As I Lay Dying
14 Mistério
Notas iniciais
I : Agora todas as sextas serão postados dois capítulos. Raramente eu postarei em outros dias.
II : Vamos continuar na dieta da sexta até outubro, eu sei que vai ser horrível, mas...
III : Quando me for devolvida minha internet eu terei mais três fanfics que já comecei a escrever. Se chamam Stand By Me, Growing Pains e Bring It On, ps: São três fanfics com três historias completamente diferentes.
IV: O que acontece e acontecera nessa fanfic foi premeditado desde o começo
V : Último, mas de maneira alguma menos importante:
A essência dessa fic (doença do Damon, leucemia) foi plagiada por uma autora bem conhecida por aqui. Não citarei nomes, mas é uma autora que estava adicionada aos meus favoritos, assim como suas historias. Bom, como vcs devem imaginar eu fiquei muuuuuito puta quando vi isso.
Olha, eu estou me esforçando demais para fazer essa fic e de repente vem uma autora da qual eu fiz questão de mandar um mp pedindo para acompanhar essa fic e ela vai lá e pega o assunto principal da MINHA fanfic e coloca na dela. Porra! Se ta sem ideia fofa, azar o teu. Não pega a dos outros porque pra começo de conversa É CRIME VADIA! Quem plagiou acompanha a fic e eu sei que essa pessoa vai acabar lendo essa nota.
Ok, desabafei kkkk. E se vc leu isso, mas não foi vc quem me plagiou. Desculpa mesmo. Mas é muito ruim quando isso acontece. Bom, quem quiser fala cmg pelo twiitter, meu fc é @Delenian_TVD , ok? E meu e-mail carolynfer_@hotmail.com .
Boa leitura, amo vcs! ps: menos a vadia q me plagiou.
~DAMON~
Elena abriu a porta de sua casa e me deu espaço para entrar. Então eu estava na sala, avaliei cuidadosamente cada canto da luxuosa sala e parei quando vi um quadro enorme com uma montagem de fotos dela. Estava perfeita, com o cabelo ainda castanho.
— Está linda aqui. – não resisti a comentar.
— Obrigado. Foram tiradas logo depois do meu noivado, minha mãe sempre tem que dar com a língua nos dentes e contou para Matt que eu amava tirar fotos. Ele estava todo apaixonado e tentando me conquistar, então me levou ao estúdio. – ela sorriu, me senti desconfortável com isso. – Mas no fundo ele sempre soube que eu voltei de NY com um amor verdadeiro no peito.
— Me resume sua vida nos últimos anos.
— Damon...
— Por favor. – falei sem emoção alguma. Eu queria saber o quão longe aquilo tinha ido.
— Não tem nada demais para falar...
— Fale o que tem então.
— É isso que quer? Quer ouvir tudo o que aconteceu? Ok. Eu tentei gostar dele, eu tentei. Eu correspondi aos beijos e as caricias á noite. E quer saber? Era horrível. Porque eu não fazia o suficiente nem para que eu mesma ficasse excitada o que consequentemente fazia com que a dor na hora fosse horrível. Quando Matt descobriu que me machucava ficou dias longe, não se perdoou. Depois que voltou mandou fazer um quarto para ele e alguns meses depois começou a namorar. Todos sempre viram que esse casamento nunca teve amor da minha parte. Por isso há um mês mamãe autorizou que Matt pedisse o divorcio. Foi isso o que aconteceu Damon. Satisfeito? – aquilo machucou. Mesmo que ela não quisesse, ela havia o beijado, dormido com ele. Nem a chance de conhecer uma pessoa eu tive, quem me dera ter dormido com outra nesses anos. Tentei controlar a raiva.
— Pegue roupas para duas semanas. Te espero no carro. – virei as costas e apenas a ouvi dizendo.
— Então é assim? Vamos passar duas semanas sabe-se lá onde e você nem vai falar comigo? – não a respondi. Provavelmente ela não gostaria da resposta. Entrei no Santa Fé branco que aluguei e a esperei. Depois de pouco mais de meia hora ela voltou com uma mala enorme nas mãos. A colocou no porta malas e sentou no banco do passageiro. Sem dizer nada arranquei o carro.
— Você não devia estar assim.
— E como eu devia estar? – perguntei.
— Foi você quem quis saber. Não pode reclamar. – ela tinha razão.
— Certo. Vou tentar ser melhor companhia. – dei um sorriso de lado e ela sorriu também.
— Você é sempre boa companhia. Mas me fale, como foi sua vida?
— Não vou falar sobre isso. – falei de tal forma que ela não contestou. Apenas ligou o radio e foi cantando o caminho inteiro. Ela cantava bem então foi uma viagem boa.
Parei o carro um pouco antes de chegar e peguei uma venda preta no porta-luvas.
— Coloque isso nos olhos. – lhe entreguei.
— Nossa quanto mistério. – disse rindo.
Depois de colocar a venda nela parei em frente ao lugar. Sai do carro e fui abrir sua porta. Puxei-a pela mão, a deixando de um modo que pudesse ver o lugar inteiro. Tirei sua venda e ela olhou boquiaberta para o local.
— Um hotel fazenda?
— Eu queria te levar ao que fomos da primeira vez, mas não dava pra ir até NY.
— Aqui é perfeito! – ela não se continha de tanta alegria, sorri abertamente ao vê-la assim. – Obrigado! – ela se virou para mim e para minha surpresa pegou meu rosto entre as mãos e selou nossos lábios. Imediatamente nossas línguas se encontraram e a puxei pela cintura, colando seu corpo ao meu.
Quando o ar foi necessário nos afastamos e colamos nossas testas, um olhando nos olhos do outro. – Desculpe, foi impulso. – sussurrou.
— Não se desculpe. Ambos sabemos que não é sincero. – sorri. – Mas eu quem devia ter feito isso.
— Teremos tempo para beijos aqui, não se preocupa. Mas... Isso não quer dizer que voltamos. – claro que não. Murchei um pouco. Ela jamais acreditaria que o que eu lhe dizia era verdade.
— Sim, não é claro... – me afastei e dei a chave para o manobrista. – Daqui a pouco levarão as malas para o chalé.
— Certo. – a puxei pela mão até o nosso chalé que como na primeira vez, era mais afastado dos outros. Porem era o melhor de todo o hotel.
Quando entrou no quarto ela olhou para todo canto e falou:
— Só tem uma cama.
— Não vou te agarrar a noite, prometo. A não ser... Esquece.
— Ok. – coloquei o celular em cima da cômoda e ouvi baterem na porta.
— Nossas malas chegaram! – fui buscar e coloquei-as no quarto. – Vou tomar banho, depois você pode ir. Tudo bem ou quer ir primeiro?
— Não, pode ir você.
Fui até o banheiro e tomei um banho rápido, quando voltei Elena estava sentada na cama com meu celular na mão, parecia brava. Quando me viu veio até mim e me entregou o celular.
“Estou com saudades gato , não da noticias desde ontem... Está tudo bem com você amor? Me liga, eu preciso saber de você! Te amo demais...
Katherine”
Oh meu deus!
— Elena... – falei reprimindo o riso.
— Quem é Katherine?
— Minha amiga.
— Ah, claro. Amiga. Que passava na sua casa todas as noites não é?
— Na verdade sim... – ela me olhou irritada. – Mas não como está pensando. – tive que rir.
— Fico feliz que ache isso tudo muito engraçado.
— Katherine é uma garota que conheci no primeiro trabalho que fiz. Ela virou uma grande amiga, ela e Stefan ficaram comigo no hospital. Quando sai Torrey...
— A vadia cunhada de Stefan que dava em cima de você toda vez que te via?
— Ela não dava em cima de mim. É o jeito dela de falar com todo mundo Elena.
— Ah, oi gato. Como você está gostoso! Uma hora a gente tem que conversar sobre uns assuntos. – Elena a imitou.
— Ela queria falar sobre me agenciar.
— Claro que ela queria! E essa vadia? Katherine, não é? – aquilo era o fim.
— Não a chame de vadia! Você nem a conhece! Ela ficou comigo e me pedia todos os dias no hospital para que pudesse ligar para você! Quando fiquei sabendo que estava casada eu não iria vir, mas ela me convenceu a vir. Então não a chame assim! Não sabe o que esta falando. – ela estava assustada com minha reação e visivelmente arrependida. – Katherine é uma irmã mais velha para mim. – finalizei ainda bravo.
— Damon...
— Não! Você tem que acreditar no que eu te falo! Porque quando cheguei você fez questão de me jogar na cara que transava com seu marido que você alega não amar, e quando me disse que não conseguia ao menos ficar excitada com ele, eu acreditei. E tenho acreditado em tudo o que tem me dito desde que cheguei, quando você não faz o mesmo.
— Não sabe o quanto me machucou não aparecendo ao nosso casamento. Eu te amo tanto...
— Você falou que eu não te amava, mas quem não parece me amar é você! Quem ama confia.
— Como posso confiar em você depois do que aconteceu?
— Do mesmo jeito que sou um idiota de acreditar que me ama como acabou de dizer! Se tivesse acreditado em mim há três anos atrás nenhum de nós teria passado por tanta dor. Foi sua culpa, mas eu não admiti isso. Não... Eu tomei toda a culpa e toda a dor para mim nesses anos. E quando é sua vez de confiar você apenas me nega isso! – tirei a toalha que estava enrolada em minha cintura ali mesmo em sua frente e peguei uma cueca, uma calça preta e uma camiseta preta na minha mala e sai.
Notas finais
xoxo
Fale com o autor