As I Lay Dying
15 No carro...
As duas semanas foram extremamente divertidas. Mesmo depois de nossa eventual briga. Depois que sai e me acalmei, voltei para o chalé e Elena se mostrou muito arrependida sobre o que falou. Trocamos dois ou três beijos, apenas isso. Mesmo depois do que lhe falei sobre confiança ela não acredita sobre o que digo que aconteceu no dia do nosso casamento. Estávamos arrumando nossas coisas para deixar o hotel. — Vai chover Damon! É melhor ficarmos mais um dia. Parece que a chuva não vai pegar leve dessa vez. — Não vai chover Elena, não se preocupa. — Conheço o lugar onde moro. Vai chover e... — E mais nada. Vamos Lena... – peguei as malas e depois de acertar tudo entramos no carro rumo á viagem de volta. — Eu falei que iria chover. – disse Elena quando a chuva começou sem dó nem piedade. — Ok. O que quer que eu diga? Você estava certa e eu errado? Desculpe. — Tudo bem. – continuei eu não estava tão devagar, mas se fosse mais lento chegaríamos apenas amanha. – Damon... Tome apenas cuidado com os buracos, tem muitos nessa... – senti algo contra o pneu que fez um barulho alto. Merda! Não acredito... – Estrada. – terminou. – Acha que o pneu furou? — Tenho certeza que sim. – parei no acostamento. — Mas você sabe trocar? — Elena, eu era taxista, lembra? Eu tinha que saber trocar o pneu caso precisasse. — Mas você ainda se lembra como faz? — Isso é como andar de bicicleta, nunca se esquece. — Ok. Mas está chovendo muito Dam. — Isso não vai me impedir, ou acha que vai? – ri e abri a porta do carro, correndo rapidamente para o porta-malas para pegar o macaco e o estepe. Quando termino de tirar as malas, a surpresa. Não tinha estepe. Merda! Porcaria! Coloquei as malas de volta e peguei uma manta e uma blusa para mim e Elena. Voltei encharcado para o carro, quando sentei no banco estava ofegante. — O que foi? – perguntou Elena. — Não tem estepe. — O que? Espera, vamos ligar para um guincho... — Os celulares não vão ter sinal aqui. Ficamos um tempo em silencio. — Sobre aquilo que você falou de confiança no nosso primeiro dia no hotel... — Olha Elena, eu não quero brigar, ok? — O que realmente aconteceu no dia do nosso casamento? Olhei para o teto do carro. — Eu estava nervoso, então Tyler se ofereceu para ir buscar meu smoking e pediu que eu fosse pegar para ele a carteira e a gravata que você o deu, na casa da Vickie. Fui até lá e ela apareceu dizendo loucuras... Me mostrou uma caixa cheia de fotos minhas e suas, mas no seu rosto ela colou o dela... Ela é maluca, eu juro! Ela me trancou na quarto e eu não consegui sair... No outro dia dei uns bons tapas na cara da vadia. — O que não está contando? — Nada. – eu não falaria que foi naquela noite que passei mal pela primeira vez. — Sei que não esta contando algo. Se quer que eu confie em você vai ter que ser plenamente sincero. – estava certo. Eu não podia cobrar confiança e sinceridade se não lhe desse isso. — Eu não consegui sair por que aquela foi a primeira vez que tive os sintomas da doença. Apenas isso. Mas... Eu te amo tanto Elena... Eu realmente não tive olhos para mais ninguém nesses anos. Fui a eventos e conheci modelos lindas, realmente lindas, mas eu sempre falei que era comprometido... Sempre sonhei com o dia em que nos encontraríamos... Pensei que você me veria e sorriria, pularia em meus braços e me beijaria, iriamos passar a noite nos amando e dizendo o quanto sentimos falta um do outro porque sinceramente eu senti falta de viver. – senti uma lagrima escapar de meu olho. – Eu jamais teria te deixado por conta própria, eu queria tanto me casar com você, ter nossa casa... Nossos bebes... Eu sempre te amei, cada vez com mais intensidade... Mesmo depois de anos... – deixei a frase acabar no ar. Elena continuava quieta ao meu lado, a ouvi suspirar e depois falou baixo. — Eu também te amo mais do que tudo na vida, e... Acredito em você, sei que não me deixou. E... Também sonhei com o dia em que nos veríamos novamente. – eu quase podia ouvir o sorriso fraco em seu rosto, mas continuei com o olhar fixo no teto. – No primeiro ano inteiro eu ia até a cachoeira perto da minha casa, eu sempre te falei que lá era meu lugar preferido, eu sabia que quando você viesse iria me procurar lá. Depois mamãe e Rebekah conversaram comigo e me convenceram a parar de esperar. Pois Rebekah não teve mais noticias suas... Mas eu te amei demais, eu te amo tanto, tanto... Fiz Beka ir ao nosso apartamento eu NY e trazer para mim uma caixa de fotos nossas... Eu me deliciava vendo aquilo, sempre antes de dormir eu via... E te amava cada vez mais apenas por lembrar de você, de nós... – ela também deixou que a frase ficasse inacabada. Ficamos um longo tempo em silencio. — Então... – engoli o seco. – Nós estamos... Reconciliados, agora? – perguntei e a olhei levemente. Elena se aproximou lentamente e acariciou me queixo, sexy eu diria. — Isso responde sua pergunta? – ela roçou nosso narizes e selou nossos lábios em um beijo voraz, levei minha mão a sua nuca e ela vez o mesmo. Puxei sua cintura para mais perto de mim. Ela se separou e me olhou. – Abaixa o banco. – prontamente fiz e ela tirou sua roupa e eu fiz o mesmo, ficamos ambos apenas de roupas intimas. Olhei seu corpo, cada curva... Tão perfeita. Ela fazia o mesmo comigo, parou em meu braço, na tatuagem. Ela se sentou em meu colo. – Isso é novidade. – disse passando os dedos pela frase “Hic Et Nunc”. – O que quer dizer? Que língua é? — Fiz logo depois que sai do hospital, quer dizer “Aqui e Agora”, é latim. – passei a mão por suas curvas – Aprendi que se quisemos fazer algo tem que fazer aqui, agora. Antes que seja tarde demais, digamos que não tenho mais tanta paciência. – abri o fecho de seu sutiã, levei os lábios ao seu pescoço onde depositei beijos e mordidas, tirei seu sutiã. Desci meus lábios para seus seios perfeitamente redondos e provocantes, cabiam perfeitamente em minha mão, comecei a chupar seu seio direito enquanto minha mão trabalhava no esquerdo. Elena apenas fazia um carinho misturado á leves puxões no cabelo da minha nuca e gemia baixinho. Perdi totalmente o raciocínio quando ela começou a arquear a cintura de encontro ao meu corpo e rebolar sobre minha ereção. Oh meu Deus... Essa garota tá brincando com fogo. Sem mais delongas rasguei sua calcinha e abaixei minha cueca até cair aos meus pés e a penetrei. Um movimento lento e delicioso, torturando a nós dois. Posicionei minhas mãos na cintura de Elena, a ajudando nos movimentos. Nenhum de nós suportava mais então ambos começamos a nos movimentar em um ritmo rápido e alucinante, gemendo e gritando o nome um do outro. Até que ambos chegamos ao nosso ápice delicioso. Elena se deixou cair em cima de mim. A abracei e coloquei o queixo em cima de sua cabeça, acariciando seus cabelos. Ela estava com os olhos fechados e desceu uma mão por meu peito, acariciando levemente. — Eu esperei tanto para te ter assim novamente. – falei. — Você não sabe o quanto isso se aplica á mim também. Eu te amo, mais do que tudo, mas que minha própria vida. — Eu te amo, mais do que minha própria vida. – selamos nossos lábios em um beijo suave e casto. Depois puxei a manta e coloquei sobre nós.
Fale com o autor