As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

25 Capítulo 24 – A ceia –Terra 23


Notas iniciais
Diferente de minha outra história (Laranja Azeda) esta não possuí um especial de ano novo, ainda assim este é um capítulo muito "gostoso", vamos direto pra leitura!

Eu estava escondido observando os três jurados do Master Chef Brasil analisarem uma enorme ceia.

–Este salpicão esta tão comum, falta algo mais... Único –Comentou Paola.

–Que tal um erva exótica –Aproveitei a deixa e saí do meu esconderijo balançando a erva afrodisíaca da Terra 69 antiga.

–Quem é você? –Perguntou Fogaça. Ele era alto, forte, careca e cheio de tatuagens, parecia mais um motoqueiro metaleiro da pesada do que um chef de gastronomia.

–Eu... Sou... Um vendedor de iguarias –Não sei de onde me veio aquela ideia doida, mas segui com ela.

–Uma vendedor? Aqui dentr –Falou Jacquin com seu sotaque.

–Vim junto dos fornecedores –Sunny tinha me contado mais ou menos como funcionavam as coisas no programa –Pedi para poder apresentar pessoalmente à vocês esta erva exótica da Ásia, ela vem de um pequeno vilarejo, uma iguaria extremamente saborosa.

–Então vamos ver se combina com o salpicão –Sugeriu Fogaça pegando-a de minha mão –Parece coentro.

A erva passou pelas mãos dos três chefs que cheiraram e analisaram a textura, em seguida lavaram e colocaram junto do salpicão e um a um foram provando.

–Tem um sabor bem diferente –Comentou fogaça.

–Ta baum, gostei –Disse Jacquin.

–Lembra um pouco pimenta, está dando até um calor! –Exclamou Paola.

Os três começaram a se abanar e a se olharem de um jeito estranho, estava fazendo efeito! Eu tinha que chamar sua atenção para mim, então fui para o meio deles e comecei a me abanar.

–Esta mesmo muito quente –Simplesmente tirei a camisa me abanando.

–O que esta fazendo garoto?! –Perguntou Paola –Cubra logo esse peito... peitoral sexy.

–As garotos podem fica sim camis... Que cuerpo bonito –Falou Jacquin comendo mais uma colherada de salpicão.

–Desculpem, mas é que esta fazendo tanto calor. Quero provar daquela tortilha! –Me inclinei sobre a mesa empinando a bunda o máximo que pude, pelo canto do olho observei que os três jurados olhavam meu traseiro com desejo –Não consigo alcançar, pode me ajudar Fogaça?

–Claro.

Ele veio por trás de mim me encouchando, senti logo sua ereção, inclinei minha cabeça pra trás roçando em seu pescoço, ele voltou pra trás se arrumando envergonhado, tossiu tirando o pigarro da garganta.

–Você fica muito sexy com essa camisa xadrez, imagine sem ela.

Nunca pensei que veria aquele tipão de homem, ficando todo vermelho e encabulado. Paola e Jacquin me encaravam enquanto comiam mais do salpicão. Fui até eles, brinquei com a gravata borboleta do gordo e quando me virei para magra, fui agarrado e beijado na boca, em seguida empurrado sobre a mesa, Paola montou sobre mim.

–Hoje você é o prato principal, nós três temos que prova-lo.

Funcionou! Paola me beijou com ferocidade, toquei em seu peito por cima do vestido, sua língua deslizou pelo meu corpo até chegar em minhas calças, sua mão entrou nelas agarrando meu pênis. Jacquin já estava com seu pau de fora nos observando enquanto se masturbava, Fogaça ainda parecia envergonhado, ele precisava comer mais salpicão!

A jurada livrou-se do seu vestido e de suas peças intimas se postando completamente nua sobre mim, ter uma mulher tão experiente era algo realmente excitante! Ela me encara com um olhar provocador de tamanho efeito que me dava arrepios, por mais que seu corpo fosse belo, era em seu olhar que morava o perigo. Me livrei de minhas calças expondo minha rola dura, peguei um pouco da cobertura de um bolo de chocolate e cobri minha glande para Paola chupar. Quando ela deu um passo, um vulto branco passou por ela e caiu de boca chupando-me.

–Ooor! –Gemi com a brutalidade com que Jacquin chupava meu pau. Cara, só foi colocar comida no meio pra seduzir o gordo de vez.

O jurado engolia todo meu pau, fazendo uma garganta profunda, com uma mão ele segurava minha virilha e com a outra continuava na punheta. Paola veio por cima de mim, puxou o gordo pela orelha.

–Deixa um pouco dessa rola pra mim, seu guloso!

–Ai-ai-ai-ai.

Jacquin se afastou deixando minha rola toda babada, Paola veio por cima, posicionou meu órgão e deslizou gemendo. Senti as paredes daquela buceta apertando-me, Paola se apoiou no meu tórax e quicou na minha rola.

–Mete essa piroca! Aaaar! Me chama de vadia!

–Vadia? –Ela me deu um tabefe na cara com tanta força que ficou a marca dos cinco dedos e ainda ficou formigando.

Ela gemia, pulava na minha rola, se deitou sobre mim mordendo meu pescoço. Aproveitei-me dessa inclinação para pegar apoio em sua bunda, comecei a me movimentar metendo na jurada com vontade.

–Isso! Aaaar! Me fode assim! Aaaar!

Algo cutucou minha bochecha, me virei, era Jacquin esfregando seu pau pequeno no meu rosto. Abri a boca e ele foi logo empurrando tudo, não deu nem para engulhar, mas era uma sensação gostosa foder alguém enquanto se chupa uma pica. O gordo gemia enfiando sua rola na minha boca, ele a tirava e esfregava no meu rosto, me lambuzando com seu lubrificante natural.

Mudamos a posição, Paola se deitou de pernas abertas e eu a penetrei com vontade, Jacquin veio por trás de mim e se pôs a chupar meu cú, tenho que confessar que foi um dos melhores cunetes que recebi na vida! O gordo devia achar que aquele buraco era delicioso, sua língua dançava nas minhas pregas, me penetrava, lambia e babava todo! Ele se ergueu.

–Vou monstr a você com se fod no meu país!

Ele abaixou as calças e me penetrou, mesmo com um pau pequeno senti grande prazer. Jacquin beijava meu pescoço, mexia nos meus mamilos, seus dedos se moviam levemente pelo meu corpo me provocando arrepios, ele movia os quadris de modo que seu pau girava dentro de mim, aquilo estava muito gostoso, até a Paola me dar outro tapa me mandando fode-la.

Me movia gemendo muito, quando ia pra frente sentia o fundo quente daquela buceta molhada, quando ia pra trás sentia aquela rola pulsante dentro de mim. Olhei para Fogaça que nos encara em silêncio, será que ele não iria participar?

Desmanchamos a posição e começamos a nos pegar, Jacquin e Paola se beijavam enquanto eu tirava a camisa do gordo, sua barriga protuberante se apoiava em minha virilha. Me apoiava na mesa com aqueles dois corpos se esfregando em mim, beijei a boca de Paola, depois me inclinei chupando os mamilos de Jacquin, tem gente que não se excita com pessoas acima do peso, eu me excito com todo tipo de pessoas, acho extremamente belo o corpo humano na sua forma natural, sem roupas.

Jacquin enfiou os dedos grossos de uma mão na buceta de Paola e os da outra no meu cú, nós dois gemíamos enquanto o beijávamos no pescoço. Não sei se por ter pau pequeno Jacquin se especializou em dar prazer com outras partes do corpo, mas sendo isso ou não, ele também era incrível com os dedos. Eu gemia de olhos fechados excitadíssimo com aqueles dedos me penetrando e fazendo movimentos inusitados, quando um par de mãos fortes agarrou meu rosto e me deu um baita beijão.

Quando abri os olhos vi que se tratava do Fogaça, aquele era um beijo desesperado como se ele tivesse esperado muito tempo por aquilo, suas mãos fortes me apertavam e sua língua praticamente transava com a minha. Jacquin tirou seus dedos de mim, me libertando. Abracei o musculoso me entregando completamente àquele beijo. Passei a mão de leve sobre sua virilha e até me assustei com o tamanho daquele volume. Desabotoei a camisa do jurado que se livrou dela, exibindo seu corpo malhado e tatuado, ele ainda tirou suas calças e por fim sua cueca, na hora sua rola dura enganchou no tecido e quando puxou, ela balançou como uma vara de bambu. Que grande! Que grossa!

Estranhei o olhar tímido do jurado, ele engoliu em seco, me abraçou e cochichou no meu ouvido:

–Me come.

O que? Com uma rola daquele tamanho e grossura ele queria ser o passivo? Será que era por isso que ele estava todo receoso? Suspirei, por mais que eu quisesse dar pra ele, come-lo também seria ótimo. Peguei o pode de salpicão, enchi um colher principalmente da parte onde a erva se concentrava:

–Claro, mas primeiro coma isso.

Fogaça comeu e revirou os olhos de prazer, ele se abaixou para me pagar um boquete, a cara de prazer que fazia era como se desfrutasse da mais saborosa comida. Desconfio que aquela era a primeira vez que chupava uma rola, mas que sempre teve vontade.

–Jacquin, lubrifica o cú dele –Mandei.

O musculoso sentiu-se envergonhado em deixar o amigo fazer aquilo, mas quando o gordo mostrou sua habilidade com a língua, Fogaça gemeu e arregalou os olhos surpreso. Ri e puxei sua cabeça o beijando, depois me abaixei para poder provar daquele pirocão. Caprichei no boquete, mesmo que só conseguisse engolir pouco mais que a metade, chupei, lambia, lambuzei ele todo. Fogaça gemia de olhos fechados, depois me puxou pra cima.

–Por favor me come!

–Você que pediu!

O empurrei pra cima da mesa, puxei suas pernas, naquela posição podia ver todo seu corpo, ele era muito gostoso e grandão. Ele mesmo sobre o efeito da erva afrodisíaca estava nervoso, pelo jeito nunca tinha dado. Lambuzei meu pau e comecei a introduzir, o jurado tatuado fechou os olhos e apertou a mesa, fui empurrando minha piroca pra dentro sentindo o aperto daquele buraco, mas estava tão molhado pelo cunete de Jacquin que não tive grande dificuldade. Quando cheguei nos centímetros finais empurrei de uma vez, Fogaça se ergueu arregalando os olhos e abrindo a boca assustado, o puxei lhe dando um beijão e comecei a me movimentar bem devagar.

Fogaça apertava os dentes segurando os gemidos, de repente teve seus dois mamilos chupados por Paola e Jacquin.

–Se esntreg de uma vez, Fogaç! –Disse Jacquin.

–Afrouxa esse rabo e dá gostoso –Sugeriu Paola. Aproveitei e comecei a meter de verdade.

–Aaaaar! Deus! Aiaiaiaiaia! Aaaaar!

–Que cuzinho gostoso da porra!

Fogaça gemia loucamente sem se segurar, minha rola entrava e saia com velocidade, o pirocão dele balançava e pulsava. Paola veio beijar minha boca e Jacquin beijou e de Fogaça, aquela trepada estava muito gostosa! A jurada ficou de quatro chupando a rola do musculoso, e o gordo foi por trás dela a penetrando. Todos gemiam e riam, houveram tapas e mordidas e suplicas por metidas mais intensas.

–Isso é tão bom! Aaaar! –Dizia Fogaça.

Ele agarrou o próprio pau se masturbando, toda sua musculatura estava definida, vi logo que estava chegando perto e aumentei meu ritmo para acompanha-lo.

–Ooooooor! –Fogaça ejaculou como se fosse fogos de artificio, os jatos voaram alto.

Não resisti e saí de dentro dele caindo de boca naquela pica pulsante, me lambuzei todo com aquela porra quente. E ainda saía mais, para minha surpresa, Fogaça me puxou pra cima dele me fazendo sentar onde tanto queria. Gemi sentindo aquela rola me invadindo até o fundo, algum esperma ainda bombeou dentro de mim. O jurado começou a meter com força, senti meu orgasmo se aproximando e me masturbei. Ouvi e vi Jacquin gozando na cara de Paola.

Fogaça metia com força, mas a cada segundo seu pênis ia amolecendo, mas foi o suficiente para fazer todo meu corpo se arrepiar.

–Ooooo-aaaa-oor! –Gemi gozando no peitoral e na cara do musculoso.

Me deitei sobre ele e nos beijamos. Nós quatro estávamos exaustos e sujos, fechei meus olhos me concentrando no medidor sexual que estava em 8, minha missão recomeçara! Fomos para o camarim deles e nos limpamos. Não sei quando o efeito da erva passou, mas nenhum deles me tratou estranho, eram maduros o suficiente para aceitar numa boa o que aconteceu.

Sobrou um pouco da erva, então a guardei e depois fui procurar os irmãos. Violet me lançou logo um olhar furtivo pela minha demora, depois suspirou e sorriu, acho que em sua mente ela se conformou que minha missão vinha em primeiro lugar.

O programa começou a ser filmado, Sunny e seu competidor tiveram que fazer uma série de pratos sob muita pressão. Constantemente os jurados olhavam pra mim na plateia, Fogaça até me deu uma piscadela e eu tive que rir quando ele fez sua pose de machão para falar sobre os pratos dos competidores. No final o anuncio do vencedor foi feito, e o novo Master Chef Brasil era a Sunny! Foram muitos gritos e aplausos, Violet e Klaus estavam muito orgulhosos da irmãzinha.

Naquela noite fizemos um último jantar juntos, arrumei minha mochila e me preparei para partir.

–Obrigado por ajudar a me encontrar –Agradeceu Klaus me abraçando. Depois foi a vez da Sunny e da Beatrice, e por último a Violet.

–Vê se não demora senhor Stark.

–Farei o possível.

–Lembre de vir trazer a chave.

–Nunca esqueceria de uma promessa feita á você –Ficamos nos encarando com os olhos cheio de lágrimas.

–Se beijem logo de uma vez! –Brigou Sunny sacudindo uma colher de pau.

Dei um longo beijo na Violet, aquilo não era um adeus, era um até logo. Usei uma árvore para abrir o portal, olhei para a Terra 23 um última vez e atravessei. Uma brisa noturna envolveu meu corpo, parecia ter ido parar numa floresta, dei dois passos e ouvi um barulho de folhas se mexendo, me virei para um arbusto.

–Olá? Tem alguém aí? –Ouvi novamente o barulho, olhei para cima. Eu estava em baixo de uma enorme árvore antiga, não sou muito bom em identificar espécies de plantas, mas arriscaria que aquilo era um salgueiro.

Tive que parar meus pensamentos sobre taxonomia por que algo improvável e assustador aconteceu: A árvore se mexeu! Não como se o vento balançasse seus galhos, mas como se ela me atacasse! Um galho veio violentamente em minha direção, me atirei pro lado desviando, o galho era da grossura do meu corpo, ele arrebentou o solo atirando pedras e lama. Se aquele golpe tivesse me acertado, eu estaria morto.

Não tive tempo para pensar nisso, saí correndo desviando dos ataques mortais daquele salgueiro, quando finalmente fiquei à uma distância segura, me virei e vi o quão enorme aquela árvore era.

–Que mundo louco é esse que vim parar? –Ouvi outro barulho, era como um canto de um coral, será que atrás de mim estaria uma igreja? Quando me virei meu queixo caiu, estava diante do maior castelo que já vi ou imaginei na vida.

Notas finais
Desejo-lhes um feliz ano novo! :)