As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

68 Capítulo 67 –O Clube do Livro –Terra 69


Notas iniciais
Eis o momento do segundo teste do Dylan, vamos conferir!

—Que lugar é esse? –Estava muito escuro e eu não sabia como tinha ido parar naquele lugar. Parecia uma caverna, vi uma luminosidade mais adiante e a segui –O que é isso?

Me deparei com uma enorme cratera, era de lá que vinha a luminosidade, ela oscilava como se estivesse vibrando, ouvi um estranho ruído que evoluiu até se tornar nítidas palavras.

—Eu... Vou... Me... Erguer...

—Quem é você? –Ouvi passos atrás de mim e me virei. Lá estava Alexis montada em seu lobo de luz.

—Ele esta vindo, acho melhor voltarmos para minhas terras, são o único lugar seguro.

—Do que esta falando? O que esta vindo?

—O fim, o fim do mundo esta chegando... De novo. Pelo jeito serei novamente uma naufraga.

—Como suas terras sobreviveram da primeira vez? –Ela não respondeu, em vez disso o lobo uivou e depois partiram. Voltei minha atenção para a cratera –Quem é você?

—Você logo vai descobrir.

Tudo desapareceu, acordei ofegante, aquilo era um sonho, mas eu sabia que era mais do que isso. Foi como da vez em que sonhei voltando para Terra 69, a encontrando devastada e o líder nas escadas da prefeitura me dando uma mensagem. Aquela era um tipo de premonição. Os deuses haviam dito que se eu não me tornasse um deus, a Terra 69 seria destruída, mas como isso aconteceria?

De manhã tomei café em família, minhas irmãs riam de tudo que a Lucy falasse, o Henry estava quieto, a Violet não havia voltado, meus pais comiam e trocavam olhares.

—Eu passei no primeiro teste –Lhes disse –Mais quatro e me tornarei um deus.

—Isso é inacreditável –Disse minha mãe –Disse isso para minhas amigas e elas ficaram morrendo de inveja, deve ser por isso que me atacaram daquela maneira.

—Como assim?

—Não é nada, querido.

—Mãe me conta!

—Você sabe que estou fazendo o máximo pra aceitar sua... –Ela olhou para a Lucy e o Henry –Forma de vida e por isso muitas vezes desabafo com o clube do livro, só que ao invés de apoio dessa vez me disseram coisas ruins como: “Seu filho é um promiscuo, você criou um prostituto, ele é uma má influência para todos os jovens, ele...” –Ela deu uma pausa e vi seus olhos lacrimejarem –Ele nunca devia ter voltado.

—Querida –Meu pai segurou a mão dela.

—Eu estou bem.

Não consegui dizer nada, mas aquilo me irritou de verdade. Hoje era dia de reunião do clube do livro, mas algo me dizia que minha mãe não iria.

Quando terminei o café, saí com meus amores para passear.

—Onde a Violet esta? Já estou ficando preocupada.

—Ela já é bem crescidinha, quando ela estiver pronta, ela vai voltar –Lhe respondi.

—Será que ela esta em crise com nosso estranho relacionamento? –Perguntou o Henry.

—Na verdade...

Houve uma explosão de gliter na nossa frente, era Luz Escarlate fazendo uma de suas ensaiadas entradas.

—Saudações! Vim convoca-lo para seu segundo teste.

—Olá, Luz Escarlate, tudo bem? –Lhe cumprimentei animadamente.

—Não venha com falsidade, o que é seu esta guardado –Ele me envolveu com seu véu e teletransportamos para o hotel –Aí esta ele, vamos direto ao ponto.

Mais uma vez estava reunido com os cinco deuses, Luz Escarlate sentou-se no colo de David e ficou me encarando enfurecida, vi nos olhos do David que estava preocupado comigo.

—Eros comece logo –Disse Erzulie.

—Chegou a vez do meu teste. Como bem sabe, sou o pai do erotismo e é isso que quero ver. Você tem que fazer um bacanal –“Fácil” pensei, mas fiquei calado –Aquela festinha, maravilhosa por sinal, que fez com os jovens não conta. Tem que ser com pessoas que você nunca transou e que sejam difíceis de topar algo do tipo e claro, você não deve usar seus poderes.

Pensei bem a respeito disso, podia escolher um time de futebol, ouvi dizer que atletas tem rituais de iniciação bem eróticos. No entanto uma lembrança me veio a mente e me fez decidir por:

—Serve um clube do livro formado por mulheres casadas e preconceituosas do meu bairro?

—Nossa –Disse Eros surpreso –Tem certeza que vai escolher um grupo tão difícil? Lembre que não pode usar seus poderes, terá que convencê-las só com a lábia.

—Vou arriscar.

—Dylan, você sabe o que esta em jogo? –Perguntou Afrodite preocupada.

—Deixem ele fazer isso –Disse Luz Escarlate –Ele já escolheu, não pode voltar atrás.

—Sendo assim vamos começar –Eros nos teletransportou para a casa de “Madame” Ster, ela estava na casa dos quarenta, tinha orgulho de sua família tradicional e honrava os bons costumes, sua casa era linda e impecável, o seleto clube do livro adora se encontrar lá.

Ele era formado por oito mulheres, mas minha mãe não havia sido convidada desta vez, deixando-o com sete.

—Boa sorte, estarei observando –Disse Eros desaparecendo.

Parado diante daquela porta chique comecei a duvidar da minha escolha, eu só queria ensinar uma lição àquelas mulheres mal comidas, fofoqueiras e preconceituosas. Mas será que conseguirei seduzi-las? Resolvi primeiramente usar a onipresença para ver o que estavam fazendo. Eu não podia usar meus poderes para seduzi-las, mas não disseram nada sobre observá-las.

Elas estavam na sala de estar, os livros fechados sobre a mesa como se fossem enfeites enquanto as sete mulheres fofocavam.

—Ouviram falar sobre o que aconteceu no clube de dança? –Perguntou uma ruiva magricela.

—Não, o que aconteceu, Margarida? –Perguntou Madame Ster.

—Um daqueles deuses do pecado estava lá, quando duas garotas e um garoto foram implicar com ele e tudo cominou numa safadeza em público –Todas se espantaram.

—Eles... Em público? Onde esse mundo vai parar? –Indagou uma loira gorda que reconheci como sendo esposa de um vereador, Ivonete.

—Tudo isso é culpa do filho da Marta! –Acho que até agora não tinha dito o nome da minha mãe, foi mal, mas como a chamo de “mãe” pra mim estava tudo certo –Aquele garoto foi incumbido de sair fazendo safadezas pelos mundos e ainda foi aclamado como um herói.

—Ele é uma má influência para nossos filhos! –Exclamou Margarida.

Nessa hora resolvi bater na porta, um mordomo abriu e já fui entrando.

—Meu jovem você não pode...

—Saudações, clube do livro! –Entrei sorridente na sala de estar arrancando exclamações de surpresa.

—Madame Ster, me desculpe! Não consegui detê-lo –Desculpava-se o mordomo.

—Tudo bem, ele é filho da Martha, lógico que é bem vindo à minha casa. Sente-se conosco, querido –Bicha falsa! Sorri e me sentei junto delas –O que o trás aqui, querido? –Elas disfarçavam muito mal as trocas de olhares. O que eu devia dizer? Como devia seduzi-las?

—Bem –Tirei minha camisa de botão ficando apenas de camisa regata, isso as deixou desconcertadas –Como sabem eu sou o herói desse mundo, o salvei da destruição e trouxe a cura da doença. Estou visitando algumas pessoas para ouvir como foi conviver com a doença.

—Foi terrível! –Exclamou uma morena de óculos, ela era a mais bonita dali –Ficar tanto tempo sem tran... Digo, sem fazer amor, foi terrível.

—Danada! –Disse Margarida lhe dando um tapa no braço.

—Pode falar transar –Todos deram um sobressalto –Foder, trepar, afinal todos aqui o fazem –Lancei um olhar provocante para a dona da casa.

—Mas esse não é um assunto muito elegante de se debater.

—Isso não muda o fato dele ser ótimo, pelo menos quando eu faço, deixo qualquer um louco de prazer –A morena não conseguia tirar os olhos de mim –Não sei como é o sexo com os maridos de vocês, mas comigo, é garantia certa de sair toda babada, de tremer, gritar, enlouquecer.

—Chega! –Gritou Madame Ster –Você não pode vir aqui e falar desse jeito, essa é uma casa de bem!

—Até parece que você não transa. Todas vocês! Vão me dizer que não transam?

—Claro que fazemos isso, mas não precisa sair comentando.

—Sério? Então acho que suas trepadas não são dignas de comentários, que triste, vocês mereciam pelo menos uma vez sentirem como é o gosto da liberdade.

—Ninguém aqui esta preso –Disse Margarida, a ruiva magricela.

—Existem prisões sem grades ou correntes. Todas vocês gostam de sexo, todos gostam, se não gostam é por que não fazem direito. Querem ouvir uma história interessante? Uma que possivelmente não encontrarão em seus livros? –Elas ficaram curiosas, não me responderam, aceitei aquilo como um sim e me pus a falar.

Contei como foi chegar à Nárnia e ser preso, como foi transar com uma rainha numa cela, perdendo minha virgindade com uma das mulheres mais lindas do multiverso. Lhes dei enormes detalhes do sexo, descrevi como minha língua deslizava na buceta e nos mamilos, tenho certeza que algumas delas nunca provaram desse prazer. Eu as fisguei com meus relatos, a morena mordia os lábios, a própria Madame Ster apertava as pernas como se as abrisse fosse encharcar a sala.

—Agora vou lhes contar sobre a primeira vez que fiquei com mulheres mais velhas –Houve algumas exclamações, mas nenhuma objeção –Seus nomes eram Michonne e Andrea.

—Duas ao mesmo tempo? –Perguntou Margarida surpresa. Dei uma risada.

—Duas? Eu faria até com sete –Elas se olharam numa conversa silenciosa e surpresa.

Comecei a contar como me esquentei naquele inverno de outro mundo, como gozei gostoso com aquelas duas. Elas estavam estremecendo, estavam excitadas, mas eu tinha que ter cuidado, se uma delas recuasse podia instigar as outras.

—Ouvi dizer que vocês são boas em guardar segredos, isso é verdade?

—Somos as melhores –Disse a morena me encarando de modo sensual, ela queria, ela me ajudaria.

—Então posso confiar que tudo dito e feito aqui, não sairá destas paredes.

—Com certeza!

—Diana! –Madame Ster a repreendeu. A dona da casa era também a líder do grupo, era quem eu precisava convencer.

—Madame Ster –Me levantei e andei vagarosamente em sua direção praticamente a hipnotizando com o meu olhar –Eu sou bom em ler as pessoas, você é corajosa, ardente, sinto uma chama no seu corpo, sinto que você esta louca para ser acesa.

—Eu não... Jovem, você esta... Equivocado, eu...

—Você é uma mulher bonita, poderosa –Estava de pé diante dela, seus olhos na altura de minha pélvis, coloquei seu cabelo atrás da orelha e fiz olhar pra cima –Você só precisa se libertar.

—Não, eu não...

—Ninguém precisa saber –Me ajoelhei ficando na altura de seus olhos e me apoiei segurando suas cochas, ela deu um gritinho –Você não precisa se segurar, solte suas feras, entregue-se ao seu desejo, toque o que tem vontade de tocar! –Fiz uma jogada arriscada, agarrei a mão dela e a apertei no meu pau. Houve exclamações e temi estragar tudo. Puxei seu pescoço e beijei. Tive que me esforçar para não liberar meus poderes de atração.

Eu ainda segurava a mão dela no meu pau, aos poucos a soltei, e sua mão continuou me apertando sozinha. Todas faziam silêncio, quase não respiravam. Quando acabei o beijo encarei Madame Ster, essa era a hora da verdade, qual seria sua escolha?

—Ninguém... Precisa saber –Sorri.

—Exatamente –Tirei a camisa diante dela e suas mãos apalparam meu corpo.

—Meu Deus! Você é tão...

—Gostoso –Completou Diana, a morena de óculos.

Ergui a mão a convidando e ela veio e se ajoelhou do meu lado e me beijou. Ster ainda apertava meu pau.

—É tão duro –Ela cochichou.

Diana me beijava com fervor e arranhava de leve minha nuca me causando arrepios. Aquilo era raro na Terra 69, ela era do tipo de mulher experiente que sabe enlouquecer um homem. Minha mão direito escorregou por suas costas e apertei sua bunda, a puxei apertando seu corpo ao meu, desci beijando seu pescoço e ela gemeu.

Ster ainda apalpava meu pau por cima da calça, me levantei e tirei a calça ficando só de cueca.

—Venham todas, podem me tocar sem medo.

Sete mulheres me apalpando e alisando, pareciam famintas, Margarida apertou minha bunda com receio, peguei sua mão e apertei com força, ela gemeu. Ivonete apertava meu bíceps, outra mulher lambeu meu mamilo. Agarrei Margarida a beijando e desabotoando sua blusa. Ster e Diana apalpavam meu pau, as duas se encararam e resolveram abaixar minha cueca, meu pau sacudiu ereto, elas sorriram animadas.

—Você primeiro, querida –Disse Diana.

Ster segurou meu cacete e começou a chupá-lo, as outras seis observaram com água na boca.

—Meu marido acha sexo oral nojento –Confessou Ivonete ao meu lado.

—Tire a roupa e te mostro como sexo oral é gostoso!

Ster chupava minha rola como se o mundo fosse acabar, sua boca desliava desesperadamente, seus gemidos e sons de satisfação instigavam as outras a provar do meu gosto. Diana foi a segunda, ela me arrancou um alto gemido, sem dúvida ela era acostumada a chupar, seu boquete era muito melhor que o de Ster, mas não comentei nada, tinha que fazê-las ficar à vontade.

Nos agarramos, peças e mais peças de roupa iam sendo arremessadas, chupei os minúsculos peitos de Margarida, dei um chupão no pescoço de outra das mulheres, apertei a bunda de Diana. Ivonete foi a primeira a se despir completamente, sem dúvida empolgada pela minha promessa de sexo oral. A fiz se sentar de pernas abertas no sofá e sem o menor receio caí de boca em sua buceta.

—Aaaaar! Meu Deus! Aaaaar! Aaaar! Como isso é booooom!

Outras duas mulheres, que não sabia o nome e pouco me importava, se deitaram de cada lado de Ivonete, comecei a dedilha-las. Ao mesmo tempo fazia três mulheres irem a loucura. Saí chupando buceta por buceta, enquanto penetrava outras com os dedos, elas ficavam cada vez mais babadas, umas se masturbavam assistindo aquele chupa-chupa. Beijava, mordia, apertava. Meu pau pulsava, Margarida se agachou para chupa-lo deixando seu rabo pra cima.

Nesse momento eu chupava a buceta de Ster que apertava o sofá com força. Tirei meu pau da boca de Margarida e o encaixei na dona da casa, deslizei pra dentro dela.

—Ooooaaaaar! Eu vou morrer! Aaaar!

Eu nem tinha começado a me mover e ela já estava naquele nível. Quando comecei a meter tive que tapar sua boca de tão alto que ela gemia. Sua cara estava toda vermelha, meti com força, ela babou na minha mão, seus olhos lacrimejaram e eu sorri.

—Vou te foder até você explodir em gozo!

Foi uma orgia maravilhosa, fodi as sete bucetas.

—Iaaaaa! Vai! Mete assim! –Gemia Margarida.

—Não para! Não para! –Mandava Ivonete.

—Quero te sentir em outro lugar –Disse Diana ficando de quatro e chocando as amigas.

—Adoro sexo anal! –Lhes disse e enfiei no cu de Diana.

—Aaaar! Fode assim! Vai! Arromba esse cu!

Os gemidos, as frases que nunca foram ditas, elas estavam se libertando. Vi que muitas tiveram vontade de tocar umas às outras, mas tinham receito de serem chamadas de sapatão. Então tive que ajuda-las a quebrar mais essa barreira.

—Vamos dar um beijo triplo! –Disse chamando Diana e Ivonete.

Aquilo serviu para quebrar a última barreira de modo que enquanto eu fodia uma delas, as outras se ajudavam a ter prazer.

—Mete esses dedos mais forte, Margarida!

—Você é muito puta, Ster! Toma logo a mão toda!

—Aaaaaaaar! Issoooo!

Ster acabou gozando no braço da amiga. Uma a uma foram soltando a enxurrada vaginal. Tive que fazer muito esforço, tanto para não usar meus poderes, quanto para não gozar, pois fodendo sete mulheres era difícil não gozar, e ainda mesmo quando parava de meter para chupar uma buceta e atrasar a ejaculação, elas não podiam ver minha rola livre que caiam de boca. Quicaram no meu pau, rebolaram gostoso, outras arriscaram a dar o cu como Diana fez, mas não estavam preparadas e saíram fazendo careta de dor.

—Como tu aguenta uma rola dessa no furico, amiga?

—Eu brinco com pepinos em casa.

—Não creio! Como nunca pensei nisso antes?

—Vou gozar! –Anunciei e foi um empurra-empurra, pois todas queriam provar da minha porra! –Ooooor! –gozei sacudindo meu pau de modo a espalhar os jatos de esperma pra todos os lados.

Caí exausto no sofá e gemi e ri quando elas vieram chupar meu pau gozado, todo mundo sabe que a cabeça da rola fica sensível depois que se goza.

Elas se limparam com lenços umedecidos.

—Hoje ficamos mais unidas, compartilhamos de um segredo que deve ser mantido escondido –Discursou Ster.

—Vocês tem outra opção –Lhes disse chamando sua atenção –Ao invés de se envergonharem e guardarem esse segredo à sete chaves, por que não convidam seus maridos para o clube do livro e se divertem todos juntos? –Vi seus olhos brilharem.

—Já pensaram em ter duas rolas dentro de vocês? –Perguntou Diana mordendo as unhas. Elas gritaram animadas.

—Eu já dei o meu recado, vou indo embora.

—Volte sempre que desejar, querido! E não se preocupe, vamos chamar sua mãe e seu pai para a próxima reunião.

—Tá... Obrigado... Eu acho.

Até mesmo para uma pessoa de mente aberta como eu, imaginar os pais transando é meio traumatizante. Assim que saí pela porta, algo invisível me abraçou e no segundo seguinte estava de volta ao hotel.

—Ele foi incrível! Dylan Stark passou no segundo teste com nota máxima!

—Os testes tem nota?

—Não, mas se tivesse você teria tirado nota máxima!

—Não exagere, Eros –Disse Luz Escarlate –Fazer um monte de velhas reprimidas e fogosas transarem não é um feito tão grande assim –As piadinhas dela já estavam me cansando de modo que não consegui controlar a língua.

—Como se você conseguisse seduzir sete mulheres ao mesmo tempo.

—Como é que é? –Ela ficou furiosa –Como ousa me afrontar? Sou a deusa dos amores improváveis sou...

—Sei, sei. Você tem vários poderes e tals, mas adivinha, eu também tenho. Mas as seduzi sem usar nenhum deles e todos aqui sabem muito bem que você sem seus poderes não passaria de um travesti velho e careca!

Todos se calaram, eu mesmo fiquei pasmo com minha atitude. Erzulie que sempre brigava com os outros deuses quebrou o silêncio com uma risada sem graça.

—Minha nossa, fiquei chocada. O garoto tem garra.

Me arrependi do que disse, eu não sou assim, não discrimino ninguém, eu transaria com Luz Escarlate a qualquer hora. Apenas explodi por suas constantes farpas.

—Me desculpe, não foi minha intenção, eu...

—Eu reivindico o direito do terceiro teste! Alguma objeção.

—Sem dúvida, não –Disse Erzulie rindo maleficamente.

—Não –Respondeu Afrodite tristemente.

—Pois parta agora, Dylan Stark. Aproveite seu tempo livre enquanto planejo o terceiro teste. Veremos se você é mesmo tudo o que diz –Ela desapareceu numa explosão de raio laser.

—Pessoal, eu não tive a intenção de ser tão mal.

—Relaxa, você em breve se tornará um deus, vai poder fazer tudo que quiser –Disse Erzulie –Claro, se a Luz Escarlate não te matar antes –Ela desapareceu discretamente nas sombras.

Afrodite me lançou um olhar complacente e partiu, Eros e Cupido também. David veio até mim.

—Nunca vi a Luz Escarlate tão zangada, tenha cuidado –Ele foi o único a partir de pé.

Fiquei sozinho no bar do hotel e tive medo.

—Não tem como o teste ser tão ruim assim, afinal tem que ser algo voltado para amor e sexo e sou ótimo nisso.

Acalmei meu coração e fui pra casa, aquela foi a primeira vez que quis que as armas da equipe da Violet ficassem prontas logo.

Notas finais
Hey pessoal! O que acharam do capítulo? Me contem num comentário :)