As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
35 Capítulo 34 –No Covil dos Caçadores –Sobrenatural
Notas iniciais
—Deixa eu vê se entendi direito, vocês dois se conheceram no mundo dos sonhos? –Perguntou o cara de cabelos compridos que se apresentou como Sam.
—Eu acho isso bem possível –Comentou um cara bonitão, mas com expressão de incerteza que se apresentou como Castiel.
—Eu também estou confuso com isso tudo –Disse Dean Winchester, um cara que me ajudou em minha jornada no mundo dos sonhos –Pensei que tinha sido só um sonho, eu... –Ele olhou pra mim e tive certeza que estava se lembrando de nossa pegação, o que o fez tossir e disfarçar.
Estávamos num tal esconderijo dos homens de letras, um lugar muito aconchegante. Dean e Sam eram irmãos que saiam por aí fazendo o negócio da família, matar monstros, caçar coisas como espíritos, vampiros, demônios, anjos e todo um leque de algum bestiário.
—É legal te ver de novo, Dean. O multiverso até parece pequeno.
—E você, ainda esta naquela... Missão?
—Sim, ainda viajo por aí transando com as pessoas e coletando energia sexual –Sam se ajeitou na cadeira e Castiel inclinou a cabeça de lado fazendo sua usual cara de confuso.
—Que nem o cara da pizza?
—O que? –Perguntei sem entender a comparação.
—Mais ou menos isso, Cass –Respondeu Dean –Bem, sua chegada foi muito inesperada.
—Normalmente é.
—Nós estávamos fazendo um feitiço que encontramos num grimório, estamos enfrentando uma criatura muito poderosa e este feitiço era o mais perto que chegamos de derrotar essa criatura, mas acho que deu errado.
—O que o feitiço devia fazer?
—Conjurar uma arma capaz de matar uma fênix –Respondeu Sam.
Chegava a ser engraçado, acho que nada no universo era por acaso. A deusa fênix tinha me mandado para aquele mundo para derrotar sua copia demoníaca e por coincidência era o mundo de Dean Winchester, um gato que tinha pegado no mundo dos sonhos e que agora estava tentando derrotar a mesma fênix demoníaca, tipo, minha segunda fênix.
—Acho que o feitiço acabou dando certo.
—Como assim? –Perguntou Sam.
—Acho que posso matar a fênix –Os três se olharam incrédulos.
—Ela é uma criatura muito peculiar –Disse Castiel –Conseguimos encontrar armas capazes de matar até mesmo um imortal, o problema da fênix é que ela não é imortal, ela morre, só que sempre volta.
—Eu proponho um acordo.
—Que tipo de acordo? –Perguntou Sam.
—Eu os ajudo a acabar com essa fênix e vocês me ajudam em minha missão.
—Como assim?
—Vocês transam comigo –Sam ficou morto de vergonha e incrédulo, Castiel fez a mesma cara de confuso e Dean se engasgou.
—Não nos leve a mal, você é só um garoto.
—Um garoto que provavelmente já transou mais do que vocês três juntos.
—Essa não é a questão... –Questionou Sam.
—E eu acho difícil você ter transado mais do que eu –Dean protestou inflando o peito e apertando o pau por cima da calça num ato viril.
—Não vejo problema nenhum, me parece um acordo simples. Diz pra eles Dean, se me lembro bem, você gostou muito de transar comigo –Sam e Castiel o encararam surpresos.
—Você transou com ele?
—Era um sonho! Eu... Não venha me jugar, Sam!
—Eu topo –Disse Castiel chamando a atenção de todos –Acabar com a fênix é nossa prioridade.
Sorri e encarei Sam que ficou indignado e quis protestar, mas no fim deu um suspirou derrotado. Eles me indicaram um quarto, Castiel saiu para procurar informações sobre a localização da fênix, Sam foi cozinhar e Dean beber uma cerveja e refletir. Depois de alojado resolvi e tomar banho. Quando me despi e liguei o chuveiro percebi uma silhueta atrás de mim, sorri sem me virar e esfreguei meu corpo fingindo não ter notado, alisei meus ombros, apertei minhas nádegas e massageei meu pau. Então me virei e me deparei com o Dean.
—Eu juro que pensei que era só um sonho.
—Mas aposto que ficou o dia todo pensando –Deixei o chuveiro ligado e dei um passo em sua direção –Lembrando de nosso ménage com a London, da maneira que eu chupei seu pau, como te provoquei abrindo minhas nádegas e enfiando o dedo no meu cú. Você não lutou tanto contra o desejo de me comer, e nem devia lutar agora.
—Não parece coincidência nos encontrarmos aqui.
—Não esta feliz em me ver?
—Fiquei feliz em ver que esta bem, realmente gostei de ter te conhecido.
—E então senhor Winchester, alguns sonhos se tornam realidade, não gostaria...
—Nem precisa terminar a frase.
Dean me agarrou e me jogou debaixo do chuveiro com brutalidade, beijou minha boca com desejo, nem se preocupou em molhar sua roupa. Nos atracamos, beijando, apertando e chupando. Ele tirou a jaqueta e eu desafivelei seu cinto. Sua camisa branca quando molhada ficou transparente exibindo sua musculatura. Me abaixei puxando suas calças e cueca de uma vez, ele se livrou de sua camisa. Ia chupa-lo, mas o caçador estava com fome e quis pular as preliminares e ir direto para o prato principal.
Me agarrou novamente, me tirou do chão e me escorou na parede, passei minhas pernas em volta de seu corpo, suas mãos me apertavam, sua língua se enrolava na minha, chupava meu pescoço e me mordia. Sua rola encontrou o meu ânus que já estava piscando e sem demora o penetrou.
—Ooooor! –Gemi excitado com aquela súbita invasão anal.
Era maravilhoso sentir cada centímetro daquela rola entrando dentro de mim. O olhar violento e excitante de Dean Winchester me dava o maior tesão, a água percorrendo nossos corpos era gelada, mas o calor do sexo não apagava, pelo contrário, parecia incendiar. Desliguei o chuveiro, mudamos de posição, me deitei de pernas abertas num banco, o caçador caiu de boca chupando meu cú, apertei os cantos do banco, os poros das minhas pernas se arrepiaram. Me contorci sentindo ondas de prazer se espalhando pelo meu corpo.
—Você esta mais safado do que antes.
—Sempre fui, só que agora não estou me segurando, vou te mostrar do que um Winchester realmente é feito.
Ele me penetrou novamente metendo sem dó, sua rola entrava e saia numa velocidade impressionante. O caçador alternava o ritmo, hora ia devagar me fazendo tremer e gemer com cada centímetro, hora metia como se fosse me torar no meio.
—Não para! Não para! Assim vai! Ooooor!
Dean me beijou ofegante sem parar de meter, arranhei suas costas e gemi em seu ouvido. Logo estávamos no chão gelado deitados de conchinha, ele me comia de lado segurando uma das minhas pernas, me inclinei pra trás beijando sua boca, sua barba pinicava. Montei nele e rebolei gostoso, seus olhos verdes me encaravam com uma fome feroz.
—Você é mesmo um putinho safado, Dylan Stark.
—Você não sabe o quanto –Me apoiei em seu peitoral e quiquei em sua rola o fazendo gemer e fechar os olhos.
—Estou chegando perto! –Como fomos com muita sede ao pódio, não nos concentramos em adiar o orgasmo, mas tudo bem, iriamos transar de novo ou eu não me chamava Dylan Stark –Ooooorr!
—Aaaaar! Que quente!
Ele gozou dentro de mim, deixando meu cuzinho em chamas. Saí de cima dele e chupei seu pau sugando os últimos vestígios de porra. Depois montei no seu peitoral imobilizando seus braços e ele me lançou um olhar confuso e cauteloso.
—Da última vez foi o Edmundo que gozou na sua cara, gostaria de repetir o banho? –Ele não respondeu. Sorri e me masturbei, estava com tanto tesão que chegaria rapidinho ao ápice. Para minha surpresa Dean abocanhou a cabeça da minha rola –Que gostoso! –Ele apertou as minhas nádegas e enfiou todos os dedos de sua mão direita, eles deslizaram na sua porra. Foi uma sensação gostosa que me fez alcançar o orgasmo –Ooooooor!!!
Meus jatos de esperma caíram sobre seu rosto e sujaram seus cabelos. Passei a cabeça da minha rola em seu lábios como se fosse um batom e depois ele a abocanhou como se fosse um picolé. Meu medidor estava em 64%. Ficamos de pé e nos beijamos, fomos pra debaixo do chuveiro.
Alguns minutos depois estávamos almoçando com o Sam.
—Você também tomou banhou? –Ele perguntou ao Dean.
—Tomei, é bom de vez em quanto –O loiro deu um de seus sorrisos safados. Não foi bem uma forma de confissão que transamos, uma vez que ele dá aquele tipo de sorriso o tempo todo.
Contei algumas de minhas aventuras, o que deixava qualquer um vidrado.
—Aquele punheteirozinho safado zerou seu medido? –Perguntou Dean incrédulo, ele tinha conhecido o Nico no mundo dos sonhos.
—Você transou com um dragão? –Perguntou Sam boquiaberto.
—Pra minha defesa, ressalto que era um dragão-bruxa.
—Você foi pra Hogwarts e comeu o Harry Potter?! –Sam estava completamente chocado –Nunca mais vou ler o livro da mesma forma.
—Então Harry Potter aqui é um livro? Pensando bem o Dean disse que Nárnia também era. Pelo menos você comeu o Edmundo –Comentei e Sam olhou pro irmão revoltado.
—Você comeu meu personagem preferido de Nárnia?
—Foi só um sonho, Sammy, só um sonho –Ri um bocado naquele almoço.
—Sabe, no mundo de Harry Potter, a Luna disse que minha vida, minha viagem pelos mundos era um livro chamado: As Desventuras Sexuais de Dylan Stark. É insano saber que sua vida não passa de uma história em outro mundo.
—Bem a nossa é uma série de livros escrito por um profeta de Deus –Explicou Sam.
—Maneiro. Será que quem escreveu minha história também é um profeta?
—Isso, ou um taradão lunático escritor de fics e fanfics –Brincou Dean –Por que para inventar uma história que nem a sua, só sendo muito insano, pervertido e... Talentoso, temos que admitir.
—O multiverso é uma loucura –Comentei por fim.
Castiel só retornou quando a noite caiu.
—Encontrei o rastro da fênix. Numa cidadezinha aqui perto, 11 corpos foram encontrados carbonizados.
—Parece mesmo o feitio da fênix –Comentou Sam.
—E tem mais. Chequei alguns dos corpos e encontrei vestígio de enxofre.
—Você esta querendo dizer que a fênix queimou pessoas possuídas? –Perguntou Dean.
—Com demônio e tudo.
—Vamos partir agora mesmo! –Disse Dean.
Rapidamente arrumamos nossas coisas e fomos para o carro empala preto dos caçadores. Eu e Castiel ficamos no banco de trás.
—A propósito como você pretende matar a fênix? –O anjo me perguntou.
—Com isso –Disse tirando a pena que a deusa fênix havia me dado.
—Você quer matar um poderoso demônio de fogo com uma pena? –Dean perguntou meio nervoso, meio enfurecido.
—Uma deusa de outro mundo me deu e disse que me ajudaria a matar sua versão demoníaca deste mundo.
—O que você vai fazer com uma pena? Cócegas? –Debochou Dean.
—Isso não parece um bom plano –Disse um homem que surgiu do nada do meu lado. Eu gritei e Dean pisou com força no freio.
—Crowley! –Exclamou Sam.
—Prazer em vê-lo, Alce.
—Alce? –Perguntei sem entender o apelido.
—O que esta fazendo aqui, oh capeta –Disse Dean estacionando o carro no encostamento.
—Ouvi dizer que vocês estão procurando a fênix.
—E o que você tem com isso? –Gritou Dean.
—Bem, ela matou cinco dos meus melhores homens, não posso deixar isso passar barato.
—Cinco dos seus homens? –Perguntei.
—Demônios, prazer, sou Crowley, o rei do inferno –Fiquei de boca aberta, aquela cara bem vestido era o coisa ruim?
—Você é o... Satanás?
—Se esta se referindo ao Lúcifer, não, não sou. Ele esta preso na jaula, seu cargo ficou vazio e eu me promovi na marra e assumi o trono.
—Obrigado, isso foi muito esclarecedor. Então estou sentado entre um anjo e um demônio, nossa.
—Desembucha Crowley, o que você quer? –Perguntou Castiel.
—Prazer em vê-lo também, Castiel. Eu só quero ajuda-los a se livrar desse inimigo em comum, a fênix.
—Até parece –Debochou Dean.
—E quem é essa criança no seu carro?
—Sou Dylan Stark.
—E?
—Só isso –Achei sensato não contar sobre minhas viagens à um demônio, vai que ele quisesse roubar minha chave mestra!
—Não precisamos de sua ajuda, Crowley –Disse Sam praticamente cuspindo as palavras.
—Eu não teria tanta certeza, já que sei como matar a fênix.
—Quando estivermos desesperados a gente te chama –Prometeu Dean ironicamente.
—Tá legal, quando quiserem minha companhia chamem: Crowley, Crowley, do inferno o gostosão, venha nos ajudar, porque no céu não tem pão.
—Isso é algum feitiço? –Perguntei.
—Não, mas soa bem legal –Eu não pisquei, mas não consegui ver direito como ele desapareceu.
—Se sua pena não funcionar, vamos ter que apelar pra ele –Disse Dean voltando a dirigir.
—Vai funcionar.
Depois de três cansativas horas naquele carro, chegamos à tal cidade dos assassinatos, mas era madrugada e fomos dormir num motel. Dean pediu dois quartos, ele e o Sam ficaram em um e Castiel e eu no outro. Quando entramos no nosso quarto vimos que era cama de casal, dei logo um sorrisinho maldoso e olhei para o anjo, mas ele olhava com indiferença como se não visse nada de errado.
—Pode ir dormir.
—E você?
—Não preciso dormir muito.
Eu iria seduzi-lo, coloquei minha mochila numa cadeira, me deitei de forma sensual o encarando, pisquei e não consegui mais abrir os olhos.
—Que cama confortável da porra –E dormi.

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