As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
13 Capítulo 12 – A inventora –Once Upon a Time
Notas iniciais
Paramos na casa de Henry, fui direto pro banheiro me limpar. Tirei minha cueca que estava toda lambuzada de esperma, me sentei no vaso e expeli qualquer vestígio daquele líquido que houvesse dentro de mim e fui tomar banho. Saí do chuveiro me sentindo outra pessoa, comecei a me enxugar, de repente a porta se abre e Violet entra correndo com Henry em seu encalço.
–Me deixa em paz! –Ela gritou.
–Você não pode fazer isso! –Gritou Henry.
Os dois olharam pra minha nudez, Henry virou o nariz, digo o rosto, pro lado envergonhado, já Violet fez sua cara de safada e mordeu o dedo. Me cobri com a toalha.
–O que vocês estão fazendo aqui dentro?
–Ainda nada, mas podemos começar agora mesmo –Disse Violet se aproximando.
–Ela também foi afetada pela maldição e quer... Tran... trans... Ficar com você.
–Sério?! –Exclamei animado.
–Dylan! –Ele me repreendeu –Já não tem pessoas de mais querendo te matar?
–Desculpe.
–Não quero nem saber –Interveio a garota que já ia tirando o vestido –Vamos trepar e é agora.
–Espera querida –Eu disse interrompendo seu striper –Vamos fazer um acordo, você responde todas as minhas perguntas e eu transo com você.
–Tudo bem –Ela aceitou sorridente –Contanto que você continue só de toalha.
–Justo.
Fomos para sala e sentamos no sofá, eu só de toalha como o combinado, Henry do meu lado e Violet permaneceu de pé.
–O que querem saber?
–Quero saber tudo! Como você conseguiu sua chave?
–Fui eu quem construiu as duas chaves.
–Impossível! A chave mestras das dimensões existe no meu mundo a milhares de anos.
–Deixe-me contar toda a história, mas adianto que ela é repleta de sofrimento, curtas alegrias, muitos perigos. Minha vida é uma desventura em série.
–Pode começar.
Acho que um bom começo, na verdade um mal começo, se deu naquele dia na praia quando o banqueiro Senhor Poe nos trouxe aquela trágica notícia. Naquela época eu tinha 14 anos e meus dois irmãos menores, Klaus e Sunny tinham respectivamente 11 e menos de um ano. Naquele dia fomos avisado que nossa casa havia pegado fogo e que nossos pais tinham morrido e que a partir daquele momento éramos órfãos.
Órfãos que herdariam uma enorme fortuna quando eu completasse 18 anos, hoje tenho 19, mas os infortúnios ocorreram de tal maneira que se aparecêssemos para reclamar nossa herança seriamos presos ou mortos ou coisa pior.
Sem entrar em detalhes fomos morar com um parente distante chamado Conde Olaf que se tornou nosso maior perseguidor, ele tentou de diversas formas roubar nossa herança cometendo os mais atrozes crimes. Fomos designados para ser criados por vários lares, entretanto o conde Olaf sempre aparecia e destruía nossos sonhos, sempre resultando em tragédia e até em morte prematura de nossos tutores.
Conforme seguimos sobrevivendo fomos melhorando nossas habilidades, sou uma exima inventora, meu irmão um leitor fantástico e minha irmã uma cozinheira impar com os dentes mais fortes do nosso mundo. Em meio a perguntas e mistérios fomos percebendo que toda nossa vida, assim como a de todos de nossa família esta intimamente ligadas com uma organização chamada C.S.C.
Nossa situação só piorava a cada aventura, perdemos vários amigos, sofremos varias calunias e flagelos, até fomos acusados crimes que não cometemos pelos quais somos procurados até hoje, éramos destaque de um jornal ridículo, que sempre nos vazia a matéria da capa.
Houve um tempo em que ficamos em paz, foi depois de nossa desventura numa ilha onde agora éramos quatro e não três, agora eu e meus irmãos somos os tutores de uma garotinha filha de uma amiga, a chamamos de Beatrice.
Estávamos cansados de viver nos escondendo, perseguidos pela polícia, pelos remanescente da C.S.C. e por muitos outros inimigos, então tivemos a ideia de construir uma forma de escapar para um lugar melhor.
As chaves mestras das dimensões!
Elas foram construídas com metais e pedras raras, são fruto de ciência, magia e culinária. Usaríamos as chaves para encontrar um mundo que fosse pacifico, um lugar onde finalmente pudéssemos viver felizes e finalmente dar um fim em nossas desventuras.
Viajamos por alguns mundos até chegar na Terra 23, parecia um lugar tão perigoso quanto nossa terra natal, mas resolvemos ficar nela, pois a Sunny viu uma oportunidade de realizar seu sonho de virar uma chef, ela se escreveu num reality show chamado Master Chef, e foi um sucesso, os jurados ficaram boquiabertos com as habilidades culinárias de uma garota de apenas cinco anos.
Infelizmente um novo inimigo surgiu, naquele mundo existia outra versão de nosso maior perseguidor o Conde Olaf, ficamos indignadas de viajar para outro mundo só pra reencontrar nosso maior malfeitor. Numa perseguição ele e o Klaus acabaram caindo num portal pra outro mundo. Eu tive que segui-los para salva-los, então pedi que a Sunny permanecesse na Terra 23 e realizasse seu sonho, ela ficou prometendo cuidar da pequena Beatrice.
Desse modo venho seguindo o Klaus e o Conde Olaf 23, eu temia que o vilão tivesse roubado a chave e abandonado meu irmão em algum mundo hostil, mas não tinha como saber para onde eles tinham ido. Eu não tinha como localiza-los, então resolvi ir de mundo em mundo, mas o multiverso é praticamente infinito. Tive a ideia de inventar uma máquina localizadora de D.N.A. mas não tinha os materiais necessários. Parei no S.S. Tipton e peguei a partes mecânicas que precisava e vim para Storybroke afim de pegar a parte mágica, entretanto o destino me fez achar a chave do Klaus com você, mas sem sinal nem do Klaus, nem do Conde Olaf 23.
Violet terminou de contar sua história, mas não havia nem aflição, nem raiva em seu olhar, só o desejo sexual de ficar comigo. Meus pensamentos estavam à mil tentando processar todas aquelas informações, aquela garota ali era tão brilhante que tinha criado os dois artefatos que no meu mundo acreditava-se terem provindo de deuses. Violet arriscava sua vida viajando pelos mundos à procura do seu irmão, sua coragem, sua determinação e seu brilhantismo me fascinavam. Ela era diferente de todos que já conheci na vida. Ela era incrível!
–Essa chave esta com o meu povo a milênios –Argumentei como se procurasse uma falha em sua história.
Ela pegou sua fita de cabelo e amarrou de novo de forma que tirou os fios de cabelos que cobriam sua visão. Sua expressão pensativa era tão intensa que eu quase podia ver as engrenagens de seu cérebro trabalhando.
–Tempo e espaço, é isso! Eles devem ter ido ao seu mundo a milênios atrás. Se eu descobrir a data exata, posso facilmente abrir um portal e encontra-los! Farei isso depois do meu prêmio!
–Prêmio?
–Sim, já que te contei tudo, agora vamos para melhor parte, o sexo!
–Dylan você não pode! –Gritou Henry.
–Não nos atrapalhe! –Violet arremessou uma pequena capsula de metal que ao atingir Henry se expandiu numa corda metálica que o prendeu sentado no sofá.
–Me tira daqui!
–Uau! –Exclamei admirado com aquele apetrecho.
Violet tirou o vestido revelando seu corpo magro, seus seios eram pequenos, seu sutiã e calcinha eram de tom bege. Ouvi Henry do meu lado argumentando que se eu ficasse com aquela garota, ela iria querer me matar. Mas era como se sua voz estivesse distante, naquele momento não pensei no bem do meu mundo, não estava afim de coletar energia sexual, naquele momento eu só queria tocar aquela garota tão incrível.
Ela não era a mais bela, entretanto fora a que mais me excitou, seu corpo imperfeito parecia infinitamente deslumbrante. Violet tirou o sutiã revelando seus seios pequenos e durinhos, depois baixou a calcinha.
–Cara não faz isso! –Disse Henry olhando pra minha virilha, onde mesmo por debaixo da toalha era possível ver a ereção –Se ela ficar querendo te matar não vai nos dar a chave e...
–Foda-se! –Eu disse me levantando e jogando a toalha longe.
Violet veio pelada até mim e sem mais palavras nos beijamos. Nunca me senti daquele jeito antes, era como se um calor saísse do meu peito e lançasse uma onda de excitação por todo o meu corpo. Nos agarramos nos beijando, abraçando, roçando. Senti meu pau esfregando em sua buceta.
Ela me empurrou e cai sentado no sofá ao lado do amarrado Henry. Violet se ajoelhou e me pagou um boquete.
–Ooor!
–Ainda dá tempo de parar! –Não importava o que o Henry dissesse, nada ia me impedir de transar com aquela garota.
Henry assistia àquilo impotente e encabulado. Ele olhou pra sua virilha e viu a própria ereção. Olhei pra ele e ri, então sem pensar em pudores apertei seu pau.
–Ooor para ooor!
Violet subiu no sofá ficou de quatro me convidando à chupa-la. Fui pra trás dela e lambi sua vagina. Ela gemeu e foi brincar com o pênis de Henry.
–Pare eu não quero –Ela abriu seu zíper, pegou sua rola dura e abocanhou –Oooor.
Não sei dizer nada sobre a forma e o tamanho, pois ela engolia tudo e eu estava envolvido e empenhado em chupar aquela buceta. Me deitei e ela empurrou sua pélvis em minha cara, com seu rebolado os lábios de sua buceta esfregavam meu nariz, boca e todo o rosto. Meu pau pulsava insanamente. Sem aguentar mais esperar, puxei a inventora sobre mim e a fiz sentar na minha rola.
A entrada foi apertada, senti minha pica roçando nas paredes de sua buceta, ela gemeu gostoso até quase completar a entrada e então começou a se movimentar devagar. Que tesão! Ela era tão apertada! A cara de prazer e dor era muito excitante. Minha cabeça estava apoiada numa cocha de Henry. Violet ainda se movia vagarosamente, mas o menor movimento me dava muito prazer. Cansei de esperar que ela ganhasse velocidade e resolvi tomar tal iniciativa segurando suas cochas e mandando ver!
–Aaaaaar!
Meu pau ainda sentia aquele aperto, como se algo bloqueasse seu caminho, senti que ainda tinha uns três centímetros de fora e empurrei com toda minha força sentindo algo se romper.
–Aaaaaaaa! –Meu pau ficou todo molhado, olhei pra baixo e vi sangue escorrendo por minha barriga e suas pernas.
–Você esta bem?
–Estou, você só rompeu meu hímen.
Ela era virgem! Lembrei da rainha Suzana de Nárnia, mas Violet era bem mais apertada. Agora que rompi seu hímen, senti meu pau ir mais fundo, senti que agora tinha mais espaço pra meter e assim o fiz.
Ignorei o sangue e meti com força, a inventora gritava, seus seios pequenos balançavam, eu gemia grosso excitado pra caralho. Ela se apoiou no meu peito e quicou na minha rola. Henry não argumentou mais, só ficou calado tentando não assistir nosso sexo, mas os gemidos eram intensos e minha cabeça apoiada em sua perna o vazia balançar em nosso ritmo. Houve momentos em que o ouvi gemer, ele estava amarrado sem poder fazer nada, nem se masturbar, só servir de voyeur.
A noite estava caindo, mas nenhum de nós se preocupou em parar para ligar as lâmpadas, ficamos transando na penumbra. Violet se deitou me beijando. Senti seus peitos tocando em mim, os apertei, eram tão macios e pequenos, ela chupou o meu pescoço, mordeu minha orelha e arranhou meu tórax.
Eu podia tê-la dividido com o Henry, mas estava tão conectado que só queria saber de fode-la. Mudamos a posição, ela de quatro e eu de pé metendo com força. Cada entrada era um grito, um urro, um pedido de meter com mais força! Seus cabelos se soltaram vencendo o aperto da fita rosa. Estávamos suados e sujos de sangue, mas continuávamos a nos mexer, ela empurrando o quadril pra trás e eu metendo o mais fundo, forte e rápido que conseguia.
–Mete mais! Mete mais! Isso! Ooooor! Me fode assim vai! Vai! Vai!
Dei um tapa em sua nádega e gritei: “Rebola safada!”. Ela balançou o quadril girando a buceta com minha rola dentro.
–Estou chegando perto! –Avisei.
A inventora se segurou nas pernas de Henry e mais uma vez abocanhou seu pau. Ele fechou os olhos gemendo. Meti com tanta força que senti as pernas dela tremerem, ela se retorcia e gritava com a rola do narigudo na boca.
–Oooooorrrr! –Gozei bombeando esperma pra dentro dela e metendo, metendo e metendo –Ohh Violet! Ooooor!
–Aaaaaaaaar! –Ela gemeu gozando tendo um orgasmo.
Ambos nos deitamos no chão ofegantes. Vi Henry olhando pro próprio pau que pulsava sujo de baba, ele não tinha gozado, não sei se estava indignado por eu não ter me segurado, ou por ele não ter dado uma gozada.
–Faça alguma coisa antes que ela enlouqueça! –Ele mandou.
Me levantei e fiquei tonto, me apoiei e senti algo muito estranho.
–O que é isso? Ai droga não! –Visualizei meu medidor de desejo sexual que já estava em 72 e então caiu pra 65, 60, 58, 50 e parou –Como assim? Como isso aconteceu? Não faz sentido, eu acabei de transar!
–Me solta logo Dylan!
Resolvi me preocupar com isso depois, peguei a adaga e soltei o Henry que na mesma hora se vira de costa colocando o pingulinho pra dentro da calça.
–A chave! Pegue a chave! –Me virei e lá estava Violet nua segurando numa mão a chave e na outra um tipo de revolver.
–Seu maldito viajante! Vou te matar e depois salvarei meu irmão.
–Violet se acalme, você...
Ela disparou, desviei por pouco, uma rajada de vento atingiu a parede derrubando quadros e rachando a alvenaria.
–Acho que ela não esta pra papo.
–Corre! –Gritou Henry.
Peguei minha mochila e sai correndo pelado atrás dele. Fechei a porta da sala e seguimos pra saída, ouvimos outro disparo e a porta se partiu em pedaços. Fechamos a porta da frente e corremos até a caminhonete.
–Eu não sei dirigir! –Confessei.
–Eu sei... mais ou menos!
Henry sentou no banco de motorista bem no momento em que Violet explode a porta da frente da casa da prefeita.
–Vai!
Violet fez outro disparo acertando a caminhonete que é impulsionada pra frente. Henry aproveita e já sai dirigindo arrancando placas e caixas de correio pelo caminho.
–Devíamos voltar e tentar pegar a chave –Sugeri.
Como sempre quando acontece algo ruim na minha vida, outra aparece pra fazer companhia. Um enorme lobo preto saltou sobre o capô da caminhonete e uivou mostrando seus enormes dentes.
–Ruby! –Gritou Henry girando o volante.
–Acelera e freia de vez pra jogar ela longe quem nem nos filmes!
Henry pisou no acelerador e cantou pneu avançando pra cima de uma loja.
–Agora!
Ele freou de uma vez, fomos projetados pra frente, mas o sinto de segurança nos salvou. A lobisomem voou pra loja bateu na vitrine desaparecendo no estabelecimento. Batemos num hidrante que começou a jogar água pra cima.
–Agora nos tira daqui!
Henry dirigiu saindo da área urbana. Quando as coisas acalmaram resolvi me vestir, o garoto nem conseguiu disfarçar e quase bateu o carro duas vezes distraído olhando pra minha nudez.
–Pra onde estamos indo? –Perguntei vestindo a camisa.
–Temos que reagrupar, vamos pra casa do autor que fica na floresta.
–Ele pode nos ajudar?
–Digamos apenas que a casa esta vazia agora.
Não dirigimos nem por 15 minutos e chegamos na tal casa do autor, era uma verdadeira mansão.
–Como pode transar com ela sabendo o que ia acontecer?
–Parabéns!
–Por que?
–Você finalmente conseguiu falar a palavra “transar” sem ter um ataque de timidez.
–Isso é sério! Temos que quebrar essa maldição!
–Primeiro vou tomar banho, pois não sou obrigado a salvar o mundo com o pau lambuzado de sangue de desvirginada.
Entramos na mansão e fui logo pro banheiro. Depois encontrei o Henry que também tinha se banhado.
–O que faremos? –Perguntei.
–Acho que devemos descansar por hoje e procurar a Violet amanhã, e principalmente você não deve transar com mais ninguém!
–Você tem razão, prometo não transar mais com ninguém que tenha sido afetado pela maldição.
Dei um sorriso malicioso pro único não afetado pela maldição e Henry saiu todo tímido para um quarto. Fiquei sentado lembrando da transa com a Violet e cara, valeu a pena! Aquela foda foi incrível, no entanto veio com um problema, ao invés de coletar energia sexual, eu tinha perdido. O que o sexo com a inventora tinha tido de diferente de minhas trepadas anteriores?
Depois de pensar muito, toquei meu peito e senti meu coração acelerado.
–Será que é isso? Será que toda vez que eu transar com a Violet vou perder energia sexual? –Eu já espera transar com ela novamente, pois aquela sensação estranha em meu peito ansiava por mais da inventora.
Para salvar meu mundo, a Terra 69, eu tinha que transar com várias pessoas, mas pelo jeito não podia me apaixonar por nenhuma deles, pois o toque do amor verdadeiro não permitia ser coletado, e ainda mais, o amor sempre encontra um jeito de tirar algo de você. Amor é assim, um sentimento fantástico, mas que sempre te rouba algo.
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