As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

5 Capítulo 4 – Na cabana – The Walking Dead


Notas iniciais
Onde os mortos caminham, pessoas morrem e Dylan arruma um jeito de seduzir geral rsrsrsr

Com tantos tipos de mundo no multiverso, nunca imaginei ir parar em um onde os mortos andavam sob a terra. Eu estava cercado, caído no chão pateticamente esperando minha morte, minha breve vida acabaria ali naquela floresta, o salvador da Terra 69 seria devorado por zumbis! Foi aí que elas apareceram.

Ouvi um disparo e o zumbi mais próximo de mim teve sua cabeça explodida. O barulho chamou a atenção dos outros que me deixaram momentaneamente de lado. Avistei duas mulheres se aproximando, a primeira era loira de olhos azuis e com cada disparo certeiro acabava com o zumbi que mirasse. A outra era mais inusitada, tinha uma bela pele negra que se destacava nas cortinas de neve, mas o que mais chamava atenção era o fato dela segurar dois zumbis sem braços como se eles fossem cachorrinhos sendo levados para um passeio.

A morena empulhava uma katana e decapitava os zumbis mais próximos.

–Venha garoto! –Gritou a loira.

Me levantei e corri desviando dos braços mortos que tentavam me agarrar, escorreguei e cai aos pés de um zumbi, então percebi que era um dos que a morena controlava, de perto vi que ele não tinha o maxilar, não tinha como morder. Por que será que ela andava com aqueles dois mortos? Não parei muito para pensar naquilo, me levantei e as segui por uma trilha. Depois de um tempo percebi que os zumbis pararam de nos seguir.

–Por que eles pararam?

–O cheiro dos zumbis da Michone disfarçam o nosso –Disse a loira.

–Agora que já estamos seguros –Começou a morena que até então não tinha dito nada, ela ergueu a katana e apontou pro meu pescoço –Você tem algum grupo?

–Aiaiai calma com isso ai!

–Não podemos confiar em qualquer um assim, mesmo sendo uma criança.

–Não sou uma criança! Tenho 17 anos!

–Responda a pergunta!

–Estou sozinho! Eu juro!

–Ele parece confiável Michone, vamos leva-lo ao abrigo conosco, vendado é claro.

E lá estava eu andando, tropeçando, de olhos vendados até chegarmos no tal abrigo. Elas tiram a venda, no início foi difícil enxergar por meus olhos terem ficados muito tempo apertado, mas logo vi que estávamos num tipo de cabana, ou seria um galpão? Michone amarrou seus zumbis de estimação num canto do quarto. A loira pegou minha mochila e começou a despejar as coisas no chão.

–Ei!

–Achou que não íamos revista-lo? –Ela desprezou o livro dos mortos, observou a adaga com mais interesse e quando ela pegou a chave quase tive um enfarte, mas ela também não lhe deu muita atenção –Só isso? Esses trecos e roupas? Sem comida ou armas além dessa faquinha de manteiga? Como você sobreviveu tanto tempo sozinho?

–Eu tive sorte?

–Bem, se você for ficar com a gente é melhor ser útil! Bem eu sou a Andréa e aquela falante ali é a Michone –A morena amolava a katana me olhando como se fosse me devorar.

–Prazer em conhece-las... Eu acho. Meu nome é Dylan Stark –Dada as circunstâncias resolvi não falar do meu mundo, fui aconselhado a não fazê-lo principalmente em mundos que aparentassem não haver magia, se bem que os mortos caminhavam naquele lugar.

Sinceramente não estava gostando muito daquele mundo, iria embora na primeira oportunidade, ali era muito perigoso.

–Bem, vocês conhecem algum lugar sagrado aqui perto?

–Lugar sagrado? –Perguntou Andréa como se eu tivesse dito algo absurdo –Tipo uma igreja? Tem uma à uns dez minutos ao norte daqui. Não me diga que você é do tipo religioso?

A gente ficou jogando papo fora, eu e Andréa, Michone só ficava lá caladona me encarando. Do lado de fora caía uma forte nevasca, de repente o vento forte quebra um dos vidros de uma grande janela, deixando entrar um brisa gélida que nos fez tremer até os ossos. Como a cabana estava quase vazia fomos obrigados a usar nossos agasalhos para tapar o buraco. Nós três nos sentamos próximos um do outro a fim de se esquentar. Pensei: Essa é a minha chance de coletar energia sexual! Vou sugerir um ménage! Mas na moral, qual é a minha chance com duas mulheres adultas?

Eu tremia igual vara verde, Andréa estava na mesma, até esfregava os braços nús afim de esquenta-los, Michone parecia um soldado, encolhida com aquele olhar sério, aparentemente aguentava o frio melhor do que a gente, mas seu queixo rangendo entregava que também estava sendo bem afetada.

–Sabe, devíamos fazer o possível para nos manter aquecidos –Sugeri.

–E é o que estamos fazendo –Respondeu Andréa.

–Bem, neste mundo... Digo! O jeito louco que o mundo está, sabe? Acho que as pessoas fazem coisas... Coisas que não fariam normalmente –Eu me enrolava todo nas palavras, mas a loira começou a me olhar diferente, então revirou os olhos e se aproximou ainda mais de mim, me envolvendo num abraço –Oh! Acho que me entendeu –Me virei pra morena e ela me lançou um dos seus olhares furtivos.

–Michone, é melhor um pouco de contato humano do que morrer congelada –Falou Andréa.

Michone acabou se aproximando também, mesmo que de mal gosto. Ficamos ali abraçados por um bom tempo e realmente ajudou, logo comecei a prestar atenção na macies do seio de Andréa contra meu corpo e comecei a ter uma ereção, fiquei com vergonha. Decidi! Não vou coletar energia nesse mundo! Não estou pronto pra transar com uma mulher mais velha, quem dirá com duas.

Meu órgão se recusava a amolecer, pelo contrário, parecia ficar ainda mais rígido. A loira se moveu e seu braço escorregou para minhas pernas. Oh Deus. Ela olhou pra mim e riu.

–Sério?

–Eu, é...

–Você por acaso já usou isso antes? –Nessa hora Michone olhou tentando entender aquele papo.

–Eu? Sim, na verdade três vezes.

O que era aquilo nos olhos azuis de Andréa? Parecia estar cogitando a possibilidade de...

–Sabe, a última vez em que fiz sexo foi há meses atrás, em um carro.

Michone se desencostou de mim, olhando confusa para a amiga.

–Do que vocês estão falando?

–O mundo já era Michone, se as pessoas podem matar umas às outras, não vejo nada errado em se aproveitar um homem quando se tem um, independente da idade!

–Você esta dizendo que... –Perguntei.

–...Que não vejo um desses a muito tempo –Disse a loira segurando meu pênis por cima calça o que me fez sobressaltar –E que estou a fim de provar.

Ela me deu um beijo na boca. A morena levou um susto com a atitude da amiga, e eu? Eu tinha que aproveitar aquela oportunidade. Beijar alguém mais velho para mim era esquisito, mas de certo modo era a mesma coisa de se beijar alguém da mesma idade, a diferença é que a sensação de proibido deixa tudo mais excitante.

Quem diria que eu todo nervoso pensando em como seduzi-las, e só precisava ter uma ereção? Andréa me beijava com vontade aumentando nossa temperatura.

–Uau, deu até calor –Eu disse.

–E então Michone?

–E então o que?

–Eu não conto pra ninguém, se vocês não contarem –Sugeri e Andréa sorriu concordando.

Como se fosse para me ajudar, o vento soprou com violência esfriando ainda mais a cabana. Precisávamos nos aquecer se quiséssemos sobreviver. Me inclinei na direção de Michone com receio, ela ficou parada até que encostei meus lábios nos seus, senti seu queixo parar de bater de frio quando ela retribuiu o gesto.

Nós três trocávamos beijos e carícias, nunca vou esquecer da cara que elas fizeram quando se beijaram. Comecei a beijar o pescoço da morena que fecha os olhos, mas se mantem calada, Andréa sorri pra mim e vai para o outro lado do pescoço de Michone. Nós dois fizemos um desafio silencioso para faze-la gemer. Beijamos, demos chupões generosos e sussurros ao pé do ouvido, ela tremia, mas não gemia, então tive uma ideia. Lambi do pescoço até a orelha, depois até o cangote e então lhe mordi.

–Aar! –Ela deixou escapar um gemido baixinho.

Com um pouco de receio peguei em seu peito, ela não usava sutiã, de modo que pude sentir como era macio. Andréa seguiu meu exemplo e ao invés de beijos e chupões começou a dar mordidas. Mordemos seus braços, pescoço e fomos descendo. Diferente de mim, a loira não tinha tanto receio, ela puxou a blusa da outra com tanta velocidade de seus seios saltaram pra fora. Michone pareceu tão envergonhada que ia desistir, então como se tivéssemos combinado, eu e Andréa caímos de boca em seus peitos.

–Ooooor! –Michone gemeu alto.

A pele negra dela era lisa e brilhante como chocolate, o que dava a maior vontade de comer. Seus mamilos mais escuros que sua pele estavam durinhos, tanto pelo frio, quanto pelo tesão. Andréa deixou o peito da amiga de lado e veio até mim. Ela desafivelou meu cinto, abriu meu zíper e pegou meu pênis. Sua mão estava gelada, mas quando se abaixou e chupou minha rola, pude sentir o calor de sua boca, minha ereção ficou ainda mais rígida e eu gemi.

–Ooor!

Logo as roupas que vestíamos se tornaram nossa cama e o frio deu lugar a o calor do libido. Percebi que até a depilação era algo difícil naquele mundo, mas com o tesão que eu estava, caí de boca no matagal. Michone ainda tentava segurar seus gemidos, mas era inútil, eu não era tão experiente, só tinha chupado a vagina de Suzana de Nárnia, entretanto fazia tanto tempo que aquela bela buceta negra não era tocada, que o menor contato lhe provocava espasmos de prazer.

–Vem garoto! Mostra que já é homem e me fode –Chamou Andréa.

Deixei a buceta negra de lado e fui verificar a branca, mas ela não estava a fim de boquete, queria partir logo pros finalmente. Esfreguei a cabeça da minha rola naqueles lábios arroxeados e logo enfiei.

–Ooor! Isso! Ai que saudade! Mete vai! –Eu ainda nem estava me mexendo e ela gemia horrores, acho que estava mesmo na seca.

Aumentei a velocidade sentindo meu pênis entrar e sair, sentindo as paredes da vagina apertando-o com vontade, como se estivesse com fome, fome de rola. Os peitos de Andréa eram maiores e balançavam com minhas investidas.

–Ooor Isso! Vai mete!

E pela primeira vez Michone tomou uma iniciativa, ela envolveu a cabeça de Andréa com suas pernas, se abaixando e esfregando sua vagina na cara dela, a loira a chupou metendo a língua e os dedos.

–Ooor! –Michone não segurava mais os gemidos.

Transamos ao som bizarro dos zumbis de Michone, eles gemiam como um lamento, será que estariam lembrando de quando eram vivos e estavam a fim de comer uma buceta? Dificilmente.

Tirei meu pau de Andréa para provar de Michone.

–Eu gosto de ir por cima –Ela disse.

Me deitei segurando a base do meu pau para mantê-lo reto, ela desceu aos poucos deslizando sentindo sua vagina ser preenchida, quando estava na metade nos assustamos, porque Andréa se levantou e a empurrou pra baixo, fazendo meu pau entrar com tudo.

–Aaaaaaar! –Michone gritou fininho e a loira caiu na risada.

Passado o susto, ela começou a rebolar, a sensação era ótima. Andréa veio e abriu suas pernas sobre meu rosto. Michone pulava no meu pau feito louca e gemia descontroladamente, era evidente que não via um pênis a muito mais tempo do que a outra. Confesso que fiquei um pouco sufocado com aquela buceta na minha cara, mas estava com tanto tesão que me recusei a reclamar.

–Iaaaaiaiaiaiaiarrrr! –Esse gemido estranho fez Andréa e eu pararmos e olharmos pra Michone que revirava os olhos e apertava os próprios seios. Ela parou ofegante, saiu de cima de mim e despencou ao nosso lado.

–Colega esse foi o gemido de orgasmo mais esquisito que já vi.

Michone riu. Ela riu! Achei que não sabia fazer aquilo.

–Agora é a nossa vez! –Diz Andréa.

Soco nela novamente, dessa vez sentado e ela por cima, de modo que os dois nos movíamos. O calor aumentava cada vez mais, ofegávamos, gemíamos, eu sentia a energia sexual sendo coletada com mais intensidade, estava chegando perto.

–Estou quase lá –Eu disse e ela saiu de cima de mim.

–Se deita.

Obedeci e ela veio pra cima de mim, só que de cabeça pra baixo, começamos um 69 com violência, pois ambos já estávamos perto. Enfiei três dedos com força naquela buceta, enquanto pressionava o clitóris com minha língua, muito líquido escorria em minha cara, ela estava ficando cada vez mais molhada, então a senti contrair os músculos das pernas.

–Oooooor! –Ela gozou.

Enquanto eu a estava chupando, ela me masturbava, chupava meu pau, lambia a glande, movimentava a mão pra cima e pra baixo, sem intervalos. Só parou quando ela gozou e depois continuou, senti o calor vindo, se acumulando na base.

–Estou perto!

–Vai! Goza pra mim!

–Oooooor! –Ela abocanhou meu pênis sugando todo meu esperma, senti um calor enorme, senti minha porra sendo bombeada para a boca dela, o orgasmo era maravilhoso, eu dobrava os dedos dos pés me retorcendo todo, e logo o fogo foi diminuindo e fiquei ali acabado.

Andréa se levantou com a boca cheia, eu e Michone olhamos pra ela pra ver o que faria, e ela engoliu e abriu a boca, colocando a língua pra fora para que víssemos que estava vazia. Todos nós rimos. Nos vestimos e dormimos abraçados até o amanhecer.

O sol nos deu a ar de sua graça, começando a derreter a neve e aquecendo nossos corpos. Nos levantamos em silêncio, pelo jeito ninguém queria comentar a noite passada, Michone voltou a assumir seu semblante de soldado. Tomamos café, que consistiu em biscoitos e água.

–A igreja fica para aquele lado, não é?

–Você quer ir mesmo pra lá –Perguntou Andréa –Por que não faz suas orações aqui mesmo?

–Desculpe, mas acho que me despeço de vocês agora –Disse me levantando.

–Você não tem comida, água, ou armas, como vai sobreviver? –Ela parecia mesmo preocupada. Então sorri.

–Do mesmo jeito que sobrevivi até hoje.

–Que seria?

Apenas sorri e abracei. Depois fui até Michone que me deu um aperto de mão.

–Obrigado por salvarem minha vida. Vivam bem –E parti.

Senti elas me seguindo com o olhar, mas não olhei pra trás. Não podia me apegar a ninguém!

Andei por dez minutos e não encontrei nenhum morto vivo, devia ser meu dia de sorte. Avistei a igreja, não era grande coisa, mas ainda assim era um lugar sagrado e ia servir para abrir um portal. Abri a porta da casa de Deus e me senti no inferno. Dezenas de zumbis estavam lá dentro e ao ouvir o barulho da porta se abrindo vieram todos em minha direção. Me forcei a não gritar e corri para o lado da construção, eles me seguiam, tropecei, droga! Por que eu tinha que ser tão desastrado!? O que eu ia fazer?

Saquei a adaga do cavaleiro de cristal, a sacudi e ela se expandiu se tornando a espada de diamante, cortei o zumbi mais próximo, e ele explodiu em luz e foi absorvido. Voltei a correr e me deparei com dois outros vindo da floresta, os cortei facilmente, entretanto vi outro grupo vindo pelo mesmo caminho. Se eu não corresse iam me cercar! Droga! Droga! Corri e então avistei, uma capela com a imagem de algum santo que eu não reconhecia, mas era minha salvação!

No altar tinha uma banheira de vidro com água, devia ser usado para o batismo, encostei a chave ali e o líquido brilhou abrindo um portal. Os mortos se aproximavam, dei adeus àquele mundo pulando naquela água suja.

Mergulhei pelo que pareceu ser um oceano, a água era escura e profunda, nadei desesperadamente para superfície, vi a luz do sol, emergi ofegante. Olhei pros lados. Ótimo estava mesmo num oceano! Seria meu fim morrer afogado ou devorado por uma criatura marinha? Onde eu ia achar um local sagrado no meio daquela imensidão azul? Ouvi um barulho tão alto que que quase molhei as calças mais do ela já estavam molhadas, me virei e avistei um enorme navio, tipo enorme mesmo!

Me jogaram uma boia, a peguei e me puxaram. Eu estava a salvo! Caí no chão e cuspi um pouco de água, olhei para os lados e vi uma grande quantidade de pessoas me encarando, olhei pra baixo e vi um par de sapatos engraçados que davam em tornozelos magros e escuros, continuei subindo e me deparei com um cara moreno sorrindo pra mim:

–Bem vindo ao S.S Tipton!

Notas finais
O que acharam dessa noite na cabana?