As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
6 Capítulo 5 – O beijo do tritão – Zack e Cody Gêmeos à Bordo
Notas iniciais
Eu sou Dylan Stark, estou numa missão para salvar o meu mundo, e para tal, viajo por entre várias existências. Nessa viagem fui parar no meio de um oceano, achava que estava perdido, quando avistei um navio, jogaram-me uma boia, salvando-me de morrer afogado. Uma vez à bordo, cuspi água salgada e vi um par de sapatos engraçados, levantei a cabeça, me deparando com um homem negro com um terno amarelo, mas ao invés de calças, usava um short acima dos joelhos.
–Bem vindo ao S.S Tipton! –Antes que pudesse responder, ouvi gritos eufóricos vindos do meio de uma multidão de curiosos.
–É uma sereia?! É uma sereia?! É uma sereia?! –Uma morena usando roupas com muito gliter, atravessou a multidão sorrindo e ao avistar o recém chegado desanimou –Não é uma sereia, é só um menino! Joga ele de volta Sr. Moseby!
–Não vamos fazer isso London!
–Eu quero uma sereia! O papai disse que ia me mandar uma sereia!
Outra voz veio pela multidão.
–O que tá pegando? –Disse um garoto loiro de seus quinze anos –Uau acharam um corpo!
–Não seja idiota Zack, não vê que ele esta vivo?
Olhei para o dono da outra voz, e este era idêntico ao primeiro, eu estava vendo dobrado? Desmaiei.
Em meus sonhos, tinha medo de ser jogado de volta para o mar, por eu não ser a sereia que a tal London queria de presente. Acordei assustado e dei de cara com um gordo de óculos me encarando bem de perto, bem de perto mesmo, seus cabelos cacheados caiam sob o meu rosto de um modo muito assustador.
–Sai de cima de mim! –Gritei o empurrando e me levantando num pulo, quando percebo que estava pelado. Puxo um lençol e me cubro –Onde eu estou e cadê minhas coisas?!
–Ai em baixo do lençol –Responde o gordo se levantando e corando –Espera você deve estar se referindo as suas outras coisas e não a...
–Cala a boca Woody! –Só então prestei atenção a minha volta. Eu estava num quarto, com duas camas, a que eu estava dormindo momentos antes, e outra onde estavam dois garotos idênticos. O que mandou o gordo se calar se aproximou com cuidado e falou comigo –Oi tudo bem? Eu sou o Cody, aquele é o meu irmão Zack e este cara que não entende o que é distância aceitável entre duas pessoas, é o Woody. Você esta no navio S.S Tipton, nós te salvamos ontem.
–Ontem? Eu dormi tanto tempo assim? –Minha barriga roncou alto e os três riram.
–Vamos te levar pra comer alguma coisa, mas primeiro quem é você?
–Sou Dylan Stark, eu... –Procurei minha mochila e avistei-a do lado da cama. Não podia dizer que vinha de outro mundo, tinha que mentir, como eu estava em um navio, podia perceber que aquele devia ser um mundo regido por navegação, devem conhecer termos como piratas, tesouros e estas coisas –Eu fui raptado por piratas, me fizeram andar na prancha e me deixaram pra morrer, obrigado por me salvarem!
–Piratas! –Exclamaram Zack e Woody ao mesmo tempo!
–Piratas no século XXI? –Perguntou Cody.
–Não seja incrédulo Cody! –Reclamou Zack –Essa é a coisa mais legal que nos deparamos no S.S Tipton! Vem conosco colega, queremos saber de todas as suas aventuras!
Sorri pra eles. Esses dois pareciam ser mais ingênuos, mas o Cody parecia muito experto e me olhava com desconfiança. Só então me lembrei do meu objetivo: Coletar energia sexual. Aqueles três não pareciam muito afim de transar comigo, tinha que tentar despertar seu interesse.
–Vou me trocar e irei conta-los minhas aventuras –Abandonei o lençol expondo meu corpo, Cody enrubesceu e virou o rosto, Zack olhou pra baixo, mas logo subiu de volta pros meus olhos, Woody... Era difícil de entender sua expressão. Me deu vergonha de minha própria atitude, mas era tudo em nome do meu mundo. Peguei uma roupa em minha mochila, me vesti e fomos todos juntos para a lanchonete.
Nos corredores do navio avistei vários folhetos e cartazes anunciando um baile de máscaras.
–Parece divertido –Eu disse.
–A chance perfeita de se seduzir alguém, não é irmãozinho? –Brincou Zack.
–Para com isso!
–Cody e Bailey usando máscaras em baixo de uma árvore –Começou a cantarolar Woody –Os sinos tocam, eles se beijam, se beijam de língua!
–Não sejam idiotas! –Cody saiu com raiva.
–Não liga não Dylan, o Cody se amarra na Bailey e não tem coragem de dizer pra ela. Dylan? Sabe que minha mãe disse que pensava colocar esse nome em mim? E o do Cody, pensou em colocar Cole. Dylan e Cole? Acho que foi melhor Zack e Cody mesmo. Dylan? Dylan cadê você?
Deixei o Zack discorrendo sobre nomes e fui explorar o navio em busca de alguém para transar e coletar energia sexual. Minha barriga roncou novamente, estava mesmo com fome.
–Direita, esquerda, direita, esquerda, para, respira –A morena vinha andando praticamente contando os passos e parou ao me ver –Oi minha não-sereia!
–Meu nome é Dylan.
–Eu sou a London e continuo sem minha sereia!
–Eu conheço algumas sereias.
–Sério?! –Perguntou animada.
–Eu te conto sobre elas, se você me der comida.
–Vamos para o meu quarto agora mesmo!
London não parecia muito inteligente, pra falar a verdade ela era muito burra, lerda, lesada, se distraia até mesmo com moscas. Depois de errarmos o caminho de seu quarto três vezes, TRÊS VEZES! Enfim chegamos. Ao entrar esperava encontrar uma suíte presidencial, mas encontrei foi outra garota lendo “Orgulho e Preconceito”, era a colega de quarto da London.
–Bailey, vasa do quarto, que precisamos de privacidade!
–Eu estou lendo! E esse também é o meu quarto!
–Te empresto um dos meus vestidos pra você usar no baile de máscaras.
–Estou saindo.
A garota era bonita, tinha o rosto meio redondo, mas um sorriso cativante. Ela saiu do quarto e London trancou a porta atrás de nós.
–Agora gatinho onde paramos?
–Eu ia te contar sobre as sereias e...
–Você não me engana –Disse London com uma expressão de vitória, que a fez perder completamente o ar de idiota.
–O que você quer dizer?
–Sei quem é você e de onde vem! –Meus pelos enrijeceram em alerta, quem era aquela garota?! Como ela poderia saber sobre mim? –Você é um tritão vindo de Atlântida! –Tive que me segurar pra não rir –E agora que te desmascarei quero meu prêmio!
–Prêmio?
–Sim, este aqui.
Ela me agarrou num beijo me pegando de surpresa. Não perdi tempo e fui logo retribuindo. Achei! London devia ter entre 17 e 18 anos, podia ser meio bobinha, mas parecia saber o que estava fazendo. Nos agarramos tirando nossas roupas e caímos pelados na cama.
–Pega o lençol –Pediu.
–Por que?
–Nas novelas todo mundo se enrola quando vai transar! Eu sempre faço isso também –Pelo jeito não era sua primeira vez, mas aquele papo de lençol era muito idiota.
–Vamos fazer diferente dessa vez.
A beijei novamente massageando seus seios, desci chupando seus mamilos.
–Oor tritão! –Ela achava mesmo que eu era um tritão? Beijei sua barriga, ela riu, desci até sua vagina, era perfeitamente depilada e tinha cor de caramelo, passei a língua com delicadeza contornando as extremidades, como uma cobra preparando para dar o bote, então caí de boca chupando com vontade –Ooooor! Isso! Aaar! Que delícia de língua marinha! Ooor!
Meu pau ficou de pé ao som daqueles gemidos maravilhosos. Ela puxou uma camisinha de dentro da bolsa e me entregou. Eu era imune à todas as doenças sexualmente transmissíveis, mas não podia lhe dizer isso. Se ela queria usar preservativo, vamos nessa, só que aquela era a primeira vez que eu usava.
–Pera um pouco, já vou conseguir –Como uma coisa aparentemente tão simples, podia ser tão complicada? Tentei desenrolar sobre a cabeça do meu pau, mas não estava funcionando muito bem.
–Me dá aqui, que faço isso –Ela tomou a camisinha das minhas mãos, a virou ao contrário e a desenrolou sobre meu pênis –Você é tão lesado, sabia?
Fiquei de boca aberta com ela me chamando de lesado! Enfim, deixei esse episódio constrangedor de lado e foquei no meu trabalho. Pressionei meu pênis em sua vagina e deslizei pra dentro.
–Ooor! –Gememos juntos.
Aquele buraco era apertado, molhadinho e quentinho. Me movimentei devagar e fui aumentando a velocidade gradativamente, senti seus gemidos aumentando, London agarrou minhas nádegas, apertando-as com tanta força que achei que ia arranca-las.
–Usa esse tridente com força tritão! –Giramos e ela ficou por cima rebolando no meu pau –Faz de mim sua pequena sereia!
Ela rebolava loucamente, gemi sentindo um calor crescente no meu pau. A sensação de se transar com camisinha era diferente, mas não tirava o prazer da trepada. Os peitos dela balançavam, agarrei os bicos e os massageei, pude ver a pele dela se arrepiando com o meu toque. London se abaixou me beijando, nos agarramos acariciando o corpo do outro, agarrei sua bunda, era pequena, mas macia. A sensação de seus peitos sobre meu peitoral era ótima, o contato pele com pele era como combustível, eu estava com um tesão da porra!
Me levantei da cama sem tirar meu pau de dentro dela, ergui suas pernas abrindo-as para minhas metidas. Soquei com força me movimentando muito mais rápido naquela posição.
–Aaaaar! Isso!
–Arr! Aar! Toma isso safada-da arr! –Eu estava muito ofegante, e ela estava muito excitada, apertava os peitos enquanto fazia cara de orgasmo.
–Mete assim! Vai! Aaar! Aaaaaaaaar! Estou gozaaaaandoooo.
Pensei que mulheres demorassem mais para gozar do que homens? Mas ela foi primeiro. Saí de dentro dela, tirei a camisinha e me masturbei, ela se ajoelhou e chupou minhas bolas.
–Oooor! –Gemi sentindo sua língua brincar com meus testículos, o fogo cresceu, o orgasmo esta vindo e então explodi –Oooooooor!
Gozei sobre ela, meu esperma escorreu por seu rosto, desceu pelo queixo e caiu nos peitos.
–Isso foi incrível –Eu disse sentindo o nível de energia sexual aumentando. Digamos que o medidor vai até 100, com as trepadas que tive até agora já cheguei à 25. Muito bom, logo poderei salvar o meu mundo.
Tomamos banhos juntos, o que foi muito engraçado, pois London vivia deixando cair sabonete e shampoo nos olhos e gritava loucamente sacudindo os braços. Depois comemos feito monstros.
–Você sabe que eu não sou um tritão não é?
–Claro que sei, sou muito inteligente! Agora vamos deixar esse nosso sexo casual só entre a gente, tá legal?
–Tudo bem –A beijei na boca e me dirigi até a porta do quarto.
–Vê se aparece hoje a noite no baile de máscaras! Eu vou ser a rainha... Digo, vai ter uma eleição e talvez eu seja a rainha, sabe?
–Estarei lá –Já ia sair, quando voltei e perguntei –Tem algum lugar sagrado no navio?
–Lugar sagrado? Não, a não ser a cozinha é claro. Mas vamos parar para reabastecer os suprimentos daqui à dois dias.
–Obrigado.
Saí do quarto. Eu ficaria naquele navio por mais dois dias. Pra falar a verdade gostei de saber disso. Nunca fui num baile antes, ia ser muito legal participar desse baile de máscaras e...
Fui derrubado por um vulto vermelho escuro.
–Ai minha cabeça –Era uma garota. Ela saiu de cima de mim, eu estava atordoado e não pude ver seu rosto –Me desculpe, mas estou com pressa.
Ela correu sem que eu visse seu rosto, olhei para minha mão esquerda e percebi que segurava algo que não era meu.
–Espera você esqueceu... –Ela já tinha sumido, na minha mão estava uma fita de cabelo rosa –Vou guarda-la, talvez eu a encontre no baile.
Caminhei pelo S.S Tipton, vi o Sr. Moseby dando uma bronca no Zack e no Woody, vi a colega de quarto da London, a Bailey, lendo seu livro na lanchonete, vi vários outros tripulantes se divertindo. Acabei voltando para o quarto onde estavam minhas coisas, mas a porta estava fechada.
–Droga!
Bati na porta e ninguém respondeu. Dei a volta, fui parar do outro lado do quarto, vi a escotilha que servia de janela, mas estava muito alto para que eu pudesse espiar ali dentro. Subi numa cadeira e quando espiei o quarto, vi o Cody em frente a um computador, com as calças abaixadas, ele estava batendo punheta vendo pornografia?! No meu mundo é muito difícil de se ter acesso à esse tipo de conteúdo, como já disse antes, lá somos todos muito reservados. De onde eu estava não conseguia ver o pênis do Cody, ele estava de costas, mas pude ver a tela do computador e essa foi a parte bizarra, ele estava se masturbando vendo fotos do Zack! O que era estranho já que eles eram iguais.
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