As I Lay Dying
10 Reencontro
Notas iniciais
i hope everyone enjoy it
Depois de chegar à Bulgária e deixar as malas no hotel cujo nome era Hotel Fashion (PS: esse hotel existe) e ligar para Stef e Katherine, peguei um taxi e fui até o endereço que estava anexado no e-mail de Tori como o endereço de Elena.
Ao chegar na casa sem grades ou muros, apenas um grande gramado e uma trilha de pedras até o jardim, era um grande terreno.
Quando me deparei com a casa fiquei boquiaberto e logo no mesmo instante a vi.
Minha respiração se acelerou e meu coração disparou como não disparava há tempos. Agora eu tinha certeza, eu estivera morto nos últimos anos. E era isso, ela que me trazia a vida, longe dela eu não existia. Sorri e me segurei para não correr e abraça-la, eu não podia fazer isso, afinal nada mais era como antes.
Elena estava ali, diferente de antes, os cabelos ondulados e meio loiros.
Ela corria pelo jardim, brincando com um Golden Retriever, ela gargalhava. Até que levantou a cabeça e me viu, na hora sua expressão mudou de felicidade para assombro. No momento em que seus olhos encontraram os meus, meu coração disparou ainda mais.
– Damon? – pude ler em seus lábios. Ela pareceu se distrair e esquecer da brincadeira com o cão, mas ele não esqueceu, o cão pulou nela a derrubando no chão. Ri e caminhei até ela caida no chão. Lhe estendi a mão, oferecendo apoio para levantar, e ela me olhou incrédula mais aceitou. Quando levantou limpou o vestido laranja e o blazer bege que usava, depois me olhou assustada.
- O que está fazendo aqui? – abri e fechei a boca para responder.
- Senti sua falta...
- Depois de três anos? Demorou hein! – disse sarcástica.
- É complicado... – falei passando a mão pelo cabelo.
- O que é complicado? Sabe, a última vez que fiquei sabendo de você, tinham milhares de fotos suas de cueca por New York, foi complicado ter vida boa?
- Acredite, minha vida foi tudo, menos boa. – dei um riso nervoso. Não era assim que imaginei que seria.
- Imagino. Festas e fotos seminu com modelos lindas com certeza é o retrato de tortura diária que eu tenho! – ela fez um gesto frustrado com as mãos.
- Calma. Como eu disse, é complicado. Não sabe o quanto esperei para vir te ver... – me aproximei sorrindo para ela, que recuou prontamente, brava.
- Rebekah me disse que você contou para ela que estava vindo para cá. Isso á três anos! Seu voo demorou né?
- Não sabe o quão injusta está sendo. – falei a meia voz, isso estava irritando. Resolvi mudar de assunto. – Como está sua vida?
- Estou muito bem. Meu marido, Matt, é muito legal comigo.
- Ouvi dizer que está no meio de um divórcio. – revidei.
- Ele é legal, mas não deu certo. Sabe, — sua voz era afiada e sua expressão raivosa e de superioridade. – nós realmente tentamos por um tempo viver como marido e mulher, foi muito bom.
- Como assim tentaram? – não podia ser o que eu estava pensando...
- Sabe, marido e mulher, dormir juntos, beijos... Sexo regular. – disse com um sorrisinho irônico.
- Eu te conheço bem demais para saber quando quer machucar as pessoas com palavras. – sua expressão desmoronou, parecia meio triste. – E eu sei que quis me machucar agora. Parabéns, missão comprida.
– virei para ir embora quando ouvi um soluço, seguido por sua voz chorosa.
- Onde você estava Damon?
– aquela pergunta. A pergunta que eu não podia responder. Virei-me despedaçado para ela.
- Como eu disse antes... é complicado. – ela estava chorando desesperada agora, havia parado de se fingir de vadia raivosa. A puxei para um abraço. – Mas eu estou aqui agora, e juro que tudo vai ficar bem...
- Eu te esperei tanto... Senti tanto sua falta... – ela se agarrou a mim, me abraçava forte, como se tivesse medo ou não tivesse certeza de que eu estava aqui. — Eu te amo tanto... – ama? Ela falou ama, não amava. Quase explodi de alegria por dentro. – Mas não posso voltar para você agora, entende?
- Claro que te entendo... Esperei até hoje, e estou aqui finalmente. Porque ter pressa agora?
- Me da um tempo sozinha? – perguntou gentilmente, tão diferente de quando cheguei.
- Claro. Eu vou indo... – mas não a soltei. – O que acha de jantar comigo hoje à noite no hotel em que estou?
- Sim. Está aonde?
- Hotel Fashion. – ela riu um pouco.
- Faz sentido. — Se afastou e passou a mão suavemente por meu rosto, fechei os olhos sentindo o toque. – Vou estar lá às 20h. Ok?
- Sim. Apenas diga seu nome, já autorizei sua entrada lá. – sorri e a larguei. E segui para o hotel.
Notas finais
Reviews?
xoxo, Carol
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