As I Lay Dying
11 Jantar
Notas iniciais
A campainha tocou e meu coração começou a martelar mais rápido ainda. Me olhei no espelho ajeitando a gola do blazer, quando abri a porta lá estava ela, deslumbrante. (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=70827997&.locale=pt-br ) . Ela sorriu tímida enquanto eu a encarava boquiaberto.
— Você esta linda...
— Obrigado. – falou rindo.
— Desde quando usa Dolce & Gabbana? – perguntei a dando passagem para entrar. Ela riu e me olhou curiosa.
— Desde quando você conhece roupas de grife? – ela arqueou a sobrancelha rindo.
— Justo. – falei.
— Bom, — começou. – eu não sabia como vir, afinal, eu não sabia se íamos a um restaurante ou se comeríamos brigadeiro. – ela me olhou sugestiva. Ri com a lembrança.
— Então, o que vamos fazer hoje? – perguntou Lena quando entrou no taxi.
— Eu pensei e irmos lá para casa... – ela me olhou risonha, mas seus olhos brilhavam. – Não vamos fazer nada, juro! – ela pareceu decepcionada.
— Então o que vamos fazer lá?
— Pensei em preparar alguma coisa...
— Hmm, pizza? Lasanha? Adoro lasanha... – tagarelou. Fiquei constrangido.
— Bom, é que meu salário ainda não saiu... Mas eu queria muito sair com você hoje...
— Não tem problema! – disse vendo meu constrangimento. – Eu também queria sair com você.
— Pensei então em fazer brigadeiro!
— Brigadeiro? – vi que ela se segurava para não rir.
— O que? Você é alérgica a lactose? Eu posso fazer outra coisa... – ela me calou colocando dois dedos sobre meus lábios.
— Amo brigadeiro. – ela deu um sorriso doce.
— E eu amo ficar perto de você.
— Eu também amo. – disse. Me aproximei dela, lhe dando um beijo suave, mas não aquentei e pedi espaço para minha língua. O espaço foi concedido quase instantaneamente. Ela levou as mãos a minha nuca, puxando suavemente meus cabelos. Desci minhas mãos para sua cintura e apertei levemente. Terminamos o beijo com selinhos, colei nossas testas e falei baixinho.
— Então vamos comer brigadeiro e assistir um filme que meu amigo me emprestou.
— Vamos! – respondeu.
— Ainda se lembra disso?
— Claro que sim! Me lembro de todos os momentos que passei com você. – ficamos um longo tempo em silencio, apenas nos admirando. Até a campainha tocar novamente.
— Nosso jantar! – anunciei.
— O que é? – perguntou assim que o rapaz saiu. Balancei a cabeça negativamente.
— Sempre curiosa... – incrível que mesmo depois de anos fora tão natural me acostumar com a presença dela.
— Claro!
— Bom, é algo simples. Risoto de frutos do mar!
— Eu amo isso! – disse alegre.
— Eu sei. Bom, eu pedi isso porque eu sei que você adorava e não sei o que gosta agora.
— Gosto das mesmas coisas de antes. – pude ouvir o duplo sentido e a malicia em sua voz. Sorri de canto.
— Bom saber. – puxei a cadeira para Elena. – Sente-se.
— Olha quem aprendeu a ser cavalheiro. – disse.
— Nem vem, sempre fui assim.
— Eu sei, estava brincando. – ela deu a primeira garfada. – Isso está delicioso! – dei uma garfada também, eu tinha que concordar, estava magnifico.
A jantar foi ótimo. Ela ria e conversávamos coisas aleatórias. Se nos víssemos agora, não iriam acreditar que passamos três anos longe um do outro.
Mas o pior ainda estava por vir.
— É... Acho que está na hora de termos a conversa séria. – falei. Elena parou de rir e limpou a boca lentamente com o guardanapo.
— Certo. Então vamos para a conversa séria.
— Vem, vamos no sofá, sim?
— Aham. – fomos até a sala, mas ambos permanecemos em pé.
— Então... – comecei.
— Olha, porque está aqui? – ela não falou agressiva, parecia conter a tristeza.
— Já falei. Senti muito sua falta. Não vim antes porque realmente não podia, eu queria, mas não me deixaram. E com razão...
— Certo. Próxima pergunta: O que é essa coisa que te prendeu lá por três anos? Vickie? Por isso não quer me contar?
— Não tem nada a ver com Vickie, Elena! Ela não me procurou mais depois que...
— Depois que?
— Depois que bati nela. – quase isso.
— Agora a pergunta mais dolorosa. Porque me deixou? – ela tinha lagrimas nos olhos e algumas escaparam.
— Não te deixei. Jamais de deixei. Aconteceu tudo exatamente como te falei antes de você entrar em um carro e ir embora!
— Não ponha a culpa em mim! Quem não apareceu no nosso casamento foi você! Planejamos tanto... Com tanta alegria...
— Não foi minha culpa! – falei gesticulando com as mãos.
— Então foi de quem?
— Tyler e Vickie. Arranjaram tudo, dois desgraçados! Eu juro...
— Não jure nada. Não precisa disso
— Precisa sim! Eu te amo! E você não sabe o quanto eu provei, mesmo longe de você, o quanto eu te amo!
— Não, não ama!
— Nunca mais se atreva a falar isso! – gritei. – Não sabe o que eu passei apenas para poder viver pra te ver novamente!
— Então porque não fala?
— Porque eu não quero isso! Não preciso de piedade!
— Porque eu teria pena de você?
— Não era esse o ponto da conversa. Você disse que me amava hoje.
— E amo. Por mais que eu tenha tentado te odiar eu ainda te amo e isso tem me matado todos os dias!
— Você não sabe o quão essa frase é apropriada para mim.
— Acha que apenas você sofreu?
— Não falei isso. Mas eu te quero de volta mais do que tudo...
— Não é tão simples.
— Mas vou te mostrar que é.
— Eu preciso ir embora. Matt deve estar me esperando, eu não falei que iria sair e...
— Seu belo marido ficaria preocupado? – ironizei.
— Meu belo futuro ex-marido ficaria. Estamos tendo um divorcio amigável. Eu tenho que ir. – ela foi sair, mas a puxei pelo braço.
— Por favor, não saia brava comigo.
— Não estou, acredite. Tive magoa e raiva de você por muito tempo.
— Nos vemos amanha?
— Sim. Te encontro na portaria ás 14hrs, pode ser?
— Claro.
E ela saiu.
Notas finais
Mas vou acompanhar as histórias mesmo assim, e responde as comentários tbm, falando nisso hein, vcs tão comentando mt poko. HOJE TEM TVD VAMPIRES!!! Quem ai quer Dex no ep de hj? o/
PS IMPORTANTE: Quem recomendar a fic pode me fazer a pergunta que quiser sobre a fic, qualquer spoiler msm, então corram e recomendem que eu satisfaço a curiosidade de vcs!
xoxo amores, :* Carolyn...
Fale com o autor