As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

24 Capítulo 23 – O Viajante e A Inventora –Terra 23


Notas iniciais
Olá queridos leitores, vos desejo um feliz Natal! Aproveitem esse capítulo ♥ e aguardem o de Laranja Azeda que saí essa semana.

O Brasil era um lugar realmente interessante, eram tantas pessoas diferentes, uma mistura de raças que só me fazia pensar em uma coisa: Queria um de cada na minha cama. Violet e Klaus estavam me levando para o apartamento deles que ficava perto da rede Bandeirantes de televisão, no dia seguinte assistiríamos à grande final do programa de TV Master Chef, do qual sua irmã mais nova, Sunny, estava participando.

Chegamos ao apartamento e batemos na porta, alguns instantes depois uma garotinha de seus cinco anos nos atendeu abrindo um enorme sorriso:

–Klaus! Violet!

–Sunny! –Gritaram os irmãos abraçando a pequena. Era difícil de acreditar que a Violet confiou em deixar uma garota de cinco anos tomando conta de uma de três e ainda participando de um programa de TV.

–Vocês demoraram tanto que já estava pensando em criar uma Chave Mestra das Dimensões eu mesma e ir busca-los –A garota bateu os olhos em mim –Quem é esse?

–Sunny, esse é nosso amigo, Dylan Stark, Dylan essa é nossa irmã, Sunny. Ela é um gênio da culinária.

–Só pra provar isso, irei preparar um delicioso almoço, talvez um arroz vermelho, um estrogonofe, um ganso assado flambado com vinho branco, uma salada verde, acho que um salpicão pra já ir entrando no clima de natal, e pra sobremesa uma torta de limão siciliano.

Fiquei um pouco cético com as palavras da garota, mas na hora do almoço me empanturrei de tanta comida. Conheci também a pequena Beatrice, a filha adotiva deles, ela ficou animada com o retorno do Klaus e da Violet, mas depois mergulhou a cara numa enciclopédia e parou de dar ousadia pra gente.

O apartamento deles era muito legal, o quarto do Klaus era uma biblioteca e o da Violet uma oficina mecânica. Durante todo o dia riamos, brincávamos e evitávamos falar sobre minha partida eminente. Cara, não conseguia nem imaginar dando adeus à inventora.

Quando a noite caiu, Violet me convidou pra sair, fui pego de surpresa e gaguejei um pouco, mas logo estávamos arrumados indo para um shopping. Tomamos sorvete, jogamos vários jogos legais, ela era bom em todos, comemos várias comidas diferentes, entretanto nenhuma delas se comparava com os pratos da Sunny. Eu estava adorando aquele passeio, riamos juntos, brincávamos, até tiramos fotos. Pra terminar fomos ao cinema assistir um filme brasileiro, era muito engraçado, entretanto não entendi qual era a necessidade de tantos palavrões.

Estávamos sentados confortavelmente nas poltronas, tomando refrigerante e comendo pipoca quando ela se inclinou colocando a cabeça no meu ombro, praticamente tremi surpreso e fiquei vermelho, me surpreendi comigo mesmo. Sério? De onde tinha saído aquela súbita timidez? Descansei minha cabeça sobre a dela e ficamos assim, como um casal de namorados normais.

–Vou sentir sua falta –Ela disse baixinho.

–Por que? Tudo que eu faço é transar por aí com todo mundo.

–Confesso que isso me irrita um pouco, mas ainda assim vou sentir a sua falta.

–Também vou sentir a sua, cara inventora.

–A propósito, obrigada. Ainda não agradeci por ter me ajudado à encontrar o meu irmão. Desculpe por fazê-lo parar sua missão para me ajudar.

–Não precisa agradecer e nem se desculpar, se não fossem por você e seu irmão, as Chaves Mestras das Dimensões nem existiriam e meu mundo estaria perdido.

–Sabe, as vezes me pego imaginando nós dois novamente no S.S. Tipton dançando naquele baile de máscaras.

–Foi uma noite muito divertida.

–Foi mesmo.

Violet olhou pra mim, não pude ver seu rosto com clareza, mas pude sentir sua intenção, ela queria o mesmo que eu: Queria um beijo. Me inclinei a beijando na boca, foi um toque tão doce que me senti como se o tempo parasse, aos poucos fui perdendo os dois por cento do meu medidor, mas de dois pra zero não é nada pra quem já perdeu tudo.

–Queria que você pudesse ficar.

–Também gostaria, mas...

–Eu sei, você tem um mundo pra salvar.

–Tem uma coisa que acontece quando fico com você, é algo curioso que não sei explicar o motivo de ocorrer.

–O que?

–Digamos que meu medidor agora esta em zero novamente.

–Mas não estava em dois?

–Estava, até eu te beijar.

–Como assim?

–Quando transo com você, ou até mesmo a beijo, meu medidor sexual ao invés de aumentar, diminui.

–Você esta dizendo que sou tão ruim que te faço perder energia sexual?!

–Pelo contrário, você é tão boa que meu corpo se recusa a perder tempo coletando energia dos outros e deixa se esvair para ter espaço para amor de verdade.

Acho que minhas palavras tiveram efeito melhor do que eu imaginava, ela ficou calada por alguns segundos, vi seus olhos arregalados e depois ela se inclinou me beijando na boca com certo despudor, como se precisasse desesperadamente dele. Nossas línguas se enroscavam enviando estímulos para todo o corpo, meu coração acelerava e meu pau latejava.

–Sabe, se seu medidor já esta em zero, você não tem nada a perder.

–Acho que mesmo que eu tivesse, perderia de bom gosto –Ela sorriu e me puxou pelo braço.

Saímos do cinema, todas as lojas pareciam estar fechadas, paramos numa de moveis.

–O que você vai fazer?

–Usar meus truques.

Violet usou uma chave de fenda, um clip de papel e um chiclete para abrir a trava eletrônica nos permitindo entrar na loja. Andamos com cuidado evitando as câmeras, foi fácil graças aos vários enfeites de natal que serviam como ótimos esconderijos, até chegar num setor que vendiam camas, ela se jogou numa enorme.

–Vamos viver uma aventura.

–Você é insana.

Subi na cama de joelhos passando meus braços ao redor de sua cintura, nos beijamos desesperados, tirei minha camisa, ela puxou a fita de cabelo rosa, caímos na cama trocando caricias, desabotoei o vestido dela, tirei meus sapatos empurrando-os com os dedos, tirei minhas calças ficando só de cueca, ela se livrou do vestido e veio pra cima de mim. Nossos beijos eram intensos, minha ereção roçava em sua vagina, estava na hora de nos livrarmos dos últimos pedaços de pano, ela tirou seu sutiã revelando seus seios pequenos e perfeitos a sua maneira, depois abaixou a calcinha bem devagar sensualizando, sua vagina estava perfeitamente depilada, o que me fez pensar que a inventora já estava planejando fazer aquilo.

Violet se abaixou tirando minha cueca, meu pênis balançou duro feito uma vara, as mãos dela começaram a me masturbar e depois sua boca engoliu meu órgão dando início ao boquete. O calor na cabeça do meu pau estava muito gostoso, o aperto molhado que descia e subia me fazia gemer, sua língua dançando por toda extensão de meu membro viril.

–Senta no meu rosto –Mandei.

Suas cochas envolveram minha cabeça, aquela bucetinha estava ao alcance dos meus toque, a puxei pra baixo enfiando minha língua o mais fundo que pude, ela gemeu e contraiu o corpo, comecei a chupar com vontade, lambendo tudo, minha cara toda babada. Violet se abaixou voltando a chupar meu pau e ficamos ali dando e recebendo prazer com aquele 69 gostoso. Gemíamos com as bocas ocupadas, ela chupava me masturbando fazendo meu tesão aumentar a cada segundo, já não aguentava mais, desfiz a posição a joguei de lado, abri suas pernas, a puxei pra mais perto, olhei nos seus olhos, sorrimos, esfreguei a cabeça da minha rola naquela buceta encharcada e a penetrei.

–Aaaaar! –Ela gemeu fechando os olhos.

–Oooor! –Gemi entrando dentro dela.

Segurei suas pernas e comecei a me mover, caralho estava muito gostoso! Era como se todo meu corpo estivesse sensível, meu pau entrava e saía num ritmo acelerado, eu variava as metidas, enfiava fundo e tirava todo de uma vez, depois metia constante, tirava até deixar só a cabeça dentro e enfiava de uma só vez novamente a fazendo gritar. Me deitei sobre ela e nossos corpos se entrelaçaram, nossos genitais queimavam de prazer, nossos peitos roçavam, e nossas bocas se encontraram num beijo com gosto de sexo.

Nossos toques eram intensos, ela arranhava minhas costas, mordia meu lábio inferior, eu desci o beijo indo até seu pescoço, o mordendo, chupando, beijando.

Nos viramos de modo que ela ficou por cima, se apoiando em meu peito começou a rebolar gostoso, sentia meu pau sendo pressionado pelas paredes da vagina dela, a sensação maravilhosa do entra e saí, nada na vida era melhor que ter alguém rebolando em seu cacete. Violet parou de rebolar e começou a quicar, saindo até a metade e descendo e entrando até o talo.

–Ooor! Violet!

Me ergui a segurando num momento muito másculo, suas pernas envolveram minha cintura e seus braços meu pescoço, de pé meti com força até ficar apulso com o peso dela. Desci da cama e a deitei na beirada de pernas abertas, sem nem sair de dentro dela. A penetração continuou, fiquei um tempo tirando a rola toda e metendo de uma vez, tirava espera alguns segundos vendo seu corpo praticamente implorando por mais e então socava tudo e então tirava e esperava de novo, a provocando.

–Soca logo essa rola! Dylan!

Enfiei e meti com tanta força que ela gritou, peguei apoio na cama e continuei metendo o mais rápido e o mais forte que conseguia e ainda assim me esforçava para aumentar ainda mais o ritmo, seus gritos, gemidos, revirar de olhos, seus dedos apertando os lençóis com força me faziam querer fodê-la de modo ainda mais intenso. Íamos à loucura.

–Aaaaaar-aaaar-aaaaaaaar! Isso! Oh meu Deus! Aaaar! Dylaaaaan! Assiiiim! Aaaar!

–Ooor-ooor-oooooor! –Meus pulmões estavam prestes a explodir, senti o calor dentro de mim, uma sensação gostosa que me fez gemer descontroladamente, era um orgasmo! Os pequenos seios da inventora balançavam, ela olhava pra mim fazendo caras e bocas. Me arrepiei dos pés a cabeça sentindo minha porra se acumular na base do meu pau, segurei o máximo que pude e então gozei explodindo em jatos quentes –Ooo-aaaar-oor-aiii! –Minha voz oscilava do grave ao agudo, do grosso ao fino. Tirei meu pau e me masturbei liberando mais alguns jatos de esperma que caíram sobre a buceta babada da inventora.

Despenquei do seu lado respirando como se fosse despedaçar minha caixa torácica, meu ouvido fez um barulho estranho, minha vista borrou, achei que fosse desmaiar de exaustão. Violet não parecia estar melhor do que eu, acho que passamos mais de dez minutos para conseguir falar.

–Isso foi incrível –Eu disse. Dentro de mim o medidor continuou em zero, mas meu coração parecia completo.

–Vamos ao banheiro dos funcionários.

Chegar naquela parte foi mais difícil, mas conseguimos, tomamos banho, Deus do céu! Banho pós sexo era simplesmente divino, parecia que a água levava meu calor me deixando com um frescor relaxante e confortável.

Saímos da loja e caminhamos de mãos dadas pelo shopping praticamente deserto, os enfeites de natal eram adoráveis, uma enorme árvore dourada, a casa do papai Noel com renas e gnomos, imitação de neve para todos os lados e lindas luzes de pisca-piscas. Até me deu vontade de ficar naquele mundo e comemorar as festas de fim de ano, mas eu tinha que ir embora. Ficaria até o dia seguinte para assistir a final do Master Chef Brasil e depois partiria pra o próximo mundo.

Voltamos para o apartamento, todos já estavam dormindo, estava combinado que eu dormiria no quarto do Klaus, mas segui direto pro da Violet. Nos deitamos na cama de solteiro e dormimos abraçados.

Quando acordei ela já tinha deixado a cama, me espreguicei, bocejei, dei uma boa coçada no saco e me levantei. Senti um maravilhoso cheiro do café da manhã, Sunny tinha preparado panquecas com geleia de frutas vermelhas, omelete de ovos de pato e iogurte caseiro. Tomamos café juntos, todos praticamente gemiam de prazer com a comida da pequena cozinheira.

–Quando você soube que queria se tornar cozinheira? –Perguntei.

–Foi algo que praticamente surgiu do nada, estava no alto de uma montanha e tive que preparar um banquete para uma trupe de vilões que tinham me sequestrado e supostamente matado meus irmãos. Tive que fazer o jantar usando praticamente apenas neve, e ainda assim ficou incrível, me senti tão feliz por ter conseguido que percebi que queria fazer aquilo de minha vida, percebi que queria cozinhar para as pessoas.

Arrumei minha mochila para partir, lá estavam a adaga do cavaleiro de cristal, o livro dos mortos, a chave Mestra das Dimensões concertada, algumas roupas e comida e um punhado de ervas afrodisíacas da Terra 69.

Pegamos um táxi e fomos para rede de televisão, fomos bem recebidos pela produção, nos juntamos a família do concorrente da Sunny, ele era um japonês de seus trinta anos. Primeiro tivemos que assistir a gravação da abertura e foi aí que vi os jurados. O primeiro era um homem musculoso e cheio de tatuagens, chamado Fogaça; o segundo um gordo que usava suspensórios e uma gravata borboleta, chamado Jacquin; e por último uma mulher bonita, magra e de nariz muito fino, chamada Paola. Os três eram chefes famosos no Brasil, eles falaram sobre a importância do programa e apresentaram os dois finalistas, Sunny, a pequena prodígio e Kinomoto, o japonês habilidoso.

Depois de gravada a abertura fomos liberados pra passear pelos sets de filmagens, uma vez que o programa só seria gravado dali há algumas horas. Vimos os auditórios de alguns programas famosos que eu não conhecia, conhecemos alguns atores e apresentadores. Me separei do grupo dizendo que iria ao banheiro e acabei indo parar numa sala vazia, a não ser por uma mesa com um enorme banquete.

–O grand final promet ser incrív, o menina parece gent grand, e a japonês já esta no nív de chef –Disse uma voz com sotaque estranho engolindo as últimas letras das palavras e trocando os artigos dos gêneros.

Me escondi atrás de um painel e vi os três jurados entrarem, o que falava era o Jacquin. Paola sentou-se a mesa e foi seguido pelos outros dois.

–Esse foi um ano muito bom, estou satisfeita com todos os competidores.

Os três jurados tinham sua beleza, e juntos davam um estranho ar de sensualidade e fome, pensei então que talvez fosse hora de tirar meu medidor do zero. Mas como eu seduziria três adultos e ainda daquele nível? Sorri ao descobrir como, tirei a erva afrodisíaca da minha mochila, agora era só pensar em como fazer pra eles comerem, mas estando num programa de culinária acho que daria um jeito.

Notas finais
Comentários?