As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

34 Capítulo 33 –A Primeira Fênix –Leite Condensado


Notas iniciais
Dylan esta se sentindo um pouco diferente depois da transa com os três deuses, mas ainda exitem muitas surpresas em sua viagem pelos mundos.

Voltar à Hogwarts foi menos mágico do que pensei, ainda estava exausto da transa com Afrodite, Ares e Hefesto, mesmo tendo dormido dois dias seguido.

—Muito obrigado por ter me levado com você nessa aventura –Agradeceu Luna.

—Foi mesmo uma aventura e tanto, meu medidor esta em 50%.

—Uau!

—Logo conseguirei salvar meu mundo.

Bocejei cansado e Luna me convidou para dormir na sala Precisa e assim o fiz, dormimos juntos e abraçados, foi fofo sim, mas desabei num sono profundo. Em meus sonhos me vi pelado cercado de todos com quem já transei, era um flash back do poder de Afrodite.

—Um dos seus futuros possíveis é se tornar um deus –Acordei ofegante e vi o rosto solene da bruxinha que dormia com os anjos.

—Chegou a hora de nos despedimos, foi muito bom te conhecer –Lhe dei um selinho e seus lábios se dobraram num sorriso. Peguei minha mochila, ergui a chave de dimensões e encostei na porta da sala Precisa –Me leve onde preciso ir, me leve para o próximo mundo.

Uma porta de luz surgiu, ao atravessar me vi numa sala com piso de madeira e sofás espalhafatosos e a inusitada cena de uma garota lendo a Evolução das Espécies de Charles Darwin.

—Alguém no multiverso realmente lê esse livro?

A garota deixou o livro cair e me olhou de boca aberta, ela piscou e esfregou os olhos para checar se estava imaginando coisas.

—Você... Você acaba de atravessar uma porta de luz?

—Bem, eu...

—Você é um anjo? Me diz que é um anjo! Sempre quis transar com um anjo!

Aquele foi um estranho primeiro diálogo, mas gostei da forma trivial que a garota se referia ao sexo.

—Bem, não sou um anjo, mas adoro transar, mais do que isso, eu preciso.

—Também sou assim, se passo mais de uma semana sem transar começo a ter ataques de pânico –O jeito daquela garota era hilário, a forma que gesticulava enquanto falava, as caras e bocas fazendo exclamações exageradas e as frases meio sem sentido faziam dela, alguém muito legal de se ter por perto.

—Prazer em conhecê-la, eu sou Dylan Stark.

—Meu nome é Anna.

—Anna?

—Isso, só Anna –Ela explicou brincando com seu pingente de fênix –Agora vamos voltar para parte em que você explica como atravessou uma porta de luz e apareceu aqui.

Não sei por que me senti tão a vontade com ela, mas me sentei e me pus a falar sobre minha missão e minhas desventuras sexuais, seus olhos brilhavam de excitação. Anna não aparentava duvidar nem mesmo de uma palavra se quer do lhe disse e para minha surpresa ao final de meu relato ela disse:

—Irei ajuda-lo dando pra você! –Ela se levantou e se dirigiu para porta –Já que você precisa de muita energia sexual, vou aproveitar e convidar dois amigos meus para essa diversão, mas não se preocupe, não direi nada sobre seu segredo.

—Você é legal simplesmente Anna –Eu disse.

Fiquei sozinho naquele lugar, mas foi por pouco tempo, pois logo em seguida me deparei com uma entidade. Uma bola de fogo surgiu no ar, dei um pulo e arremessei o livro de Darwin em sua direção, a bola de fogo assumiu a forma de uma mulher bem a tempo de ser atingida na testa pelo livro, ela despencou pra trás me deixando lá, parado e incrédulo. A mulher se levantou irada e indignada.

—Você me atacou com “A evolução das espécies?”

—Bem, foi um reflexo.

—Vou deixar passar dessa vez –Aquela mulher nem precisou se apresentar para eu saber o que ela era, afinal tinha estado com gente de sua estirpe há poucos dias.

—Você é uma deusa.

—Nossa, você é esperto, viajante. Eu sou a fênix e a garota que acaba de conhecer é uma de minhas protegidas, minha favorita.

—A Anna é mesmo legal.

—Ela já passou por muita loucura em sua curta vida humana, mas transar com um viajante de mundos vai ser um ponto alto.

—Obrigado pela parte que me toca, mas a que devo a honra de sua aparição?

—Não é todo dia que se pode encontrar um viajante, até mesmo para um deus, migrar para outra realidade é algo complicado. Por exemplo, pode existir outra versão sua em outros mundos.

Até agora nunca tinha encontrado nada desse tipo, nunca me deparei com a mesma pessoa em mundos diferentes, com exceção é claro da Violet, mas ela também era uma viajante.

—Existem outras versões minhas por aí, num mundo de cavaleiros protegidos por constelações, eu não passo de uma armadura. Em outro, sou uma nação de aves que praticamente se tornaram animais de estimações. Numa realidade em que você já esteve, sou uma entidade ômega destruidora de mundos e estou estritamente relacionada com mutantes.

—Onde você quer chegar?

—Vim lhe pedir para me matar.

—O que?

—Não eu, mas uma outra versão de mim mesma. Lá sou um tipo de demônio e vou causar muitas mortes, a não ser que você me detenha.

Aquele papo de ajudar uma deusa a matar uma versão demoníaca sua, era bem suspeito, no entanto eu me sentia tão leve ultimamente que topava qualquer coisa.

—O que ganho com isso?

—Sexo pelo caminho.

—Parece justo.

—Tome –Ela tirou uma pena dos cabelos, era fantástica, cores pareciam flamejar naquela pequena pluma –Use isso para ir ao mundo da minha versão demoníaca e também lhe ajudará a mata-la. Não se preocupe, pois assim que chegar a esse tal mundo encontrará um amigo.

—Por que você se importa com o que acontece com outros mundos?

—Me importo com meu marketing pessoal e pega mal pro currículo lattes divino ter uma copia demoníaca solta por aí –Me pareceu um motivo bem justo –Minha querida Anna esta chegando com seus amigos, vocês vão se divertir um bocado. Te vejo por aí Dylan Stark, caso se torne um deus.

Assim que a fênix desapareceu, Anna atravessou a porta junto de dois garotos idênticos, eles tinham pele e olhos claros, sorrisos encantadores e um certo ar de sacanas.

—Dylan, esses são Nicolas e Nicolau –Disse Anna.

—Gêmeos? Adoro gêmeos, até me fez lembrar de dois amiguinhos que conheci num navio.

—Não sei quem eram esses amigos, mas duvido muito que sejam mais gostosos que a gente –Disse o mais desinibido dos irmãos.

Sorri já gostando do que ia acontecer, enfiei a pena na mochila e a joguei de lado, sem perder tempo Anna veio e me beijou, assim que senti sua língua enroscando com a minha soube que ela era experiente. Os gêmeos vieram por trás de mim, beijando o meu cangote, o arrepio se espalhou por minha pele. O mais gentil tirou minha camisa, o outro me deu um chupão, Anna se abaixou tirando minhas calças e cueca de uma vez só.

Minha rola estava dura e pulsava, o engraçado é que meu corpo parecia diferente, como se algo dentro de mim tivesse me feito mudar meu jeito de ver a mim mesmo, eu era sensual, sexy, gostoso! O encontro com os deuses me fez ver o melhor de mim, eu era um gato no cio, um trepador do multiverso e eu adorava a sacanagem.

Fiquei de quatro e Lau, apelido de Nicolau, se pôs a morder minhas nádegas, suas mãos as apertava e abria analisando meu cuzinho e logo caindo de boca. Anna veio pela minha frente e se ocupou chupando meu cacete, gemi sentindo o prazer pelas duas vias e para completar, Nicolas ficou de pé e me ofereceu seu pau, chupei com vontade.

—Huuuuummm –Gemi com a boca ocupada. Lau caprichou no cunete, quando já estava bem lubrificado, empurrou sua piroca no buraco –Aaaar!

—Vou arrombar esse seu cuzinho, seu safado!

—Então mete com força! Aaaaar!

O cara atendeu meu pedido, segurou minha cintura e meteu com tanta força que fiquei dando pulinhos, Anna saiu debaixo de mim, o movimento estava brutal, tive que parar de chupar o pau do Nicolas, pois gemia loucamente me contorcendo. Aquela rola gostosa entrando e saindo, deslizando dentro de mim me fazendo me sentir vivo!

—Vamos fazer um trenzinho –Anna sugeriu.

Anna se deitou empinando o rabo, Nicolas roçou sua rola por trás e encaixou em sua buceta, deslizando para dentro da garota. Lau parou de meter em mim, mas não ousou sair de dentro, sentia sua rola pulsando no meu interior. Sem desmanchar a penetração fomos até o outro casal. Encontrei abrigo nas nádegas de Nicolas, as abri e enfiei meu pau duro e babado, seus gemidos eram muito gostosos, mal comecei a meter nele e Lau voltou a me arrombar.

Nós quatro íamos a loucura, gemendo e gritando por mais. Comer e dar ao mesmo tempo era fantástico! O calor de nossos corpos, o arrepio da pele, o suor, as vozes arfantes, tudo parecia uma sinfonia do prazer. Nicolas virou a cabeça pra trás beijando minha boca, os beijos eram intercalados com gemidos e baforadas quentes, ele se virou pra frente e mordi seu pescoço. Anna empurrava seus quadris pra trás com tanta força que empurrava nós três.

Desmanchamos o trenzinho, Anna e Nicolas se deitaram de pernas abertas. Lau foi fodê-la e eu observei aquela bela visão do garoto piscando o cú me esperando. Com cuidado fui o penetrando e me deliciando com as caras e bocas dele, seu pau pulsava em resposta ao prazer anal.

—Ai! Mete vai! –Ele pediu e atendi segurando suas cochas e metendo com tudo.

Aquele buraco era uma delícia, apertei suas cochas e continuei metendo, os gemidos dele me faziam querer fodê-lo ainda mais, a intensidade era tanta que dava pra ouvir o alto barulho de meu saco batendo na bunda dele. Anna gemia com seus peitos balançando, entre eles o pingente de fênix parecia brilhar, lembrei da deusa, mas resolvi me concentrar no meu “trabalho”, me inclinei e dei um mega beijão desentupidor de pia no gêmeo.

Olhei pro lado, mais especificamente para bunda do Lau, a forma que ela se mexia em resposta as fortes metidas que dava em Anna. Saí de dentro de Nicolas e me acocorei atrás de seu irmão mordendo sua bunda e eventualmente enfiando minha língua em seu ânus.

—Oooor!

Nicolas foi oferecer seu pau à garota e fodeu sua garganta. Fiquei de pé beijando e mordendo o pescoço e ombro de Lau, enquanto roçava meu pau em sua bunda, pelo jeito ele não era só ativo, era versátil. O penetrei, seu cú era mais apertado do que o do seu irmão.

—Que buraco gosto-so! –Na última sílaba dei uma forte metida o fazendo pular dando um gritinho.

Ele se virou me dando um beijo e abandonou a buceta de Anna. Ficamos de frente nos beijando e nos agarrando, nossas mãos apertando e arranhando o corpo um do outro, nossas rolas roçando e pulsando, estava um tesão da porra! Anna de joelhos se revezava chupando aqueles três cacetes, ela era gulosa, engolia até o talo, chupava duas de uma vez, lambia saco, sugava a glande, masturbava os paus em espera e nos olhava com cara de puta.

—Quero sentir os três dentro de mim!

Nicolas se deitou e ela montou nele, deslizando sua buceta em seu pau, Lau foi por trás e penetrou seu cú. Assisti um pouco aquela bela visão de uma garota sendo fodida pelas duas vias. Quando não pude mais aguentar me juntei àquela suruba. Enfiei na buceta já preenchida, depois saí e fui pro cú e assim fiquei revezando proporcionando hora uma DP pela frente, hora uma DP por trás. Anna gemia loucamente, sua buceta estava tão babada, que escorria por sua pernas, lambuzava a virilha de Nicolas e lubrificava tanto meu pau que depois encaixava facilmente em seu ânus.

—Ai eu vou gozar! Vou gozar! –Gritou a garota.

Os gêmeos apertaram seu corpo e meteram com força, escolhi ficar na buceta e caprichei. Anna gozou se debatendo loucamente, fiquei até com medo dela estar tendo um ataque epilético, mas depois do clímax, ela suspirou satisfeita. Desfizemos a posição, todos estávamos com as rolas pulsando e com cara de orgasmo, todos estavam perto do ápice.

Me sentei inclinado e fiz sinal para os gêmeos gozarem sobre mim. Vê aquele dois caras iguais batendo punheta e me encarando foi excitante pra caralho, principalmente quando gozaram ao mesmo tempo me banhando com sua porra quente.

—Tesão do caralho! –Exclamei. Os gêmeos gemiam movendo suas mãos freneticamente despejando os últimos jatos sobre mim –Ooooooor! –Gemi gozando gostoso como um chafariz.

Olhei para a abertura de minha glande expelindo aquele líquido branco até diminuir para um líquido translucido menos denso, minha respiração se estabilizou dando fim ao orgasmo. Juntos fomos tomar banho e foi divertido, é muito engraçado. Como consigo me aproximar das pessoas tão rápido? Estava naquele mundo há apenas duas horas e já tinha transado com três pessoas.

Os gêmeos foram embora me deixando com Anna, assisti ela se vestindo e depois nos deitamos batendo um papo.

—Muito obrigado, consegui ganhar 10% com essa transa, vocês são mesmo quentes.

—Escute, eu sou do tipo que adora viver aventuras, já passei por muita coisa nessa vida e sei que ainda tem muita insanidade no meu futuro. Eu amo minha vida. Transar com um viajante do multiverso vai marcar minha vida pra sempre.

“Você deixará marcas pelos mundos que passar” foi uma frase de Afrodite.

—Você também me deixou uma marca, Anna. Todas as pessoas com quem transo me ajudam a salvar meu mundo, de certo modo todos com quem estive serão heróis.

Anna gostou da ideia de ser uma heroína, ela me deu um beijo, mas este não foi como os anteriores, foi doce e gentil, foi romântico.

—Gostaria de te ajudar de novo. Venha me visitar novamente.

—Acho que posso voltar aqui.

—Eu não vou estar aqui.

—O que? Por que?

—Sou uma peregrina, ainda não achei meu lar. Estou aqui há algum tempo, gosto daqui, mas este ainda não é o meu lugar.

—Nos veremos novamente e quando isso acontecer, espero que tenha achado seu verdadeiro lar, simplesmente Anna.

Trocamos mais alguns beijos e então resolvi seguir em frente, peguei a chave Mestra das Dimensões e usei a pena que a primeira fênix tinha me dado.

—Fênix demoníaca, aí vou eu –Abri um portal e o atravessei deixando um mundo para o qual em breve voltaria.

Quando atravessei a luz achei que tinha sido transportado para algum filme de exorcismo, eu estava no centro de um circulo de sal com desenhos de um elaborado pentagrama. Olhei assustado a minha volta, estava num tipo de porão, as paredes estavam pintadas de sangue, a iluminação vinha de tochas e três vultos estavam diante de mim.

—Acho que o feitiço não deu muito certo –Disse uma voz masculina. Três homens me encaravam com curiosidade. O que falou tinha cabelos lisos que iam até os ombros, olhos escuros e usava uma jaqueta marrom –Quem é você?

—Eu... –Antes que eu respondesse, um segundo homem deu um passo a frente e me encarou boquiaberto.

—Dylan Stark? –Ele tinha cabelos curtos e loiro escuro, seus olhos eram verdes e eu o conhecia.

—Dean Winchester?

Notas finais
O que acharam? Quem lê LA deve ter gostado de ver esse mesmo sexo de uma perspectiva ´diferente