Eu não suportaria passar por tudo de novo.

— Não Elena, claro que não. Eu tomo meus remédios ainda, me cuido. É muito difícil, eu diria impossível, que a doença volte. ela suspirou de alivio. Mas eu queria me convencer de minhas próprias palavras. Mas não ficaríamos naquele assunto o dia todo, certo? Até porque eu não gostava de lembrar ou falar disso. Então? Vamos sair? Andei conversando com uns caras aqui no hotel e eles me indicaram um lugar que acho que vai gostar.

— Onde?

— Nada disso mocinha. Vamos passar na sua casa para você se trocar e pegar umas coisas. E também eu vou conhecer esse seu marido ai. sorri enquanto a empurrava para a porta.

— Meu marido tem uma namorada, ok? Não precisa ter ciúmes. Ela se chama April e é uma amiga minha.

— Certo. Mas vamos logo!

Notas finais
E ai? Falem o que acharam, to esperando amores
xoxo, Car